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Governo Trump usa desmatamento para impor taxas ao Brasil

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As justificativas dos Estados Unidos para taxar o Brasil em 25% sobre os produtos exportados incluem a acusação de que o Brasil permite o desmatamento. Para o secretário executivo do Observatório do Clima, Marcio Astrini, as análises do governo de Donald Trump são totalmente infundadas.

“O governo Trump está usando a questão ambiental para impor barreiras comerciais que servem apenas como uma desculpa. O governo Trump virou as costas para a questão ambiental no mundo inteiro. Saiu do Acordo de Paris”, disse Astrini.

Segundo o pesquisador, os Estados Unidos estão levando vantagens comerciais por não aplicarem nenhuma medida de proteção ambiental como a redução da emissão de carbono. Existem dezenas de outros países que desmatam e esse argumento não está sendo usado para nenhum outro país para impor taxas sobre os produtos.

“É uma medida puramente política, não tem nada a ver com a questão ambiental. É apenas uma desculpa para impor uma barreira tarifária ao país”, afirmou Astrini.

Ele destaca as ações feitas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) como fundamentais para a redução do desmatamento no país. O Ibama recebeu aportes financeiros do Fundo Amazônia o que foi importante para intensificar a fiscalização.

Segundo estudo do MapBiomas, o desmatamento no Brasil ficou abaixo de 1 milhão de hectares em 2025.

“O Brasil atingiu em 2025 um marco no monitoramento do desmatamento: pela primeira vez desde 2019, a área total de vegetação nativa desmatada ficou abaixo de 1 milhão de hectares em um único ano. De acordo com o RAD2025 (Relatório Anual do Desmatamento no Brasil) foram desmatados 984.794 hectares no país, uma redução de 20,6% em relação a 2024”, dizem os pesquisadores.

O MapBiomas é iniciativa multi-institucional, que envolve universidades, ONGs e empresas de tecnologia, focada em monitorar as transformações na cobertura e no uso da terra no Brasil, para buscar a conservação e o manejo sustentável dos recursos naturais, como forma de combate às mudanças climáticas.

Amazônia e Cerrado juntos responderam por mais de 84% de toda a área desmatada no país em 2025. O Cerrado permanece como o bioma com a maior área desmatada, com 540.614 hectares, concentrando sozinho 54,9% do desmatamento do país, apesar da queda de 16,9% em relação a 2024. Na Amazônia, foram desmatados 289.478 hectares, uma redução de 23,5% frente ao ano anterior.

O Pantanal registrou a maior redução proporcional entre todos os biomas: queda de 48,4% na área desmatada em relação a 2024, somando 12.260 hectares perdidos no ano.

De acordo com o MapBiomas, o desmatamento associado à expansão da agropecuária responde por mais de 97% de toda a perda de vegetação nativa no Brasil nos últimos sete anos. Esse vetor de pressão responde por 99% da vegetação nativa perdida no Brasil em 2025. No último ano, 99% da área desmatada associada ao garimpo estava concentrada na Amazônia, com maior incidência no Pará.

Já os desmatamentos relacionados a empreendimentos de energia renovável estiveram quase que totalmente concentrados na Caatinga, que respondeu por 97% da área desmatada associada a esse vetor.

Os desmatamentos associados à expansão urbana apresentaram aumento de 7% em relação a 2024 e concentraram-se principalmente no Cerrado e na Amazônia, que juntos responderam por mais de 60% da área de vegetação nativa perdida vinculadas às áreas urbanizadas.

 

 




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Sinais do câncer colorretal devem ser checados com rapidez; saiba mais

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Apesar de reconhecerem que sintomas como presença de sangue nas fezes e mudança no fucionamento do intestino por mais de um mês podem ser graves, os brasileiros podem estar adiando a busca por assistência médica. A presença desses dois sinais está entre os principais indicativos do câncer colorretal e deve ser investigada o quanto antes.

