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Lei estadual proíbe cobrança de qualquer valor do pai ou acompanhante para assistir ao parto

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O Procon Estadual, vinculado à Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT), alerta a população que as maternidades particulares estão proibidas de cobrar qualquer valor ou taxa para permitir que o pai ou acompanhante assista ao parto no centro obstétrico.

A proibição está prevista na Lei Estadual (Nº 12.165), que foi sancionada pelo Governo de Mato Grosso e publicada no Diário Oficial do dia 23 de junho, e já está em vigor.

De acordo com a nova norma, valores cobrados a título de higienização, esterilização e demais procedimentos necessários para que o acompanhante possa acessar o centro obstétrico não serão permitidos, independentemente da nomenclatura dada à cobrança.

A lei estabelece também que as maternidades particulares do Estado de Mato Grosso devem permitir a presença de acompanhante de livre escolha da mulher parturiente no acolhimento, trabalho de parto, parto e pós-parto imediato.

Em caso de descumprimento, a maternidade estará sujeita à aplicação das sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor (CDC).

A secretária adjunta de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon-MT), Gisela Simona, explica que outras legislações já previam o direito do acompanhante.

“A novidade desta lei é a isenção do custo do acompanhante quanto a procedimentos e itens obrigatórios para a presença durante o parto, com o vestuário, por exemplo”, salienta Gisela.

Se os consumidores tiverem problemas para garantir o cumprimento da lei, podem registrar reclamação presencialmente no Procon ou utilizar o atendimento por WhatsApp, pelo número (65) 99228-3098.

MT é o primeiro Estado com rastreabilidade total do saldo de madeira do sistema florestal

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Mato Grosso é o primeiro Estado a ter todo o saldo de madeira do Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (Sisflora 2.0) totalmente rastreável, e integrado ao sistema federal, o DOF+ Rastreabilidade.

Com o Sisflora 2.0, Mato Grosso atende às exigências nacionais e internacionais de rastreabilidade, e garante ao mercado que o produto florestal de Mato Grosso tem origem lícita e pode ser comercializado. Isso foi possível porque o saldo de madeira dos empreendimentos do Estado foi migrado do antigo sistema, Sisflora 1.0, para o novo Sisflora 2.0.

Em outros Estados, apenas as novas explorações madeireiras, a partir da implantação do DOF+, em dezembro de 2022, têm rastreabilidade. Nestes casos, os saldos antigos continuam sendo transacionados sem rastreabilidade.

Conforme a superintendente de Gestão Florestal da Sema, Suely Bertoldi, para que isso fosse possível, foi essencial que o estado tivesse o seu sistema próprio e investido no aprimoramento do Sisflora 2.0.

“Hoje todas as guias florestais para transporte e exportação de madeira emitidas em Mato Grosso estão integradas e sincronizadas com o sistema federal, dando mais segurança para todos os mais de três mil empreendimentos que atuam no estado”, afirma.

O sistema está funcionando com a rastreabilidade integral do estoque de madeira para mais de 1.800 empreendimentos madeireiros. Para utilizar o novo sistema, é necessário ter feito o recadastramento do empreendimento e ele já ter sido analisado pela equipe da Sema.

Rastreabilidade da madeira

O Sisflora é um sistema estadual que tem como objetivo o monitoramento e controle da comercialização e o transporte de produtos florestais em Mato Grosso. O sistema possibilitou a implementação efetiva da cadeia de custódia em Mato Grosso, e rastreamento do produto florestal desde a extração da madeira, até a destinação final. Outra vantagem é a possibilidade de auditoria no próprio sistema, que melhora a disposição das informações e permite acesso aos órgãos de Controle. O sistema começou a operar em 19 de maio.

Com o novo sistema, o Estado atende também à Resolução 497 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que prevê procedimentos para inspeção de indústrias consumidoras ou transformadoras de produtos e subprodutos florestais madeireiros de origem nativa.

TSE forma maioria para tornar Bolsonaro inelegível por oito anos

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria para tornar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) inelegível por oito anos, nesta sexta-feira (30), com os votos dos ministros Benedito Gonçalves, Floriano de Azevedo Marques, André Ramos Tavares e da vice-presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia.

