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Brasil cai na 1ª fase da Liga das Nações de vôlei masculino

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A seleção masculina de vôlei está fora da fase final da Liga das Nações pela primeira vez desde a criação do torneio, em 2018. Neste domingo (19), em Chicago (Estados Unidos), o Brasil superou a China por 3 sets a 0, parciais de 25/16, 25/20 e 25/21. O triunfo, porém, foi insuficiente para classificar o time comandado por Bernardinho.

Os brasileiros foram a quadra sabendo que já não tinham mais chances de ficar entre os sete primeiros da primeira fase. Após a derrota da última sexta-feira (17) para a Polônia, a equipe verde e amarela dependia de um revés da Bulgária para os Estados Unidos na noite de sábado (18). Também em Chicago, os búlgaros venceram por 3 a 1 e anteciparam a eliminação do Brasil.

Antes da queda precoce de 2026, as piores campanhas da seleção masculina na competição foram as eliminações nas quartas de final em 2022, 2023 e 2024. Em todas as outras edições, o Brasil alcançou pelo menos as semifinais. O único título brasileiro no torneio foi em 2021.

Pelo regulamento da Liga das Nações, vitórias por 3 sets a 0 ou 3 a 1 valem três pontos. Se o triunfo for por 3 a 2, a equipe vencedora faz dois pontos e a que perde soma um ponto.

Ao ganhar por 3 a 0 da China, o Brasil chegou a 19 pontos na classificação da Liga das Nações, atingindo apenas o nono lugar. A Ucrânia, sétima colocada e última seleção na zona de classificação às quartas de final, tem 23 pontos. São três de vantagem para a Bulgária, que ainda joga neste domingo e se igualar aos ucranianos.

O ponteiro Adriano, com 13 pontos, sendo três de saque, foi o melhor jogador do Brasil neste domingo. O central Flávio (12 pontos) e o oposto Darlan (11) também se destacaram. Do lado chinês, o ponteiro Bin Wang, com 10 pontos, foi o único a chegar aos dois dígitos na pontuação.

Apesar de ocupar o último lugar da primeira fase, com apenas um triunfo, a China estará nas quartas de final por ser o país-sede – os jogos, marcados para ocorrer entre 29 de julho e 2 de agosto, serão na cidade de Ningbo. A Polônia é a atual campeã.



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Igrejas no Texas oferecem abrigo a famílias afetadas por enchentes

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Recentes enchentes no Texas causaram grande devastação, levando igrejas da região a se mobilizarem para oferecer abrigo e apoio às famílias deslocadas. Com a elevação rápida dos níveis dos rios, muitas residências e veículos recreativos foram arrastados, resultando em pelo menos duas mortes.

Contexto das enchentes no Texas

A região do Texas, especialmente o Hill Country, tem enfrentado um aumento significativo nas chuvas, resultando em enchentes sem precedentes. As águas subiram rapidamente, surpreendendo muitos moradores e causando estragos em diversas comunidades. O impacto foi devastador, não apenas em termos de propriedades, mas também em vidas humanas, com a tragédia de pelo menos duas mortes confirmadas.

Mobilização das igrejas

Em resposta à crise, várias igrejas locais abriram suas portas como abrigos temporários. Essas iniciativas visam oferecer um local seguro para as famílias que perderam suas casas e pertences. As congregações estão se unindo em um esforço para prover não apenas abrigo, mas também alimentos e apoio emocional aos afetados.

Um dos líderes comunitários mencionou: “É nosso dever como cristãos ajudar aqueles que estão em necessidade. Estamos aqui para servir e apoiar nossas comunidades em tempos difíceis.” Essa atitude reflete o espírito de solidariedade e compaixão que caracteriza a fé cristã.

Reações da comunidade

A resposta da comunidade tem sido positiva, com muitos voluntários se apresentando para ajudar nas igrejas. A mobilização inclui doações de roupas, alimentos e outros itens essenciais. As igrejas têm se tornado um ponto de referência para aqueles que buscam apoio e conforto durante esta crise.

O que esperar nos próximos dias

À medida que as águas começam a recuar, as igrejas e organizações locais estão se preparando para ajudar na recuperação a longo prazo. Isso inclui a avaliação dos danos e a assistência na reconstrução das casas e comunidades afetadas. A esperança é que, com a ajuda mútua e a solidariedade, as famílias possam se reerguer e reconstruir suas vidas.

