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Israel intercepta míssil do Iêmen na madrugada de Natal; 9 pessoas ficam feridas

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O exército israelense interceptou um míssil na madrugada desta quarta-feira (25), informou a agência de notícias Reuters. O projétil, cruzou o território de Israel, partiu do Iêmen, de acordo com informações do exército publicadas pela agência.

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Fonte: G1

Secretaria convoca famílias cadastradas para montagem dos dossiês

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A Secretaria de Habitação e Urbanismo está chamando todas pessoas que estão cadastradas no banco de moradias do município para que compareçam na sede da Secretaria e levem toda a documentação pessoal para que sejam montados os chamados dossiês, e em seguida enviar para o banco financiador fazer a avaliação e e indicar quem serão os beneficiários.

Os servidores da Habitação estão atendendo nesta terça-feira (24) até às 18h e voltam a receber os cadastrados nos dias 26 e 27, quinta e sexta-feira, das 8h às 18h, conforme informou a secretária de Habitação e Urbanismo, Huani Rodrigues. O comparecimento se faz necessário para fazer a comprovação dos documentos e anexar algum que esteja faltando para avaliação do banco.

O prefeito José Carlos do Pátio ressaltou que o momento é muito importante e conclamou que as famílias compareçam para fazer a montagem dos dossiês e com isso estar mais próximas de realizar o sonho de casa própria. “Estamos sorteando nos próximos dias os apartamentos da segunda etapa do Celina Bezerra, viabilizando mais moradias no residencial Padre Miguel e no novo loteamento na região do aeroporto antigo, por isso é imprescindível que as pessoas compareçam para organizar a documentação”, destacou.

A Secretaria Municipal de Habitação e Urbanismo está localizada na rua Otávio Pitaluga, esquina com a travessa Antônio Rodrigues dos Santos no Centro, próximo a Comunidade Evangélica Famílias em Cristo.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

FONTE : MatoGrossoNews

Lula recebeu conselho de equipe para evitar economia em falas de Natal e fim de ano

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A ausência do tema da economia no pronunciamento de Natal de Lula não foi gratuita. O presidente foi aconselhado fortemente a evitar o assunto até o fim do ano —especialmente, como gosta de fazer, de relembrar os benefícios propostos à população mais pobre e aos trabalhadores que implicam em mais gastos públicos.

COISAS BOAS

As datas de fim de ano propiciam ao presidente diversas oportunidades de manifestação, e o natural impulso de propagar notícias boas e populares.

COISAS BOAS 2

Lula desejava reforçar, nas manifestações de fim de ano, o aumento real do salário mínimo, o pleno emprego e a proposta do governo de ampliar a isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5.000. Recebeu a recomendação de desviar dos assuntos.

FOGUETE

Neste mês, o dólar chegou a bater nos R$ 6,30 depois que o governo anunciou seu projeto ajuste fiscal ao mesmo tempo em que levou a público a ideia de aumentar a faixa de isenção do IR. Somadas a fatores externos, as propostas causaram turbulência ainda não superada.

FOGUETE 2

O pacote do governo e a reforma tributária foram aprovados pelo Congresso, mas nem assim dólar arrefeceu. A equipe econômica acena com a possibilidade de mais cortes de gastos. Não seria a hora, portanto, de Lula relembrar as benesses concedidas, que poderiam ser exploradas como um suposto descompromisso com a austeridade.

com KARINA MATIAS, LAURA INTRIERI e MANOELLA SMITH


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noticia por : UOL

Pai é condenado por estuprar filha adolescente

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DO REPÓRTERMT

A Justiça de Tangará da Serra condenou V.A.M. a 70 anos, 08 meses e 17 dias de reclusão, em regime fechado, por estupro de vulnerável, cometido contra sua própria filha. Os abusos sexuais, ocorridos entre 2019 e 2022, começaram quando a vítima tinha 12 anos, após a morte da mãe. 