Até agora, Raul Araújo foi o único ministro a votar a favor do ex-presidente. O voto decisivo para a inelegibilidade foi declarado nesta sexta-feira (30) por Cármen Lúcia. “De pronto, com todas as vênias do eminente ministro Raul Araújo, anuncio à vossa excelência e aos senhores ministros que estou acompanhando o ministro relator pela parcial procedência, com a aplicação da sanção de inelegibilidade ao primeiro investigado, Jair Messias Bolsonaro, e declarando improcedente o pedido em relação ao segundo investigado, Walter Souza Braga Netto”, afirmou a ministra.

“Houve agravos contundentes contra o Poder Judiciário, a desqualificação do Poder Judiciário. Um ataque deliberado com exposição de fatos que já tinham sido refutados. Os ataques ao Poder Judiciário se deram com nomeação de alguns ministros, como Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e também à vossa excelência [Alexandre de Moraes] de uma forma extremamente grave e contundente.”

Cármen Lúcia disse ainda que “a crítica faz parte, o que não pode é um servidor público, e um evento público, dentro de um espaço público, com divulgação pela EBC e pelas redes sociais oficiais fazer achaques contra ministros do Supremo como se não estivesse atingindo a própria instituição E não há democracia sem judiciário independente”.

AL monta ‘mega operação’ e reforça segurança para votação do PL da Pesca

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Gazeta Digital

Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) prepara uma “mega operação” para reforçar a segurança nesta quarta-feira (28), data em que os parlamentares vão apreciar, em segunda votação, o projeto de Lei que proíbe o transporte do pescado durante 5 anos em Mato Grosso.A medida se dá diante da mobilização dos pescadores contrários e favoráveis ao projeto, que devem comparecer ao parlamento estadual para acompanhar as discussões sobre o tema polêmico.De acordo com o coordenador militar da ALMT, coronel Henrique Santos, parte da avenida André Maggi, que dá acesso ao Legislativo, deve ser interditada a partir das 6 horas para evitar riscos aos manifestantes. Além disso, haverá reforço no policiamento com 70 agentes das forças de inteligência, Rotam, e agentes de trânsito.

“A gente vai ter um reforço do policiamento para dar segurança aos pescadores que são pró e contra possam exercer seu direito de manifestar de forma segura e ordeira. A nossa ideia é fechar essa rua da frente para que os manifestantes possam ficar ali, sem ter risco de atropelamento. Tudo que a gente puder fazer para manter a segurança das pessoas, será feito”, explicou.

Segundo ele, pelo menos 1.500 ribeirinhos, de vários municípios do estado, devem participar da votação. Contudo, apenas 600 deles devem conseguir acessar o plenário das deliberações, já que a estrutura da ALMT não comporta grande número de pessoas.

Todos eles serão submetidos à revista. Conforme o militar, uma estrutura suplementar com telões será montada na parte de fora para que os demais participantes possam assistir à votação. “Existem a previsão de que alguns pescadores já devem acampar aqui na frente. Então estamos preparando todo esse aparato de segurança e reforço na estrutura para que todos possam acompanhar a votação”, acrescentou.

 

Transporte Zero

O projeto em questão foi denominado “Transporte Zero” e terá validade a partir do dia 1º de janeiro de 2024. O texto proíbe o transporte, armazenamento e comercialização do pescado pelos próximos 5 anos. Nesse período, será permitida a modalidade pesque e solte, assim como a pesca de subsistência. Segundo o Executivo, o principal objetivo é combater a pesca predatória.

 

Os deputados, contudo, articulam um texto alternativo para modificar a proposta original encaminhada pelo governo. Isso porque, o modelo enviado pelo Executivo estabelecia o pagamento de auxílio financeiro por três anos. Sendo um salário mínimo (R$ 1.320) no primeiro ano, R$ 660 reais no 2º ano e R$ 33 reais no terceiro ano. Entre as modificações feitas pelos deputados, o benefício passaria a ser de 1 salário mínimo integral, nos 3 primeiros anos em que a lei estiver em vigência. Já os últimos dois não, os pescadores não terão nenhum auxílio do governo.