Os líderes religiosos também estão incentivando a oração e a reflexão, lembrando que, mesmo em meio à tragédia, a fé pode trazer conforto e esperança. “Estamos todos juntos nessa jornada e acreditamos que, com a ajuda de Deus, superaremos esses desafios”, afirmou um pastor local.



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Projeto mobiliza bibliotecas no combate à violência de gênero

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Entender as bibliotecas como um espaço para além do acesso à informação, mas também como um lugar de conscientização e desenvolvimento do pensamento crítico, é o que levou a pesquisadora Luciane Cavalcante a criar o projeto Medeia.Info. Uma iniciativa de mediação cultural em bibliotecas, focada no enfrentamento a violência de gênero. 

“A gente precisa entender que o acesso à informação tem que também vir potencializado de ferramentas para estruturar essa informação para um uso. Então, por exemplo, eu posso colocar livros que falam sobre feminicídio, que falam sobre violência, mas o que eu posso fazer de atividade dentro das bibliotecas?”, explicou a pesquisadora.

Com formação em biblioteconomia, Luciane Cavalcante conta que atuou como docente nos programas de pós-graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Universidade Estadual de Londrina. Durante uma orientação, a pergunta de uma aluna sobre o papel das bibliotecas comunitárias no combate à violência de gênero a provocou. 

“Foi nessa parte que eu comecei a me envolver com os estudos de gênero e com os estudos feministas, com as perspectivas latino-americanas em relação a essa questão. E, aí, eu comecei a envolver pesquisas para entender melhor o que as bibliotecas fazem em relação a isso”. 

Bibliotecas escolares

As ações do projeto Medeia.Info incluem palestras, cursos e debates voltados a profissionais que atuam em bibliotecas e outros espaços culturais. A proposta é abordar como esses profissionais podem não apenas aprender a reconhecer as manifestações que compõem a violência de gênero como também a conduzir ações de combate e conscientização a partir da cultura. 

Entre os jovens em idade escolar do sexo masculino, a disseminação de termos misóginos, popularizados na internet através de conteúdos masculinistas, vem ascendendo um alerta nas escolas. Essa ideologia, que prega a superioridade do homem dentro de uma “hierarquia social”, ganhou força no meio digital pela capacidade de mobilização e alcance da internet. 

Segundo a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, 83% das crianças e dos adolescentes de 9 a 17 anos que usam internet no país têm ao menos um perfil em redes sociais, e são alvos fáceis desse tipo de conteúdo, por ser um período importante para a formação da identidade e da consciência. 

Luciane Cavalcante conta que um dos trabalhos realizado nos projetos é voltado justamente a bibliotecas escolares, pensando em atividades e mediações para crianças e adolescentes que estimulem a participação e a conscientização social também por meios lúdicos. 

“Hoje, com a questão dos jogos digitais, os adolescentes são muito chamados a isso. Então, por exemplo, por que não colocar para os adolescentes para criarem um jogo de enfrentamento?”, diz ela, mas pontua que a falta de recursos de muitos espaços é um desafio para o projeto. 

“No contexto escolar, infelizmente, muitas bibliotecas ainda são relegadas, então, é importante também essa construção conjunta disso. Trabalhar com as crianças é importantíssimo, mas o bibliotecário não vai conseguir fazer isso sozinho”. 

Inciativa Medeia.Info

O projeto é vinculado ao Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (BICT), com apoio de outras instituições, como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). 

Nas redes sociais, o principal trabalho é a democratização de pesquisas, traduzindo artigos acadêmicos complexos para uma linguagem clara e contemporânea, com o apoio de profissionais do serviço social, da psicologia e do direito. Já presencialmente, o projeto realiza cursos de extensão e outras ações na Biblioteca Parque Estadual, no centro do Rio de Janeiro. 

“A ideia é expandir para outras bibliotecas, trabalhar em parcerias com bibliotecas escolares, com universitárias e comunitárias, porque é um elo diferente. Elas partem da própria necessidade daquela comunidade, é  uma construção social daquela comunidade”, finalizou Luciane Cavalcante. 

*Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia. 



