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Caixa Loterias transfere sorteios de sábado para domingo

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A partir desse final de semana os horários e dias de jogos dos sorteios dos concursos regulares das modalidades lotéricas da Caixa dos sábados passarão a ocorrer aos domingos, às 11h. 

Para o próximo sorteio, no domingo (19), o prêmio da faixa principal da Mega-Sena é estimado em R$ 35 milhões.

Com a mudança, as apostas terão prazo estendido. Nas lotéricas e aplicativos, os apostadores poderão tentar a sorte até as 22h de sábado e, para os Bolões em canais eletrônicos, até as 10h45 dos domingos.

Em 2025 foram arrecadados R$ 26,61 bilhões com as 12 loterias federais diferentes comercializadas pelas casas lotéricas. As maiores arrecadações foram da Mega-Sena, com R$ 10,8 bilhões em 2025, seguido pela Lotofácil, com R$ 8,4 bi e pela Quina, com R$ 3,4 bi. 

Os canais de transmissão dos sorteios permanecem os mesmos, ao vivo pelas redes sociais oficiais da CAIXA e pelo portal G1.

 



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Concurso do IBGE: inscrições para 1,4 mil vagas são prorrogadas

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As vagas de Analista Censitário contemplam diversas áreas de formação, como Agronomia, Assistência Social, Biblioteconomia, Cartografia, Ciência de Dados, Ciências Contábeis, Ciências Sociais, Design Educacional, Tecnologia da Informação, Economia, Engenharia de Produção, Estatística, Geografia, Geoprocessamento, Jornalismo, entre outras.



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Anglicanos lançam plano para plantar um milhão de igrejas em 10 anos

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Durante a 19ª reunião do Conselho Consultivo Anglicano em Belfast, líderes da Comunhão Anglicana revelaram um plano ousado denominado Vision36, que tem como objetivo plantar ou restaurar um milhão de igrejas em todo o mundo na próxima década. A iniciativa busca acolher cerca de 20 milhões de novos fiéis e tornar a igreja mais acessível às comunidades.

Contexto da Iniciativa

A Vision36 foi apresentada pela Comissão da Comunhão Anglicana para Evangelismo e Discipulado e convida todas as províncias, dioceses e paróquias anglicanas a se unirem no plantio de novas igrejas e na revitalização de congregações que enfrentam dificuldades. O cônego Robert Sihubwa, da Igreja da Província da África Central, enfatizou a importância de levar a igreja mais perto das pessoas, afirmando: “É uma visão levar a igreja ao mundo, o mais perto possível das pessoas, para que ninguém precise caminhar longas distâncias para encontrar a igreja anglicana mais próxima”.

O que aconteceu

A proposta não se limita apenas à criação de novas congregações, mas também inclui a revitalização de igrejas que estão em declínio. As congregações revitalizadas serão contabilizadas na meta de um milhão de igrejas, ao lado das novas comunidades fundadas. Além disso, a Vision36 está alinhada com o JC2033, um movimento global que celebra o bicentenário da morte e ressurreição de Jesus Cristo, oferecendo uma oportunidade para que as igrejas renovem seu compromisso com a evangelização e o discipulado.

20 milhõesde novos fiéis esperados com a iniciativa

Expectativas e Oportunidades

A África desempenhará um papel central no sucesso da Vision36, uma vez que abriga a maior população anglicana do mundo. Segundo uma análise do Pew Research Center de 2025, a África Subsaariana é agora a região com a maior participação da população cristã global, representando 30,7% dos cristãos do mundo, superando a Europa. Isso torna o continente um campo fértil para a evangelização e o plantio de novas igrejas.

Reações dos Líderes Anglicanos

Robert Sihubwa, ao apresentar a visão, desafiou os delegados a pensarem de forma ousada sobre a missão da igreja, ressaltando que o anglicanismo possui uma mensagem e uma comunidade a oferecer ao mundo. Ele declarou: “Temos algo a oferecer e podemos fazer isso plantando um milhão de igrejas nos próximos dez anos”.

“O anglicanismo tem algo a oferecer ao mundo. Temos uma mensagem a oferecer. Temos uma comunidade a oferecer. Temos uma mentalidade a oferecer a cada um.”

— Cônego Robert Sihubwa

Com essa visão ambiciosa, os líderes anglicanos esperam não apenas expandir a presença da igreja, mas também fortalecer a fé dos cristãos em todo o mundo, especialmente em regiões onde a necessidade de evangelização é maior. A expectativa é que essa iniciativa inspire outras denominações a se comprometerem com a missão de levar o Evangelho a todos os cantos da Terra.



