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Limite do ganho real do salário mínimo e PEC do abono serão votados amanhã, diz Lira

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A Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara dos Deputados aprovou, no último dia 11, projeto que determina que a troca de mercadoria em loja franqueada será considerada cancelamento de venda, não sendo, portanto, tributada.

O Projeto de Lei 2253/19, do deputado Giovani Cherini (PL-RS), foi aprovado por recomendação da relatora, deputada Any Ortiz (Cidadania-RS).

Como é hoje
Atualmente, a troca de mercadoria em loja franqueada pode ter duas tributações diferentes.

Quando realizada na mesma loja onde o produto foi comprado, a operação é considerada devolução ou cancelamento, não incidindo sobre o cálculo do PIS e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

Quando é feita em outra loja da franquia, no entanto, a operação é entendida como um novo negócio, havendo uma segunda tributação sobre a saída da mercadoria.

Cobrança dupla
Para Cherini, a duplicidade da cobrança acaba estimulando “formas de planejamento tributário abusivo” por parte dos lojistas. Uma das práticas do mercado é reduzir o valor da mercadoria trocada na nota fiscal para diminuir a tributação final sobre o produto.

O projeto muda as leis lei 9.718/98, lei 10.637/02 e lei 10.833/03.

A proposta iguala o regime das devoluções e dos cancelamentos de vendas ao de trocas realizadas na mesma rede franqueada.

Créditos
O texto também prevê que a entrada de mercadorias oriundas de trocas dará direito a créditos de PIS e Cofins para empresas tributadas pelo sistema não cumulativo. Esses créditos são valores que as empresas podem abater do valor a pagar desses tributos.

A relatora Any Ortiz entendeu que as próprias franquias serão beneficiadas com a simplificação, reduzindo custos administrativos e facilitando o atendimento das necessidades do consumidor.

“O projeto elimina a complexidade das diferentes tributações para trocas de mercadorias em lojas franqueadas”, disse Any Ortiz. “Ao não tributar as trocas, a nova regra incentiva os consumidores a realizarem mais compras, sabendo que não serão penalizados financeiramente caso precisem trocar o produto posteriormente.”

Próximos passos
O projeto ainda será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Natalia Doederlein

FONTE : MatoGrossoNews

Pastor Roberto Cruvinel critica filme ‘Aquele Natal’ da Netflix: ‘Debocha de Jesus Cristo’

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O pastor Roberto Cruvinel comentou a polêmica em torno do filme Aquele Natal, da Netflix, e afirmou que os cristãos precisam reagir diante da postura debochada da empresa.

O filme Aquele Natal, uma animação voltada para crianças, provocou forte insatisfação entre a audiência cristã devido ao conteúdo considerado ofensivo à narrativa do nascimento de Jesus.

A obra foi escrita e dirigida pelo cineasta Richard Curtis, conhecido pelo clássico natalino Simplesmente Amor (2003). Apesar de apresentar uma sinopse genérica sobre uma aventura de Natal no Reino Unido, o filme traz diálogos e cenas que satirizam tradições cristãs.

A trama gira em torno de um grupo de crianças em uma peça escolar sobre o nascimento de Jesus, que é tratada como antiquada e, por isso, elementos progressistas são inseridos no roteiro. Entre as referências, Jesus é descrito como “um cara legal” com barba e cabelos longos, comparado a um “hipster”.

Carregado de representações alternativas da narrativa bíblica, o filme mostra os pastores, que tradicionalmente testemunham o anúncio do nascimento de Jesus, sendo retratados como agricultores dedicados ao cultivo de vegetais, enquanto os três sábios são substituídos por mulheres.

‘Zombam da fé cristã’

O pastor Roberto Cruvinel, que também é locutor na rádio Musical FM de São Paulo, comentou em seu canal no YouTube que o caso demonstra o desprezo da Netflix com o público cristão:

“A perseguição contra o cristianismo continua. Olha que coisa terrível! No filme, tentam desconstruir a imagem de Jesus, representando-o como um ‘hippie vegetariano’. Além disso, alteram o papel dos magos, dos pastores e até do evento do nascimento de Cristo”.