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Médicos oram por pacientes em hospital na Venezuela

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Um hospital de campanha montado em La Guaira, Venezuela, tem sido um farol de esperança para a população local, oferecendo cuidados médicos e orações antes das cirurgias. Desde a sua instalação, mais de 800 pessoas foram atendidas, destacando a importância da missão de proporcionar não apenas tratamento físico, mas também espiritual.

Contexto da situação na Venezuela

A Venezuela tem enfrentado uma grave crise humanitária, exacerbada por desastres naturais como terremotos. A situação de saúde pública é crítica, com muitos cidadãos sem acesso a cuidados médicos adequados. Neste cenário, a presença de organizações missionárias, como a Samaritan’s Purse, tem sido fundamental para suprir as necessidades básicas da população.

O que aconteceu no hospital de campanha

O hospital de campanha, instalado após os terremotos em La Guaira, tem funcionado como um centro de atendimento emergencial. A equipe médica, composta por profissionais de diversas partes do mundo, se dedica a oferecer cuidados médicos de qualidade. Além disso, eles têm se comprometido a orar por cada paciente antes das cirurgias, reconhecendo a importância da fé na recuperação e no bem-estar dos doentes.

“Nossa missão é oferecer cuidado físico e esperança em Cristo”, afirmou um dos médicos envolvidos na operação. Essa abordagem não apenas trata as doenças físicas, mas também busca trazer conforto espiritual aos que sofrem, refletindo os princípios cristãos de amor e compaixão.

Reações da comunidade local

A comunidade local tem recebido com gratidão a iniciativa do hospital de campanha. Muitas pessoas que antes não tinham acesso a tratamentos médicos agora encontram esperança e suporte. Os moradores expressam sua gratidão não apenas pelos cuidados médicos, mas também pelas orações que recebem, que trazem um senso de paz em meio ao caos.

O que esperar para o futuro

Com a continuidade da crise na Venezuela, espera-se que a presença de organizações como a Samaritan’s Purse se mantenha forte. O hospital de campanha pode servir como um modelo para futuras iniciativas de ajuda humanitária, mostrando que a combinação de cuidados médicos e apoio espiritual pode ter um impacto significativo na vida das pessoas.

Além disso, a experiência adquirida pela equipe médica pode ser compartilhada com profissionais locais, fortalecendo a capacidade de resposta da saúde pública na região. A esperança é que, com o tempo, mais recursos sejam direcionados para ajudar a população venezuelana a superar essa fase difícil.

O trabalho realizado em La Guaira é um exemplo claro de como a fé e a ação podem se unir para fazer a diferença na vida das pessoas. À medida que mais missionários e organizações se mobilizam para ajudar, a esperança de um futuro melhor para a Venezuela se torna mais palpável.



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Eleições: prazo para convenções partidárias começa nesta segunda-feira

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Começa nesta segunda-feira (20) o prazo para os partidos políticos fazerem suas convenções. Essa é uma das etapas mais importantes do período eleitoral, pois é nas convenções que os partidos definem seus candidatos aos cargos em disputa.

Os partidos terão até o dia 5 de agosto para realizarem suas convenções e enviarem as informações dos candidatos e seus respectivos números para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Esse envio é feito através do Módulo Externo do Sistema de Candidaturas (CANDex), pela internet.

Além da escolha dos representantes dos partidos nas eleições, são sorteados os números com os quais cada candidato concorrerá. O partido tem direito a manter o número de legenda usado na eleição anterior. Os candidatos também têm o direito de manter o número que usaram na eleição anterior para o mesmo cargo.

Também é na convenção que o partido formaliza coligação com um ou mais partidos.

Em 2026, os eleitores vão votar para os cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual (ou distrital, no caso do Distrito Federal).

Este ano, os partidos deverão fazer convenções estaduais, para escolha de candidatos a governador, vice-governador, senador e suplentes, deputados federais, estaduais e distritais. A convenção nacional decide os candidatos a presidente e vice-presidente da República, ou a participação em uma coligação nacional.