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Congresso de futebol nos Estados Unidos debate Copa Feminina de 2027

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A Copa do Mundo Feminina de 2027, no Brasil, foi pauta na edição norte-americana da Conferência de Futebol (Confut). O evento com lideranças da indústria do esporte começou na última quinta-feira (16) e chega ao fim nesta sexta (17) no Hotel Double Tree by Hilton, em Nova Jersey (EUA).

O local fica a cerca de 16 quilômetros do palco da final da Copa Masculina, entre Espanha e Argentina, neste domingo (19), às 16h (horário de Brasília).

A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) participa do encontro pela segunda vez como apoiadora de mídia. A primeira foi na Confut Sudamericana, em setembro do ano passado, na Mercado Livre Arena Pacaembu, em São Paulo.

“Acho muito importante que a empresa tenha se tornado um agente nessa conversa sobre o futebol feminino. Estamos aqui como uma emissora pública que transmite a modalidade no Brasil, que se afirma como a casa do futebol feminino e que apoia o empoderamento feminino por meio do futebol”, destacou a diretora-presidente da EBC, Antonia Pellegrino.

A TV Brasil, emissora pública da EBC, transmite ao vivo o Campeonato Brasileiro Feminino, além das fases decisivas das Séries A2 (segunda divisão) e A3 (terceira) e das finais das categorias sub-17 e sub-20. No ano passado, ainda houve a exibição dos jogos do Brasil na Copa América Feminina, disputada no Equador e que terminou com título da seleção canarinho. Foram alcançados 1,17 milhão de domicílios entre os dias 13 de julho e 2 de agosto de 2025.


EBC, Antonia Pellegrino, Confut, Nova Jersey, futebol feminino, EBC
EBC, Antonia Pellegrino, Confut, Nova Jersey, futebol feminino, EBC

Diretora-presidente da EBC Antonia Pellegrino (na foto à esquerda) participou de painéis sobre futebol feminino no Confut USA , na última quinta-feira (16) – Divulgação/Confut USA

A diretora-presidente da EBC participou de painéis sobre a modalidade e a realização da Copa Feminina no Brasil. A competição será realizada entre os dias 24 de junho e 25 de julho de 2027 em oito cidades-sede: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

“Em um período inferior a 15 anos, o Brasil terá concentrado os principais eventos esportivos do mundo: a Copa Masculina de 2014, a Olimpíada [do Rio] de 2016 e, agora, a Copa Feminina, que movimentará mais de R$ 8,8 bilhões e gerará mais de 70 mil empregos”, disse Roberto Gevaerd, diretor de gestão e inovação da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur).

O Mundial Feminino do Brasil será o décimo da história da competição, iniciada em 1991, na China. A seleção brasileira, como país-sede, tem vaga assegurada entre os 32 participantes e segue como uma das únicas disputarem todas as edições do evento.

Outras 13 seleções se classificaram para o torneio por meio das eliminatórias continentais: Austrália, China, Japão, Coreia do Norte, Filipinas, Coreia do Sul, Argentina, Colômbia, Nova Zelândia, Dinamarca, França, Alemanha e Espanha – esta última é a atual campeã.

“[O Mundial] É um canhão muito grande, uma competição consolidada. São muitas oportunidades que teremos de visibilidade para o futebol feminino brasileiro e da América do Sul e alavancar ainda mais a modalidade para todos os parceiros comerciais e consolidar nosso produto”, projetou Aline Pellegrino, capitã da seleção brasileira vice-campeã mundial em 2007 e atualmente diretora de Legado e Relações Institucionais da Copa de 2027.

Realizada desde 2019, a Confut terá mais dois encontros este ano. Entre os dias 8 e 10 de setembro, ocorre a Confut Sudamericana no Rio de Janeiro. De 8 a 10 de dezembro, será a vez da Confut Nordeste, em Recife. A primeira edição da Confut Euro está marcada para março de 2027, no Porto (Portugal).



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Meta e Anthropic negociam acordo de US$ 10 bilhões, diz jornal

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O potencial acordo segue estratégia adotada recentemente em outro acordo fechado pela Anthropic. A empresa, que se prepara para abrir capital, passou a utilizar toda a capacidade de um data center da SpaceX, de Elon Musk, em Memphis, nos Estados Unidos.



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França bloqueia Polymarket e endurece regras contra plataformas

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Em comunicado, o regulador afirmou que, na quinta-feira (16), determinou que os provedores de internet franceses impedissem o acesso ao Polymarket, explica a Reuters em reportagem. De acordo com a autoridade, o site, que tem uma grande audiência, opera uma oferta de apostas considerada ilegal pela legislação francesa.



