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Por que o brasileiro parcela tudo? Entenda como o cérebro influencia as compras e evite armadilhas

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Por que o brasileiro parcela tudo?
Após décadas de inflação alta, renda apertada e dificuldade para poupar, o parcelamento ampliou o acesso ao consumo no Brasil e levou muitos consumidores a priorizar o valor da prestação em vez do preço total da compra.
Segundo a economia comportamental, dividir o pagamento reduz a percepção do gasto. Com isso, o cérebro tende a dar mais peso ao valor da parcela do que ao custo total da compra, influenciando a decisão do consumidor.
Apesar de ser uma ferramenta útil, o parcelamento exige atenção. O acúmulo de prestações pode comprometer o orçamento e, em alguns casos, os juros elevam ainda mais o valor final. Por isso, a recomendação é considerar o custo total da compra antes de fechar o negócio.
Toda semana, o g1 Explica descomplica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando o impacto de tudo isso no seu bolso.



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Como funciona o 'Instagram chinês', que atraiu usuários do TikTok e fez turismo explodir

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RedNote
Anna KURTH / AFP
O Xiaohongshu, aplicativo de estilo de vida mais popular da China, se prepara para abrir capital ainda este ano. Conhecido como “Instagram chinês”, ele permite que usuários publiquem fotos, vídeos e transmissões ao vivo.
O serviço é chamado no Ocidente de RedNote, tem um visual parecido com o da rede social americana Pinterest e chamou atenção depois de receber usuários do TikTok nos EUA, em meio à expectativa do bloqueio do aplicativo no país.
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Agora, o Xiaohongshu também mostra seu impacto no turismo na China, onde os trajetos domésticos atingem níveis recordes. Viajantes usam o aplicativo para descobrir novos destinos e planejar roteiros em locais fotogênicos.
Um lago no bairro histórico de Shichahai, em Pequim, é um dos vários pontos “daka”, isto é, que são considerados parada obrigatória na cidade, e que atraem cada vez mais pessoas por conta do Xiaohongshu.
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Por lá, há uma concorrência acirrada entre fotógrafos que fazem retratos de mulheres vestidas com trajes tradicionais. As imagens têm um destino: o Xiaohongshu.
Em uma segunda-feira recente, a fotógrafa Li Geng, de 18 anos, oferecia seus serviços aos turistas que passavam pelo local. Ela cobrava 10 yuans (cerca de R$ 7,60) por retrato.
A poucos metros dali, outros fotógrafos davam instruções a jovens com roupas elegantes, que faziam o sinal de vitória com os dedos e arqueavam as costas diante das câmeras.
Li contou à AFP que a disputa por clientes é intensa, já que muitos concorrentes têm forte presença nas redes sociais. Um deles tem 45 mil seguidores no Xiaohongshu e cobra preços mais baixos.
Inspiração para viagens
A China registrou um recorde de 6,5 bilhões de viagens domésticas em 2025, de acordo com a agência Xinhua. O resultado representou um aumento de 16% em relação a 2024.
No período, a base de usuários do Xiaohongshu também cresceu, passando de 300 milhões, em 2024, para 350 milhões de usuários ativos mensais, em 2025, segundo a plataforma de análise de dados Qiangua.
A rede social impulsionou negócios pouco conhecidos e levou multidões a destinos fora dos roteiros tradicionais, como Zibo, uma tranquila cidade industrial da província de Shandong, depois que seus espetinhos de churrasco baratos e marinados viralizaram.
Vídeos recomendados e loja on-line do RedNote
Reprodução
A turista Mina Chen, que visitava Shichahai com a irmã, planejou toda a viagem a Pequim com base nas recomendações de outros usuários. “Hoje, ele é indispensável para mim”, disse a estudante de 20 anos à AFP.
O Xiaohongshu é hoje o primeiro lugar onde “muitos viajantes jovens” buscam inspiração, disse Ming Yii Lai, consultora sênior de estratégia da Daxue Consulting.
Mas o turismo estimulado pelo Xiaohongshu também trouxe problemas, como o excesso de visitantes em locais que viralizaram e a dependência excessiva de empresas em relação ao tráfego gerado pela plataforma, explicou Lai.
Publicações patrocinadas por restaurantes e destinos turísticos também geraram críticas quando as recomendações não corresponderam às expectativas dos visitantes.
‘Refugiados’ do TikTok
O aplicativo ganhou atenção internacional em 2025 quando o plano do governo americano de proibir o TikTok levou usuários dos Estados Unidos, apelidados de “refugiados”, a migrar para o RedNote, versão ocidental do Xiaohongshu.
Nas últimas semanas, o “Instagram chinês” voltou às manchetes por seu preparativo para apresentar de forma confidencial uma oferta pública inicial de ações na Bolsa de Hong Kong, segundo veículos como o Wall Street Journal.
A AFP entrou em contato com a empresa para comentar a informação.
As mulheres jovens de cidades ricas da China são a principal base de usuários do Xiaohongshu, de acordo com a Qiangua. Mas a rede social também está atraindo falantes de chinês em países como Malásia e Singapura.
O aposentado singapurense Ernest Phua usou o aplicativo para planejar viagens a Cantão e Yunnan, buscando em mandarim “estratégias de viagem” e recomendações.
“Se queremos saber como é realmente a vida na China” e descobrir o que os moradores gostam de fazer, comer e visitar, “o Xiaohongshu tem muito conteúdo”, afirmou.
Meng Jiaxuan, de 20 anos, vestida com um traje tradicional em Shichahai, contou que até as poses de sua sessão de fotos foram pesquisadas no aplicativo. “Não importa o que seja, eu simplesmente procuro no Xiaohongshu”, disse.
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Aumento do uso da Bíblia entre americanos em momentos de crise

