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Casal celebra ‘o maior milagre’ feito por Deus após a cura de bebê na UTI

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Um casal tem motivos de sobra para celebrar o Natal. Isso, porque, além do nascimento de Jesus Cristo, Chris e Sofiya Vercelli comemoram a cura recebida pela filha Natalie, que logo após o nascimento precisou ser internada numa Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal.

Os pais de Natalie lembraram que notaram algo estranho quando viram o rosto da criança dando sinais de asfixia. Eles ainda não sabiam, mas a filha estava com água em seus pulmões.

“O rosto dela começou a ficar azul e os médicos disseram: ‘Meu Deus, temos que fazer alguma coisa’”, lembrou Sofiya. “Eu estava orando, mas estava sem esperança. Não podia ajudá-la. Não pude ficar com Chris e minha bebê”.

A situação de Natalie se agravou tanto que a pequena criança precisou ficar em coma induzido. Nesse momento, Chris resolveu clamar a Deus pela vida da filha, acreditando que só um milagre poderia salvá-la.

“Aqui estou eu diante de duas realidades. Você sabe, minha filha pode morrer sem ou com o tratamento. Eu preciso de um milagre’”, orou o pai. Segundo Chris, assim que terminou a oração, o médico entrou na sala e disse que Natalie havia tido uma melhora.

Três horas depois, a bebê apresentou uma nova melhora significativa e os médicos constataram que os seus pulmões estavam bons. A pequena Natalie, finalmente, já estava fora de risco.

“Louvado seja Deus por nossa preciosa garotinha”, orou a mãe. Para Sofiya, não há dúvidas sobre o que o Senhor fez por sua filha. “É o maior milagre da minha vida. Deus é real e que posso confiar Nele”.

Ao ver a mão do Senhor agindo de forma tão amorosa sobre a sua bebê, Chris aprendeu que deve sempre confiar na providência divina, algo que agora ele faz questão de testemunhar, sempre que possível, segundo a CBN News.

“Eu sei que sempre posso confiar no Senhor, não importa como as coisas pareçam. Isso definitivamente me deu uma visão diferente do poder de Deus”, concluiu o pai.

FONTE : Gospel Mais

Caminhonete capota, mulher morre e homem fica ferido

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DO REPÓRTER MT

Uma pessoa morreu e outra ficou ferida em um capotamento ocorrido na tarde desta sexta-feira (27) na BR-070, em Poconé. O sobrevivente, motorista do veículo, foi resgatado de helicóptero pelo Corpo de Bombeiros.

A equipe do 1º Pelotão Independente Bombeiro Militar (1º PIBM) foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) por volta das 12h45, após solicitação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para prestar apoio no resgate e remoção das vítimas.

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Conforme informações iniciais, o acidente aconteceu quando o condutor de uma caminhonete perdeu o controle da direção a cerca de 7 km do posto da Polícia Rodoviária Federal, sentido Várzea Grande. O veículo capotou e foi parar em um barranco às margens da rodovia, em uma área de difícil acesso, devido à vegetação densa.

Os bombeiros se deslocaram imediatamente ao local e encontraram o veículo completamente amassado. Foi identificado que o condutor, um homem de 42 anos, havia sido arremessado para o banco traseiro do automóvel devido ao impacto do capotamento.

A vítima foi resgatada do veículo pelos militares e avaliada pela equipe do Samu. Em seguida, ela foi transportada para uma unidade de saúde com o apoio do helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).

Uma segunda vítima, do sexo feminino, não resistiu aos ferimentos e teve a morte confirmada no local pela equipe do Samu. A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e o Instituto Médico Legal (IML) foram acionados para as providências legais.

FONTE : ReporterMT

Nova York não precisa cheirar a maconha

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Entre todos os problemas gerados pela legalização da maconha, poucos se mostraram mais pungentes do que o cheiro. De Los Angeles a Washington D.C., os moradores reclamam regularmente do cheiro forte da erva. Talvez por isso, uma pesquisa recente do Manhattan Institute descobriu que uma maioria considerável é a favor de leis que proíbam fumar em parques públicos, no transporte público, em restaurantes e perto de escolas.