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Mac Anderson discute desafios da família e do casamento cristão

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Em uma recente entrevista, Mac Anderson compartilhou suas reflexões sobre os desafios que as famílias cristãs enfrentam nos dias de hoje, destacando a importância do casamento na vida espiritual e comunitária. Anderson, conhecido por seu trabalho em prol da família, enfatizou que a base de uma vida cristã sólida começa dentro do lar.

O contexto atual das famílias cristãs

Nos últimos anos, as famílias têm enfrentado uma série de desafios, desde a pressão social até as mudanças culturais que afetam os valores tradicionais. Anderson apontou que a desintegração familiar e a falta de compromisso no casamento são questões que preocupam muitos cristãos. “A família é o núcleo da sociedade e, quando ela se fragiliza, toda a comunidade sofre”, afirmou.

Importância do casamento na fé cristã

O casamento, segundo Anderson, deve ser visto como uma aliança sagrada. Ele ressaltou que a Bíblia ensina sobre o valor do compromisso e da união entre marido e mulher, utilizando passagens como Efésios 5:25-33, que fala sobre o amor sacrificial e respeito mútuo. “O casamento não é apenas um contrato, é uma aliança diante de Deus e deve ser tratado com reverência”, disse.

Desafios enfrentados pelas famílias cristãs

Anderson destacou que os desafios enfrentados pelas famílias vão além das dificuldades financeiras ou de comunicação. A influência das redes sociais e a cultura do imediatismo têm contribuído para a desvalorização do compromisso. “Precisamos voltar a priorizar o diálogo e a compreensão mútua dentro de casa”, enfatizou.

Ele também mencionou a importância da oração em família como um pilar fundamental para enfrentar as adversidades. “Quando oramos juntos, fortalecemos nossos laços e buscamos a direção de Deus para nossas vidas”, afirmou.

Reações e reflexões sobre a mensagem de Anderson

A mensagem de Mac Anderson ressoou com muitos líderes e membros da comunidade cristã. Vários pastores e educadores têm promovido a importância de seminários e encontros que abordem a saúde familiar e o fortalecimento do casamento.

75%dos cristãos acreditam que o fortalecimento do casamento é essencial para a saúde da igreja

O que esperar para o futuro

Com as crescentes dificuldades, Mac Anderson acredita que é essencial que as comunidades cristãs se unam para apoiar as famílias. Ele sugere a criação de grupos de apoio e aconselhamento, onde casais possam compartilhar suas experiências e buscar ajuda. “A igreja deve ser um refúgio para aqueles que estão lutando, oferecendo amor e suporte incondicional”, concluiu.



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São Paulo e Santa Catarina sofrem 52% do impacto do tarifaço dos EUA

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Os estados de São Paulo e Santa Catarina concentram 52% do impacto do mais recente tarifaço anunciado pelos Estados Unidos (EUA) contra o Brasil. Dos US$ 7,4 bilhões em vendas afetadas pelas tarifas de 25%, US$ 3 bilhões têm origem em São Paulo.

O estado economicamente mais forte do país concentra, sozinho, 41,6% do total do valor das exportações afetadas. Isso representa 20% de exportações paulistas aos EUA. Considerando o total das exportações afetadas, Santa Catarina tem uma situação mais crítica, com 68% das exportações aos EUA afetadas.

Os dados são da ApexBrasil, a Agência Brasileira para Promoção de Exportações e Investimentos, ligada ao Ministério de Desenvolvimento, Comércio e Indústria (MDCI). A agência anunciou um plano de R$ 130 milhões para auxiliar essas empresas a diversificarem seus mercados.

O setor madeireiro do Paraná também deve ser muito afetado. Isso porque 30% das importações de madeira dos EUA vem do Brasil. Desse total, 66,7% tem origem no Paraná.

“Isso é ruim para as empresas do Paraná que trabalham com esse setor. Isso é ruim para quem importa madeira nos (EUA). Isso é ruim para a construção civil de lá, para quem vai comprar casa. Ou seja, isso tem impacto na inflação americana”, comentou o presidente o presidente da ApexBrasil Laudemir Müller.

Ontem, o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês) confirmou uma tarifa adicional de 25% em parte dos produtos brasileiros alegando supostas práticas “desleais” no comércio por parte do Brasil.

O governo brasileiro rejeita as justificativas usadas para a taxação. As novas tarifas passam a valer a partir do dia 22 de julho e deve afetar 19,2% do total exportado ao país norte-americano.  

Granito

Além da madeira, os EUA também é um grande importador de granito do Brasil, produto que entrou no tarifaço. Dados da ApexBrasil apontam que 36% do granito importado pelos EUA veem do Brasil. O material é usado na construção civil.