Partidos que já marcaram convenções nacionais

  • Partido Democrático Trabalhista (PDT) – 20 de julho
  • Partido Liberal (PL) – 25 de julho
  • Partido Social Democrático (PSD) – 26 de julho
  • Movimento Democrático Brasileiro (MDB) – 27 de julho
  • Partido Novo (Novo) – 27 de julho
  • Partido Comunista do Brasil (PCdoB) – 30 de julho
  • Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) – 31 de julho
  • Partido Verde (PV) – 31 de julho
  • Missão – 1º de agosto
  • Partido da Causa Operária (PCO) – 1º de agosto
  • Partido Socialista Brasileiro (PSB) – 2 de agosto
  • Partido dos Trabalhadores (PT) – 2 de agosto



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Moraes nega visita de Milei a Bolsonaro em prisão domiciliar

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O ministro Alexandre de Moraes negou a autorização para que o candidato à presidência da Argentina, Javier Milei, visitasse o ex-presidente Jair Bolsonaro, que se encontra em prisão domiciliar. A decisão gerou repercussão e levantou questões sobre as relações políticas entre Brasil e Argentina.

Contexto da situação

Jair Bolsonaro está em prisão domiciliar desde sua saída da presidência, enfrentando uma série de investigações e processos judiciais. A visita de Milei, que é um político de direita e tem se posicionado como um aliado de Bolsonaro, foi vista como uma tentativa de fortalecer laços entre os dois líderes.

O que aconteceu

Segundo informações, a solicitação para a visita foi feita por Milei, que desejava se encontrar com Bolsonaro para discutir questões políticas e fortalecer a aliança entre seus respectivos partidos. No entanto, Moraes considerou que a visita não era apropriada no momento, citando a necessidade de manter a ordem pública e evitar qualquer tipo de influência externa nas investigações que envolvem Bolsonaro.

Reações à decisão

A negativa de Moraes provocou reações diversas no cenário político. Aliados de Bolsonaro criticaram a decisão, argumentando que a visita poderia ser uma oportunidade para discutir a liberdade religiosa e os direitos políticos em um contexto onde esses temas têm sido frequentemente debatidos. Por outro lado, opositores viram a decisão como uma medida necessária para garantir a imparcialidade das investigações.

O que esperar no futuro

Com a negativa da visita, muitos se perguntam como isso afetará as relações entre Brasil e Argentina, especialmente em um momento em que a política sul-americana está em constante transformação. A aproximação de líderes de direita pode indicar um movimento em direção a uma maior colaboração em questões de interesse comum, como a evangelização e a defesa da liberdade religiosa.

À medida que as eleições se aproximam, a situação política pode se tornar ainda mais complexa, e a relação entre Bolsonaro e Milei poderá ser um fator importante a ser observado. A comunidade cristã, que frequentemente se mobiliza em torno de questões políticas, também poderá ser impactada por essas dinâmicas.



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Mega-Sena acumula e próximo prêmio é estimado em R$ 42 milhões

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Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 3.033 da Mega-Sena, sorteadas neste domingo (19). 

Os números sorteados foram 18 – 21 – 23 – 43 – 55 – 58.

Com isso, o prêmio da faixa principal para o próximo sorteio, na terça-feira (21), está estimado em R$ 42 milhões.

A quina teve 34 apostas ganhadoras, e cada uma vai receber R$ 59.283,30. Já a quadra registrou 2.901 apostas vencedoras, e cada ganhador receberá um prêmio de R$ 1.145,28.

As apostas para o próximo concurso podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.



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GWM Haval H9 ameaça o reinado do Toyota SW4; veja os pontos fortes e fracos do SUV chinês

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GWM Haval H9 Exclusive
Divulgação / GWM
É raro ver um ícone balançar no pedestal. O Toyota SW4 reinava sozinho numa categoria de clientes fiéis e com bolsos cheios.
A versão mais barata do SUV da marca japonesa custa mais de R$ 424 mil e vende bem mais do que o Chevrolet Trailblazer, que custa a partir de R$ 422 mil.
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Um desafiante improvável chegou quietinho, em setembro de 2025, e foi conquistando espaço.
O GWM Haval H9 não faz sentido dentro do portfólio da marca chinesa, pelo menos na teoria.
A GWM vem tentando construir no Brasil uma imagem de modernidade. Os carros híbridos do seu portfólio têm desenho requintado. Os elétricos apostam em carrocerias arredondadas e simpáticas.
Agora no g1
E, no meio dessa turma, um jipão sisudo com motor diesel e arquitetura de carroceria sobre chassi. Difícil imaginar que ele faria sucesso.
E é justamente o H9 que vem cutucando o líder SW4 em 2026. O modelo chinês ficou à frente do Toyota em emplacamentos em março e maio. No acumulado entre janeiro e junho, o GWM tem 5.942 unidades vendidas e o SW4 tem 6.780 unidades.
Para entender o fenômeno, o g1 separou 5 pontos que explicam a ascensão do GWM Haval H9.
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Abismo no preço
Ao analisar a tabela, é impossível desconsiderar os R$ 89 mil de diferença entre H9 e SW4. E a prática da GWM de não dar descontos e ter apenas duas versões, bem próximas em preço, permite que o SUV não tenha distorções no mercado de seminovos.
O H9 Exclusive custa R$ 335 mil e a versão Selection sai por R$ 339 mil. Os R$ 4 mil extras são para um pacote visual com grade preta, rodas escurecidas e outros itens que não mudam o pacote de equipamentos do GWM.
O Toyota tem preço inicial de R$ 417.590 na versão SRX Platinum, porém, essa configuração vem com cinco lugares. Nesta reportagem foi considerada a SRX Platinum com sete assentos, que custa R$ 424.590.

