
Fluxo de passageiros aumenta nos principais portos em Macapá com destino ao Afuá, no Pará. Justiça leva à rampa do bairro Santa Inês orientações e atendimentos de urgência. Festival do Camarão provoca aumento de fluxo de passageiros com destino ao Afuá
Jorge Abreu/G1
Com o aumento de embarques nos portos de Macapá, o Comissariado da Infância e Juventude intensifica a fiscalização para evitar irregularidades e até crimes envolvendo menores de idade. O Festival do Camarão tem provocado essa procura por passagens com destino ao Afuá, no interior do Pará.
A partir de quinta-feira (26), data de início da programação festiva paraense, a Justiça vai levar um trailer para orientar e prestar atendimentos de urgência aos passageiros. A ação ficará concentrada na rampa da orla do bairro Santa Inês, principal porto da capital.
De acordo com o comissário da Justiça, José Casemiro, a criança que for viajar sem os pais ou responsáveis precisa ter uma autorização, que pode ser emitida no Fórum, na rodoviária ou no aeroporto. Ele destaca que o documento deve ser solicitado com antecedência.
“Essa semana se intensifica as fiscalizações devido o Festival do Camarão. O que primeiro verificamos é a questão de documentação para saber se a viagem está atendendo as necessidades legais, se a criança está acompanhada dos pais e se o adolescente tem documentação”, disse.
O Festival do Camarão é uma programação cultural e gastronômica, que acontece no período de 27 a 29 de julho. Em todos os anos, o evento mobiliza milhares de habitantes do Amapá. As passagens para o Afuá são em média no valor de R$ 45.
*Com informações da Rede Amazônica no Amapá.
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Fonte: G1
Comissariado do AP fiscaliza embarque de menores para o Festival do Camarão no PA
Príncipe Andrew se envolve em novo escândalo por relação com suposto espião da China
O príncipe Andrew, afastado da vida pública devido à amizade com um empresário acusado de abuso sexual de menores, se envolveu em um outro escândalo. Agora, o caso está relacionado à conexão dele com um suposto espião chinês. As informações foram divulgadas pela imprensa britânica nesta sexta-feira (13).
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Fonte: G1
Segunda edição do ‘Encontro de Bateristas do Triângulo’ é nesta terça-feira em Uberlândia

Mais de 170 bateristas são esperados para evento que pode se tornar a maior reunião de percussionistas da América Latina. Festival de baterias de Uberlândia poderá quebrar recorde latino-americano
Marco Crepaldi/Divulgação
A partir das 19h30 desta terça-feira (24) a área externa do Teatro Municipal ficará lotada de baterias. Isso porque ocorrerá a 2ª edição do Encontro de Bateristas do Triângulo, que neste ano contará com mais de 170 participantes tocando simultaneamente.
Caso todos compareçam, esta, segundo a Prefeitura, será a maior reunião de percussionistas da América Latina. Na ocaisão, o grupo de bateristas amadores e profissionais executarão dez clássicos do rock.
Músicos regionais como Dj, Thascya, Ricardo Simplício, Gustavo Solis, Jaqueline Marques, Dino Fonseca e Mauricio Ricardo vão apresentar números solos. Além da Banda Municipal, o grupo Venosa e BR Blues também se apresentarão.
A primeira edição do evento, em 2017, reuniu 100 bateristas. O Teatro Municipal fica na Avenida Rondon Pacheco, nº 7.070, no Bairro Tibery.
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Fonte: G1
Polícia Civil de Juiz de Fora recebe denúncia de mais uma empresa que teve contêineres desviados
Em Juiz de Fora, o caso de receptação culposa, quando as vítimas adquirem o produto, mas deveriam desconfiar de origem ilícita, segue em apuração. Quando o procedimento for finalizado, será encaminhado para as delegacias de Belo Horizonte e São Paulo, onde o golpe foi aplicado e é investigado o caso de estelionato.
