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Homem é encontrado morto próximo a Parque de Exposições

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VANESSA MORENO

DO REPORTÉR MT

Jonathan Telles Barreiro, de 27 anos, foi encontrado morto na BR-174, próximo ao Parque de Exposições de Comodoro (639 km de Cuiabá), na madrugada deste domingo (15). Ele apresentava marcas de tiros pelo corpo.

Conforme informações do boletim de ocorrência, uma equipe de plantão da delegacia local foi acionada por uma pessoa, que relatou ter ouvido tiros nas proximidades do Parque de Exposições.

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A Polícia Civil, com apoio da Polícia Militar, realizou buscas no local e encontrou apenas alguns pertences pessoais, incluindo uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH), em nome de Jonathan, e uma camiseta com sinais aparentes de tiros e vestígios de sangue.

Com isso, as buscas foram intensificadas e logo depois o corpo da vítima foi encontrado e identificado por familiares como sendo de Jonathan Telles Barreiro.

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) isolou a área e encaminhou o corpo para o exame de necropsia.

A Polícia Civil investiga o caso, que é tratado como homicídio doloso.

FONTE : ReporterMT

Migrantes da Venezuela ajudam a alavancar economia do Peru em US$ 530 milhões

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Organização Internacional para Migrações realizou estudo sobre contribuição dos venezuelanos este ano e constatou que eles deixam mais de 96% do que ganham no país de destino.

noticia por : UOL

Plantio nem bem terminou, mas a colheita já preocupa os produtores

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Mato Grosso reafirmou sua posição como maior produtor e exportador de algodão do Brasil ao atingir um marco expressivo em novembro de 2024: a exportação de 186,80 mil toneladas de pluma. Este é o maior volume mensal registrado desde o início da safra 2023/24, representando 62,37% do total exportado pelo país no período, conforme levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

O estado, que responde por cerca de 70% da produção nacional de algodão em pluma, mantém uma trajetória de destaque no mercado internacional. Os principais destinos do produto mato-grossense continuam sendo a China e o Vietnã. Em novembro, a China retomou a liderança como maior compradora, adquirindo 43,54 mil toneladas, enquanto o Vietnã ficou logo atrás, com 42,83 mil toneladas.

Desde o início da safra 2023/24, Mato Grosso já embarcou 505,54 mil toneladas de algodão, o que representa o segundo maior volume acumulado da série histórica para o período de agosto a novembro. As perspectivas para o ciclo são positivas, com o Imea projetando exportações totais de 1,80 milhão de toneladas até o encerramento da safra.

Embora a maior parte da produção ainda esteja em fase de beneficiamento, estima-se que 1,29 milhão de toneladas sejam exportadas até julho de 2025, reafirmando a relevância do estado no abastecimento global de algodão de alta qualidade.

Além de sua robusta infraestrutura logística e capacidade de processamento, Mato Grosso conta com uma base produtiva sólida. Na safra 2022/23, o estado cultivou 1,202 milhão de hectares de algodão, com destaque para o município de Sapezal, maior produtor estadual. Em 2020, Sapezal alcançou a marca de 990 mil toneladas produzidas, um exemplo do potencial da região para atender à crescente demanda internacional.

O algodão produzido em Mato Grosso é amplamente reconhecido por sua qualidade e versatilidade, sendo utilizado na confecção de bolsas, redes, mantas e zamatas. A combinação de volume, qualidade e confiabilidade tem garantido ao estado posição privilegiada em mercados estratégicos como o asiático.

O algodão é um dos pilares econômicos de Mato Grosso, gerando emprego e renda ao longo de toda a cadeia produtiva, desde o plantio até a exportação. A projeção de exportação recorde na safra 2023/24 confirma a competitividade do estado no cenário internacional, especialmente em um momento de recuperação da demanda chinesa e expansão de mercados no Sudeste Asiático.

Com investimentos contínuos em tecnologia, logística e sustentabilidade, Mato Grosso não apenas consolida sua liderança no setor algodoeiro, mas também reforça sua contribuição estratégica para o agronegócio brasileiro.