Em juízo, a adolescente disse que os abusos tiveram início quando ela começou a “virar mocinha”. “(Ele) dizia que eu parecia com a minha mãe, morávamos sozinhos em Lucas do Rio Verde (…) era recorrente, começou passando a mão no corpo, dormiam na mesma cama, percebeu que ele dormia muito abraçado, ele falava que era normal de pai para filha”. 

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No seu depoimento a vítima conta que o pai tentava manipulá-la emocionalmente, dizendo que eram família e que a adolescente não tinha mais ninguém por ela, que ficaria sozinha no mundo, caso saísse de casa. Ele “falava muito sobre Deus e família, sempre me levava para a igreja e dizia que era normal”, relata. 

Na denúncia, feita pela Promotor de Justiça José Jonas Sguarezi Junior, o MP alega que o pai, “com consciência e vontade, praticou, por várias vezes, em continuidade delitiva, atos libidinosos e/ou conjunção carnal com a vítima, a qual não podia oferecer resistência. (…) Por várias vezes o denunciado obrigou a vítima a ingerir remédios de tarja preta, a fim de que a mesma adormecesse e ele praticasse atos libidinosos diversos da conjunção carnal, de modo que a adolescente, durante os atos libidinosos, não possuía condições de oferecer qualquer resistência”. 

A vítima contou ainda em juízo que faltava muito na escola e que sempre estava com hematomas e faltando parte do cabelo, que ele arrancava durante as brigas recorrentes com a filha. A ex-madrasta da adolescente tomou conhecimento dos abusos, por meio de prints trocados em rede social com sua filha, e resolveu buscar a enteada, levando-a na assistência social onde a vítima relatou os abusos sofridos durante os anos de convivência apenas com o pai. 

“Embora a defesa tenha colocado em dúvida a palavra da vítima e alegado falta de provas, fato é que em situações de violência sexual como a do presente caso, não é comum a presença de testemunhas, justamente porque o referido crime ocorre de forma clandestina, às obscuras. Assim, não há como exigir a apresentação testemunhal robusta, sob pena de restar impune o agressor, sendo nesses casos, de extremo relevo, a palavra da vítima para a comprovação dos fatos”, pontuou a magistrada em sua decisão. 

O réu encontrasse preso.

FONTE : ReporterMT

O Natal e a celebração da presença

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O Natal é um feriado noturno, e não só porque as decorações natalinas brilham intensamente no escuro, ou porque os jantares são as formas de comemorações mais comuns, ou porque os dias são os mais curtos do ano [N.T. o autor do texto se refere ao hemisfério norte]. É uma festa noturna porque a noite muda seu valor simbólico e deixa de ser palco de terrores noturnos para ser momento de esperança e renovação. No Natal as noites deixam de ser o fim e passam a ser o começo.

Em Roma, durante a mesma data, celebrava-se a festa do Sol Invicto, que ressurgiu vitorioso após o avanço das noites no solstício de inverno. Na mitologia greco-latina, a noite, Nyx (filha do Caos), era mãe dos gêmeos Hypno (o sono) e Thanatos (a morte). Certamente, nada nos assusta mais do que a noite e o frio perpétuo do túmulo, onde devemos deixar os nossos entes queridos, rodeados de um frio sem solução nem consolo. Assim, o sol nascente limita o domínio incontestável da morte e anuncia, apesar da nossa ferida mortal, o ressurgimento do ritmo e do calor da vida.

O Talmude, importante coletânea de escritos judaicos, diz que Adão entrou em pânico na primeira vez que viu o sol se pôr, pensou que tudo havia acabado e que a luz e o calor haviam sumido. Só depois daquele terror inicial, e com o passar dos dias, é que ele compreendeu que as manhãs seguiam as noites e os verões seguiam os invernos, e que a aparente vitória das trevas nada mais fazia do que anunciar a chegada da luz e da temperança.

Ao contrário de todas as aparências, a noite escura estava mais próxima do dia do que a primeira escuridão do entardecer. Em pleno inverno e certamente conectados a essa experiência, os judeus celebravam, desde a época do predomínio grego (após as conquistas de Alexandre o Grande), o chamado Festival das Luzes ou Luminárias. Nessa celebração a iluminação simbolizava, segundo algumas versões, a expulsão do inverno e, segundo outras, a vitória dos Macabeus contra os opressores, ou ambas as coisas fundidas ou sobrepostas.