 

Demanda antiga: Construção das rotatórias da Avenida Poguba deve ter início nesta semana

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A obra de construção de duas rotatórias na Avenida Poguba deve ter início ainda esta semana. Esta é a perspectiva da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Sinfra), que informou que atualmente a empresa responsável trabalha na obra de drenagem da Avenida Mediterrâneo, construção que está inclusa no mesmo contrato da construção das rotatórias.

A obra das rotatórias e de drenagem e pavimentação da Avenida Mediterrâneo, que liga a Avenida Poguba à BR-364, passando pela lateral do Condomínio Vila Toscana, foram licitadas no ano passado e a ordem de serviço foi emitida no início de dezembro. Contudo, a empresa responsável pela execução dos serviços não deu início imediato às obras em função do período de chuvas.

Segundo a Sinfra, a obra de drenagem da Avenida Mediterrâneo está sendo finalizada e, com isso, a empresa dará início a construção das rotatórias.

Ainda, de acordo com a Sinfra, além do período de chuva, que atrasou o início das obras, foi feita uma mudança no projeto das rotatórias. As obras terão um custo de R$ 2,7 milhões e a previsão é que sejam concluídas no próximo mês de agosto.

A construção das rotatórias na Avenida Poguba vem sendo cobrada, principalmente, por moradores da região, desde a duplicação da via. O Município fez a obra de duplicação e pavimentação da avenida, mas o canteiro central foi construído sem nenhuma rotatória ou retorno desde a Rua Francisco Goulart até a Avenida Otaviano Muniz.

As rotatórias são necessárias para atender os moradores de vários bairros e condomínios da região. Além disso, irão solucionar o problema dos “retornos” que passaram a ser usados por motoristas de forma irregular sobre o canteiro da avenida.

Para tentar evitar a passagem dos condutores sobre o canteiro, a Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito reforçou a sinalização, inclusive, com a colocação de blocos de concreto.

Mesmo assim, ainda é frequente que condutores façam a conversão irregular pelos canteiros visando encurtar o caminho e acessar os bairros da região.

A Prefeitura anunciou que construiria as rotatórias na Avenida Poguba para melhorar o acesso aos bairros da região ainda em março do ano passado, porém, várias licitações foram feitas sem que nenhuma empresa se interessasse pela obra.

O Município, então, incluiu em um mesmo contrato, a obra de construção das duas rotatórias e de drenagem e pavimentação na Avenida Mediterrâneo. A licitação foi realizada e concluída em novembro de 2022.

A Tribuna

Trânsito: Coder inicia a construção de 45 quebra-molas em pontos estratégicos

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A Coder – Empresa Pública Municipal, deu início à construção de 45 quebra-molas em pontos estratégicos definidos pela equipe de engenharia de trânsito da Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito – Setrat.

A iniciativa, realizada em parceria entre a Setrat e a Coder, conta com recursos do órgão de trânsito e tem como objetivo principal promover a segurança no tráfego local.

Na manhã de ontem (26), os primeiros locais a receberem esses equipamentos, que visam à redução da velocidade dos veículos, foram a entrada do Residencial Quitéria Turel e a avenida Bandeirantes, próximo à rotatória da Rua Paraíba, no Jardim Assunção.

Conforme nota divulgada pela assessoria da empresa pública, os quebra-molas desempenham um papel fundamental no controle da velocidade e na segurança do trânsito.

“Essas estruturas elevadas, instaladas em pontos estratégicos, desaceleram os veículos, proporcionando maior segurança aos pedestres e motoristas. Além disso, eles contribuem para a organização do tráfego e a prevenção de acidentes. Essas obras irão beneficiar significativamente o tráfego em diversos pontos da cidade, proporcionando um trânsito mais seguro e tranquilo para todos”, acrescenta a nota divulgada pela Coder.

A Tribuna

 

Em audiência com pescadores, Rezende manifesta contra Projeto de Lei Transporte Zero

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Uma audiência com pescadores locais foi realizada hoje, na cidade de Rondonópolis, contando com a presença dos Deputados Estaduais Sebastião Rezende, Thiago Silva e Wilson Santos. O objetivo do encontro foi discutir o Projeto de Lei Transporte Zero, que será votado na próxima quarta-feira, dia 28, e, caso aprovado, entrará em vigor a partir de 1° de janeiro de 2024.