Fonte: Pensar Agro

FONTE : MatoGrossoNews

VÍDEO – Gisela afirma que um dos desafios de gestão será lidar com o afastamento de desembargadores

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KARINE ARRUDA

DO REPÓRTER MT

Reeleita como presidente da Ordem dos Advogados do Brasil seccional de Mato Grosso (OAB-MT), a advogada Gisela Cardoso afirmou que terá muitos desafios a serem enfrentados na nova gestão, entre eles o afastamento dos desembargadores João Ferreira Filho e Sebastião de Moraes Filho, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). Ambos foram afastados e estão usando tornozeleira eletrônica por estarem supostamente envolvidos em um esquema de venda de sentenças.

“Nós vamos enfrentar e estamos passando por um momento delicado no judiciário na questão do afastamento dos desembargadores, na questão de possível venda de sentenças, também com advogados envolvidos. Esse vai ser um momento que a gente precisa enfrentar com muita responsabilidade.”, disse a presidente.

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Leia mais – Gisela toma posse e reforça defesa da OABMT a advogados: Não vamos admitir qualquer tipo de desrespeito

Durante o evento de posse ocorrido na sede da OAB-MT na noite dessa terça-feira (10), Gisela também pontuou que espera que as instituições saiam mais fortalecidas após o esclarecimento do suposto esquema que desencadeou após a morte do advogado Roberto Zampieri, ocorrida no fim do ano passado.

“[Espero] que as instituições saiam fortalecidas para que os culpados, se houverem, possam responder e que, como eu disse, as instituições possam sair fortalecidas e respeitadas porque isso é importante para toda a sociedade.”, afirmou.

Leia mais – STF nega retorno e mantém tornozeleira em desembargadores de MT; lobista continua preso

Gisela foi reeleita, com 4.813 votos, para gerir a OAB-MT no próximo triênio, entre 2025 e 2027. Ao lado dela, estará o vice-presidente Giovane Santin.

Venda de sentenças
O assassinato do advogado Roberto Zampieri, ocorrido no fim do ano passado, na frente do escritório em que ele trabalhava, no bairro Bosque da Saúde, em Cuiabá, caiu como uma bomba no Judiciário mato-grossense, desencadeando uma investigação federal sobre um suposto esquema de venda de sentenças.

Leia mais – Assassinato de Zampieri completa um ano

Em novembro deste ano, a Operação Sisamnes, determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), cumpriu mandatos contra 23 alvos, entre eles os desembargadores João Ferreira Filho e Sebastião de Moraes Filho. Conforme as informações divulgadas, foram identificados indícios de que os dois magistrados mantinham uma amizade íntima com Zampieri e que receberam dele vantagens financeiras indevidas e presentes de elevado valor para julgar recursos que atendessem aos interesses dele.

Veja vídeo:

FONTE : ReporterMT

Ciclone em arquipélago francês: autoridades buscam desaparecidos em Mayotte, e prefeito diz temer 'milhares de mortos'

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No entanto, o número total de vítimas pode ser muito maior, segundo o prefeito de Mayotte, François-Xavier Bieuville: “Acho que certamente serão várias centenas, talvez cheguemos a mil, até muitos milhares”, afirmou ao canal de mídia local Mayotte La 1ere.

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Fonte: G1

Confira os falecimentos desta segunda-feira (16) em Apucarana e região

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Confira os velórios e sepultamentos que acontecem nesta segunda-feira (16) em Apucarana e cidades da região. As informações são da Autarquia Municipal de Serviços Funerários de Apucarana (Aserfa).

Ivone Ribeiro Freire de Souza, 61 anos. O velório acontece na Capela Mortuária de Jardim Alegre. O sepultamento será no Cemitério de Jardim Alegre, às 10 horas.

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Francisca Augusta Rissi, 82 anos. O velório está sendo realizado na Capela Municipal de Borrazópolis. O sepultamento está marcado para às 17 horas, no Cemitério Municipal de Borrazópolis.

Nelson Ganassin, 81 anos. O idoso está sendo velado na Capela Central de Apucarana. O sepultamento ocorre no Cemitério Cristo Rei, às 10 horas.

