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‘Satanás fingiu ser um anjo’ , diz ex-ocultista convertida após ataques espirituais

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O testemunho de Sharon é mais um exemplo do quanto Deus proporciona amor e misericórdia mesmo para os que resolveram andar no caminho das trevas. Agora como ex-ocultista, a jovem denuncia como Satanás atua para enganar os seres humanos.

“Eu fiz todos os tipos de coisas, cerimônias com xamãs, ocultismo. Eu considerava isso algo espiritual, cheio de luz e amor, até mesmo de Deus, mas fui enganada. Satanás fingiu ser um anjo de luz”, disse ela.

Assim como muitos que buscam sentido para a vida, Sharon achou que poderia encontrar isso no ocultismo. Foi assim que ela foi seduzida pela mensagem abstrata e enganosa do movimento Nova Era.

Com o passar do tempo, entretanto, a jovem de apenas 24 anos passou a perceber que havia algo errado com as suas experiências espirituais. “Parecia que meu peito e estômago estavam completamente apertados”, disse ela ao ministério Revive.

Sharon estava sofrendo às sequelas da opressão maligna devido ao contato com o ocultismo, algo que só agora a ex-ocultista consegue entender. “A certa altura, pensei que ia morrer e até chamei uma ambulância. Fui examinada no hospital, mas eles não conseguiram encontrar nada”, disse ela.

Mudança

A transformação de Sharon em ex-ocultista foi possível pelo trabalho de Deus através da vida do evangelista Johan Toet, o qual ela teve a oportunidade de ouvir sua pregação em uma igreja local.

“Johan perguntou se havia pessoas que às vezes eram atacadas. Eu me identifiquei e simplesmente corri para frente. Eu sabia que este seria o momento”, disse ela.

O que Sharon não imaginava, naquele momento, era que a sua simples atitude de fé seria o marco inicial da grande transformação que Deus faria em sua vida.

“Johan impôs as mãos sobre mim e eu fui poderosamente libertada e completamente cheia do amor de Deus. Isso era o que eu estava procurando. Eu poderia finalmente me render ao seu amor. Parecia que eu estava voltando para casa”, lembra a ex-ocultista, com informações do Revive. Veja também:

Ex-Bruxa: ‘Jesus me tirou da Nova Era. Ele é o maior amor que podemos ter’

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FONTE : Gospel Mais

As falsas promessas das drogas: Joseph Ratzinger sobre a verdadeira excelência humana

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Na década de 1960, o uso de narcóticos, psicodélicos e outras drogas “pesadas” se espalhou pelos países ocidentais em uma extensão sem precedentes. Seu preço é bem conhecido: vidas arruinadas, famílias desfeitas e fortunas desperdiçadas pela obsessão em experimentar estados alterados de espírito.

Mas, apesar dos esforços legais e sociais de longa data para interromper seu uso, algumas drogas pesadas, como psicodélicos ou alucinógenos, estão aumentando, inclusive entre pessoas consideradas bem-sucedidas. Empreendedores do Vale do Silício — até mesmo alguns com status de celebridade, de acordo com o Wall Street Journal — as usam para aumentar sua criatividade e conhecimento de negócios. Um CEO de startup de tecnologia disse que as altas expectativas de empresas de capital de risco e investidores em geral podem levar os fundadores a recorrer aos psicodélicos para obter uma vantagem. “Eles não querem uma pessoa normal, uma empresa normal”, disse ele. “Eles querem algo extraordinário. Você não nasce extraordinário.”

Agora, sinais de uso de drogas pesadas apareceram entre autoidentificados conservadores religiosos. Sohrab Ahmari as defende como um meio para o crescimento espiritual, alegando que elas podem induzir uma “batalha espiritual total” na mente. Felizmente, essa visão recebeu fortes críticas de outros conservadores. Eles corretamente apontam que as tradições religiosas ocidentais — como o cristianismo e o islamismo — proíbem o uso de drogas (“exceto em bases estritamente terapêuticas”, sob supervisão médica) e negam que isso possa ser parte da espiritualidade autêntica. O uso de drogas, como a verdadeira religião o vê, é um ato de autodeterminação radical: uma “ferramenta para ajudar o usuário a ganhar mais controle sobre a realidade”, nas palavras de Rod Dreher, em vez de confiar no cuidado de Deus.

Mas em nosso mundo secular — o materialismo que condiciona até mesmo as mentes das pessoas religiosas — o valor da obediência à lei de Deus pode não ser tão persuasivo quanto no passado; defender o caso contra o uso de drogas exigirá ir filosoficamente mais fundo na questão. Joseph Ratzinger fez exatamente isso há quase quarenta anos em seu discurso “1968 e anos de violência e desilusão”. O aumento dramático do uso de drogas em nossos tempos, ele diz, se origina de uma fuga do esforço pessoal difícil, mas libertador, que a excelência humana exige.

O caminho para a escravidão

Joseph Ratzinger sugere uma série de razões pelas quais as pessoas começam a usar drogas pesadas. Muitas estão respondendo à pressão dos colegas; outras são sugadas por traficantes espertos. Outras ainda buscam a aventura de uma experiência nova, até mesmo mística: elas usam drogas para atender à sua “necessidade humana de infinito” e transcendência. Para muitos, a busca pela transcendência assume formas prosaicas: Ahmari credita aos psicodélicos a ajuda para transcender seu vício em fumar; o CEO da startup de tecnologia citado anteriormente buscou criatividade “extraordinária” para ganhar prestígio e riqueza; outros usam drogas pesadas para superar as dores físicas ou emocionais que são apenas parte da vida. Cada um deles, de maneiras diferentes, está buscando paz e felicidade.