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Fonte: G1
Com surto na região Norte, campanha contra o sarampo no AP começa em agosto
A ocorrência de centenas de casos confirmados de sarampo no país, reativou o alerta em torno da doença, que desde 2014 não era registrada no Brasil. Diante disso, o Ministério da Saúde vai retomar uma campanha específica de vacinação contra o sarampo e a poliomielite, entre os dias 6 e 31 de agosto. O Amapá deve receber mais de 140 mil doses da vacina, dessas, 70 mil serão encaminhadas para Macapá.
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Fonte: G1
Confira as vagas de emprego do Sine em Macapá para o dia 24 de julho

Há oportunidades para auxiliar de vidraceiro, pescador, passadeiro, forneiro, técnico em laboratório e topógrafo. Número de vagas é de acordo com as empresas cadastradas. São ofertadas duas vagas para técnico em laboratório no Sine Macapá
Divulgação/FVS
O Sistema Nacional de Empregos no Amapá (Sine/AP) oferece vagas de empregos para Macapá. O número de vagas está disponível de acordo com as empresas cadastradas no Sine e são para todos os níveis de escolaridade e experiência.
Os interessados podem procurar o Sine/AP, localizado n Rua General Rondon, nº 2350, na praça Floriano Peixoto. Em toda a rede Super Fácil tem guichês do Sine e neles é possível obter informações sobre vagas em Macapá e Santana. Outras informações e oferta de vagas são pelo número (96) 4009-9702.
Para se cadastrar e atualizar os dados, o trabalhador deverá apresentar Carteira de Trabalho, RG, CPF e comprovante de residência (atualizado).
Veja as vagas disponíveis de acordo com as solicitações das empresas:
Auxiliar de vidraceiro – 1 vaga
Forneiro – 1 vaga
Gerente de fibra óptica – 1 vaga
Pescador especializado (PEP) – 1
Pescador profissional (POP) – 1 vaga
Passadeiro – 1 vaga
Motorista de pesca – 1 vaga
Técnico em laboratório – 2 vagas
Técnico em refrigeração – 1 vaga
Técnico em edificações – 1 vaga
Topógrafo – 1 vaga
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Fonte: G1
Acnur apoia sobreviventes de violência contra a mulher em Cabo Delgado, Moçambique
Josefina Cheia decidiu dedicar seu tempo e suas habilidades para apoiar aqueles que mais precisam: os deslocados internos, vítimas de uma das maiores crises humanitárias da atualidade na província de Cabo Delgado, no norte de Moçambique.
Antes da destruição do Hospital Geral de Mocímboa da Praia, localizado na sede de Mocímboa da Praia, Josefina Cheia atendia mulheres e meninas dando suporte em saúde mental e apoio psicossocial. Ela diz que os conflitos impactaram em cheio as pessoas.
Josefina Cheia mostra o gesto com a mão que significa “parem a violência contra mulheres e meninas.”
Esperança de vida
Com apoio do Acnur, ela agora percorre centros comunitários e de proteção para ouvir histórias de mulheres e raparigas, partilhando seu testemunho de superação da violência baseada no género.
“Durante o processo de deslocamento a pessoa pode perder a sua vida, a pessoa pode sofrer vários tipos de VBG perpetrados por pessoas que elas não conhecem ou pessoas que elas conhecem que acabam se aproveitando da situação de deslocamento. A parte mais difícil do meu trabalho é ouvir as histórias das mulheres, ensinar a elas onde elas podem buscar o apoio, ensinar a elas que elas ainda podem ter uma esperança de vida.”
As mulheres e raparigas deslocadas que sofreram violência de género se reúnem regularmente em uma rede de centros comunitários e de proteção na província de Cabo Delgado.
Um compromisso com a humanidade
É neste espaço seguro em que as mulheres e raparigas compartilham suas histórias para apoiarem, umas as outras, rir e cantar e aprender novas habilidades.
“Sempre foi meu sonho e meu objetivo ajudar as outras mulheres que passam por esta situação, então neste processo de deslocamento eu me superei bastante. O Acnur tem me dado essa oportunidade de poder engajar com as técnicas necessárias, porque temos que frisar que não é só conversar com as mulheres, mas também temos que aprender as técnicas necessárias para conversar com uma mulher que sofreu a violência do género.”