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noticia por : UOL

Moradora denuncia esgoto a céu aberto em rua de VG: "Não pode chover que alaga tudo"

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KARINE ARRUDA

DO REPÓRTER MT

Faz aproximadamente cinco anos que Patrícia Cristina, moradora da rua Orlando Silva, localizada no bairro Costa Verde, em Várzea Grande, espera por uma resposta da Prefeitura para acabar com o esgoto a céu aberto que passa na frente da sua casa. Em vídeos enviados ao (veja ao final da matéria), Patrícia mostra a rua completamente alagada, resquícios da última chuva. 

“Essa aqui é minha rua, olha como que fica alagado, está [parecendo o] Rio Cuiabá. Várzea Grande é o nosso grande rio”, ironizou a moradora.

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Em entrevista exclusiva ao , Patrícia contou sobre a situação vivencida por ela e pelos demais moradores da rua Orlando Silva, que precisam enfrentar o alagamento toda vez que chove.

“A gente paga um IPTU caro para chegar a hora e acontecer isso. A água vem até em cima da calçada”, contou.

“Eu até comprei um cano de 100 mm, que vai de dentro da minha casa até o bueiro da esquina, para tentar resolver o problema e ver se a água não fica parada na minha porta e na dos vizinhos, mas não teve solução, toda vez que chove fica desse jeito”, acrescentou.

A moradora relatou à reportagem que já foi na prefeitura várias vezes reclamar da situação e sempre escuta que as equipes irão até o local para verificar. Porém, até agora nada: “Me disseram que iam vir, mas até hoje estou esperando eles”.

Além do descaso, Patrícia reforça que a maior preocupação é que a água contaminada que fica parada na frente das residências pode provocar inúmeras doenças, incluindo dengue e leptospirose. Isso porque alguns animais mortos já foram encontrados submersos nas ruas.

“Durante todas as chuvas, quando tem, fica alagado porque não tem rede de esgoto. Nós já achamos sapo e até gato morto aqui. É perigoso contaminar os moradores da rua”, apontou.

Para ela, o problema surgiu com a má pavimentação das ruas, onde algumas vias acabaram ficando maiores que as outras, provocando um acúmulo de água e esgoto nas ruas que estão mais baixas.

“Isso vem desde quando pavimentou a rua porque uma é mais alta que a outra, então a rua que é mais caída acaba ficando assim, toda alagada”, finalizou.

A reportagem entrou em contato com a Prefeitura de Várzea Grande, mas não obteve retorno até a finalização da matéria. O espaço segue aberto.

Veja o vídeo encaminhado pela moradora:

 