E ainda assim, Ratzinger argumenta, as drogas são um caminho não para a felicidade, mas para a violência. Elas violentam a natureza humana, como visto nos vícios ou psicoses aos quais as drogas pesadas dão origem. Elas incitam seus usuários à violência, como visto na forte conexão entre o uso de drogas e o comportamento criminoso.

Essa tendência violenta não é acidental, Joseph Ratzinger sugere: é parte da lógica interna do uso de drogas. O uso de drogas desse tipo é “uma forma de protesto contra fatos”, “contra uma realidade percebida como uma prisão”. A cultura das drogas sugere que a felicidade requer escapar dessa prisão removendo algo fora de nós mesmos — neste caso, um defeito físico. Essa visão ressoa poderosamente com o ditado de Rousseau que inspirou as revoluções políticas da modernidade: “O homem nasce livre, mas em todos os lugares ele está acorrentado”. Dificilmente poderia ser uma coincidência, então, que a cultura das drogas tenha surgido simultaneamente com as violentas revoluções culturais dos anos 1960, nas quais o espírito de Rousseau voltou à vida.

Por outro lado, na visão que Joseph Ratzinger subscreve (junto com Platão, Aristóteles, Agostinho e muitos outros), a felicidade começa dentro da pessoa, porque o núcleo do homem, seu coração, é um intelecto espiritual e uma vontade que transcendem a fisicalidade. Felicidade significa atualizar nosso potencial escolhendo bem, e a escolha não é determinada por circunstâncias materiais. Se escolhermos mal, nos tornamos piores; se não escolhermos nada (o que pode não ser possível), também estaremos em pior situação, porque desperdiçamos uma chance de nos tornarmos melhores. Exercitar continuamente boas escolhas as torna habituais. Esse hábito se instala profundamente na alma como amor, que motiva nossas ações como se fosse uma segunda natureza. Esse amor é, para usar a imagem de Agostinho, o “peso” que dá à alma sua deriva gravitacional em direção ou para longe das verdades imutáveis ​​da eternidade.

O exercício da vontade é o que Joseph Ratzinger e a tradição ocidental chamam de “ascetismo” (da palavra grega para “exercício”), que é central para a vida moral, também chamada de vida da virtude. As palavras “virtude” e “exercício” fazem muitos de nós resmungar. O exercício é difícil, seja do corpo ou da alma; achamos mais fácil nos contentar com o que é agradável no momento do que fazer o que é melhor a longo prazo. Aqueles que tentam largar um mau hábito, como Ahmari, ou que dedicam longas horas de trabalho em pesquisa e desenvolvimento, como o empreendedor de tecnologia, logo verão suas psiques se rebelando contra a dor de suas tarefas. Nessa frustração, muitos recorrem às drogas como uma “chave mágica”, como diz Ratzinger, para superar suas limitações pessoais.

Mas essas soluções rápidas só pioram os problemas. As drogas podem diminuir as barreiras físicas ou emocionais para uma ação excelente — o medo que nos impede ou a dor que distrai nosso foco — mas deixam intocada a fonte mais profunda de nossos defeitos: as fraquezas ou vícios que residem mais no intelecto e na vontade do que no corpo. Alguém pode fazer coisas aparentemente excelentes sob a influência de drogas — um vendedor pode falar com mais confiança, ou um cientista pode ser mais motivado ou assumir mais riscos com experimentos em laboratório — mas apenas porque sua criatividade ou fortaleza medíocres temporariamente não têm inibição em seu caminho. Uma vez que o efeito da droga passa, a mediocridade subjacente continua a segurar alguém; então, a pessoa é tentada a retornar à droga e pode até precisar de uma dose maior se o corpo se acostumou a ela. Isso pode, e geralmente leva, ao desenvolvimento de uma dependência de longo prazo — uma espécie de escravidão emocional e espiritual.

O caminho para o autodomínio

No esforço moral, a pessoa exercita a vontade e o intelecto de tal forma que, mesmo na presença de barreiras físicas ou emocionais, pode agir com excelência. As drogas diminuem o autodomínio; o exercício moral o aumenta e, portanto, aumenta nossa liberdade. Ao fortalecer nossa pessoa (nosso espírito), nos tornamos menos dependentes de circunstâncias materiais mutáveis ​​e mais em contato com a verdade interior de nós mesmos que não muda.

As drogas dão felicidade a curto prazo, mas deixam intocada a causa de longo prazo da infelicidade — nosso amor defeituoso pelo bem e nosso amor excessivo pelo conforto. A verdadeira felicidade requer “sair da zona de conforto”, como ouvimos frequentemente, mudando a si mesmo; a violência do uso de drogas busca a felicidade sem autodisciplina. Portanto, o usuário de drogas aparentemente aventureiro pode, na verdade, ser um covarde, buscando soluções fáceis por medo do que Ratzinger chama de “[a] aventura paciente e humilde do ascetismo”.