Na província de Cabo Delegado, desde 2017, grupos armados não estatais invadiram e queimaram vilas e cidades, roubaram propriedades de gado, mataram civis, recrutaram a força crianças e jovens, sequestraram e estupraram mulheres e raparigas.
Josefina Cheia, agente do ACNUR responsável pela violência de género, lidera uma sessão de grupo com mulheres deslocadas num centro de protecção e comunitário na província de Cabo Delgado
Desafios e Superações
É no centro comunitário e de proteção que mulheres e raparigas apreendem novas habilidades de sobrevivência. Durante a jornada Josefina Cheia nunca perdeu de vista a importância do trabalho que realiza.
“O meu trabalho é engajado por várias experiências anteriores. Para elas é como se fosse uma pontinha de esperança, ver uma pessoa que é de Cabo Delgado, uma mulher, mãe que também é deslocada, que sofreu o processo de deslocamento e conseguiu sobressair e cada vez mais está a ser forte para poder lutar por elas.”
No auge do conflito, em Cabo Delgado, em 2021 e 2022, mais de 1 milhão de pessoas foram forçadas a fugir de suas casas; atualmente cerca de 580 mil permanecem deslocadas na província de Cabo Delgado, a maioria mulheres e crianças.
Luta contra estigma
“Quais são os seus direitos como mulheres? Então este e um símbolo de basta a violência contra as mulheres e contra as raparigas. Nós não queremos mais sofrer, as violências… queremos direitos iguais, então estamos a reivindicar, então chega a violência contra as mulheres e raparigas.”
O Acnur apoia voluntários nas comunidades e parceiros na luta contra estigma e a discriminação, ampliando as habilidades e acesso a oportunidades para melhor reconstrução da vida de mulheres e raparigas sobreviventes da violência baseada no género.
* Ouri Pota é o correspondente da ONU News em Maputo.
FONTE : News.UN
Quilo do Pirarucu é vendido em Rondônia por R$ 9,36 no valor médio

Banana nanica, bezerro de corte e alface convencional também foram cotados. Valores se referem a preços pagos diretamente ao produtor. Veja quanto custa o preço do quilo do pirarucu em várias cidades
Toni Mendes/ TG
A Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) realizou, entre os dias 16 a 20 de julho, a pesquisa de preços dos produtos agrícolas vendidos no estado. A cotação se refere ao valor pago diretamente ao produtor agrícola, nas unidades produtivas.
Confira abaixo a lista de alguns itens:
Peixe Pirarucu (quilo)
Preço médio: R$ 9,36
Porto Velho: R$ 11,00
Guajará-Mirim: R$ 10,00
Ariquemes: cotação não informada
Jaru: R$ 8,00
Rolim de Moura: R$ 7,40
Machadinho D’Oeste: R$ 10,00
Ouro Preto do Oeste: R$ 9,00
Ji-Paraná: R$ 11,00
Colorado do Oeste: R$ 8,50
São Miguel do Guaporé: cotação não informada
Costa Marques: cotação não informada
Cacoal: cotação não informada
Vilhena: cotação não informada
Pimenta Bueno: cotação não informada
Banana Nanica/ Nanicão (quilo)
Preço médio: R$ 1,88
Porto Velho: R$ 2,00
Guajará-Mirim: R$ 1,80
Ariquemes: R$ 2,00
Jaru: R$ 2,00
Rolim de Moura: R$ 1,30
Machadinho D’Oeste: R$ 2,00
Ouro Preto do Oeste: R$ 2,00
Ji-Paraná: R$ 2,00
Colorado do Oeste: R$ 2,00
São Miguel do Guaporé: 2,00
Costa Marques: 1,50
Cacoal: R$ Cotação não divulgada
Vilhena: R$ Cotação não divulgada
Pimenta Bueno: R$ 2,00
Bezerro de corte (cabeça)
Preço médio: R$ 960,71
Porto Velho: R$ 950,00
Guajará-Mirim: R$ 900,00
Ariquemes: R$ 950,00
Jaru: R$ 1.000,00
Rolim de Moura: R$ 1.100
Machadinho D’Oeste: R$ 1.000,00