Esse é o alerta de um levantamento divulgado pelo Hospital A. C. Camargo e da Nexus, que ouviu mais de 2 mil pessoas sobre o câncer colorretal e seus sintomas.

Segundo as respostas colhidas no estudo, oito em cada dez entrevistados declararam ter consciência de que esses dois sintomas podem ser graves. Cerca de 67% dos entrevistados concordam que esses sintomas podem indicar a doença, e 24% concordam muito com essa afimação. Ainda assim, quase metade não procura assistência médica com rapidez.  

A pesquisa indicou que 9% dos entrevistados já notaram a presença de sangue nas fezes. Desses, 59% buscaram atendimento médico imediatamente, mas 40% não tiveram essa reação:

  • 19% não fizeram nada e esperaram o sintoma passar;
  • 10% aguardaram dias ou semanas antes de procurar um médico;
  • 7% recorreram a remédios caseiros ou mudanças na alimentação;
  • 3% foram à farmácia buscar medicação por conta própria;
  • 1% pesquisou na internet antes de buscar orientação profissional. 

Pesquisa de Sangue Oculto nas Fezes

Dois em cada três entrevistados (67%) nunca ouviram falar do exame “Pesquisa de Sangue Oculto nas Fezes” (PSO), o principal recurso para identificar sinais da doença antes de sintomas evidentes. Apenas 11% já realizaram o exame, enquanto 21% conhecem o procedimento, mas nunca o fizeram.

O desconhecimento chega a 85% entre os mais jovens, de 16 a 24 anos, e também é maior do que a média entre homens (76%), pessoas com menor renda (73%) e que estudaram apenas até o ensino fundamental (72%). 

A pesquisa também mostra que apenas 21% dos entrevistados conhecem alguém que já teve a doença, sendo 15% um parente muito próximo e 6% um amigo ou conhecido. Outros 75% disseram que nunca tiveram contato com pacientes desse tipo de câncer.  

Diagnóstico precoce

O líder do Centro de Referência de Tumores Colorretais do A. C. Camargo Cancer Center, Samuel Aguiar, reforçou que, diante do aumento de casos da doença no Brasil, é importante não ignorar sinais como sangramento, alteração no ritmo intestinal, dor abdominal persistente e perda de peso sem causa aparente.  

“Também é necessário realizar exames preventivos a partir dos 45 anos ou antes, conforme orientação médica e histórico familiar. O diagnóstico precoce do câncer colorretal está diretamente ligado a taxas de cura mais elevadas, o que reforça o papel de exames simples, como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e a colonoscopia, na detecção da doença ainda em estágio inicial”, ressaltou Aguiar.  

De acordo com dados o Instituto Nacional de Câncer (INCA), 53.810 novos casos de câncer colorretal por ano no Brasil para o triênio 2026-2028, o que o torna o segundo tumor com maior incidência entre os brasileiros. Esse tipo de câncer é o mesmo que levou á morte da cantora Preta Gil, em julho do ano passado, depois de dois anos de tratamento.  



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Carros voadores: Empresa da Embraer assina cartas para até 46 pedidos

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Entre as aplicações previstas estão voos turísticos, transporte entre aeroportos, portos e resorts, além de conexões entre as ilhas de São Vicente, Santo Antão, Sal, Praia e Boa Vista. As empresas também avaliam o uso das aeronaves para transporte médico e inspeção de infraestrutura.



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Copa do Mundo 2026: jogadores da Inglaterra e França oram juntos

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Em um momento emocionante após a disputa pelo terceiro lugar da Copa do Mundo de 2026, jogadores da Inglaterra e da França se reuniram para orar juntos, destacando a importância da fé no esporte. A partida, realizada no dia 18 de julho, terminou com a vitória da Inglaterra por 6 a 4, marcando seu melhor desempenho em Copas desde 1966.