Não se deve julgar nenhuma pessoa em particular que tenha caído no vício; muitas pessoas são atraídas para ele mais ou menos involuntariamente, ou por razões compreensíveis, como já observamos. Mas quaisquer que tenham sido essas razões, a liberdade de alguém está sempre de alguma forma comprometida. Portanto, não se pode escapar do vício em drogas por outro medicamento de solução rápida: é preciso sempre querer melhorar; é preciso aprender novamente — talvez por meio de um processo longo e árduo — a viver pela vocação humana universal à verdade e à bondade, não apenas pelo próprio prazer.

Há, é claro, um lugar para o uso controlado e terapêutico de drogas. Mesmo assim, as drogas não são uma solução em si mesmas, mas uma ajuda para o processo de cura. Algumas drogas ajudam o corpo a se curar. Outras dão à alma uma “vantagem” no processo de cura por meio do esforço moral: elas mitigam desafios psicológicos extraordinários para que a pessoa possa ter “espaço para respirar” para aprender, ou reaprender, as virtudes.

Resgatando o homem da opressão dos “fatos”

Enfatizar a primazia da autodisciplina pode parecer insensível e frio. Afinal, depressão, tristeza e outras dores do coração ou do corpo, constantemente nos pressionando, podem ser muito difíceis, especialmente se parecem surgir sem o nosso consentimento. Se as pessoas estão sofrendo, o que pode haver de errado em parar a dor? Por que adicionar o fardo das demandas morais que trarão o sofrimento de volta?

Essas questões levam Ratzinger a enfatizar que a defesa final de uma vida moral autêntica deve ser o significado superior da existência humana (como os programas de reabilitação mais bem-sucedidos supõem). Uma razão pela qual o uso de drogas se espalhou hoje, ele pensa, é que a cultura ocidental contemporânea tornou a resposta à questão do significado da vida extraordinariamente difícil ao desenvolver a teoria da evolução “em uma visão universal do mundo”.

Desde a infância, somos ensinados que não há realidade superior precisamente aos “fatos” que os usuários de drogas consideram tão opressivos. Postular que espécies animais puramente materiais se desenvolvem umas das outras é uma coisa; mas o evolucionismo filosófico afirma que a personalidade humana também — nossos poderes imateriais de intelecto e vontade — tem uma “origem puramente mecânica” de “acaso e necessidade”. Tal visão efetivamente “abole” o próprio homem, como disse C. S. Lewis, e reduz todas as virtudes a um impulso cego em direção à “sobrevivência e otimização de [nossa] espécie”.

Se o universo é tão sem sentido, e não temos liberdade real, há pouca razão para dizer às pessoas para não usar drogas, cruzar humanos com outros animais ou tomar outras medidas “transumanistas” bizarras (como muitos CEOs de tecnologia propõem) para evoluirmos, até que tenhamos eliminado o sofrimento físico. A liberdade real — incluindo a liberdade de superar a nós mesmos — só é possível se a vida do homem transcender seu corpo.

É difícil imaginar recuperar uma perspectiva tão transcendente do homem se não recuperarmos também a religião autêntica: o reconhecimento de que deve haver uma origem e um propósito mais elevados para este universo — com toda a sua ordem e beleza, muitas vezes além da nossa compreensão — que o acaso e a necessidade por si só não podem explicar. Somente uma realidade tão superior poderia explicar nossa própria existência transcendente, mas finita. Deve ser um ser infinitamente transcendente, pelo menos tão inteligente e livre quanto nós; uma Pessoa, constantemente ao nosso lado, pronta para nos ajudar a superar o mal e sermos o nosso melhor, se apenas buscarmos Sua ajuda.

A libertação que a autodisciplina representa

Como Joseph Ratzinger conclui, a perspectiva moral ocidental tradicional não é um “fardo”, mas uma “libertação”. Ela satisfaz a fome nas almas que o abuso de drogas pode, na melhor das hipóteses, apenas mascarar temporariamente. No uso de drogas, “o caminho ético e religioso” que é natural ao homem “é substituído pela tecnologia” que sustenta artificialmente o homem sem exigir que ele mude a si mesmo, talvez por toda a vida. O usuário de drogas corre o risco de terminar seus dias em desespero, percebendo que desperdiçou sua vida porque não se tornou a pessoa que deveria ser.

As drogas deixam a pessoa do homem encolhida, mas a autodisciplina expande os horizontes do homem ao expandir suas possibilidades internas. Ela o empurra a se aventurar e tentar coisas que parecem impossíveis, salvando-o da sensação de ser um “prisioneiro dos fatos”. Ela lhe dá a força para acreditar que do outro lado da dor do crescimento pessoal há uma paz e alegria às quais nenhuma droga química pode se comparar.

noticia por : Gazeta do Povo

Justiça Eleitoral diploma Alei e Acácio para conduzirem Sorriso de 2025 a 2028

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Além do novo espaço, agora Sorriso é sede do 5.º Batalhão Bombeiro Militar (BBM)

O Corpo de Bombeiros de Sorriso está de “casa” nova. O novo espaço foi simbolicamente inaugurado nesta sexta-feira (13 de dezembro), com a presença do governador Mauro Mendes, do comandante-geral dos Bombeiros no Estado, coronel BM Flávio Gledson Vieira Bezerra; do comandante-adjunto, coronel BM Rony Robson Cruz Barros; do responsável pelo 3.º Comando Regional, coronel BM Fernando Duarte Santana; do comandante local, major Leandro Cuiabano Kunze e do prefeito de Sorriso, Ari Lafin.