Ouro Preto do Oeste: R$ 1.000,00
Ji-Paraná: R$ 950,00
Colorado do Oeste: R$ 1.000,00
São Miguel do Guaporé: 720,00
Costa Marques: R$ 900,00
Cacoal: R$ 980,00
Vilhena: R$ 1.000,00
Pimenta Bueno: R$ 1.000,00
Alface convencional (maço)
Preço médio: R$ 1,80
Porto Velho: R$ 1,50
Guajará-Mirim: R$ 2,00
Ariquemes: R$ 2,00
Jaru: R$ 1,50
Rolim de Moura: R$ 1,50
Machadinho D’Oeste: R$ 2,00
Ouro Preto do Oeste: R$ 2,00
Ji-Paraná: R$ 1,00
Colorado do Oeste: R$ 2,00
São Miguel do Guaporé: 2,00
Costa Marques: R$ 2,00
Cacoal: R$ 2,00
Vilhena: R$ 1,65
Pimenta Bueno: R$ 2,00
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Fonte: G1
Barracas de apoio aos romeiros começam a funcionar nesta sexta na BR-365 em Patos de Minas

Nos pontos de atendimento serão oferecidos alimentação, camas, escalda-pés, massagens e atendimento médico 24h até o dia 13 de agosto.
Reprodução/TV Integração
Os pontos de apoios aos romeiros começam a funcionar a partir desta sexta-feira (27) às margens da BR-365, km 439, após o trevo de Santa de Patos, em Patos de Minas. Serão oferecidos sanitários, camas, água e refeições durante 24h até o dia 13 de agosto.
As Delegacias da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Patos de Minas e Uberlândia, realizarão a “Operação Romaria”, e a partir do dia 27 de julho haverá grupos dedicados à fiscalização de trânsito e do radar móvel na BR-365.
Os romeiros terão direito a alimentação completa com café, leite, suco, pão e frutas, almoço, atendimento de saúde, além de escalda-pés, massagem e chuveiros.
O Dia de Nossa Senhora da Abadia, padroeira do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, é celebrado no dia 15 de agosto e os fiéis católicos saem a pé até a cidade de Romaria como forma de agradecer ou cumprir alguma promessa.
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Fonte: G1
Sem dinheiro, venezuelanos acampam às margens de rodovia na fronteira do Brasil: 'aqui pelo menos temos comida'

Cidade de Pacaraima, em Roraima, tem abrigo público, mas ele é só para índios venezuelanos. Sem ter para onde ir, famílias inteiras estão vivendo às margens da BR-174, que liga os dois países. Angélia Aguilera, 18, e o filho de 2 anos ao lado da barraca em que estão vivendo há cerca de 1 mês; ‘Na rua é muito frio’
Inaê Brandão/G1 RR
Venezuelanos estão vivendo em acampamentos improvisados em Pacaraima, no Norte de Roraima, na fronteira do Brasil. Um deles fica às margens da BR-174, rodovia que liga o país a Venezuela, e tem pelo menos 30 famílias.
Conforme a prefeitura, a cidade tem uma média de 1,5 mil imigrantes em situação de rua – o equivalente a 22% da população local, que é de cerca de 15 mil habitantes. O município possui um abrigo público, mas ele é exclusivo para imigrantes indígenas.
Procurada, a Força Tarefa Logística Humanitária, criada pelo Governo Federal para lidar com a imigração, informou que está em implantação um novo abrigo para não-índios na fronteira. Chamado de BV8, ele terá capacidade para 500 pessoas.
No acampamento às margens da rodovia, famílias inteiras estão morando em barracas de camping e estruturas improvisadas com lonas, madeiras e até papelões.
As estruturas são cobertas por plástico para proteger da chuva, comum neste período do ano. Na madrugada, a temperatura chega aos 16º C.
A jovem Angélia Aguilera, de 18 anos, está no Brasil há um mês. Ela, o marido e o filho Elieser, de um ano, vivem nas ruas de Pacaraima desde então.