O que aconteceu na partida

A partida foi intensa, com a Inglaterra saindo na frente logo no primeiro tempo. O atacante cristão Bukayo Saka brilhou ao marcar três gols, incluindo um pênalti decisivo aos 87 minutos. A vitória foi especialmente significativa para Saka, que havia expressado sua frustração por não ter jogado em várias partidas do torneio, incluindo a semifinal contra a Argentina.

O atacante francês Kylian Mbappé também teve seu momento de destaque, marcando dois gols e se tornando o maior artilheiro da história das Copas do Mundo, com 22 gols, superando Lionel Messi. O jogo foi marcado por uma reviravolta emocionante, com a Inglaterra liderando por 4 a 0 no primeiro tempo, mas a França lutando para voltar ao jogo no segundo tempo.

Oração e unidade entre os jogadores

Após o apito final, jogadores de ambas as equipes se uniram em um gesto de unidade e fé. Sete jogadores, incluindo Saka, Jude Bellingham e alguns atletas franceses, se reuniram para uma oração em grupo. Este momento foi um testemunho poderoso da influência da fé no futebol, mostrando que, mesmo em meio à competição, a espiritualidade e a solidariedade podem prevalecer.

A organização Christians in Sport comentou sobre a importância desse evento, ressaltando que três em cada quatro equipes profissionais na Inglaterra possuem jogadores cristãos em seus elencos principais. Isso demonstra como a fé continua a ser um pilar fundamental na vida de muitos atletas.

Reações e reflexões

A vitória da Inglaterra e a oração conjunta entre os jogadores geraram reações positivas entre os fãs e a mídia. Muitos destacaram que esses momentos de fé são essenciais, especialmente em um ambiente competitivo como o do futebol. A união em oração não apenas fortalece os laços entre os jogadores, mas também serve como um exemplo inspirador para os jovens atletas e fãs do esporte.

Além disso, a oração após a partida reflete a busca por valores maiores, mostrando que, independentemente do resultado, a fé e a amizade são fundamentais. Esse tipo de atitude pode incentivar mais atletas a expressarem sua espiritualidade e a buscarem a orientação divina em suas carreiras.

O que esperar para o futuro

Com a Copa do Mundo de 2026 se aproximando do fim, as expectativas para a próxima temporada da Premier League são altas. A organização Christians in Sport espera que a influência da fé continue a crescer entre os jogadores e equipes, promovendo um ambiente mais solidário e respeitoso dentro e fora de campo.

Os torcedores e a comunidade esportiva em geral aguardam ansiosamente para ver como esses momentos de fé e união impactarão o futebol nos próximos anos. A esperança é que mais jogadores se sintam encorajados a compartilhar sua fé e a se unirem em oração, contribuindo para um ambiente esportivo mais positivo e inspirador.



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Escalada da guerra expõe fracasso do acordo entre Irã e EUA

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A escalada da guerra no Oriente Médio nos últimos dias expõe o fracasso do acordo costurado entre Irã e Estados Unidos (EUA) para pôr fim ao conflito que já custou a vida de milhares de pessoas na região, desde o dia 28 de fevereiro.

Os ataques aumentaram contra o Irã, incluindo bombardeios contra infraestruturas civis como pontes, hospital, usinas de dessalinização de água, de produção de combustíveis e até um canteiro de obras de uma usina nuclear. 

Do outro lado, o Irã intensifica ataques contra alvos em países do Golfo, como Jordânia, Bahrein e Kuwait, atingindo tanto bases militares dos EUA nesses países, quanto algumas infraestruturas civis, como usinas de dessanilização de água e de produção de energia.

O especialista em segurança e geopolítica, o major-general português Agostinho Costa, afirmou à Agência Brasil que o memorando de entendimento assinado entre EUA e Irã não passou de uma “mentira” ou uma “manobra diversionista” de Washington diante da baixa nas reservas de petróleo causada pelo fechamento do Estreito de Ormuz. 