O novo quartel, erguido ao lado da sede atual, conta com 1.280 m² de área construída e foi planejado para atender às necessidades da corporação, abrigando os setores operacional e administrativo, e contando com sala de comando e sala de reuniões.

Além da mudança estrutural, a unidade de Sorriso deixa de ser uma Companhia Independente de Bombeiro Militar (CIBM) para se tronar oficialmente o 5.º Batalhão Bombeiro Militar (BBM) do Estado. O decreto que estabelece a alteração foi assinado pelo governador Mauro Mendes no ato da inauguração.

Do investimento total de quase R$ 6 milhões (R$ 5.950.316,24), a Prefeitura de Sorriso participa com R$ 1 milhão via Fundo de Reaparelhamento do Corpo de Bombeiros (Funrebom), e cerca de 800 mil em recursos próprios, via Fundo Municipal de Segurança Pública (Fumseg), além de também arcar com todo o mobiliário e o posto de transformação de energia elétrica. O restante é custeado pelo Governo do Estado. Além de inaugurar a nova sede, o governador também entregou uma nova viatura de resgate para a corporação sorrisense.

“O Estado e o Município uniram esforços e hoje ofertamos à população um novo espaço, amplo, agradável e com condições de atender ao elevado desenvolvimento de Sorriso; o dia de hoje renova nosso compromisso com as forças de salvamento e segurança do Município”, pontuou o governador.

O comandante-geral, coronel BM Gledson, destacou que a nova estrutura foi planejada e organizada para que os bombeiros continuem prestando o serviço de excelência à população. Gledson destacou que ao longo de quase 20 anos – a CIBM foi instalada em Sorriso em 13 de maio de 2005 – a 10.ª CIBM consolidou-se como um pilar essencial para a proteção da vida, do meio ambiente e do patrimônio em Sorriso, Nova Ubiratã, Vera, Feliz Natal, Ipiranga do Norte e Boa Esperança do Norte.

“Esse crescimento e excelência nos serviços prestados é fruto do compromisso ininterrupto dos bombeiros militares que por aqui passaram, do apoio indispensável do Comando Geral do Corpo de Bombeiros Militar e da gestão dedicada do Governo do Estado de Mato Grosso”, frisou Gledson.

Já o prefeito Ari Lafin destacou a felicidade em ver o novo espaço pronto. “Vínhamos conduzindo esse processo desde 2018 quando iniciamos as tratativas e os primeiros projetos para uma nova sede; um novo quartel era mais do que necessário; agradecemos a sensibilidade do governador em atender a nossa solicitação; agradecemos aos bombeiros pela parceria em todos os momentos; e, ressaltamos o trabalho desenvolvido pelas equipes técnicas do Estado e do Município, o resultado de todo esse esforço coletivo é essa obra que orgulhosamente entregamos hoje”, ressaltou.

Ari também lembrou que desde o início das obras, em 2023, o trabalho foi intenso para que “nossos heróis de farda pudessem passar para o novo quartel; agradecemos a dedicação de cada militar que ou atuou ao longo dos anos ou atua hoje na nossa cidade, o trabalho, a motivação e a atuação de vocês nesses quase 20 anos de presença em Sorriso”, detalhou.

A parceria de sucesso Município/Estado também foi citada pelo secretário de Estado de Segurança Pública (SESP), o coronel da PM César Roveri. Para o gestor da SESP, essa é uma parceria necessária e que gera bons frutos.

Já o comandante do agora 5.º BBM, major BM Leandro Cuiabno Kunze, destacou a motivação do trabalho desenvolvido pelos militares. “Nossa missão é zelar por vidas; o lema do bombeiro militar é “vidas alheias e riquezas a salvar”, diariamente buscamos tornar nossa função mais humanizada e voltada ao cuidado com o outro e hoje recebemos esse novo quartel, a nossa nova casa em Sorriso, um espaço totalmente organizado para que as mulheres e homens de farda possam exercer suas funções com qualidade; agradecemos ao governo do Estado e também do Município pelo empenho nessa obra”. Nos últimos 12 meses o efetivo local atendeu mais de 6,6 mil ocorrências.

A solenidade simbólica contou ainda com a presença da senadora Margareth Buzetti; da secretária de Estado de Assistência Social (Setas), a coronel PM Grasielle Bugalho; do vice-prefeito de Sorriso, Gerson Bicego; da primeira-dama e secretária de Assistência Social do Município, Jucélia Ferro; do vice-prefeito eleito, Acácio Ambrosini; autoridades estaduais, regionais e municipais; militares e familiares.

FONTE : MatoGrossoNews

Presidente do Cuiabá assume responsabilidade por rebaixamento: "A gestão é minha e eu errei"

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FERNANDA ESCOUTO

DO REPÓRTERMT

O presidente do Cuiabá, Cristiano Dresch, assumiu a culpa pelo rebaixamento do Dourado para série B. A demora em achar um técnico, após a saída do português António Oliveira, e poucas contratações de jogadores, foram alguns dos argumentos apresentados por ele.

“Eu assumo a responsabilidade, foram erros da gestão, que é minha. Cuiabá tem dois donos, mas a gestão é minha, eu tomo as decisões e eu errei”, disse Dresch.

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Tentando elencar argumentos que levaram o Cuiabá para série B, Dresch destacou que muitos atletas e treinadores viram o Dourado como um trampolim e acabaram abandonado o time. Um exemplo foi o técnico Antonio Oliveira, que saiu para ir para o Corinthians.