Luz e calor

É difícil ter a certeza de que o nosso gosto por decorar casas e cidades com decorações que brilham à noite seja completamente alheio a esse contexto das nossas tradições parentais. No entanto, a arqueologia mais remota dos nossos luminares natalinos e noturnos deve ser procurada na domesticação humana do fogo. Desde o início, a luz e o calor do fogo representaram a vitória parcial, mas significativa, do homem sobre a escuridão da noite e o frio do inverno. A noite iluminada pelo fogo é o sinal da civilização humana no planeta. Desde então, como efeito do fogo, abriu-se ao homem um mundo interior, a salvo das feras da noite e do inverno; um interior onde os homens poderiam regressar e reunir-se em segurança, para se renovarem e saírem juntos para o mundo e seu ar livre, que já não era mais a única nem a última palavra do mundo. Certamente, os dias se sucedem como as estações do ano, assim como as vigílias diurnas seguem os sonhos noturnos.

Poder voltar é poder recomeçar, e é isso que também celebramos no Natal

No entanto, estas circularidades ao longo dos dias e das estações estabeleceram uma tranquilidade confiante que era tão real quanto limitante, uma vez que a cosmovisão judaica delineava a ideia de um mundo que tinha um começo e um fim. Portanto, nesse tempo linear, haverá uma noite sem a promessa do dia, depois um inverno sem verão e um sonho sem acordar. Não apenas o mundo, mas cada homem e ser vivo cairá sob o poder frio e sombrio da morte, do qual nenhum ciclo natural nos salvará. Portanto, aquele primeiro e noturno terror de Adão não foi completamente injustificado neste mundo e naquela época.

É por isso que, no Natal, as celebrações familiares estão permeadas pela feliz consolação de quem pode voltar junto à temperança luminosa do lar, do lugar ao fogo. Ao mesmo tempo, elas trazem a sensação de um tempo que passa para nunca mais voltar, de uma vida e de um tempo que passa sem cessar e em que a companhia dos entes queridos tem os dias contados. Mas embora possamos contá-los – no limite inventado pelo homem, onde começam e terminam os anos –, é a própria passagem do tempo que vale a pena celebrar, porque a viveremos enquanto pudermos passar juntos.

Poder voltar é poder recomeçar, e é isso também que celebramos no Natal: poder estarmos juntos novamente no início; estarmos vivos e reunidos no calor e na luz de uma noite temporariamente derrotada, zombando de uma ausência que ainda não foi vitoriosa. Daí o desperdício da vitalidade que transforma a necessidade em abundância gratuita, em celebração. Daí as canções e danças que celebram a presença mútua daqueles que podem partilhar uma casa: o mesmo lugar protegido ao fogo no centro do poder da noite, que ainda não reivindicou a sua vitória.

Vitória sobre a noite e a morte

A própria ideia de celebrar – oriundo do latim celeber, que significa cheio e cujo antônimo é desertus – supõe a presença mútua, enaltecida com a forma de reencontro que se torna naturalmente adequada para se presentear. Ou seja, é dizer a todos que ali estão que festejamos o fim da ausência e nos fazemos presentes uns para os outros. Na realidade, o desejo de presentear é o movimento mais genuíno e expressivo do espírito, cuja natureza consiste, precisamente, em saber colocar-se como conteúdo da relação: simultaneamente oferenda e ofertante. Portanto a generosidade não é uma mera virtude, pelo menos não primordialmente. Ela é muito mais do que isso, é a dinâmica interna e constitutiva do espírito cuja natureza é a comunicação, e cujo resultado é o posicionamento de si como oferenda do único que se oferece ao outro.

Através do Presépio, a noite deixa de ser cenário de terror, porque a partir de então Deus está presente no mundo para passar a vida conosco.