O longa-metragem mostra a personagem que interpreta Maria, grávida, cantando Papa Don’t Preach, uma música de Madonna lançada em 1986 que discute a decisão entre levar adiante ou realizar um aborto. A escolha dessa canção, em um contexto relacionado à história do nascimento de Cristo, foi avaliado pelo pastor como uma ofensa:

“Observem, irmãos, que a Netflix tem apresentado diversas produções, como filmes e séries, que tentam destruir a imagem de Jesus e zombar da fé cristã. Não podemos esquecer das sátiras feitas pelo Porta dos Fundos, que frequentemente ridicularizam o Natal, Cristo e tudo o que é sagrado para o cristianismo”, pontuou.

Cruvinel entende que é momento dos cristãos marcarem posição: “E você que é cristão, o que pensa sobre isso? Você continuaria colaborando, financiando ou sendo cliente de uma empresa que desrespeita a sua fé e debocha de Jesus Cristo?”, questionou.

“A Bíblia nos alerta em Provérbios 27:20: ‘O inferno e a perdição nunca se fartam; assim os olhos do homem nunca se satisfazem’. O cristianismo tem sido perseguido em diversos setores em todo o mundo, e nós não podemos fechar os nossos olhos para isso. ‘Desperta, tu que dormes, e Cristo te esclarecerá’ (Efésios 5:14)”, concluiu.

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FONTE : Gospel Mais

Fábrica de transformadores pega fogo no Distrito Industrial de Cuiabá

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APARECIDO CARMO

DO REPÓRTERMT

Uma fábrica de transportadores elétricos foi atingida por um incêndio de grandes proporções na manhã desta terça-feira (17), no Distrito Industrial, em Cuiabá. A ocorrência foi atendida pelo Corpo de Bombeiros e não teve feridos.

De acordo com os brigadistas que atenderam o caso, o incêndio teve início na telha termoacústica da fábrica, que teria sido atingida por faíscas de solda.

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Um vídeo publicado pela página Tá Querida, no Instagram, mostra o momento do incêndio.

A brigada de incêndio da empresa realizou o primeiro combate com extintores e hidrantes que são disponibilizados no local.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e atuou na finalização do combate e no rescaldo das chamas, assegurando a segurança da área e evitando maiores danos à estrutura.

Não foram registradas vítimas, conforme os bombeiros.

A força de segurança ressaltou a importância de as empresas investirem em equipamentos de prevenção e combate às chamas com equipes de brigadistas treinados para situações de emergência.

Veja o vídeo:

FONTE : ReporterMT

Famílias de vítimas da ditadura pedem apoio da ONU após decisão de Dino

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Seu argumento é de que a ocultação de cadáver se trata de um crime continuado, cujos efeitos não cessam até a localização do corpo. Portanto, a lei de Anistia não poderia proteger os autores desses crimes.

No despacho, o ministro ainda cita o filme “Ainda Estou Aqui” – derivado do livro de Marcelo Rubens Paiva e estrelado por Fernanda Torres (Eunice). Segundo ele, a obra tem “comovido milhões de brasileiros e estrangeiros”. “A história do desaparecimento de Rubens Paiva, cujo corpo jamais foi encontrado e sepultado, sublinha a dor imprescritível de milhares de pais, mães, irmãos, filhos, sobrinhos, netos, que nunca tiveram atendidos os seus direitos quanto aos familiares desaparecidos. Nunca puderam velá-los e sepultá-los, apesar de buscas obstinadas como a de Zuzu Angel à procura do seu filho”, disse.

Agora, a decisão de Dino será alvo de um debate entre os demais ministros do Supremo, abrindo uma brecha sem precedentes no caso da responsabilização para os crimes cometidos na ditadura militar (1964-1985).

Para a a Coalizão, a decisão segue “os parâmetros internacionais direitos humanos” e espera, agora, que o STF se alinhe definitivamente à normativa internacional neste tema. Nos últimos anos, diferentes mecanismos da ONU pediram o fim da lei de Anistia no Brasil.

No documento, obtido com exclusividade pelo UOL, o grupo destaca que, “agora, quando se forma um relativo consenso social em torno da necessidade de responsabilização dos que atentaram contra a democracia, a questão sobre os crimes do passado se torna inevitável”.