“António Oliveira fez a melhor campanha do Cuiabá na Série A, mantivemos o técnico, começamos o ano com ele, desenhamos um projeto de elenco em cima do trabalho do António Oliveira. No início de fevereiro, acabamos perdendo ele para o Corinthians”, relembrou ao Podcast “Dinheiro em jogo”, do Globo Esporte.

“A reposição de um treinador foi o grande problema que eu tive, demorei muito para contratar um técnico, conseguimos contratar um treinador português novamente, o Petit, acabou vindo para o Brasil, mas não se adaptou à rotina […] Foram casos inéditos que eu tive aqui, no mesmo ano, dois treinadores pediram demissão”, ressaltou Dresch, salientando que o fator principal para o rebaixamento foi a demora em arrumar outro técnico.

Outro ponto levantando pelo presidente do Dourado foram as poucas contratações de jogadores.

“Não tinha condições de investir em contratações. Eu acabei preferindo tirar o pé do acelerador, nem que o clube caia, mas não vai cair endividado”, concluiu.

O último jogo do Cuiabá foi dia 8 de dezembro, contra o Vasco, na Arena Pantanal. Na ocasião, o Dourado perdeu de 2×1.

Leia mais: Cuiabá perde mais uma e encerra curta história na Série A de forma melancólica

FONTE : ReporterMT

Afeganistão: 1,4 milhão de meninas foram proibidas de ir à escola desde 2021

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Três anos após a tomada do poder pelas autoridades de facto do Talibã, o Afeganistão se tornou o único país do mundo onde o acesso ao ensino secundário e superior é estritamente proibido para meninas e mulheres.

De acordo com novos dados da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, publicados nesta quinta-feira, 1,4 milhão de meninas afegãs foram deliberadamente privadas de escolaridade desde 2021.

Perigo para toda uma geração

Isso representa um aumento de 300 mil estudantes desde a contagem anterior realizada pela agência em abril de 2023.

A diretora-geral da Unesco, Audrey Azoulay, disse que “o Afeganistão é o único país do mundo que proíbe o acesso à educação às meninas com mais de 12 anos e às mulheres”.

Segundo ela, o direito à educação “não pode ser negociado ou comprometido” e a comunidade internacional deve permanecer “totalmente mobilizada para alcançar a reabertura incondicional de escolas e universidades para meninas e mulheres afegãs”.

Três anos depois da tomada do poder pelo Talibã, os novos dados atestam a gravidade da situação educacional no Afeganistão. Em apenas três anos, as autoridades de facto quase eliminaram duas décadas de progresso na educação no Afeganistão. Para a Unesco, “o futuro de uma geração inteira está agora em perigo”.

Uma mulher de 31 anos está sentada perto da janela. Ela era empresária antes da tomada do Taleban

ONU Mulheres/Sayed Habib Bidell

Uma mulher de 31 anos está sentada perto da janela. Ela era empresária antes da tomada do Taleban

Risco maior de trabalho infantil e casamento precoce

Somando as meninas que já estavam fora da escola antes da introdução das proibições, existem agora quase 2,5 milhões de jovens impedidas de estudar, o que representa 80% das meninas afegãs em idade escolar.

O acesso ao ensino primário também caiu drasticamente, com menos 1,1 milhão de meninas e meninos frequentando as salas de aula. Esta queda é o resultado da decisão das autoridades de facto de proibir docentes do sexo feminino, agravando a escassez de professores.

A Unesco está alarmada com as consequências prejudiciais desta taxa de abandono escolar cada vez mais alta, que poderá levar a um aumento do trabalho infantil e do casamento precoce.

Retirada de direitos fundamentais

A representante da ONU Mulheres no Afeganistão, Alison Davidian, informou jornalistas em Nova Iorque na terça-feira sobre seu último relatório abordando a situação de mulheres e meninas desde que as autoridades de facto retornaram ao poder em agosto de 2021.

Ela descreveu esse período como “três anos de inúmeros decretos, diretivas e declarações visando mulheres e meninas, retirando-as de seus direitos fundamentais e eviscerando sua autonomia”.

Os decretos do Talibã proíbem que meninas tenham acesso à educação além da sexta série e impedem mulheres de trabalhar para organizações não governamentais.

“Apagamento” das mulheres

O relatório da ONU Mulheres detalha tendências com base em consultas com milhares de mulheres em todo o Afeganistão, desde o retorno do Talibã.

Davidian alertou que o “apagamento” das mulheres da vida pública se reflete nos níveis comunitário e familiar.

A representante da ONU Mulheres disse que “nenhuma mulher no Afeganistão está em posição de liderança em qualquer lugar que tenha influência política, seja em nível nacional ou provincial”.

Segundo ela, quando as mulheres estão envolvidas nas estruturas do Talibã, seus papéis são, em grande parte, monitorar a conformidade de outras mulheres com os decretos discriminatórios.