O Projeto de Lei em questão tem causado polêmica entre os pescadores e a comunidade local, pois propõe a proibição da pesca e comercialização de peixes durante um período de cinco anos. A ausência do Deputado Estadual Claudio Ferreira, que votou favorável em 1° votação ao projeto, chamou a atenção dos presentes.

Durante a audiência, os Deputados Estaduais Rezende, Thiago e Wilson se posicionaram firmemente contra o Projeto de Lei, expressando sua preocupação com o impacto que a proibição da pesca e comercialização de peixes traria para a economia local, afetando diretamente a subsistência dos pescadores e suas famílias.

Segundo o Deputado Sebastião Rezende, “é fundamental considerar alternativas que possam garantir a preservação dos recursos naturais, mas sem prejudicar de forma irreversível a vida dos pescadores e suas comunidades”. O Deputado Thiago Silva complementou, afirmando que “é necessário buscar soluções sustentáveis que envolvam a participação dos pescadores e promovam a conservação dos nossos rios e lagos”.

Por sua vez, o Deputado Wilson Santos ressaltou a importância de se encontrar um equilíbrio entre preservação ambiental e atividades econômicas. Ele afirmou que “o diálogo entre os pescadores, representantes do governo e demais envolvidos é fundamental para a construção de políticas que atendam aos interesses de todos”.

A discussão em torno do Projeto de Lei Transporte Zero continuará nos próximos dias, gerando expectativas quanto à votação que ocorrerá na quarta-feira. A posição dos Deputados Rezende, Thiago e Wilson contra o projeto evidencia o embate entre diferentes perspectivas sobre a proteção ambiental e o desenvolvimento sustentável, levando em consideração os impactos socioeconômicos na região.

Os pescadores de Rondonópolis aguardam atentos o desenrolar dessa questão, enquanto o debate sobre a preservação dos recursos naturais e a garantia de sustento para as comunidades pesqueiras permanece em evidência.

Sebastião Rezende muda a história da SEMA em Rondonópolis

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Foto Mayke Toscano/Secom

O Governo de Mato Grosso entregou, nesta quarta-feira (20.06), o prédio que abrigará a nova sede da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) em Rondonópolis.

Projeto de autoria do Engenheiro e Dep. Sebastião Rezende (UB), com 735m² de área construída, o espaço conta com salas de reunião e monitoramento ambiental, acabamento moderno, estações de trabalho, área para guarda de bens apreendidos em operações e mobiliário novo, feito sob medida para as necessidades do órgão ambiental.

“Com esta obra, estamos devolvendo à sociedade o que ela espera, e desempenhando de forma efetiva o  papel do Estado que é oferecer os serviços com qualidade. Gerir ativos ambientais é muito importante. Isso é uma demanda da sociedade brasileira e do mundo”, destacou o vice-governador, Otaviano Pivetta.

 

Conforme a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, o prédio resgata uma estrutura estadual que não estava sendo utilizada e a transforma em uma sede moderna, ampla, com mais que o dobro do tamanho do prédio antigo, e totalmente equipada para a atuação do órgão ambiental. Com o novo prédio, o Governo de Mato Grosso deixa de pagar R$32 mil de aluguel ao ano para atender a Diretoria Regional.

“A reforma fez com que pudéssemos sair do aluguel, para uma estrutura praticamente nova, agregando valor a um prédio do próprio estado e que estava sem uso. Podemos dizer que é a primeira vez, em mais de 25 anos de existência da Diretoria, que os servidores têm um local adequado para atender ao cidadão. Este momento marca o reconhecimento do  Governo do Estado ao trabalho desempenhado”, afirmou a secretária.

 

Esta é a primeira regional entregue de um projeto que prevê a reforma ou construção das nove regionais da Sema, localizadas nas cidades de Ala Floresta, Barra do Garças, Cáceres, Confresa, Guarantã do Norte, Juína, Tangará da Serra e Sinop, e do prédio principal, em Cuiabá.