Com isso, até a manutenção ligeiramente mais cara do GWM não faz nem cócegas. O detalhe é que o H9 tem revisões programadas a cada 12 mil km, enquanto o Toyota é revisado a cada 10 mil km.
Dessa maneira, o GWM até a 4ª revisão tem o custo total de R$ 9.126 e já está em 48 mil km, bem próximo dos 50 mil km que o SW4 marca na 5ª revisão. Detalhe que ambos oferecem garantias de 10 anos, desde que o cliente siga a manutenção, com disciplina, dentro da rede de concessionárias.
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Bem recheado
O argumento do preço fica ainda mais forte ao analisar as listas de equipamentos. O GWM não deve nada em relação ao Toyota. Pode-se dizer até que o H9 ganha o duelo.
No modelo chinês, a tela do multimídia é maior e a lógica do software é mais amigável. Bancos dianteiros do GWM têm aquecimento e massagem, os do Toyota só resfriamento. Na 2ª fileira de bancos, só o H9 tem resfriamento.
O SW4 tem abertura elétrica do porta-malas, item que traz conforto e praticidade.

Seguindo os itens de tecnologia e segurança, o GWM tem assistente de permanência em faixa, enquanto o Toyota apenas conta com alerta.
Ambos têm câmeras ao redor do veículo, mas o Haval consegue criar um efeito de “transparência” e entrega um visual melhor.
A função Auto-Hold e o Stop&Go, que estão no H9, ajudam no anda e para do trânsito. Junto com o controle adaptativo de velocidade de cruzeiro, é possível acompanhar o engarrafamento sem precisar ficar apertando o pedal de freio constantemente.

Porte de jipão
Um quesito importante quando se fala desses SUVs a diesel com chassi sobre carroceria é o porte. O cliente que está disposto a gastar esse valor busca um carro imponente, espaçoso e que também transmita essa sensação visualmente.
Pela ficha técnica, é possível perceber que o H9 é maior do que o SW4 em largura, comprimento e, por isso, é mais pesado.
Na prática, quando os dois modelos estão lado a lado, a percepção (ainda que psicológica) é de que o comprador está levando “mais” ao optar pelo modelo da GWM.
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No design, um aspecto naturalmente subjetivo, a GWM também seguiu um caminho que tende a agradar esse público. O H9 não se parece com outros modelos da marca vendidos no Brasil, como os da linha Ora ou o H6.
A proposta dos designers foi criar um visual que remete a modelos como o Land Rover Defender e o Mercedes-Benz Classe G, combinando a carroceria de linhas quadradas com elementos levemente arredondados, além de faróis e grade dianteira de presença marcante.
O resultado é um visual com forte apelo para quem procura um utilitário com aparência de verdadeiro jipe, ainda que ele nunca saia do asfalto e seja usado apenas para ir ao shopping.
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Essa percepção também é influenciada pela evolução do SW4 ao longo dos últimos anos. Nas atualizações mais recentes, a Toyota foi deixando o SUV derivado da picape Hilux cada vez mais sofisticado e com menos aparência de um veículo voltado ao fora de estrada.
Isso não significa que o SW4 tenha perdido capacidade para enfrentar terrenos difíceis. Ele continua capaz de fazer isso muito bem. Mas, do ponto de vista do design, o modelo seguiu uma linha mais próxima de um SUV de luxo, enquanto o H9 aposta na aparência robusta e bruta de um jipão, característica que tem apelo junto aos consumidores.