É essa generosidade como natureza do espírito que nos coloca no início e permite que recomecemos juntos. Na realidade, ninguém tem para onde voltar se não houver um lugar no mundo, constituído pela forma daquelas relações cuja radicalidade não tolera os usos condicionais da liberdade: quando oferecidos sob alguma condição, o amor, perdão ou a promessa não se tornam o que realmente são. A rigor, só se pode regressar ao lugar aberto por disposições e relações incondicionais, que se sobrepõem e persistem ao longo do tempo e das circunstâncias. “Só dá para voltar para casa”, disse o filósofo espanhol Rafael Alvira. E o lar é o lugar para onde você volta, porque lá você sempre pode recomeçar, afinal é esperado sem cobranças, com perdão e amor incondicional. Você pode retornar para outros lugares, mas voltar, no sentido exato, só pode ser para casa.

Não é de se surpreender que seja o nascimento noturno e invernal de uma criança que sintetize tudo isso. O nascimento em pleno solstício de inverno, quando a noite e o frio estavam no seu apogeu neste mundo, é a forma como a vida ressurge. E tudo recomeça a partir de um começo, em que a celebração da vida desta criança reafirma a existência de todos com alegria. Mas, mais ainda, no Natal – por causa do presépio – a noite deixa de ser cenário de terror e passa a ser ocasião de felicidades noturnas e de euforias inesperadas: o tempo dos presentes e das surpresas que são o oposto das ameaças.

Todos os itens acima podem ser celebrados juntos por todos os homens de boa vontade. Neste sentido, nós, cristãos, só nos distinguimos porque acreditamos que tudo isto é simplesmente verdade: que existe perdão e amor incondicional; que a noite e a morte foram verdadeiramente derrotadas; que existem razões para uma felicidade alegre; que a criança que nasce é o próprio Deus feito homem; que os Três Reis Magos existem e depois dos pesadelos os sonhos trarão fortunas inesperadas; que aconteceu o dom mais inédito e inimaginável, porque o Filho Nascido é o mesmo que deixará seu túmulo vazio, derrotando completa e para sempre o poder da noite; e que, desde então, Deus está presente no mundo para passar a vida conosco, do princípio ao fim neste mundo que também passará, embora a sua palavra não passe.

Professor de Antropologia Filosófica

Reitor da Universidade CEU Cardenal Herrera

noticia por : Gazeta do Povo

Ataque a tiros em evento do governo deixa pelo menos três mortos no Haiti

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Os jornalistas foram convidados a comparecer ao hospital para a coletiva de imprensa, que ocorreria na área central da capital, Porto Príncipe, com o novo ministro da saúde do Haiti. Eles ainda aguardavam o ministro quando os disparos começaram, por volta das 11h (horário local).

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Fonte: G1

Carolina Dieckmann aposta em looks confortável para curtir Natal: ‘Q comecem’

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Véspera de Natal é dia de correr com os preparativos da Ceia e, claro, caprichar no look para a noite. Seja para celebrar com amigos, familiares, ou com o mozão, os famosos também capricharam no visual.

Dando a largada nas selfies do lookinho, Carolina Dieckmann mostrou que a escolha para a celebração priorizou o conforto. De jeans larguinho e blusinha prata, ela avisou: ‘Que comecem os lookinhos de Natal’.

No campo de comentários, os fãs exaltaram a loira. “Que lindaaaaaa!, elogiou uma. “A virginiana não erra”, disse outra elogiando a escolha da atriz. “Ficou lindo em você os looks!!”, declarou uma terceira. Confira:

Fonte: TOP FAMOSOS

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FONTE : MatoGrossoNews

O caos global e o cansaço de Cassandra

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Às vezes é cansativo ser historiador neste século 21.

Um exemplo: quando Donald Trump faz publicações assumindo as suas ambições de controle territorial sobre o Canal do Panamá ou sobre a Groenlândia, analistas de relações internacionais e de ciência política coçam a cabeça e perguntam-se se é mesmo “para levar a sério”.

Enquanto hesitam, explicam-nos a base do seu ceticismo para com a ideia de que os autoritários do nosso tempo queiram, a exemplo dos autoritários de todos os séculos anteriores, mudar fronteiras e anexar territórios estrangeiros pela força militar ou pela pressão política: “Já não estamos no século 19!”.