“O presidente Donald Trump assinou o memorando porque foi informado que as reservas estratégicas de petróleo duravam mais quatro semanas, o que iria provocar uma crise, principalmente de diesel. O acordo foi uma ficção, sem intenção de se cumprir, como todos os papéis que os americanos assinam”, disse.

O ex-vice-presidente da Associação EuroDefese-Portugal acrescentou que, a partir do momento que os EUA cumprissem o memorando, eles estariam entregando, para controle do Irã, a rota marítima de países “clientes” dos EUA como Emirados Árabes Unidos (EAU), Bahrein e Kuwait.

“O que está em jogo é a hegemonia norte-americana na região. É o fim do império norte-americano. Isso é o que está em jogo e é isso que faz com que os americanos tenham voltado à carga”, completou.

A Jordânia como alvo

O cientista político e especialista em geopolítica Ali Ramos explicou à Agência Brasil que existem poucas diferenças entre essa nova fase da guerra e as anteriores, com destaque para os ataques mais pesados do Irã contra alvos na Jordânia.

“Isso porque a Jordânia se tornou o maior hub logístico da Força Aérea americana por pelas fragilidades das bases do Golfo. Além disso, Israel está fora da guerra, só que o aeroporto Ben Gurion [em Israel] é também uma das maiores bases aéreas dos EUA na região e não está sendo atacado, funcionando como espécie de santuário”, destacou.

Estudioso de Ásia, Teoria Militar e Defesa, Ali Ramos acrescenta que não estão sendo alcançados os principais objetivos anunciados pelos EUA para a guerra, como o fim do programa nuclear iraniano, o fim do programa balístico de Teerã e o fim do apoio às milícias do Oriente Médio.  

“Com isso, os EUA estão escalando para uma estratégia de guerra de terra arrasada, tanto é que atacaram uma fábrica de dessalinização, deixando 10 mil pessoas sem água no Irã.  Só que isso só vai dar mais legitimidade para o regime iraniano”, completou.

EUA sem estratégia

Para o major-general Agostinho Costa, os EUA estão demonstrando não terem uma nova estratégia para essa nova fase da guerra contra o Irã, repetindo as campanhas de bombardeio aéreo contra o país persa que já não vinham dando resultados desde 28 de fevereiro.

“Mais uma vez, os americanos mostram que não têm estratégia nenhuma. Por um lado, não querem se empenhar em invasão terrestre, por outro, julgam que resolvem um problema estratégico com um país da dimensão do Irã apenas com aviões”, comentou.

Ao mesmo tempo, o militar português avalia que as capacidades ofensivas do Irã têm se mostrado eficazes, não parecendo que estejam deterioradas, como diz o governo dos EUA.  

“Estamos naquilo que podemos chamar de ‘gestão da escalada do conflito’. Ainda não estamos em um impasse, o que só deve ocorrer quando não houve mais capacidade para escalada. Mas ainda há capacidade para escalada”, concluiu.

Entenda a guerra

Para analistas consultados pela Agência Brasil, a agressão lançada por Israel e EUA contra o Irã, tanto em junho de 2025, como a partir de 28 de fevereiro deste ano, buscava a “troca de regime” no país persa para, entre outros objetivos, deter a expansão econômica da China na região e consolidar a hegemonia política e militar de Israel no Oriente Médio. 

Diante do fracasso em derrubar o regime político da República Islâmica no Irã, os EUA afirmam que agora buscam retomar o status de navegação no Estreito de Ormuz como era antes da guerra.

Porém, o governo iraniano afirma que a gestão do Estreito, por onde transitavam antes da guerra cerca de 20% do comércio do petróleo global, deve ter um novo modelo a ser definido, principalmente, por Irã e Omã, levando em conta as necessidades da segurança nacional iraniana.