Poucas cidades sofrem mais com o cheiro de maconha do que Nova York. Está nas ruas, nos parques e até mesmo, alguns moradores reclamam, em apartamentos particulares. O prefeito Eric Adams notou o fedor penetrante. As reclamações sobre a qualidade do ar na linha de atendimento ao público da cidade aumentaram, passando de quase 4.000 em 2020 para quase 9.000 em 2022 e mais de 7.000 no ano passado.

Mas a cidade não é impotente para lidar com o fedor. Na verdade, embora a maconha seja legal em Nova York, fumar em público não é, graças às leis de ar livre da cidade. Um pouco de fiscalização dessas regras pode ajudar muito a limpar o problema do odor de maconha da Grande Maçã [apelido da cidade].

Os nova-iorquinos veteranos se lembrarão de que a repressão da cidade ao fumo em público é significativamente anterior à legalização da maconha. O prefeito Michael Bloomberg assinou o Smoke Free Air Act [Lei do Ar Livre de Fumaça] em 2003, como parte de sua campanha contra o tabaco. Quando ele deixou o cargo, a proibição de fumar em restaurantes continuou sendo uma de suas iniciativas mais populares.

Como as leis de ar livre da cidade foram aprovadas antes que a erva fosse legal, elas não contemplam explicitamente a maconha. Mas elas definem fumar incluindo qualquer “forma de objeto ou dispositivo aceso projetado para uso humano ou consumo pela inalação de fumaça”. O Marijuana Regulation and Tax Act, a lei que legalizou a erva, na verdade expandiu o número de lugares onde fumar é proibido, e o Departamento de Saúde e Higiene Mental da cidade emitiu regras reconciliando os dois projetos de lei.

Sob essas regras, é ilegal fumar maconha em parques públicos, praças de pedestres, pátios escolares, transporte público e vários outros locais. Então, por que os pedestres no Washington Square Park conseguem sentir o cheiro de pessoas acendendo cigarros?

Usuário fuma maconha no “4/20” ou Dia da Erva no Washington Square Park, em Nova York, EUA, 20 de abril de 2023. O feriado anual é conhecido na cultura da cannabis pela celebração e consumo de maconha. Desde a legalização da maconha recreativa no estado de Nova York, mais e mais pessoas visitam o parque no feriado, onde é comum comprar produtos de maconha em qualquer dia do ano. Foto: EFE/EPA/SARAH YENESEL (Foto: EFE)

A resposta simples é que as regras não são aplicadas. É fácil entender o porquê: os recursos policiais são limitados, e os líderes de Nova York acabaram de argumentar que a aplicação da lei da maconha é maligna, racista e socialmente destrutiva. Como eles podem justificar punir pessoas por fumar em público, dado que a erva é supostamente uma substância tão benigna, até benéfica?

Mas todos os nova-iorquinos têm o mesmo direito de desfrutar de espaços públicos. O fedor da fumaça da maconha exclui aqueles que não desejam sentir o cheiro, sem falar nos danos potenciais do fumo passivo. O fato de o público estar tão obviamente insatisfeito com o cheiro onipresente é razão suficiente para agir.

Além disso, Nova York pode fazer algo sem precisar acionar a polícia ou jogar fumantes na prisão. As disposições do Smoke Free Air Act não são aplicadas pela polícia, mas por representantes do Departamento de Saúde e Higiene Mental, ou por qualquer um dos vários outros departamentos designados, incluindo o Departamento de Saneamento. A aplicação é feita por meio de penalidades civis: US$ 200 a US$ 400 na primeira infração, US$ 500 a US$ 1.000 na segunda infração e US$ 1.000 a US$ 2.000 em cada infração subsequente dentro de um ano.

Uma explosão de multas poderia atingir um lugar como o Washington Square Park, onde muitas pessoas se reúnem para fumar maconha abertamente. Os funcionários da cidade poderiam emitir sumariamente avisos de violação para todos os presentes. Repita essa ação por alguns dias ou semanas, e a atividade seria reduzida a um nível mais administrável, após o qual um único funcionário designado poderia ser responsável pela aplicação. Como bônus, a lei geraria um belo aumento na receita.