“Se é inaceitável uma anistia hoje, a anistia de ontem deve ser igualmente inaceitável”, afirma.

noticia por : UOL

Francesa estuprada e dopada pelo pai na infância fala sobre abusos após caso Pélicot: 'Achava que eu merecia'

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Anne, de 63 anos, não teve coragem de denunciar o pai por décadas, mas agora espera que prazo de 20 anos para denúncias de estupro seja abolido na França para poder abrir uma ação judicial contra ele: ‘Espero que esteja com medo’. Francesa estuprada e dopada pelo pai na infância fala sobre abusos após caso Pélicot
Com a repercussão do caso Pélicot e a coragem da vítima, Giséle, de fazer um julgamento aberto expondo os abusos que sofreu nas mãos do marido e outros 50 homens, muitas vítimas da chamada submissão química acabaram vindo a público na França.
Anne, de 63 anos, é uma delas e contou ao canal de notícias da emissora alemã Deutsche Welle sobre os abusos que sofreu na infância. Quando criança, ela foi dopada e estuprada por seu próprio pai e outros homens durante anos.
“Você se sente constantemente em perigo, como se estivesse enlouquecendo. Para uma criança, sua família é seu mundo. Sempre achei que fosse minha culpa. Achava que eu merecia. Diversas vezes tentei tirar minha própria vida”, lamenta.
Motivada pela força de Giséle Pélicot, Anne, que não teve coragem de denunciar o pai por décadas, agora espera que o prazo de 20 anos para denúncias de estupro seja abolido na França para poder abrir uma ação judicial contra ele.
O caso Pélicot levou o governo francês a criar uma comissão parlamentar sobre submissão química, a fim de propor emendas à lei e reavaliar leis sobre o tema.
“Espero que meu pai esteja com medo. Quero que ele veja que os tempos estão mudando”, afirma.
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Gisèle Pelicot compareceu a quase todas as audiências do julgamento iniciado em setembro
Reuter
Nesta segunda-feira, durante o último dia de julgamento, Dominique Pelicot, ex-marido de Giséle e principal réu do processo, fez suas últimas declarações antes da sentença, prevista para quinta-feira (19).
Acusado de drogar a ex-esposa por uma década para estuprá-la com estranhos recrutados na internet, ele disse que gostaria de “saudar a coragem” dela e também pediu à família que aceitasse um pedido de perdão por tê-la feito sofrer.
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‘Que a vergonha mude de lado’
Francesa dopada pelo marido para ser estuprada por outros homens é aplaudida
Desde o início, em 2 de setembro, o julgamento tem chamado a atenção em todo o mundo principalmente devido à recusa de Gisèle Pelicot em realizá-lo a portas fechadas e ao seu apoio à divulgação das imagens dos estupros, sintetizado na frase “que a vergonha mude de lado”.
O agora ex-marido dela, contra quem a acusação pediu a pena máxima de 20 anos de prisão, é acusado de drogar Gisèle para que ela dormisse e, em seguida, permitir que fosse estuprada por estranhos entre 2011 e 2020.
Ele nunca negou as acusações. Nesta segunda-feira, afirmou novamente que contou toda a verdade.
“Todos aqui, apesar da presunção de inocência, são culpados, assim como eu”, disse Dominique Pelicot nesta segunda-feira.
Mais 50 acusados
Dominique Pélicot compareceu ao tribunal nesta quarta, visivelmente fraco
Benoit PEYRUCQ / AFP
A maioria dos outros 50 réus também é acusada de estupro agravado. A promotoria pediu entre 10 e 18 anos de prisão para 49 investigados.
Dominique Pelicot pediu desculpas novamente à parceira de Jean-Pierre Maréchal, o único acusado que não agrediu Gisèle Pelicot. Maréchal é alvo de um inquérito por abusar da própria esposa, que também foi estuprada várias vezes por Dominique.
Em seguida falou Maréchal, que reconheceu os atos dos quais foi acusado. “Julgue-me pelo que fiz e pelo que sou”, pediu.
Depois foi a vez dos demais. A maioria não quis testemunhar, embora alguns tenham se mostrado gratos pelo julgamento e pelo trabalho de seus advogados. Outros ainda reiteraram suas desculpas à vítima.
Houve também aqueles que insistiram em negar os fatos, apesar dos milhares de fotos e vídeos tirados por Dominique Pelicot enquanto os crimes eram cometidos. Essas provas fundamentais no julgamento. “Eu não sou um estuprador”, disse um deles.
Depois que todos os 51 réus tiveram a oportunidade de se dirigir à sala de audiências, o presidente do tribunal em Avignon, no sudeste da França, concluiu a curta sessão para o início da deliberação.
O veredito é esperado para esta quinta-feira, após três meses e meio de audiências.
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Fonte: G1