FONTE : News.UN

Homem é preso por esfaquear ex-mulher na Zona Sul de Porto Velho

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Suspeito foi preso em flagrante por tentativa de homicídio. Vítima foi levada ao Hospital João Paulo II. Mulher foi socorrida ao Hospital e Pronto Socorro João Paulo II
Matheus Henrique/ G1
Um homem de 41 anos foi preso em flagrante por esfaquear a ex-mulher na madrugada deste domingo (22) na Zona Sul de Porto Velho. A vítima, de 37 anos, levou cinco facadas e teve que ser socorrida ao Hospital João Paulo II.
De acordo com o boletim de ocorrência, uma viatura da Polícia Militar (PM) foi acionada em uma ocorrência no Bairro Aeroclube. Os policiais foram informados por uma testemunha que uma mulher havia sido esfaqueada e socorrida em seguida, em um carro particular, ao hospital e pronto socorro da região.
A testemunha ainda informou que o suspeito havia sido detido no local por populares. No hospital, a vítima contou aos policiais que estava na festa de aniversário do cunhado quando foi surpreendida pelo ex-marido, que desferiu cinco golpes de faca, sendo quatro no pescoço e um na mão.
O homem foi preso em flagrante por tentativa de homicídio e conduzido à Central.
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Fonte: G1

ONU afirma que paridade de gênero na política só chegará em 2063

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As mulheres ocupam hoje um em cada quatro assentos parlamentares e a porcentagem da população feminina que vive na pobreza extrema caiu para menos de 10%.

Esses avanços foram apresentados nesta segunda-feira, no levantamento sobre gênero da edição de 2024 do Relatório de Progresso dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, ODS.

“O progresso é alcançável, mas não é suficientemente rápido”

A publicação organizada pela ONU Mulheres e pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas, Ecosoc, revela ainda que, entre 2019 e 2023, foram promulgadas 56 reformas legais em todo o mundo que procuram combater a desigualdade de gênero.

Apesar dos bons resultados, o estudo afirma que no ritmo atual, a paridade de gênero nos parlamentos não será alcançada até 2063. Além disso, serão necessários 137 anos para tirar todas as mulheres e meninas da pobreza.

Os dados apresentados no relatório mostram que nenhum dos indicadores e subindicadores do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 5, relativo à  igualdade de gênero, estão sendo alcançados.

Segundo a diretora executiva da ONU Mulheres, Sima Bahous, o relatório revela a “verdade inegável: o progresso é alcançável, mas não é suficientemente rápido”.

Impacto econômico da desigualdade de gênero

Para ela, é preciso união para “continuar a desmantelar as barreiras que as mulheres e meninas enfrentam e construir um futuro onde a igualdade de gênero não seja apenas uma aspiração, mas uma realidade.”

O relatório sublinha o custo deste tipo de desigualdade. Por exemplo, a estimativa global anual dos países que não conseguem educar adequadamente as suas populações jovens é superior a US$ 10 bilhões.

Além disso, os dados apontam que os países de rendimentos médio e baixo podem perder mais US$ 500 bilhões nos próximos cinco anos se não superarem a disparidade digital entre homens e mulheres.

O subsecretário-geral das Nações Unidas para os Assuntos Econômicos e Sociais afirmou que “os custos da inação em matéria de igualdade de gênero são imensos”. Para Li Junhua “só podemos alcançar a Agenda 2030 com a participação plena e igualitária das mulheres e meninas em todas as partes da sociedade”.

Efeitos da legislsação sobre violência doméstica

O relatório inclui um conjunto de recomendações para eliminar a desigualdade de gênero em todos os 17 ODS. Um dos exemplos é na reforma jurídica, tendo em vista que os países com legislação sobre violência doméstica têm taxas mais baixas de violência entre parceiros íntimos. Nesses países, o índice desse tipo de caso é de 9,5% em comparação com 16,% naqueles que não a têm legislação específica.

O relatório apela por uma ação decisiva na Cúpula do Futuro, que acontecerá na sede da ONU em Nova Iorque de 22 a 23 de setembro.

Os autores pedem ainda o cumprimento das promessas da Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável e o aumento dos investimentos para acabar com a discriminação contra mulheres e meninas. 

FONTE : News.UN

Concursos no Ceará têm 2.872 vagas e salários de até R$ R$ 9,6 mil

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O Ceará tem pelo menos 2.872 vagas abertas em concursos e seleções públicas na capital e municípios do interior. Na Universidade Federal do Ceará (UFC), o salário pode chegar a R$ 4,6 mil.

Nas demais seleções, os salários variam de R$ 350 a R$ 9,6 mil.

Confira concursos e seleções com inscrições abertas no Ceará.

Universidade Federal do Ceará (UFC)

A Universidade Federal do Ceará divulgou três editais de concurso público que somam 27 vagas para cargos técnico-administrativos de nível médio, técnico e superior. As vagas são para os campi de Fortaleza, Quixadá e Russas. O salário base varia de R$ 2,4 mil a R$ 4,6 mil.

Em Fortaleza há oportunidades para Analista de Tecnologia da Informação, Arquiteto e Urbanista, Contador, Economista, Enfermeiro, Engenheiro Agrônomo, Veterinário, Museólogo, Técnico Desportivo, Assistente em Administração, Técnico em Eletrônica, Técnico em Anatomia e Necropsia e Técnico de Enfermagem.

Os interessados devem fazer a matrícula online, de 1º a 12 de agosto. A taxa de inscrição varia de R$ 90 a R$ 120, dependendo do cargo escolhido pelo candidato.

Secretaria da Educação do Ceará

Governo do Ceará divulgou edital para concurso público com 2,5 mil vagas para professores da rede pública de ensino. O documento está disponível no Diário Oficial de 20 de julho, a partir da página 65.