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Anvisa aprova novo medicamento para linfoma não Hodgkin

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta segunda-feira (20), no Diário Oficial da União, o registro do medicamento Columvi (glofitamabe) desenvolvido pelo laboratório Roche para tratamento de um tipo de câncer que acomete o sistema linfático que integra a defesa imunológica do corpo.

O Columvi – em combinação com gencitabina e oxaliplatina – é indicado para pacientes adultos com linfoma difuso de grandes células B não especificado (LDGCB NOS) recidivante (quando o câncer retorna) ou refratário, quando não responde aos tratamentos iniciais.

O produto biológico também é recomendado aos pacientes sem condições clínicas elegíveis ao transplante autólogo de células-tronco (TACT), procedimento que usa células-tronco da própria pessoa no tratamento do linfoma.

Em nota, a agência reguladora disse que o novo medicamento amplia as opções de tratamento para pacientes com câncer agressivo. 

“O registro do Columvi representa uma inovação terapêutica relevante na área de oncologia hematológica, ao disponibilizar no Brasil um anticorpo biespecífico capaz de redirecionar o sistema imune contra células tumorais”, diz o comunicado.

Doença

O linfoma difuso de grandes células B é um tipo de câncer hematológico agressivo, de crescimento rápido.

O subtipo mais comum de linfoma não Hodgkin agressivo é caracterizado por evolução clínica rápida e necessidade de tratamento eficaz, especialmente em pacientes com doença recidivante – quando esta reaparece – ou refratária e as opções de tratamento para a cura ou controle da doença são limitadas. 

De acordo com a fabricante, no Brasil, a estimativa é de que cerca de 4 mil pessoas recebam o diagnóstico da doença por ano.

Terapia

O tratamento com o medicamento Columvi (glofitamabe) tem aplicação intravenosa e pode ser administrada sem necessidade de internação do paciente.

Ao todo, o tratamento tem a duração fixa de aproximadamente 8,3 meses, com 12 ciclos determinados pelo protocolo da terapia.

A Roche destacou que o estudo clínico global publicado em novembro de 2024 na revista científica de medicina The Lancet mostrou “redução de 41% no risco de morte em comparação ao protocolo tradicional”. 

“Além disso, também apontou que 50,3% dos participantes que receberam o novo esquema alcançaram a remissão completa da doença (contra 22% do grupo comparativo). Houve, ainda, uma redução de 63% no risco de progressão”, explica a Roche.



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Movimentação de passageiros em aeroportos soma 65,2 milhões no 1º semestre de 2026, diz Anac

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A movimentação de passageiros nos aeroportos brasileiros chegou a 65,2 milhões de viajantes no primeiro semestre de 2026, segundo dados atualizados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
O resultado representa um crescimento de 5,4% em relação aos seis primeiros meses de 2025.
Do total registrado entre janeiro e junho, segundo o governo, 50,2 milhões de passageiros viajaram em voos domésticos, enquanto 15 milhões utilizaram voos internacionais.
Os dados mostram que o avanço da movimentação aérea foi puxado pelos dois segmentos do mercado (doméstico e internacional).
Agora no g1
No acumulado do semestre, o transporte internacional manteve ritmo de crescimento acima do doméstico.
Só no mês de junho, os aeroportos brasileiros movimentaram 10,3 milhões de passageiros, uma queda de 0,9% na comparação com o mesmo mês de 2025 — diferentemente de maio, que teve alta de 2,5% na mesma comparação.
RELEMBRE: Movimentação de passageiros em aeroportos bate recorde nos cinco primeiros meses de 2026, diz governo
Desse total, 8,1 milhões foram transportados em voos domésticos e 2,2 milhões em viagens internacionais.
A demanda por transporte aéreo, medida pelo indicador que considera o número de passageiros e a distância percorrida, avançou 0,2% no mercado doméstico e 1% no internacional em relação a junho do ano passado.
Já a oferta, calculada a partir dos assentos disponibilizados pelas companhias aéreas e da distância voada, cresceu 3,3% no segmento doméstico e 2,3% no internacional na mesma comparação.
Movimentação intensa de passageiros para remarcação de passagens no Aeroporto de Congonhas
RENATO S. CERQUEIRA/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Cargas
A movimentação de cargas nos aeroportos brasileiros alcançou 673,6 mil toneladas no primeiro semestre, alta de 1,4% em relação ao mesmo período de 2025.
Do total transportado, 225,4 mil toneladas foram movimentadas no mercado doméstico e 448,2 mil toneladas no internacional.
Somente no mês passado, ainda segundo dados da Anac, os aeroportos processaram 116,1 mil toneladas de cargas, volume 6,6% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado.
No período, o segmento doméstico respondeu por 38,3 mil toneladas, enquanto o mercado internacional movimentou 77,8 mil toneladas.