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Uma nova pesquisa revelou que o uso da Bíblia aumentou entre os americanos que enfrentam divórcios e eventos trágicos. Aqueles que se dedicam à leitura das Escrituras tendem a ver sua fé como um chamado e fonte de conforto em tempos difíceis.

Contexto da pesquisa

A pesquisa, realizada recentemente, destaca a importância da Bíblia na vida de muitos indivíduos que passam por dificuldades. Em momentos de crise, como divórcios ou perdas significativas, a busca por consolo nas Escrituras se torna mais intensa. Isso reflete uma tendência crescente entre os cristãos de buscar a Palavra de Deus como um guia e apoio emocional.

O que a pesquisa revelou

Os dados coletados mostram que as pessoas que enfrentaram dificuldades específicas, como separações e tragédias pessoais, são mais propensas a se voltar para a Bíblia. Essa busca não é apenas por conforto, mas também por um sentido de propósito e chamado. A pesquisa sugere que a conexão com a fé pode ajudar esses indivíduos a encontrar força e esperança em meio ao sofrimento.

Reações da comunidade cristã

A crescente utilização da Bíblia como fonte de apoio emocional tem gerado reações positivas dentro da comunidade cristã. Líderes e pastores têm incentivado a leitura das Escrituras, especialmente em momentos de crise, ressaltando que a Palavra de Deus pode trazer paz e renovação espiritual. Muitos acreditam que essa tendência pode fortalecer a fé e a resiliência dos cristãos diante das adversidades.

Além disso, a pesquisa destaca a importância de grupos de apoio e comunidades de fé que oferecem suporte emocional e espiritual. As igrejas têm um papel fundamental em ajudar os fiéis a se reconectarem com a Bíblia e a encontrarem conforto nas promessas de Deus.

O que esperar no futuro

Com o aumento do uso da Bíblia em tempos difíceis, espera-se que mais pessoas busquem a Palavra de Deus como um recurso essencial para enfrentar desafios. Isso pode resultar em um fortalecimento da comunidade cristã e um maior envolvimento nas atividades da igreja.

Além disso, a pesquisa pode incentivar iniciativas de evangelização e missões, à medida que mais indivíduos reconhecem a necessidade de apoio espiritual em suas vidas. A esperança é que essa tendência inspire um renascimento da fé e um compromisso renovado com os ensinamentos de Cristo.