 

Todos os recursos aplicados na obra são frutos de conversão de multas e transações penais e civis, realizadas no âmbito da Sema, do Ministério Público ou do Judiciário. O investimento total é de R$ 1,5 milhão, oriundos de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), possibilitando que as multas sejam utilizadas em favor da sociedade.

A nova sede abrigará também o Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio São Lourenço e a gerência do Parque Estadual Dom Osório Stoffel e Estrada Parque Cachoeira da Fumaça, localizados em Rondonópolis.

 

Homenagens

Pelo empenho e relevante contribuição para a consolidação do projeto, autoridades e servidores receberam o certificado de honra durante a cerimônia. Entre eles, o deputado Sebastião Rezende, que doou o projeto completo da reforma, o diretor da regional, Ailton Fonseca, e os analistas de meio ambiente, Murilo de Mello e Dejanycelle Serrou.

“É um momento de muita alegria para nós, que temos agora uma sede com tudo novo, que  não só vai acolher ao servidor da forma que ele merece, mas vai receber bem a sociedade. Este é um sonho realizado com apoio de todos que procuramos para colaborar com o projeto e mostra, mais uma vez, a importância da Sema no interior do Estado”, contou Fonseca.

 

Os outros homenageados foram a juíza de direito Milene Aparecida Pereira Beltramini; os promotores de justiça Ari Madeira Costa, Cláudio Ângelo Corrêa Gonzaga, Nathália Moreno Pereira; o deputado estadual Sebastião Rezende; e os prefeitos de Rondonópolis, José Carlos do Pátio; de Alto Taquari, Marilda Sperandio; de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza; e de Itiquira, Fabiano Dalla Valle.

 

Na ocasião, a Sema também assinou a destinação de R$ 1,1 milhão de compensação ambiental para a elaboração e implantação de Planos de Manejo nas unidades de conservação do Município de Rondonópolis. Os recursos são da empresa Rumo S/A, pela construção da primeira Ferrovia Estadual de Mato Grosso.

 

Serão contempladas as Unidades de Conservação Municipais das Mangueiras, Radialista Luiz Fernando de Campos, do Escondidinho, Parque Natural de Rondonópolis, e Horto Florestal Isabel Dias Goulart.

Regional da Sema

A Diretoria de Unidade Desconcentrada de Rondonópolis (DUD) realiza os mesmos procedimentos que a sede de Cuiabá, desde o licenciamento até a fiscalização ambiental. Essa é uma das nove regionais localizadas no interior com a missão de levar os serviços ambientais para perto da população.

 

São atendidos por esta unidade 18 municípios: Rondonópolis; Alto Araguaia; Alto Garças; Alto Taquari; Campo Verde; Dom Aquino; Guiratinga; Itiquira; Jaciara; Juscimeira; Paranatinga; Pedra Preta; Primavera do Leste; Poxoréu; Santo Antônio do Leste; São José do Povo; São Pedro da Cipa e Tesouro.

Plano para combate ao desmatamento na Amazônia é discutido no II Congresso Ambiental dos Tribunais de Contas

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Uma plano conjunto para combate ao Desmatamento e preservação da Amazônia foi discutido durante o II Congresso Ambiental dos Tribunais de Contas: Desenvolvimento e Sustentabilidade. No evento, realizado pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) na segunda-feira (22) e terça-feira (23), representantes do controle externo dos estados que fazem parte do bioma traçaram estratégias em quatro eixos principais.

A Comissão Permanente de Meio Ambiente e Sustentabilidade (CPMAS) do TCE-MT, presidida pelo conselheiro Sérgio Ricardo, integra o grupo técnico, Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) no I Congresso Ambiental, realizado no Amazonas em 2022.

Desde então, os profissionais trabalham com o objetivo fortalecer o compromisso do controle externo com a questão. Foi o que explicou o auditor público externo da Corte de Contas de Rondônia, Felipe Mottin. “Apesar de termos várias Amazônias dentro da Amazônia, existem problemas em comum que podem ser tratados de maneira uniforme. Vamos olhar para os processos de responsabilização ambiental administrativa e para as estruturas dos órgãos ambientais, para entendermos como é que eles estão se planejando para melhorar os seus processos de comando e controle.”