FONTE : ReporterMT

Carne de baleia é leiloada pela primeira vez em décadas no Japão

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Última captura foi há quase 50 anos. Caça já foi proibida por causa do risco de extinção da espécie. Carne fresca de baleias-comum exposta em uma bandeja em um mercado de peixes em Shimonoseki, província de Yamaguchi, sul do Japão, quinta-feira, 12 de dezembro de 2024
Divisão de Manutenção Agrícola, Florestal e Pesqueira da Cidade de Shimonoseki via AP
Carne de baleias-comuns capturadas pela primeira vez em quase 50 anos na costa norte do Japão foi leiloada por mais de US$ 1.300 (cerca de R$ 7.800) por quilograma na quinta-feira (12).
A Agência de Pesca do Japão adicionou este ano as baleias-comuns à sua lista de três espécies do mamífero que podem ser legalmente caçadas à medida que o país expande a prática comercial ao longo de sua costa.
O Japão retomou a caça comercial da espécie depois de sair da Comissão Internacional de Baleia em 2019.
A instituição determinou que a baleia-comum é uma espécie protegida contra a caça excessiva em 1976.
O país defende que pesquisas sobre baleias confirmaram uma recuperação suficiente das populações de baleias no Pacífico Norte.
Autoridades disseram que 30 das baleias – metade da cota de 60 – foram capturadas nesta temporada. O Japão estabeleceu uma cota de captura combinada de 379 para as outras três espécies de baleias: minke, Bryde e baleias-sei.
O leilão contou com cerca de 1,4 tonelada de carne fresca de várias baleias-comuns capturadas na principal ilha de Hokkaido, no norte do Japão.
A carne de cauda, uma iguaria conhecida como “onomi”, obteve o preço mais alto do dia em 200.000 ienes (R$ 7.864,04), de acordo com o departamento de promoção de pesca da cidade.
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Controvérsia na caça às baleias
A caça às baleias no Japão tem sido uma fonte de controvérsia e críticas de conservacionistas.
Mas os protestos contra o comércio diminuíram em grande parte depois que o Japão mudou da “pesquisa sobre caça à baleia”, para a caça comercial nas águas do país.
No ano passado, os baleeiros japoneses capturaram 294 baleias minke, Bryde e sei – menos de 80% da cota e menos do que o número de caças na Antártida e no noroeste do Pacífico sob o programa de pesquisa.
Autoridades baleeiras ligam a queda da captura às mudanças climáticas, mas os críticos dizem que a caça excessiva pode ser a causa.
Nanami Kurasawa, que lidera um grupo conservacionista Dolphin & Whale Action Network, se opõe à retomada da caça às baleias-comuns, dizendo que elas quase foram extintas depois de uma caçada décadas atrás.
Os baleeiros querem capturar os animais maiores por causa da eficiência, mas devem investigar mais minuciosamente a população do mamífero disponível, diz ela.
A carne de baleia no Japão foi uma fonte acessível de proteína para a população desnutrida do país nos anos seguintes à Segunda Guerra Mundial. O consumo anual atingiu 233.000 toneladas em 1962.
Outras carnes substituíram a baleia e o suprimento caiu para cerca de 2.000 toneladas nos últimos anos, mostram as estatísticas da Agência de Pesca.
As autoridades japonesas querem aumentar esse número para cerca de 5.000 toneladas, para manter a indústria.
Especialistas dizem duvidar que haja muita demanda no Japão, onde a carne de baleia não é mais um alimento familiar e acessível.
A maior questão é se a indústria pode sobreviver sem os subsídios governamentais, que chegam a centenas de milhões de ienes.
Nobuhiro Kishigami, professor e especialista em caça às baleias indígenas no Museu Nacional de Etnologia, em Osaka, disse que a carne de baleia é consumida em algumas cidades, mas raramente em Tóquio.
A carne de baleia é mais cara do que outras carnes.
“Não é uma espécie de comida que você tem diariamente, mas uma iguaria. Não vai vender se não for barato e bom”, disse ele. “Isso supostamente é um negócio, e sem grandes subsídios do governo, acho que seria extremamente difícil ser sustentável.”
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Fonte: G1

Três pessoas são presas pela Polícia Militar por tráfico de drogas em Várzea Grande

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) reforça a importância de adotar medidas preventivas para evitar acidentes e proteger a população, especialmente diante do aumento significativo de ocorrências, como quedas de árvores, inundações e riscos de desabamentos, que a temporada de chuvas traz.

O diretor adjunto da Diretoria Operacional do CBMMT, tenente-coronel Rafael Ribeiro Marcondes, destaca que, durante este período, é essencial redobrar a atenção e adotar uma postura preventiva.

“A segurança da população é nossa prioridade. Durante este período de chuvas, é fundamental que todos estejam atentos aos riscos e preparados para agir de maneira rápida e eficaz. Por isso, a informação e o preparo são essenciais”, afirma o tenente-coronel.

Ele orienta que ações simples, como monitorar a previsão do tempo e manter bueiros e calhas limpos, podem minimizar os riscos de alagamentos, garantindo que a água escoe adequadamente. Além disso, realizar inspeções em telhados, paredes e fundações ajuda a identificar possíveis fragilidades que possam ser agravadas pelas chuvas.

A segurança dos animais de estimação também é uma preocupação destacada pelo bombeiro militar. Ele orienta os proprietários a manterem seus pets em locais seguros durante tempestades.

“Manter os animais de estimação em locais seguros, longe de áreas de risco, é indispensável para assegurar a proteção deles e a tranquilidade de seus tutores”, explica.