Os demônios estão entre nós

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O manifesto afirmava que os Estados Unidos gastam mais do que qualquer outro país em assistência médica e, ainda assim, “estamos em aproximadamente 42º lugar na expectativa de vida”, e que isso se deve aos planos de saúde que “continuam a abusar do nosso país para obter imenso lucro porque o público americano permitiu que eles escapassem impunes. Obviamente, o problema é mais complexo, mas não tenho espaço e, francamente, não pretendo ser a pessoa mais qualificada para expor o argumento completo”.

Geralmente é inútil discutir com criminosos insanos — e o atirador neste caso parece ter sofrido um colapso mental há alguns meses devido ao abuso de drogas e a uma forte dor crônica nas costas — mas o problema é que a visão do atirador se tornou chocantemente comum. Muitos americanos acreditam que o sistema de saúde americano é excepcionalmente deficiente; muito mais perturbador, um certo grupo de americanos de elite agora aplaude o assassinato porque está chateado com o sistema de saúde.

A primeira alegação — de que o sistema de saúde americano é excepcionalmente terrível — é simplesmente desmentida pelos fatos.

O sistema de saúde, como qualquer outro serviço ou bem, não é gratuito; ele obedece às leis simples da economia, que sugerem que a escassez é uma condição básica da vida. O sistema de saúde não é ilimitado, nem pode ser tornado ilimitado sem níveis extraordinários de gastos. Os Estados Unidos, como se vê, seguem o mesmo padrão de quase todos os outros países desenvolvidos: quanto mais ganhamos, mais gastamos em saúde. Isso é tão verdadeiro para o Reino Unido ou a Noruega quanto para os Estados Unidos.

Além disso, os gastos com saúde estão sujeitos à lei dos retornos decrescentes: dinheiro adicional gasto não equivale necessariamente a expectativa de vida adicional. Isso também é verdadeiro em todos os países.

Finalmente, a população dos Estados Unidos tem uma proporção excepcionalmente alta de cidadãos acima do peso, usuários de drogas e vítimas de acidentes de carro. Isso afeta negativamente as estatísticas gerais de expectativa de vida.

Isso não significa que o sistema de saúde americano seja ideal. Longe disso. O plano saúde baseado no empregador é um resquício de controles salariais de décadas atrás; as seguradoras de saúde não são realmente seguradoras — elas não estão no negócio de avaliar possíveis riscos e então fazer seguro contra eles; as regulamentações são abstrusas e absurdas, e os esquemas de subsídios do governo envolvem baixas taxas de reembolso e cobertura de má qualidade. Os problemas são inúmeros.

É por isso que é tão absurdo colocar os problemas com a saúde americana na porta dos “CEOs movidos pelo lucro”. Acontece que remover as margens de lucro dos negócios não torna os produtos, bens ou serviços mais eficientes ou melhores. Na verdade, essa ideologia precisa prejudicou uma variedade de países ao longo do último século.

O pior é que a ideologia frequentemente desculpa o assassinato. Porque, afinal, se os CEOs de seguros de saúde são tão cruéis que assassinam pacientes propositalmente para ganhar dinheiro, por que não deveriam ser baleados? Essa é a lógica do comediante Bill Burr, que diz: “Adoro que os CEOs estejam com medo agora. Vocês deveriam estar! Em geral, vocês são todos um bando de egoístas e gananciosos.” Ou da senadora Elizabeth Warren, que diz: “A violência nunca é a resposta, mas as pessoas só podem ser pressionadas até certo ponto.”