Para tanto, o documento considera quatro principais eixos de atuação para as Cortes de Contas, sendo eles: a criação de ambientes com informações que subsidiem a tomada de decisões; a verificação de processos de fiscalização e embargo junto às secretarias de meio ambiente; regularização fundiária e, por fim, mecanismos para compensação pela adoção de práticas sustentáveis.

O II Congresso Ambiental reuniu pesquisadores e autoridades em nove painéis e quatro palestras e foi transmitido ao vivo pela TV Contas (Canal 30.2) e pelo Canal do TCE-MT no YouTube. Ao longo de dois dias, marcaram presença autoridades como os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, o presidente da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas (Atricon), Cezar Miola, o presidente do TCE de Pernambuco (TCE-PE), Ranilson Ramos e do procurador federal membro da Advocacia Geral da União (AGU), Cezar Augusto Lima do Nascimento.

O encontro contou com apoio da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), do Instituto Rui Barbosa (IRB), do Governo do Estado, da Assembleia Legislativa (ALMT), do Ministério Público do Estado (MPMT), do Senado Federal, do Instituto Nacional de Áreas Úmidas (Inau), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) e da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR).

Secretaria de Comunicação/TCE-MT
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Localização:
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Horário de Funcionamento: 08h às 18h
Fone: (65) 3613-7550 / 7149 / 7500

Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso
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Juiz manda soltar sobrinho de vereadora de VG e outros três suspeitos de desviarem medicamentos

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O juiz da 4ª Vara Criminal de Várzea Grande, Abel Balbino Guimarães, mandou soltar o ex-superintendente da Atenção Secundária da Saúde de Várzea Grande, Oswaldo Prado Rocha, Ednaldo Anthony Jesus e Silva e Fernando Metelo Gomes de Almeida, investigados na Operação Fenestra por suposta participação em desvio de medicamentos na Saúde de Várzea Grande.

“Determino a expedição dos Alvarás de soltura em favor dos presos Oswaldo Prado Rocha, Ednaldo Anthony Jesus e Silva e Fernando Metelo Gomes de Almeida, qualificados nos autos, os quais saem advertidos das seguintes medidas cautelares; proibição de frequentarem qualquer unidade de saúde, hospital ou Pronto-Socorro Públicos de Várzea Grande, exceto como paciente, o que, caso ocorra, deverá ser informado e comprovado ao Judiciário, no prazo de 48 horas”, determinou juiz da 4ª Vara Criminal de Várzea Grande, Abel Balbino Guimarães.

Os acusados estão proibidos de manterem qualquer tipo de contato entre si, bem como, com testemunhas e outros servidores do setor de saúde do município. Eles terão que comparecer a todos os atos judiciais para os quais forem intimados e justificarem suas atividades laborais e atualizar o endereço onde mora e suas mídias: telefone, celular e/ou e-mail, toda vez que houver alguma modificação.

“Saem advertidos e cientes de que o descumprimento de quaisquer medidas acima, poderá implicar em medidas mais gravosas ou até mesmo em m prisão preventiva. Estarão as medidas cautelares vigentes até a prolação da sentença quando devem ser reanalisadas ou se expiram decorridos seis meses a contar de hoje”, diz trecho da decisão do juiz.

Balbino atendeu ao pedido do Ministério Público, que requereu a liberdade de todos os três, por entender que as medidas cautelares diversas da prisão são suficientes para a garantia das investigações e pediu aplicação das medidas cautelares previstas no art. 319, II e II do CPP, bem como os advertindo de que a prisão preventiva poderá ser decretada em caso de descumprimento de tais medidas (art. 312, §1.º, do CPP); em específico em relação a Ednaldo e reiterou a manifestação pelo afastamento do cargo público, por entende haver risco da prática de novos crimes usando do cargo.

Abel Balbino manteve a exoneração de Oswaldo Prado Rocha, Ednaldo Anthony Jesus e Silva. “por hora, sem prejuízo de reanálise em momento oportuno, mantenho a decisão, pelos mesmos fundamentos, ficando mantido o afastamento dos autuados dos respectivos cargos públicos”.