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Brasil chama tarifa dos EUA de “injusta” em nova reunião

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O governo brasileiro voltou a classificar como “injusta” a possível imposição de novas tarifas pelos Estados Unidos sobre produtos nacionais durante reunião de alto nível realizada nesta terça-feira (14) com o representante estadunidense de Comércio, Jamieson Greer. O encontro ocorreu na véspera do prazo final para a decisão da administração do presidente Donald Trump sobre a adoção das sobretaxas.

Em nota, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) informou que essa foi a quinta reunião entre autoridades dos dois países desde 7 de maio, quando os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump decidiram criar um grupo de trabalho voltado ao diálogo comercial.

Crítica às tarifas

No comunicado, o Mdic destacou que o governo brasileiro reiterou que as recomendações do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) não têm fundamento técnico e não justificam a adoção de novas barreiras comerciais.

As críticas envolvem tanto a proposta de sobretaxa de 25% específica para produtos brasileiros quanto a tarifa adicional de 12,5% relacionada à investigação sobre trabalho forçado, aplicável também a outras 59 economias.

“O governo brasileiro reiterou que a aplicação de qualquer sobretaxa se mostra injusta e não é o caminho para que possamos formular um acordo bilateral mutuamente adequado”, afirmou a pasta.

Negociação mantida

Além do Mdic, participaram da reunião representantes do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e da Assessoria Especial da Presidência da República.

Segundo o governo, a orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é manter o diálogo com Washington e buscar uma solução negociada para evitar a adoção das tarifas.

Nos bastidores, interlocutores do governo avaliam que, embora as negociações tenham registrado avanços nos primeiros meses, a posição americana se tornou mais rígida nas últimas semanas.

Investigação americana

As possíveis tarifas decorrem da investigação conduzida pelo USTR com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos.

O governo americano acusa o Brasil de adotar práticas consideradas prejudiciais aos interesses comerciais dos EUA em áreas como comércio digital, sistema de pagamentos eletrônicos como o Pix, propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e questões ambientais, como o combate ao desmatamento ilegal.

O governo brasileiro sustenta que nenhuma dessas alegações justifica a imposição das medidas comerciais.

Decisão iminente

O prazo para a conclusão da investigação e o anúncio da decisão termina nesta quarta-feira (15), quando o governo dos Estados Unidos também deverá divulgar a lista definitiva dos produtos que poderão ser atingidos pelas sobretaxas.

Entre os bens citados nas recomendações preliminares estão aeronaves, produtos agropecuários e insumos industriais.

Impacto esperado

Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que cerca de 4,2 mil produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos poderão ser afetados caso as tarifas sejam confirmadas.

Juntos, esses produtos representam aproximadamente US$ 15 bilhões em exportações brasileiras. Entre os itens potencialmente atingidos estão ferro-gusa, molduras de madeira e álcool etílico.

Enquanto aguarda a decisão americana, o governo brasileiro mantém as negociações diplomáticas e afirma que continuará defendendo uma solução baseada no diálogo, sem abandonar a possibilidade de adotar medidas de resposta caso as sobretaxas sejam efetivamente implementadas.



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Investimento em saneamento cresce 51% mas segue abaixo do necessário para cumprir Marco Legal, diz estudo