O fato de Nova York não ter feito algo tão óbvio, de forma deliberada e claramente comunicada, diz muito sobre a política da maconha e o desconforto da cidade em conter seus danos. Mas os nova-iorquinos estão fartos do cheiro de maconha em todo lugar. Um pequeno esforço para controlá-lo seria amplamente aplaudido.

Charles Fain Lehman é editor colaborador do City Journal e membro do Manhattan Institute.

noticia por : Gazeta do Povo

Soldados norte-coreanos feridos morrem na Ucrânia, diz Zelensky

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Estados Unidos estima que mais de mil militares da Coreia do Norte morreram nos últimos dias durante combate. Coreia do Sul: 1,5 mil soldados norte-coreanos estão indo lutar na guerra da Ucrânia
Vários soldados norte-coreanos feridos morreram nesta sexta-feira (27) na Ucrânia após terem sido capturados, segundo o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Ele acusou a Rússia de proporcionar aos militares da Coreia do Norte uma “proteção mínima”.
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“Vários soldados norte-coreanos morreram hoje. Nossos soldados conseguiram capturá-los, mas estavam gravemente feridos e não puderam ser salvos”, declarou Zelensky em seu discurso diário.
O presidente ucraniano também criticou “a loucura das ditaduras”, que enviam soldados para morrer “em combates na Europa”.
Segundo Kiev, 12 mil soldados norte-coreanos, incluindo “cerca de 500 oficiais e três generais”, estão posicionados na província russa de Kursk, onde o Exército ucraniano conduz uma ofensiva desde agosto.
Até o momento, nem a Rússia nem a Coreia do Norte confirmaram a presença desses efetivos no conflito.
“Eles têm muitas baixas. Muitas. E vemos que o Exército russo e os supervisores norte-coreanos não se importam minimamente com a sobrevivência” desses soldados, acrescentou Zelensky.
“Estão fazendo de tudo para dificultar que capturemos norte-coreanos. Os russos os enviam com uma proteção mínima”, acusou.
O porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos EUA, John Kirby, confirmou, por sua vez, a estimativa da Coreia do Sul de que cerca de 1 mil soldados de Pyongyang foram mortos ou feridos “somente na semana passada” durante os combates em Kursk.
Segundo Kirby, os comandantes militares da Rússia e da Coreia do Norte têm usado essas tropas como bucha de canhão, ordenando ataques inúteis contra as defesas ucranianas.
Na manhã desta sexta-feira, os serviços de inteligência da Coreia do Sul informaram que um soldado norte-coreano capturado em 26 de dezembro enquanto lutava ao lado das forças russas não resistiu aos ferimentos.
Sua captura foi o primeiro caso conhecido desde que Kiev e os países ocidentais afirmaram que Pyongyang havia enviado tropas.
O envolvimento de um exército estrangeiro no conflito representa uma escalada considerável na invasão iniciada pela Rússia há quase três anos e que entra em uma fase crítica com o retorno de Donald Trump à Casa Branca dentro de menos de um mês.
A Coreia do Norte supostamente enviou à Rússia milhões de projéteis de artilharia para a guerra na Ucrânia
Getty Images/BBC
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Fonte: G1

Mulher cai de ponte e fica presa pelo cadarço do marido em Santa Catarina

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Na última quarta-feira (25), uma mulher ficou suspensa apenas pelo cadarço do marido após cair de uma altura de cinco metros de uma ponte desativada sob o rio Paraty, na cidade de Araquari (SC). A ponte em que os dois estavam só é acessível por trilha, o que dificultou o acesso do resgate, que demorou cerca de duas horas para chegar ao local.

Ester Florindo, 27, e o marido estavam sentados na ponte. Segundo ela, a queda aconteceu depois que o homem se mexeu para ajeitar a perna. Ester conseguiu se segurar em um dos pilares da ponte e o marido improvisou uma corda com os cadarços do tênis, amarrando no braço dela para que a correnteza do rio não a arrastasse.