Além disso, ele alerta sobre os perigos de permanecer em piscinas ou lagos durante tempestades, devido ao risco de raios. Em caso de chuvas fortes, é recomendável buscar abrigo dentro de casa e desconectar aparelhos elétricos para evitar curtos-circuitos.

Para aqueles que precisam sair de casa durante as chuvas, o tenente-coronel orienta que se evitem áreas alagadas, pois o risco de quedas em buracos ou bueiros é elevado. O ideal é procurar abrigo em locais cobertos e evitar ficar embaixo de árvores ou estruturas metálicas, que podem ser derrubadas pelo vento ou atingidas por raios.

Cuidados para motoristas e motociclistas

Para motoristas e motociclistas, a orientação é evitar estacionar veículos em locais próximos ou embaixo de árvores, prevenindo danos em caso de queda de galhos ou árvores inteiras. Caso seja necessário dirigir sob forte chuva, a recomendação é manter a calma e permanecer dentro do veículo, que oferece proteção contra raios.

Outro aspecto a ser considerado é a atenção com fios caídos na via pública que podem estar energizados. Em situações em que cabos partidos toquem o solo ou veículos, é essencial isolar a área e manter distância.

Além disso, é essencial redobrar a atenção ao dirigir e pilotar, pois o acúmulo de sujeira, fuligem, óleo e outros resíduos na pista torna o asfalto mais escorregadio, aumentando o risco de quedas de motociclistas e colisões entre veículos. Por isso, é importante dirigir com cautela, reduzir a velocidade e aumentar a distância do veículo à frente.

Motociclistas devem sempre usar capacete, enquanto motoristas e passageiros devem usar cinto de segurança, e crianças devem estar adequadamente acomodadas em cadeirinhas e assentos de carro.


Ações após chuvas intensas

Após chuvas intensas e ventos fortes, há um risco considerável de queda de árvores em vias públicas, sobre casas e veículos. Nesses casos, o tenente-coronel recomenda que a população acione as equipes do Corpo de Bombeiros Militar para realizar a retirada de forma segura.

Para solicitar uma avaliação de risco ou o corte emergencial de árvores em locais públicos ou privados, é necessário entrar em contato com o número de emergência 193, informando a situação e solicitando o atendimento.

Fonte: Governo MT – MT

FONTE : MatoGrossoNews

Rayssa Leal conquista tricampeonato do Mundial de Skate

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CAROLIINA ALBERTI E MARCELLO DE VICO

UOL

Rayssa Leal não cansa de ser campeã. Neste domingo (15), no ginásio Ibirapuera lotado, em São Paulo, a Fadinha deu show nas manobras finais e superou quatro japonesas e uma australiana para conquistar o tricampeonato inédito — e consecutivo — do Super Crown, a grande decisão da Liga Mundial de Skate Street (SLS).

Com 100% de aproveitamento no Super Crown desde que a prova veio para o Brasil, Rayssa deixou a compatriota Pâmela Rosa para trás e virou a primeira mulher tricampeã. Ela agora mira o norte-americano Najah Houston, que tem cinco troféus e é o maior vencedor da competição. Ele, inclusive, pode aumentar a marca ainda neste domingo (15), já que está na final masculina.

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Eu não tenho palavras suficientes. Tudo isso que aconteceu hoje vale bem mais do que esse troféu. É uma reviravolta, eu errei as duas primeiras manobras, estava nervosa, não vou mentir. E hoje vocês viram a realidade do skate, a amizade, a família.
Rayssa Leal, em entrevista à TV Globo.

O que aconteceu
Rayssa conseguiu a virada em sua última manobra, somou 35,4 e ficou com a primeira colocação. A atual campeã olímpica, Coco Yoshizawa, do Japão, foi prata, com 35,2, e a compatriota Yumeka Oda ficou com o bronze, com 33,7.

Nada de rivalidade. Apesar da torcida gigantesca para Rayssa Leal, as japonesas e a australiana contaram com apoio do público desde o início da prova, arrancando muitos aplausos após cada apresentação. Mais de 8 mil pessoas marcaram presença no ginásio do Ibirapuera. Leia mais no UOL. 

FONTE : ReporterMT