“Não há como, de uma hora para outra, o americano, que tem 30% do seu suprimento de madeira do Brasil para construção, buscar em outro local. Não tem como buscar granito em outro local com essa dependência de 36%”, comentou o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller.



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Como cultivar urucum | G1

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Quer informações sobre como produzir urucum? Uma publicação da Emater de Rondônia pode te ajudar. A cartilha gratuita reúne orientações sobre todas as etapas do cultivo: plantio, cultivares mais indicadas, tratos culturais e manejo da lavoura.



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Google e MJ assinam acordo para restringir anúncios de serviços e produtos financeiros para evitar fraudes digitais

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O Google e o Ministério da Justiça assinaram nesta quinta-feira (16) um acordo para restringir anúncios na internet de produtos financeiros para evitar fraudes digitais.
Esse documento prevê, por exemplo, que os anunciantes terão que passar por um processo de verificação e restringe a publicação de anúncios apenas àqueles que possuírem o selo de verificação.
A determinação ocorre no contexto da entrada em vigor do novo decreto do Marco Civil da Internet, editado em maio pelo governo federal, que trouxe a regra de que presume-se a responsabilidade dos provedores de aplicações por anúncios fraudulentos (veja mais detalhes abaixo).
Agora no g1
O acordo foi assinado com a Secretaria Nacional de Consumidor (Senacon) e Secretaria Nacional de Direitos Digitais (Sedigi), ligadas ao Ministério da Justiça.
LEIA TAMBÉM: Governo estabelece novas regras para big techs atuarem no Brasil; veja principais pontos
A parceria visa garantir a implementação voluntária de medidas de segurança, transparência e verificação de anunciantes de produtos e serviços financeiros, “visando à redução de fraudes digitais e à proteção dos consumidores”.
O acordo estabelecido entre o Google e o ministério prevê a verificação dos anunciantes poderá ser realizada diretamente pela plataforma ou por terceiros, “utilizando metodologias confiáveis de verificação de identidade para confirmar a existência legal da pessoa física ou jurídica responsável pela conta de publicidade”.
O texto estabelece ainda que o Google adotará medidas para aplicar controles de sistema adequados a fim de restringir a exibição de anúncios pagos de produtos ou serviços financeiros.
📲 Marco Civil da Internet
O decreto que atualiza a regulamentação do Marco Civil da Internet estabelece direitos e deveres para o uso da internet no Brasil e foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em maio deste ano.
Em junho de 2025, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) declarou parcialmente inconstitucional um artigo do Marco Civil da Internet que dizia que as plataformas só podiam ser responsabilizadas civilmente por conteúdos produzidos por terceiros se descumprissem ordem judicial para remover um conteúdo.
Pessoa mexendo no celular
Reprodução/ RBS TV
O Supremo estabeleceu que as redes podem ser responsabilizadas civilmente em duas situações, mesmo quando não tiverem descumprido ordem judicial:
➡️ 1. No caso de crimes graves, quando apresentarem “falhas sistêmicas” no seu dever de cuidado.
O STF listou sete grupos de crimes considerados graves que exigem remoção imediata do conteúdo pelas próprias redes: terrorismo, instigação à mutilação ou ao suicídio, golpe de Estado e ataques à democracia, racismo, homofobia e crimes contra mulheres e crianças;
➡️ 2. No caso de crimes em geral, quando receberem um pedido de retirada de conteúdo (notificação) e deixarem de removê-lo.
Em novembro de 2025, o STF publicou o acórdão dessa decisão. Desde então, ela está em vigor, mas não existem meios para que seja cumprida. Segundo o governo, o que o novo decreto faz é criar mecanismos para essa decisão ser aplicada na prática.
📵 O decreto estabelece que as plataformas devem:
remover conteúdo após notificação no caso de ilícitos, sem necessidade de ordem judicial;
informar usuários sobre suas ações e permitir contestações.
Na prática, deve existir um canal que possibilite a denúncia, comunique a pessoa que produziu o conteúdo e permita que ela possa recorrer. A plataforma vai analisar o caso como se fosse um “devido processo legal”;
evitar anúncios de golpes e fraudes — como promoções visivelmente fraudulentas ou anúncios de produtos ilegais, a exemplo do “gatonet” (serviço pirata de TV a cabo);
guardar dados das publicações para que os criminosos sejam eventualmente punidos em processos judiciais futuros;
guardar dados das publicações para que consumidores lesados por propagandas falsas ou de produtos ilegais possam mover ações contra os responsáveis.
🔎 O decreto deve resguardar expressamente a crítica, a paródia, a sátira, o conteúdo informativo (notícia), a manifestação religiosa e a liberdade de crença.



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