O marido de Ester demorou a encontrar sinal de telefone para solicitar o resgate. Assim que encontrou, ligou para o Corpo de Bombeiros de Santa Catarina. Os agentes, no entanto, tiveram dificuldades de achar o local do acidente, já que a ponte não tinha endereço exato.

Como a ponte só é acessível andando por uma linha férrea desativada e o serviço de helicópteros da região não estava disponível, o sargento Helton Vicente Voltolini percorreu cerca de três quilômetros à pé até o local. É ele quem é visto no vídeo resgatando Ester.

No momento do resgate, ela disse que pensava que iria morrer, mas foi tranqulizada por Voltolini: “Não, não no meu serviço”.

Tanto Ester quanto o marido estavam machucados por conta do incidente. Ela tinha ferimentos nos braços, pernas e pés. Após o resgate, foi levada ao Pronto Atendimento de Araquari para avaliação e tratamento pelo contato com a ferragem da ponte e pela ingestão da água não tratada do rio Paraty.

O marido apresentou ferimentos no peito e nos braços, além de queimadura nas costas, pelo tempo que ficou com elas expostas segurando Ester.

Ela conta que, ao contrário da primeira versão divulgada pelos bombeiros, eles não estavam tentando tirar fotos arriscadas no momento do acidente.

noticia por : UOL

Edson Celulari reencontra amigos famosos em shopping, no Rio: ‘Reuniu as famílias’

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Um encontrão daqueles para se despedir de 2024 em grande estilo! O ator Edson Celulari, de 66 anos de idade, a esposa, a atriz Karin Roepke, de 43 anos, e a filha, Chiara, 2, estiveram no shopping Village Mall, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, para um momento ‘tamanho família’ com dois amigos famosos.

O casal encontrou a atriz e apresentadora Fernanda Rodrigues, de 45 anos de idade, e o ator e ex-BBB Douglas Silva, de 36 anos. Os três, que trabalharam juntos na novela Fuzuê (2023-24), colocaram o papo em dia e mataram a saudade muitíssimo bem-acompanhados de suas respectivas famílias.

Fernanda estava com o marido, o diretor Raoni Carneiro, e os dois filhos, Luísa, de 15 anos, e Bento, de 7. Já Douglas Silva foi com a esposa, Carol Samarão, e as duas filhas do casal, Maria Flor, 11, e Morena, 3.

“E esses amores que Fuzuê me deu???”, escreveu Fernanda ao postar uma foto com Celulari e DG. “Sério! Que saudade que eu estava, mozucooooo!”, escreveu ela em clique com o ator e ex-BBB.

Fonte: TOP FAMOSOS

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FONTE : MatoGrossoNews

Dupla gay condenada a 100 anos de prisão por estuprar filhos adotivos: ‘Depravação’

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Dois homens que viviam em união LGBT e se declararam culpados de sodomia agravada contra seus dois filhos adotivos foi recentemente condenado a 100 anos de prisão sem possibilidade de liberdade condicional.

Zachary e William Zulock, a dupla gay que adotou dois meninos com a ajuda de uma extinta agência de adoção cristã, foi sentenciada por várias outras acusações, incluindo abuso sexual infantil, exploração sexual de crianças e incesto, de acordo com um comunicado à imprensa do promotor público do Circuito Judicial de Alcovy, Randy McGinley.

“Esses dois réus realmente criaram uma casa de horrores e colocaram seus desejos extremamente obscuros acima de tudo e de todos”, disse McGinley.

“A profundidade da depravação dos réus, que é a mais profunda possível, não é maior do que a determinação daqueles que lutaram por justiça e a força das vítimas neste caso. A determinação que vi dessas duas jovens vítimas nos últimos dois anos é verdadeiramente inspiradora”.

O juiz Jeffrey L. Foster sentenciou os dois homens em 19 de dezembro a um século de prisão, seguido de liberdade condicional perpétua. Em julho de 2022, o Gabinete do Xerife do Condado de Walton, na Geórgia, recebeu uma “dica cibernética” do Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas informando que pornografia infantil caseira havia sido publicada na internet a partir de um endereço IP no condado, que fica cerca de 48 quilômetros a leste de Atlanta.