Claro que não estamos no século 19. Mas no próprio século 19 a Europa viveu várias gerações de estabilidade após o Congresso de Viena de 1815, de forma que os analistas e comentadores da época também achavam que o seu tempo fosse essencialmente diferente dos anteriores.

Mesmo a primeira Guerra da Crimeia (1853-56) foi vista como um interlúdio num território longínquo (na verdade foi uma verdadeira guerra global, do Mediterrâneo ao Extremo Oriente, e embora breve, prelúdio de grandes conflitos futuros).

Logo a seguir, o século 20 também não era (como o nosso!) o século 19, e isso não impediu ninguém de avançar para duas guerras mundiais. Embora, é claro, também então houvesse analistas como os de hoje.

O que ficou mais conhecido foi Normal Angell, autor do muito influente livro “A Grande Ilusão”, que afirmava que a interdependência econômica entre nações desenvolvidas era tão grande que tornaria a guerra entre elas inconcebível. O livro foi publicado em 1909 —cinco anos antes de ser refutado pela Grande Guerra de 1914-18.

Portanto, minha gente, a resposta é sim. Claro que as ambições territoriais de Trump sobre a Groenlândia (um território autônomo sob tutela da Dinamarca) e o Canal do Panamá (parte integral das fronteiras e da soberania do Panamá) são para levar a sério. Em qualquer época histórica, quando o homem mais poderoso do país mais poderoso do mundo diz que é uma “absoluta necessidade” controlar território de outro país, é sempre para levar a sério — e não há nenhuma razão para acreditar que o nosso século seja exceção.

Da mesma forma, era para ter levado a sério quando, em julho de 2021, Vladimir Putin publicou um ensaio “sobre a unidade histórica entre os russos e os ucranianos” que, fundamentalmente, expunha as razões pelas quais o seu autor entendia que os ucranianos não existiam enquanto povo e a Ucrânia só deveria existir enquanto Estado se fosse tutelada pela Rússia. Menos de oito meses depois, Putin ordenou a invasão em larga escala da Ucrânia e, até à véspera, ainda havia gente a se perguntar se era para “levar a sério”.

Claro que era. Tal como Xi Jinping sobre Taiwan, Erdogan sobre a Siría, e até Orbán sobre a Transcarpátia. Os nossos tiranos não são diferentes dos tiranos do passado. Nós é que somos mais ingênuos do que já fomos. Parem de chamar Cassandra aos historiadores, ou eles vos responderão que o problema de Cassandra era acertar em todas as previsões —e ninguém acreditar nela.


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noticia por : UOL

Mulher bate carro em caminhonete estacionada e morre; veja vídeo

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VANESSA MORENO

DO REPÓRTER MT

Solange Clarice de Almeida, de 50 anos, morreu na manhã desta terça-feira (24), após ter um mal súbito enquanto dirigia, na avenida Babaçu, do bairro Buritis 5, em Primavera do Leste (234 km de Cuiabá).

Uma câmera de segurança registrou o momento em que a motorista perdeu o controle do carro, um Fiat Mobi, e bateu na traseira de uma caminhonete S-10, que estava estacionada. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local e constatou a morte da mulher.

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De acordo com informações da imprensa local, Solange tinha diabetes, o que pode ter contribuído para o mal súbito.

O caso será investigado pela Polícia Civil.

Veja o vídeo do acidente:

 

FONTE : ReporterMT

Deborah Secco exibe look poderoso para passar Natal com a filha: ‘Eu e ela’

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Já Maria Flor usou um conjuntinho rosa com estampa que lembram flores. Os registros de mãe e filha encantaram os seguidores.

“Feliz Natal, Dedé! Pra vocês e todas as pessoas amadas que com vocês estiverem! Luz, amor, fé e esperança! Te amo! Saudades”, comentou uma seguidora. “Arrasaram na escolha do look!”, disse outra. “Perfeitas”, acrescentou mais uma.

FONTE : MatoGrossoNews