Os interessados devem fazer a inscrição no site da Universidade Estadual do Ceará (Uece), a partir de 6 de agosto; o período de inscrição é de 30 dias e a taxa é de R$ 90. A data dos exames de seleção ainda não foi definida.

A remuneração varia de R$1,8 mil a R$ 3,5 mil, para jornada de trabalho de 20 e 40 horas semanais, respectivamente.

Secretaria da Cultura do Ceará

O concurso público da Secretaria de Cultura do Ceará vai disponibilizar 102 vagas, com salários que variam de R$ 2.,4 mil a R$ 5,5 mil conforme divulgado no Diário Oficial do Estado. Um segundo edital, com mais 30 vagas, será lançado ainda em 2018; totalizando 132 vagas.

A inscrição do concurso é de R$ 130 e pode ser feita online, no site da Uece, 15 dias úteis após a publicação no Diário Oficial. O período de inscrição será de 30 dias.

A Prefeitura de Quixeré, no interior do Ceará, divulgou edital de concurso público com 155 vagas e salários de até R$ 7 mil. Além das vagas para contratação imediata, os candidatos formarão cadastro de reserva. A jornada de trabalho varia de 20 a 40 horas semanais, dependendo do cargo escolhido.

Os interessados devem fazer a inscrição on-line, no site da empresa responsável pelo concurso, de 25 de julho a 24 de agosto. A inscrição custa R$ 65 para candidatos a uma vaga de nível básico; R$ 80 para os de nível fundamental; e R$ 125 para os de nível superior.

Prefeitura de Milhã, no interior do Ceará, divulgou edital de concurso público com 55 vagas e salários de até R$ 9,6 mil. Além das 55 vagas de convocação imediata, o concurso formará cadastro de reservas. Há oportunidades para candidatos de nível fundamental, médio e superior.

As inscrições devem ser feitas on-line, no site da organizadora do concurso, até 19 de agosto. O curso da inscrição varia de R$ 60 a R$ 100, dependendo do cargo escolhido pelo candidato.

A Prefeitura de Poranga, distante 340 quilômetros de Fortaleza, está com inscrições abertas para um processo seletivo para servidores temporários de nível médio e superior. São 33 vagas disponíveis, e os salários para os aprovados variam de R$ 350 a R$ 2,9 mil, com jornadas de trabalho de 20, 24, 30 e 40 horas por semana.

As vagas são para enfermeiro plantonista, enfermeiro do Programa Saúde da Família, fisioterapeuta, nutricionista, fonoaudiólogo, médico veterinário, dentista, psicólogo, terapeuta ocupacional, técnico em enfermagem e agente comunitário de saúde.

As inscrições podem ser feitas no site da empresa contratada para ministrar a seleção, e o prazo vai até 15 de agosto. As taxas vão de R$ 90 a R$ 160, conforme o nível escolhido.