Depois de descobrir e interrogar o suspeito secundário Hunter Lawless, as autoridades descobriram que Lawless havia recebido pornografia de abuso sexual infantil de um homem chamado “Zach Zulock”, de acordo com o Gabinete do Xerife do Condado de Walton.

Lawless se declarou culpado de exploração sexual de crianças e foi sentenciado a 20 anos, com os primeiros 12 anos na prisão. Ele também concordou em cooperar em qualquer processo contra os Zulocks.

Depois que a polícia fez uma busca na casa dos Zulocks, nas proximidades de Oxford, Geórgia, eles encontraram evidências de que os Zulocks estavam “se envolvendo em atos de abuso sexual e vídeos documentando esse abuso”, de acordo com o Gabinete do Xerife do Condado de Walton.

Em mensagens do Snapchat para Lawless, Zachary se gabou do abuso sexual de seu filho antes de enviar imagens dos atos, de acordo com o The New York Post: “Vou f— meu filho hoje à noite. Aguardem”, ele disse, segundo as autoridades.

O Gabinete do Promotor Público do Circuito Judicial de Alcovy alegou que a investigação da casa e dos dispositivos eletrônicos dos Zulocks forneceu evidências de que eles estavam abusando sexualmente de seus filhos adotivos menores de idade para fazer pornografia infantil.

“Uma análise completa encontrou vídeos de vários incidentes dos réus cometendo abuso sexual em diferentes partes da casa”, disse o promotor distrital. “Celulares foram analisados, os quais continham imagens gráficas e vídeos do abuso, bem como texto gráfico e mensagens de mídia social sobre o abuso sexual”.

Uma reportagem de 2023 da Townhall revelou mais detalhes sobre os Zulocks, incluindo o fato de que Zachary foi o foco de uma investigação de pedofilia em 2011 após ser acusado de se envolver em atos sexuais com um garoto de 14 anos no Condado de Walton. A investigação foi encerrada sem nenhuma acusação registrada, embora tenha sido reaberta posteriormente após a matéria.

Um membro da família disse ao Townhall em 2023 que os irmãos — que tinham 9 e 11 anos na época — foram criados por viciados em heroína em dificuldades. Um parente dos meninos disse ao canal que eles acreditam que os Zulocks usaram essa informação para atingir os meninos vulneráveis.

McGinley elogiou o trabalho de outros que ajudaram a levar os Zulocks à justiça: “Sou grato pelo trabalho duro de tantos para obter um resultado apropriado neste caso. O trabalho duro da polícia pôs fim ao abuso sofrido pelas vítimas, e esta resolução ajudará as vítimas a continuar seu processo de cura”, disse ele.

“William e Zachary Zulock passarão agora 100 anos na prisão sem liberdade condicional. Isso praticamente garante que as vítimas não terão que se preocupar, à medida que envelhecem, com a liberdade de seus agressores”, acrescentou o promotor.

Os meninos foram retirados da custódia dos Zulocks e agora “estão seguros” depois que a Divisão de Serviços à Família e à Criança do Condado de Walton os levou, de acordo com o portal The Christian Post.

FONTE : Gospel Mais

Advogado aponta erros e pede suspensão da aprovação do projeto de voto secreto na Câmara de Cuiabá

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KARINE ARRUDA

VANESSA MORENO

DO REPÓRTERMT

 Um advogado identificado como Jhonatan Anfilofev Faria entrou com uma ação judicial encaminhada à Vara Especializada da Fazenda Pública de Cuiabá pedindo a suspensão da aprovação do projeto de voto secreto para a eleição da Mesa Diretora da Câmara de Vereadores. No documento, Jhonatan aponta uma série de erros que ocorreram durante a tramitação do projeto na Casa de Leis e que deveriam ter sido considerados antes da votação ocorrida na manhã desta sexta-feira (27).