“Aqui na rua é muito frio. Nunca imaginei que ia passar por isso”, lamentou Angélia.
A família saiu de Maturin, a 785 Km de Pacaraima, e conta a mesma história que outros milhares de venezuelanos que buscam refúgio no Brasil.
“Vim porque na Venezuela não tem trabalho, comida e remédio. Não tem nada”, disse Angélia, acrescentando que no país a família se alimentava apenas de mandioca e sardinha.
O esposo trabalhava em uma empresa multinacional, mas o salário – corroído pela inflação diária de 2,8% – perdeu o poder de compra. Por isso, ele largou o trabalho há dois meses e a família resolveu tentar a vida no Brasil, onde busca trabalho.
“A vida aqui está um pouco difícil porque não conseguimos dinheiro. Meu marido vende café na rua e não dá para quase nada. Mas dá para comer, sobreviver. Pelo menos temos comida”, disse.
O objetivo da família é chegar até Manaus.
Luiz Sereño, 20, colocou bandeiras do Brasil na barraca improvisada: ‘é uma homenagem ao país que me acolheu’
Inaê Brandão/G1 RR
O jovem Luiz Sereño, de 20 anos, também se mudou para o Brasil fugindo da crise econômica e política da Venezuela.
Na barraca improvisada onde mora, o jovem colocou duas bandeiras do Brasil e disse que elas são uma homenagem ao país que o acolheu.
“A bandeira representa a união. O Brasil nos recebeu como irmãos e sou grato”, afirmou.
Em Pacaraima, Luiz trabalha lavando carros. O dinheiro que consegue manda para a filha de três anos que ficou na terra natal.
“A Venezuela tem muitos recursos naturais, mas já estamos cansados de passar fome. Tenho uma filha e chorava quando via ela comendo só manga”.
Na rua, os imigrantes cozinham em latas de tintas e, muitas vezes, dependem de doações de moradores para se alimentar.
Sem lugar para se higienizar, aqueles que não possuem entre R$ 1 e R$ 4 para pagar um estabelecimento comercial para usarem o banheiro ficam sem banho e precisam fazer as necessidades em uma região de mata, na outra margem da rodovia.
Imigrantes fazem comida em fogões improvisados
Inaê Brandão/G1 RR
Crise migratória
Nos primeiros seis meses deste ano, mais de 16 mil venezuelanos pediram refúgio em Roraima, segundo a Polícia Federal. O número já é 20% maior do que o registrado em todo o ano de 2017, quando foram recebidas pouco mais de 13,5 mil solicitações.
Nos últimos 18 meses, 128 mil venezuelanos que entraram no Brasil pela fronteira de Pacaraima (RR), mas destes, 31,5 mil, voltaram para a Venezuela pelo mesmo caminho, e os outros 37,4 mil saíram do país de avião ou por outras fronteiras terrestres.
O Exército Brasileiro calcula que a média de entrada de venezuelanos em Roraima nos últimos cinco meses foi de 416 pessoas ao dia.
Ainda não há números precisos sobre a quantidade exata de venezuelanos vivendo em Roraima, mas um levantamento da prefeitura de Boa Vista apontou que, só na capital, há 25 mil moradores venezuelanos – o equivalente a 7,5% da população local, que é de 332 mil habitantes. Desses, pelos menos 65% estão desempregados.
Atualmente o estado conta com dez abrigos públicos, totalizando cerca de 4,6 mil pessoas, seis deles abertos só neste ano. Mesmo assim, ainda há venezuelanos em situação de rua em 10 dos 15 municípios do estado.
Além disso, 820 imigrantes já foram levados em voos da Força Aérea Brasileira (FAB) para São Paulo, Manaus, Cuiabá, Brasília, Rio de Janeiro, Igarassu (PE) e Conde (PB) no chamado processo de interiorização, que consiste em distribuir venezuelanos recém-chegados a Roraima para outros estados do país.
Acampamento foi montado às margens da BR-174
Inaê Brandão/G1 RR
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Fonte: G1