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Fonte: G1

Deputados da Coreia do Sul aprovam impeachment do presidente Yoon Suk Yeol

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Primeiro-ministro Han Duck Soo assume o cargo de forma interina. Yoon Suk Yeol
Chung Sung-Jun/Pool via REUTERS
Os deputados da Coreia do Sul aprovaram neste sábado (14) o impeachment do presidente Yoon Suk Yeol. A decisão ocorre menos de duas semanas após ele decretar e revogar, em menos de seis horas, uma lei marcial que visava restringir direitos civis.
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Yoon havia enfrentado outra moção de impeachment no sábado anterior, mas apenas dois deputados do partido governista apoiaram o impeachment — eram necessários oito votos, que foram conquistados neste sábado.
A votação começou pouco depois das 4h deste sábado. Dos 300 deputados, 204 votaram a favor do impeachment de Yoon Suk Yeol – eram necessários 200 votos -, 85 parlamentares votaram contra a medida, três se abstiveram e oito votos foram considerados inválidos.
Na primeira tentativa, os parlamentares do partido governista se ausentaram, permitindo que o líder conservador permanecesse no poder. Na sexta-feira (13), o líder da oposição da Coreia do Sul pediu aos deputados do partido governista que apoiassem a segunda moção.
“O que os legisladores devem proteger não é Yoon ou o Partido do Poder Popular (PPP), que está no poder, mas as vidas das pessoas que protestam nas ruas geladas”, disse Lee, que lidera o Partido Democrático. “A história se lembrará da escolha que eles fizeram.”
A oposição estava negociando nos bastidores há uma semana para dar forma à segunda moção, e o laço se apertou em torno do presidente, que enfrenta uma investigação de “rebelião” e está proibido de deixar o país.
Yoon, cuja popularidade caiu para 11%, de acordo com as pesquisas, declarou em um discurso televisionado na quinta-feira (12) que lutaria “até o último minuto”.
O que acontece agora?
Com o impeachment aprovado, o presidente deixa o posto imediatamente, e o primeiro-ministro Han Duck Soo assume de forma interina.
Agora, o Tribunal Constitucional sul-coreano tem até seis meses para realizar um julgamento para confirmar ou rejeitar o pedido de impeachment, ouvindo evidências para determinar se o presidente violou a lei.
A Corte, que normalmente é composta por nove juízes, atualmente tem apenas seis em exercício, com três cargos a serem preenchidos. A princípio, há a exigência de sete juízes para deliberar casos, mas ainda não está claro o que irá ocorrer nesse caso.
Caso o impeachment seja confirmado, uma nova eleição presidencial tem que acontecer dentro de 60 dias.
Decreto de lei marcial
Na terça-feira (3), Yoon acionou um dispositivo constitucional para implementar a medida, substituindo a legislação normal por leis militares, fechando a Assembleia Nacional e colocando setores como a imprensa sob controle do governo.
A lei marcial foi decretada em um contexto de baixa aprovação do presidente e de trocas de farpas entre o governo e os deputados. A medida pegou a Coreia do Sul de surpresa e expôs a crise política do país, que vem se agravando nos últimos meses.
Yoon defendeu o decreto como uma maneira de proteger a Coreia do Sul de aliados da Coreia do Norte que estariam infiltrados no país. A lei, no entanto, sofreu uma série de reações negativas e levou milhares de sul-coreanos às ruas.
Mesmo com a Assembleia fechada pelo Exército, deputados conseguiram se reunir em uma sessão emergencial e aprovar uma moção para declarar a lei marcial inválida. Pouco tempo depois, Yoon disse que iria honrar com a votação dos parlamentares e revogar a lei.
O decreto de lei marcial enfraqueceu o presidente, que viu a aprovação baixa despencar ainda mais, na casa de 13%. Membros do governo também renunciaram ao cargo, e deputados da oposição protocolaram um pedido de impeachment contra ele.
Membros do próprio partido de Yoon passaram a defender que o presidente fosse destituído do cargo.
Yoon foi eleito presidente em maio de 2022, por uma margem inferior a 1%, como candidato da direita pelo Partido do Poder Popular. Novato na política, ele ganhou a atenção pública como promotor após investigar alguns dos escândalos de corrupção mais notórios do país.
O político sul-coreano assumiu o poder com o desafio de reduzir o custo de vida e os preços elevados das moradias, além de combater o aumento da desigualdade e do desemprego entre os jovens. No entanto, o governo se envolveu em acusações de corrupção e perdeu apoio popular.
Crise política
Presidente da Coreia do Sul decreta lei marcial; entenda o termo
Em abril deste ano, o Partido Democrata — de oposição ao governo de Yoon — venceu com ampla vantagem as eleições parlamentares. Com isso, a legenda ampliou o controle da Assembleia Nacional, conquistando mais de 170 das 300 cadeiras da Casa.
À época, Yoon fez um pronunciamento prometendo mudanças no governo e políticas para estabilizar a economia na Coreia do Sul.
Enquanto isso, a oposição aprovou moções para investigar a primeira-dama. Todos os projetos acabaram sendo vetados pelo presidente.
No fim de novembro, o Partido Democrata rejeitou o orçamento do governo e avançou com um plano de revisão de gastos, cortando o equivalente a mais de R$ 17 bilhões. A medida irritou o gabinete presidencial, sendo que a porta-voz do governo chamou a ação de “tirania parlamentar”.
Ao anunciar a lei marcial, Yoon descreveu a oposição como “forças pró-Coreia do Norte, sem vergonha, que estão saqueando a liberdade e a felicidade” dos sul-coreanos.
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Fonte: G1

Jogador cristão diz que devemos dar testemunho de fé: ‘Temos que ter orgulho da cruz’

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A fama no mundo esportivo pode ser utilizada para diversas finalidades, inclusive a de evangelizar. É o que faz o jogador cristão Maxence Lacroix, que atua como zagueiro no Crystal Palace, clube francês da Premier League.

Assim como outros atletas que também dão testemunho público da fé em Jesus Cristo, Lacroix faz questão de exaltar o nome do Senhor através de publicações e entrevistas. Em um vídeo publicado por ele recentemente, o zagueiro pontou quais são as suas prioridades.

“Primeiro, olhe para Deus e Ele lhe dará o que seu coração deseja”, disse ele, citando a passagem de Romanos 8:31 para mostrar que o Senhor está sempre agindo em favor dos seus filhos.

“Então, você não precisa pensar muito. Quando você realmente pensa que Deus está com você, o que pode ser contra você?”, ressaltou o jogador cristão da Premier League.

Testemunho público

Para Maxence Lacroix, os cristãos devem ter a consciência de que precisam testemunhar publicamente a fé em Jesus Cristo, a fim de que outras vidas sejam impactadas pelo exemplo.

O próprio atleta disse que se sente privilegiado por atuar em uma equipe que possui outros jogadores que seguem a Jesus, pois isso faz com que eles incentivem uns aos outros.

“Sou muito grato a Deus porque Ele me enviou para um time onde temos muitos cristãos”, disse ele, exemplificando em seguida:

“No primeiro jogo que fui, eu disse: ‘Ok, vamos orar juntos’. Então, eu, Marc Guéhi, Tyrick Mitchell, Eddie Nketiah e Joel oramos juntos e foi poderoso. Agora, eles querem fazer isso toda vez”, disse Lacroix.

O atleta cristão, por fim, conclui dizendo para os cristãos não tenham qualquer receio de falar sobre Jesus. Pelo contrário, ele acredita que seguir a Cristo deve ser motivo de grande orgulho, algo que precisa ser demonstrado através das nossas palavras e atitudes.

“O que eu quero dizer aos jovens ou jogadores de futebol que querem falar sobre Jesus, bem, temos que ter orgulho da cruz e dizer: ‘Eu sou um filho de Deus’. Não precisamos ter medo de quem somos”, concluiu. Assista:

FONTE : Gospel Mais