Essa é a lógica do diabo. Se o assassinato de indivíduos é justificado pela insatisfação com o sistema, não vivemos mais em uma república. Vivemos em um mundo anárquico, hobbesiano, de violência de todos contra todos.

Acontece que a vida é cheia de queixas e dificuldades. Se a resposta a tais queixas e dificuldades é assassinar CEOs, qual é precisamente o princípio limitador? Por que não atirar em CEOs de bancos por suas tomadas de decisão? Por que não assassinar executivos de empresas petrolíferas ou CEOs de fundos de investimentos?

A resposta para uma política falha é uma política melhor. Mas se você deseja ver o sistema americano demolido por dentro, é melhor defender a sede de sangue e o assassinato. E, infelizmente, há uma quantidade enorme de pessoas que parecem dispostos a demolir o próprio sistema em vez de tentar discutir soluções racionais para problemas complexos.

noticia por : Gazeta do Povo

Soraya acusa ‘movimento orquestrado’ contra CPI das Bets e vai acionar PF

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A relatora da CPI das Bets, senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), rechaçou nesta terça-feira (17) matérias jornalísticas que tratam de tentativa de extorsão contra possíveis depoentes. Soraya classificou as alegações como “fofocas” e “claro movimento orquestrado para desviar o foco” da comissão, além de “descredibilizar” o trabalho da relatoria. As declarações da senadora foram feitas no início da reunião da CPI desta terça.

Na semana passada, a revista Veja reportou que o lobista Silvio de Assis teria pedido R$ 40 milhões a um empresário para evitar a sua convocação pela CPI. Silvio também negou as acusações e alegou estar acompanhando a comissão para produzir um documentário sobre o setor de apostas. Ele já foi preso pela Polícia Federal em 2018 por corrupção e também esteve no radar da CPI da Pandemia, em 2021.

— Diante da graves denúncias, procurei o diretor-geral da Polícia Federal me colocando inteiramente à disposição, autorizando inclusive a quebra dos meus sigilos fiscais, bancários e telemáticos. Pedi também a realização de uma acareação entre os citados. Peço que os parlamentares citados façam o mesmo. Afinal, quem não deve, não teme, e nem treme. Essas fofocas são, sem dúvida, um claro movimento orquestrado para desviar o foco e enfraquecer o trabalho desta CPI — afirmou a senadora.

Ela ainda acrescentou que vai buscar identificar os acusadores para que eles respondam por tentativa de obstrução da investigação da CPI, denunciação caluniosa e crimes contra a honra. Soraya reforçou que seguirá na “missão” de investigar irregularidades nas apostas online, principalmente em relação ao impacto financeiro nas famílias e possíveis vínculos com organizações criminosas e prática de sonegação fiscal.

— A Constituição nos assegura a imunidade parlamentar, que é essencial para que possamos exercer nossos mandatos com liberdade, protegidos de perseguições e calúnias infundadas. Quando sou atacada de forma injusta e covarde, quando tentam me vincular a insinuações sem provas, faço uso desse direito para assegurar que a verdade prevaleça e que a minha honra seja preservada — disse ela.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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FONTE : MatoGrossoNews

Ataque a tiros em escola cristã nos EUA deixa três mortos e seis feridos

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Uma arma de fogo foi encontrada no local. Entre os mortos estão um professor e um aluno adolescente, enquanto duas das vítimas hospitalizadas estão em estado crítico, com risco de morte.

FONTE : Gospel Mais

PF e Anatel desativam rádio clandestina em MT; vídeo

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DO REPÓRTERMT

A Polícia Federal e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deflagraram, nesta terça-feira (17), em Porto dos Gaúchos (a 610 km de Cuiabá), a Operação Pirate com o objetivo de combater o funcionamento de atividade clandestina de telecomunicações, serviço de radiodifusão sonora em frequência modulada (FM) praticada por uma entidade não outorgada.

Na ação, a PF cumpriu um mandado de busca e apreensão, ao passo que a Anatel foi responsável pela fiscalização administrativa e pela desativação da antena transmissora que emitia o sinal irregular.

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As ordens partiram do Juízo de Garantias da Vara Federal Cível e Criminal de Juína.