Bom acerto ao volante
Os números da ficha técnica indicam vantagem para o Toyota em desempenho. Embora a marca japonesa não divulgue oficialmente dados de velocidade máxima e aceleração, ao volante fica claro que o SW4, por ser mais leve e ter maior potência, entrega respostas mais ágeis no trânsito.
Já quem entra no H9 pode imaginar que encontrará um carro desajeitado por causa do porte e do visual robusto. No entanto, durante os testes do g1 no trânsito intenso e apertado da capital paulista, o SUV da GWM não demonstrou esse comportamento em nenhum momento.
É verdade que conduzir um veículo desse tamanho entre faixas e motocicletas exige atenção, mas o H9 não passou a sensação de ser um carro difícil ou intimidador de manobrar nas avenidas movimentadas de São Paulo.
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A GWM também acertou no conjunto de suspensão e direção. Considerando o contexto de um SUV grande com chassi sobre carroceria, a dirigibilidade agrada e cumpre bem sua proposta.
Esse pode ser um dos motivos para o sucesso do H9: quem já está acostumado a dirigir veículos desse tipo encontrará uma receita bem executada, sem exageros, capaz de entregar a robustez esperada de um SUV preparado para enfrentar trilhas, mas também de se movimentar com facilidade pela selva de pedra.
Cabine com novidades
Ao entrar no SW4, quem já é consumidor do modelo há muitos anos provavelmente encontrará uma sensação de familiaridade, mas também poderá sentir falta de novidades. O interior mantém uma proposta conhecida e pouco ousada, algo que, até agora, parecia não fazer diferença para o público desse segmento.
Com a chegada do H9, porém, surge a possibilidade de levar um SUV que oferece uma central multimídia maior, painel de instrumentos totalmente digital e uma experiência a bordo com maior foco em tecnologia, sem renunciar às características esperadas de um utilitário desse porte, como motor a diesel, câmbio automático e tração 4×4 com reduzida.
GWM Haval H9 Exclusive
Divulgação / GWM
Além disso, os comandos e acionamentos do H9 são diferentes, mas não exigem um período de adaptação complicado nem prejudicam o uso no dia a dia.
Em alguns casos, marcas chinesas ou fabricantes que buscam se reinventar acabam apostando em soluções criativas até para funções básicas, tornando a experiência mais confusa para o usuário. No H9, esse não é o caso.
A vida a bordo do SW4 continua sendo satisfatória, mas o H9 entrega uma experiência diferente e mais atual, o que pode ser um dos fatores capazes de atrair consumidores que antes sequer consideravam um modelo da GWM.
A conclusão é que, quando existe uma diferença tão grande de preço dentro de um mesmo segmento e o desafiante consegue igualar o líder em diversos aspectos, além de superá-lo em outros, é natural que o domínio absoluto de um modelo como o Toyota SW4 passe a ser questionado.



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Aprenda a encerrar amizades tóxicas com discernimento

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Amizades tóxicas podem impactar negativamente nossa vida espiritual e emocional. É fundamental saber como encerrá-las de forma saudável e com discernimento.

O que são amizades tóxicas?

Amizades tóxicas são aquelas que trazem mais dor do que alegria, causando estresse, ansiedade e até mesmo afastamento de Deus. Essas relações podem ser caracterizadas por manipulação, críticas constantes e falta de apoio. Muitas vezes, essas amizades nos afastam do nosso propósito e da nossa fé.

Como identificar uma amizade tóxica

Identificar uma amizade tóxica é o primeiro passo para tomar uma atitude. Pergunte-se: essa amizade me traz paz? Ela me encoraja a crescer na fé? Se a resposta for não, é hora de refletir sobre o valor dessa relação. É importante observar se a pessoa frequentemente critica suas escolhas ou se não respeita seus limites.

O papel da oração e do discernimento

A oração é uma ferramenta poderosa para nos ajudar a discernir as relações que devemos manter ou encerrar. Pedir a orientação de Deus pode trazer clareza sobre a situação. Em Filipenses 4:6-7, somos lembrados a não nos preocuparmos, mas a apresentar nossas ansiedades a Deus, que nos dará paz. Essa paz pode nos ajudar a tomar decisões difíceis.