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Saneamento impulsiona o desenvolvimento sustentável e melhor a vida em municípios por todo o Brasil.
Divulgação
Seis anos após a aprovação do Marco Legal do Saneamento Básico, o Brasil ampliou os investimentos no setor e avançou na estruturação de concessões, privatizações e projetos de regionalização. Apesar disso, o ritmo ainda é insuficiente para garantir a universalização dos serviços até 2033, meta prevista na legislação.
Levantamento do Instituto Trata Brasil em parceria com a GO Associados mostra que o investimento médio anual por habitante cresceu 51% entre 2020 e 2024, passando de R$ 90,54 para R$ 137,02. O valor, porém, segue distante dos cerca de R$ 225 por habitante por ano estimados pelo Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) como necessários para atingir as metas de universalização.
✍️ A lei estabelece que, até 2033, 99% da população brasileira tenha acesso à água potável e 90% à coleta e tratamento de esgoto.
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Hoje, o país ainda está longe desse cenário. Segundo os dados usados pelo estudo, 15,9% dos brasileiros seguem sem acesso à água potável e 43,3% não contam com coleta de esgoto. Na prática, isso representa dezenas de milhões de pessoas sem acesso a serviços básicos de saneamento.
Agora no g1
O estudo aponta que:
Os investimentos em saneamento somaram R$ 112,6 bilhões entre 2020 e 2024.
O investimento por habitante cresceu 51% no período, alcançando R$ 137,02 em 2024.
O valor considerado necessário para cumprir as metas do Marco Legal é de cerca de R$ 225 por habitante por ano.
O setor precisa manter investimentos próximos de R$ 48 bilhões anuais até 2033.
Ainda faltam aproximadamente R$ 431 bilhões em investimentos para universalizar os serviços.
“O desafio da universalização permanece enorme. Precisaremos manter um ritmo de R$ 48 bilhões em investimentos ao ano — algo ainda inédito”, afirma Luana Pretto, presidente executiva do Instituto Trata Brasil.
Avanços desde a criação do Marco Legal
Sancionado em julho de 2020, o Marco Legal do Saneamento foi criado para ampliar os investimentos no setor, incentivar a participação da iniciativa privada, fortalecer a regulação e acelerar a universalização dos serviços.
Segundo o estudo, o principal efeito observado nos últimos seis anos foi a expansão dos projetos estruturados.
Os contratos já assinados têm potencial de beneficiar mais de 100 milhões de pessoas distribuídas em 2.460 municípios. Além disso, há projetos em preparação com previsão de R$ 58,4 bilhões em investimentos adicionais, que poderão atender mais 18 milhões de habitantes em 625 municípios.
Casas na beira do canal em Macapá – Saneamento
João Pantoja/Rede Amazônica
Ao todo, os projetos em execução ou contratados movimentam mais de R$ 420 bilhões em investimentos previstos.
O estudo cita como exemplos processos de concessão e privatização realizados ou estruturados após o novo marco, incluindo projetos em estados como São Paulo, Pará, Sergipe, Paraíba e Rondônia.
Gargalo regulatório
Apesar dos avanços financeiros, os pesquisadores destacam que parte importante dos entraves está na governança e na regulação.
De acordo com o levantamento, cerca de 20 milhões de brasileiros vivem em 963 municípios que ainda não possuem agência reguladora cadastrada na Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA).
Iniciativa da companhia Aegea impulsiona o saneamento básico no Rio de Janeiro.
Divulgação
O problema não se limita à ausência de cadastro. Entre as entidades registradas, apenas 29 agências comprovaram aderência integral às normas de referência da ANA. Juntas, elas atendem 2.809 municípios e cerca de 92 milhões de habitantes — o equivalente a 43% da população brasileira.
Na avaliação dos autores, esse cenário pode dificultar a fiscalização dos contratos e reduzir a segurança jurídica necessária para atrair investimentos de longo prazo.
Desigualdade regional permanece
O estudo também mostra que os investimentos continuam concentrados em algumas regiões.
Boa Vista tem segundo melhor saneamento básico entre capitais do Norte, aponta estudo
Yasmim Trindade/Caer
O Sudeste recebeu mais da metade dos recursos aplicados desde 2020, impulsionado principalmente por São Paulo. Já a Região Norte, que concentra alguns dos piores indicadores de atendimento do país, recebeu apenas R$ 5,3 bilhões no período analisado.
Segundo os pesquisadores, a diferença ajuda a explicar por que os indicadores de saneamento seguem avançando em velocidades distintas entre as regiões brasileiras.
O que falta para atingir as metas?
Na avaliação do Instituto Trata Brasil, o país avançou na criação de projetos e na atração de investimentos, mas os próximos anos serão decisivos para transformar contratos em obras e ampliar efetivamente o acesso à população.
Para cumprir as metas até 2033, o estudo aponta como prioridades:
manutenção do crescimento dos investimentos;
fortalecimento das agências reguladoras;
ampliação da adesão às normas da ANA;
avanço da regionalização dos serviços;
execução dos projetos já contratados.
Seis anos depois da aprovação do Marco Legal, a conclusão dos pesquisadores é que o setor avançou, mas ainda precisa acelerar significativamente o ritmo para que a universalização dos serviços se torne realidade dentro do prazo previsto pela lei.