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Seleção de memes: g1 lista os melhores e os piores virais da Copa

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Logo no início da Copa, antes mesmo de a seleção brasileira jogar, o Brasil já estava nos trending topics. Isso porque o árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio viralizou nas redes durante o jogo de abertura da Copa do Mundo (México x África do Sul), ao anunciar, em inglês, a expulsão de um atleta sul-africano.



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Leila do Vôlei e Michelle Bolsonaro lideram disputa pelo Senado

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A disputa pelo Senado no Distrito Federal ganha contornos interessantes, com a senadora Leila do Vôlei (PDT) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) liderando as intenções de voto, conforme revelou uma pesquisa do Paraná Pesquisas divulgada nesta segunda-feira, 20 de julho de 2026.

Contexto da pesquisa

A pesquisa do Paraná Pesquisas reflete um cenário político dinâmico no DF, onde a presença de Leila e Michelle tem gerado grande expectativa entre os eleitores. Ambas as candidatas têm se destacado por suas trajetórias e propostas, atraindo a atenção de diversos segmentos da população.

Resultados da pesquisa

No primeiro cenário estimulado da pesquisa, que não inclui o governador Ibaneis Rocha (MDB) como concorrente, Leila do Vôlei aparece com 39,2% das intenções de voto, enquanto Michelle Bolsonaro segue de perto com 36%. Essa diferença é considerada um empate técnico, dado que está dentro da margem de erro da pesquisa.

Erika Kokay (PT) ocupa a terceira posição com 28,4%, enquanto Bia Kicis (PL) aparece com 18,3%, Rafael Prudente (MDB) com 15,6% e Sebastião Coelho (Novo) com 9,8%. Esses números indicam um cenário competitivo, refletindo a diversidade de opiniões e preferências dos eleitores do DF.

Reações e implicações para a comunidade cristã

A liderança de Leila e Michelle nas intenções de voto pode ter implicações significativas para a comunidade cristã no Distrito Federal. Ambas as candidatas têm se posicionado em questões que afetam diretamente a liberdade religiosa e os direitos dos cristãos, o que pode influenciar a mobilização dos eleitores evangélicos.

Leila do Vôlei, conhecida por sua atuação em defesa de causas sociais, e Michelle Bolsonaro, que traz a experiência de sua trajetória ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro, têm atraído a atenção de muitos cristãos que buscam representantes que defendam valores alinhados à fé. Essa conexão pode ser um fator decisivo nas urnas.

O que esperar das próximas semanas

À medida que as eleições se aproximam, é esperado que a disputa entre Leila e Michelle se intensifique. Ambas as candidatas devem intensificar suas campanhas, buscando conquistar o apoio dos eleitores com propostas que atendam às necessidades da população e que também dialoguem com os princípios cristãos.

Além disso, a participação da comunidade cristã nas eleições será crucial, pois pode influenciar não apenas o resultado das eleições, mas também as políticas públicas que afetarão a liberdade religiosa e a evangelização no país.