Além de violar a legislação vigente, rádios clandestinas representam risco à segurança pública, uma vez que têm alto potencial de interferir em serviços essenciais de comunicação, incluindo o tráfego aéreo, podendo comprometer operações aeronáuticas e outras transmissões vitais.

 Veja o vídeo:

FONTE : ReporterMT

Quem é o delegado preso e o que se sabe sobre ação contra policiais suspeitos de elo com o PCC

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Uma operação realizada nesta terça-feira, 17, pela Polícia Federal e o Ministério Público de São Paulo prendeu ao menos três policiais civis e um delegado por suspeita de envolvimento com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

Veja abaixo o que se sabe sobre a ação.

A ação é resultado do cruzamento de diversas investigações sobre o PCC e consequência da delação do empresário Antônio Vinícius Lopes Gritzbach, delator assassinado no Aeroporto de Guarulhos.

Segundo o Ministério Público e a Polícia Federal, o objetivo é desarticular a organização criminosa voltada à lavagem de dinheiro e crimes contra a administração pública (corrupção passiva e ativa). Os policiais são suspeitos de envolvimento com o PCC e foram citados pelo delator.

Quem foi preso?

Um delegado e três policiais civis foram presos. Ao todo, foram cumpridos oito mandados de prisão e 13 de busca e apreensão nas cidades de São Paulo, Bragança Paulista, Igaratá e Ubatuba.

O Estadão apurou que entre os presos está o delegado Fábio Baena, além dos investigadores Eduardo Lopes Monteiro, Marcelo Ruggieri e Marcelo Bombom. O policial Rogério de Almeida Felício, também alvo, está foragido. Além deles, a operação ainda prendeu quatro pessoas apontadas como os principais responsáveis pela lavagem de dinheiro da facção.

Quem é o delegado Fábio Baena?

Fábio Baena e o investigador Eduardo Lopes Monteiro atuaram no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil. Eles foram responsáveis por investigar Antônio Vinícius Lopes Gritzbach, delator do PCC executado no Aeroporto de Guarulhos. Ambos são citados na delação dele ao MP-SP.

Qual a relação dos suspeitos com o delator do PCC morto?

Áudio revelado pelo Estadão pouco após a execução traz a conversa entre o delator e dois homens identificados como agentes do DHPP, que seriam justamente Baena e Lopes Monteiro. A gravação teria sido feita por Gritzbach enquanto ele era investigado pelo assassinato do traficante Anselmo Becheli Santa Fausta, o Cara Preta, e seu segurança Antonio Corona Neto, o Sem Sangue.

No meio do áudio, uma pessoa identificada como Baena promete ajudar o delator do PCC: “Na audiência, eu já falei, se precisar de mim, a gente vai conversar com o advogado. Eu te ajudo lá, fica tranquilo.” Para a defesa do acusado, o áudio era um indício de que os policiais sabiam que estavam acusando Gritzbach injustamente, a fim de proteger os verdadeiros culpados pela execução.

À época em que a reportagem foi publicada, os advogados do delegado Fábio Baena e do investigador Eduardo Monteiro alegaram que as declarações do delator “foram objeto de ampla investigação conduzida pela Corregedoria da Polícia Civil e, arquivada, à pedido do próprio Ministério Público, o que veio a ser ratificado e confirmado em recurso apreciado pela Procuradoria Geral de Justiça.”

Os suspeitos devem responder por quais crimes?

Os investigados, de acordo com suas condutas, podem responder pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva e ocultação de capitais, cujas penas somadas podem alcançar 30 anos de reclusão.

O que dizem as defesas dos envolvidos?

À frente da defesa de Baena e Lopes Monteiro, o escritório Bialski Advogados Associados afirmou, em nota, que a prisão dos dois se constitui em “arbitrariedade flagrante”. “Ambos compareceram espontaneamente para serem ouvidos e jamais causaram qualquer embaraço às repetidas investigações”, disse. A reportagem tenta contato com a defesa dos outros citados.

O que foi apreendido?

Nos endereços dos alvos, a PF apreendeu diversos armamentos, malas de dinheiro e joias.

noticia por : UOL