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A importância do descanso pastoral: líderes discutem férias

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O descanso é um princípio fundamental na vida cristã, e a rotina intensa dos pastores pode levar ao desgaste emocional e espiritual. Recentemente, líderes cristãos se reuniram para discutir a importância das férias para pastores, ressaltando que o descanso é essencial para manter a saúde espiritual e a eficácia no ministério.

O princípio bíblico do descanso

Desde a criação, Deus estabeleceu o descanso como um princípio vital. No Gênesis 2:2-3, lemos que Deus descansou no sétimo dia, abençoando-o e santificando-o. Essa prática nos mostra que o descanso não é apenas uma necessidade física, mas também uma ordem divina. Para os pastores, que frequentemente enfrentam pressões e responsabilidades intensas, tirar férias pode ser uma forma de obedecer a esse mandamento.

Desgaste emocional e espiritual

O cotidiano pastoral pode ser desgastante. Os pastores estão frequentemente envolvidos em aconselhamentos, lideranças de cultos e atividades de evangelização, o que pode levar a um esgotamento emocional e espiritual. Segundo os líderes que participaram da discussão, esse desgaste pode enfraquecer o chamado e a eficácia do ministério.

“O descanso é fundamental para que possamos renovar nossas forças e continuar a obra de Deus com alegria.” – afirmou um dos líderes.

Reações dos líderes cristãos

Durante o encontro, muitos líderes compartilharam experiências pessoais sobre a importância de tirar férias. Alguns mencionaram que, ao se afastarem temporariamente de suas funções, conseguiram retornar com uma nova perspectiva e energia renovada. Outros ressaltaram que a falta de descanso pode levar a problemas de saúde e até mesmo a crises de fé.

O que esperar no futuro

Com o aumento da conscientização sobre a importância do descanso, muitos líderes estão incentivando a criação de políticas nas igrejas que promovam períodos de férias para pastores. Isso inclui a possibilidade de delegar responsabilidades temporariamente e garantir que os pastores tenham um espaço para se desconectar e se reabastecer espiritualmente.

Além disso, a discussão sobre o descanso pastoral abre um espaço para refletir sobre a saúde mental e emocional dos líderes. É essencial que as igrejas reconheçam a importância de cuidar não apenas das necessidades espirituais, mas também do bem-estar geral de seus pastores.



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Mega-Sena acumula para R$ 30 milhões; confira os números sorteados

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Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 3.031 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (14). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 30 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados são: 20 – 28 – 32 – 35 – 40 – 54

  • 24 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 63.791,87 cada
  • 1.859 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.357,52 cada

Apostas

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de quinta-feira (16), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.




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Nova Zelândia confirma primeiro caso de gripe aviária

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Apesar do avanço da doença entre aves selvagens em diferentes partes do mundo, as infecções humanas continuam sendo consideradas raras. Ainda assim, a disseminação global da gripe aviária levou ao abate de milhões de aves nos últimos anos, afetando cadeias de abastecimento e pressionando preços de alimentos, especialmente ovos e carne de frango.



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9 dicas bíblicas para vencer o medo de envelhecer

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Envelhecer é um processo natural da vida, mas muitas pessoas enfrentam o medo e a ansiedade que isso pode trazer. O pastor John Piper oferece orientações baseadas na Palavra de Deus para ajudar os cristãos a lidarem com essa fase com fé e esperança.

O contexto do medo de envelhecer

O envelhecimento é um tema que gera preocupação em muitas pessoas. A sociedade atual frequentemente exalta a juventude, fazendo com que os mais velhos sintam-se marginalizados ou inseguros sobre o futuro. Essa ansiedade pode levar a um ciclo de medo e desespero, mas a Bíblia nos ensina que a velhice também pode ser uma fase rica em experiências e sabedoria.