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Copa do Mundo Feminina 2027 no Brasil terá 32 seleções

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Após a Copa do Mundo de futebol, nossa seleção masculina ficou longe do hexa e, agora, resta esperar o próximo mundial. Mas não vai ser preciso aguardar mais quatro anos para torcer pelo Brasil.

É que no ano que vem tem Copa do Mundo Feminina e, pela primeira vez, ela vai ser realizada aqui no Brasil.

O que não falta por todo o canto são meninas já apaixonadas por futebol, que têm nas potências da seleção feminina um exemplo a seguir. E a torcida está garantida para todas as idades.

A pequena Manuela Baère, de 6 anos, já está empolgada para ver as atletas em campo.

“Eu adoro futebol. Você sabia que eu faço aula de futebol? E eu estou doida para ver as meninas jogarem. A gente só vê os meninos. Estou toda doida para a gente ver as meninas jogarem”, diz.

Sofia Seabra, de 13 anos, é fã declarada da atacante Marta, que segue inspirando gerações. A estudante de Brasília já está negociando, em casa, uma forma de assistir à abertura do mundial feminino no Maracanã.

“Estou muito empolgada com a Copa do Mundo feminina do ano que vem, que eu vou até me comportar melhor para eu poder ver o jogo no Rio de Janeiro. Cresci jogando futebol ao lado de meninos, mas isso nunca me deixou para baixo. Mesmo com a capacidade física menor que a deles, sempre me esforçava mais e mais para poder evoluir. Vou estar torcendo muito o ano que vem”, conta.

O mundial feminino vai ser disputado por 32 seleções entre 24 de junho e 25 de julho do ano que vem. Esta vai ser a primeira vez que o Brasil vai sediar a competição.

Em abril deste ano, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nomeou a ex-capitã da seleção brasileira, vice-campeã mundial de 2007 e medalhista olímpica em Atenas 2004, Aline Pellegrino, como diretora executiva de legado e relações institucionais da Copa do Mundo FIFA 2027.

Ela destaca o poder de mudança cultural do mundial feminino:

“Nesse momento de reconhecimento do espaço da mulher nessa sociedade, o quanto essa Copa ela vai também pro lado social, pra gente enquanto sociedade ser uma sociedade mais igualitária. E eu acho que o futebol tem esse poder de mudança, de transformação. Então, eu acredito que um um grande legado que pode acontecer por si só é esse legado cultural. É um potencial muito grande de levar essas histórias, de mudar a cultura, de meninas e meninos começarem a praticar esse futebol junto desde sempre, isso não ser um problema, porque isso não é um problema. Que essa Copa possa vir e e gerar muitas mudanças no nosso Brasil enquanto sociedade”, explica.

E para as que já estão em campo seguindo os passos de atletas como Aline Pellegrino, a certeza é que o mundial do ano que vem  dará mais visibilidade ao futebol feminino. É a confiança da atleta do time Republicanas de Brasília, Myllene D’Arc, de 34 anos.

“Eu sempre vi os meninos jogando e aí acabei jogando com eles e me apaixonei pelo esporte. A minha expectativa para a Copa do Mundo Feminina é que vai dar muito mais visibilidade, né, para as mulheres, de mostrar que futebol não é só para homem, né? É para mulher também e a gente pode fazer o que quiser, o esporte que quiser, porque somos empoderadas”, relata.

Pelas ruas, enquanto a Copa masculina se encaminhava para o final, a impressão sobre o mundial feminino variava entre os mais e os menos otimistas. Mas é quase unânime a ideia de que as atletas precisam de mais visibilidade e valorização.

No ano que vem, oito cidades vão sediar a disputa pela inédita taça: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Desde 1991, quando foi realizada a primeira Copa do Mundo Feminina, a taça só foi levantada por quatro seleções ao longo das nove edições do torneio. Que comece a torcida para que as habilidosas atletas brasileiras recebam em casa o inédito título de campeãs mundiais.

*Com produção de Beatriz Evaristo e sonoplastia de Thiago Coelho




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