Estabelecendo limites saudáveis

Uma vez que você identificou uma amizade tóxica, é essencial estabelecer limites saudáveis. Isso pode significar reduzir o tempo que você passa com essa pessoa ou, em alguns casos, cortar completamente o contato. É importante comunicar esses limites de maneira clara e respeitosa, lembrando que sua saúde emocional e espiritual deve ser prioridade.

Reações e reflexões

É natural que a outra parte reaja de forma negativa ao término de uma amizade tóxica. Algumas pessoas podem tentar manipular ou fazer você se sentir culpado. Mantenha-se firme em sua decisão e busque apoio em amigos e familiares que entendem sua situação. Conversar com um líder espiritual ou conselheiro pode também ajudar a processar seus sentimentos.

O que esperar após encerrar uma amizade tóxica

Após encerrar uma amizade tóxica, você pode experimentar um alívio significativo. A liberdade de não estar mais preso a uma relação prejudicial permite que você se concentre em amizades saudáveis e construtivas. Além disso, essa decisão pode abrir espaço para que Deus traga novas pessoas para sua vida, que o apoiarão em sua jornada de fé.



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Mudança na Lei da Pesca deve liberar mais espécies em MT

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Diante das críticas e do desgaste político na véspera das eleições com pescadores, o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) avança para alterar a Lei da Pesca, liberando pelo menos uma das 12 espécies de peixes que estão proibidas de pesca e venda nos rios mato-grossenses. A regra está em vigor desde 2024 e é alvo de contestação na Justiça.

A proposta, que ainda está em sua fase final em meio às negociações com representantes dos pescadores e membros da Assembleia Legislativa (ALMT), busca aplacar a insatisfação do eleitorado tradicional e das comunidades ribeirinhas, visando o projeto de reeleição do Palácio Paiaguás.

O Gazeta Digital apurou que a alternativa apresentada pelos pescadores prevê a liberação de ao menos uma espécie por bacia hidrográfica. No caso da Baixada Cuiabana, a sugestão da categoria é que a liberação contemple a piraputanga. Atualmente, a proibição, em vigor desde 1.º de janeiro de 2024 e com validade prevista até dezembro de 2028, atinge justamente as principais espécies de maior valor econômico e demanda comercializada no estado: cachara, caparari, dourado, jaú, matrinxã, pintado/surubim, piraíba, pirara, pirarucu, trairão, tucunaré e a própria piraputanga.

A articulação política do governo estadual ocorre em um momento em que a pressão do terceiro setor e de comunidades tradicionais sobre o Judiciário se intensificou. Organizações civis exigem que as três Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) movidas pelas cúpulas nacionais do MDB, PSD e pela Confederação Nacional dos Pescadores e Aquicultores (CNPA), que contestam a lei, sejam finalmente colocadas em pauta no Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF).

O mérito das ações segue travado na corte sob a relatoria do ministro André Mendonça, que, em julho de 2024, negou um pedido de liminar para suspender a eficácia da regra. No início deste ano, Mendonça cobrou dados sobre a efetividade da política ambiental e do amparo financeiro à categoria, provocando uma resposta que jogou luz sobre o fracasso social da medida.

Dados da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) entregues ao STF revelaram um cenário de profunda exclusão. De um universo estimado de 15 mil pescadores artesanais em Mato Grosso, o auxílio pecuniário (Repesca), no valor de um salário mínimo, alcançou apenas 19 pessoas em 2024. Embora tenha sido expandido para 2.172 beneficiários em 2025, o programa cobriu somente 40 municípios, deixando desamparados trabalhadores de 72% do território mato-grossense.

O relatório da secretaria apontou ainda que as exigências burocráticas, como a comprovação de escolaridade mínima para cursos de capacitação voltados ao turismo de pesca, funcionaram como barreira de exclusão para cerca de 83% da categoria, ignorando a realidade sociocultural dos ribeirinhos.

Diante do diagnóstico de desamparo social, o Fórum Popular Socioambiental de Mato Grosso (Formad), junto a organizações como WWF-Brasil, Instituto Gaia e Instituto Centro de Vida (ICV), peticionou pela imediata votação do caso pelo STF. Paralelamente, o relógio corre contra a ala governista na ALMT. Prestes a completar três anos de vigência, a lei alcança o prazo regimental que permite sua reavaliação e potencial revogação por iniciativa do próprio Parlamento estadual.



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