As dicas de John Piper

Em seu artigo, John Piper destaca nove dicas práticas para enfrentar o medo de envelhecer, todas fundamentadas nas Escrituras. Aqui estão algumas delas:

  1. Confiança em Deus: A primeira dica é confiar plenamente em Deus e em suas promessas. A Bíblia nos assegura que Ele está conosco em todas as fases da vida.
  2. Agradecimento: Cultivar um coração agradecido pode mudar nossa perspectiva sobre a vida, ajudando a focar nas bênçãos em vez das perdas.
  3. Serviço aos outros: Envolver-se em servir a comunidade e ajudar os mais jovens pode trazer um sentido renovado de propósito e alegria.

Essas dicas são apenas um resumo do que Piper propõe, e cada uma delas é apoiada por versículos que reforçam a importância de uma vida centrada em Cristo, mesmo na velhice.

Reações e reflexões

Os conselhos de Piper têm ressoado entre muitos cristãos que buscam encontrar paz em meio às incertezas do envelhecimento. A fé é um pilar fundamental que sustenta a esperança, e muitos têm encontrado consolo ao se lembrar das promessas de Deus, como em Salmo 92:14, que diz: “Na velhice ainda darão frutos, serão viçosos e florescentes”.

“A velhice não é o fim, mas uma nova oportunidade de servir e glorificar a Deus”.

— John Piper

O que esperar no futuro

À medida que os cristãos envelhecem, é fundamental que continuem a nutrir sua fé e a se envolver em atividades que promovam a saúde espiritual e emocional. A Igreja tem um papel crucial nesse processo, oferecendo apoio e encorajamento através de grupos de oração e ministérios voltados para os mais velhos.

Além disso, é importante que os jovens aprendam a valorizar e respeitar os mais velhos, reconhecendo a riqueza de suas experiências e ensinamentos. O diálogo intergeracional pode fortalecer a comunidade de fé e proporcionar um ambiente onde todos se sintam valorizados.



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OAB pede que STF autorize comunicação entre Flávio e Jair Bolsonaro

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O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil protocolou um ofício ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes pedindo que seja assegurada a comunicação entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. 

O pedido considera que o senador tem direito a se comunicar com o ex-presidente por ser seu advogado e que essa comunicação é indispensável ao exercício da natureza técnica da advocacia

O documento foi apresentado após representação encaminhada pelo advogado Flávio Bolsonaro à Procuradoria Nacional de Defesa das Prerrogativas. Nesta segunda-feira (13), Moraes ordenou a suspensão de visitas de Flávio a Jair, após o senador divulgar em redes sociais uma carta do ex-presidente.

A divulgação, feita no sábado (11) representa, para o ministro do STF, desrespeito a determinação de afastamento de Jair Bolsonaro das redes sociais e desvio de finalidade no exercício do direito de visita. 

Segundo a OAB, a manifestação tem caráter técnico e exclusivamente institucional e não ingressa no mérito da decisão judicial nem das circunstâncias que a motivaram. O objetivo, informa a OAB, é o de “assegurar o exercício da defesa técnica, em observância às prerrogativas da advocacia previstas no Estatuto da Advocacia”.

“A OAB está à disposição para defender as prerrogativas profissionais de todas as advogadas e de todos os advogados do país, independentemente de quem eles representem ou de qualquer circunstância relacionada ao caso concreto. Trata-se de assegurar direitos previstos em lei e indispensáveis ao pleno exercício da advocacia”, afirmou via assessoria o procurador nacional de Defesa das Prerrogativas da OAB, Alex Sarkis.

O ministro Alexandre de Moraes ainda não se manifestou sobre o ofício da OAB. Em sua decisão na segunda-feira, o ministro também determinou que o caso seja enviado ao Ministério Público Eleitoral para ciência e adoção das medidas cabíveis em função do período eleitoral.

No ano passado, Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo da trama golpista. Após passar por cirurgia, obteve autorização judicial para cumprir a pena em prisão domiciliar.



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