Com 15 votos favoráveis e 9 contrários, os vereadores da Capital decidiram aprovar o Projeto de Resolução nº 21623/2024, que altera a redação do artigo 22 do Regimento Interno da Câmara Municipal, e que estabelece a votação secreta para a escolha da Mesa Diretora. O projeto é de autoria da atual equipe que preside a Casa, representada pelo vereador-presidente Chico 2000 (PL).

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Leia mais – Vereadores de Cuiabá aprovam votação secreta da Mesa Diretora

Na ação, o advogado apontou que o primeiro erro que consta na tramitação deste projeto está na quantidade de vereadores que participaram da votação, sendo que 15 foram responsáveis por aprovar o projeto. Contudo, no Regimento Interno da Câmara, é estabelecido que os projetos que possam causar alteração no documento que rege à Casa de Leis só poderão ser aprovados com ao menos 17 votos favoráveis (dois terços dos vereadores), o que não aconteceu.

“Finalizada a votação nominal, o Presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, declarou que o Projeto de Resolução nº 21623/2024 havia sido aprovado com 15 (quinze) votos. Porém, o Regimento Interno da Câmara de Cuiabá, em seu artigo 177, inciso XIII, estabelece que dependerão do voto favorável de dois terços dos membros da Câmara, a aprovação e a alteração das seguintes matérias que envolvam o Regimento Interno da Câmara”, diz trecho do documento.

Além disso, o Regimento Interno também determina que as Sessões Extraordinárias da Câmara só poderão ser convocadas em caso de urgência ou de interesse público relevante, motivo que não foi apontado na justificativa do projeto de voto secreto para que ele fosse apreciado na sessão desta sexta.

“Ocorre que não houve justificativa de que o Projeto de Resolução nº 21623/2024 trata-se de projeto com interesse público relevante ou de urgência, desta forma, tal projeto não poderia ser apreciado em sessão extraordinária”, explica.

Portanto, diante dos seguintes apontamentos, o advogado requer a suspensão da aprovação do projeto que determina que a eleição da Mesa Diretora seja feita por meio do voto secreto, ou seja, com uso de cédulas de papel.

“Assim requer a concessão da tutela de urgência a fim de que sejam liminarmente suspensos os efeitos do Projeto de Resolução nº 21623/2024 e seus decorrentes atos”, determina o documento.

FONTE : ReporterMT

É possível aprender com os “erros” de Moraes & Cia.?

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Esta é a última coluna do ano. Claro que gostaria de vir aqui e falar de um ano que já recebeu a extrema-unção e de um ano que está para nascer. Em vez disso, porém, estou aqui falando desse personagem que, infelizmente, dominou o noticiário e, por consequência, minhas crônicas em 2024. Pena enésima vez. Me refiro àquele personagem do qual cansei – e cansei muito. Ele que, com um pouco de exagero, posso dizer que é o principal motivo para eu estar precisando urgentemente de férias.

Diante da prisão arbitrária, cruel e, francamente, sádica do ex-deputado Daniel Silveira, porém, comecei a pensar se havia algum lição a se tirar de mais esse erro (é, chamemos de “erro) de Alexandre de Moraes. Há. Sempre há. E a principal dessas lições é que precisamos defender o cidadão do poder imensuravelmente maior do Estado. Sempre. Por mais que desgostemos do sujeito. Por mais que ele seja doidinho e mau-caráter. E por mais que ele seja um adversário político-ideológico.

Conversa vai, conversa vem

Digo isso porque estava batendo um papo ainda há pouco com um amigo. Conversa vai, conversa vem, concordamos que havia um parcela da chamada direita que, por revolta contra a corrupção e a criminalidade, as duas maiores marcas dos governos petistas, defendiam que os Direitos Humanos fossem sempre relativizados. E olha que eu nem estou falando dos defensores da pena de morte ou dos admiradores de torturadores, hein.

Oportunismo tentador

Estou falando de quem defendia a ampliação do conceito de “bandido” para incluir desafetos e pessoas-com-a-cara-das-quais-eu-não-vou. E que agora vê esse conceito ampliado para incluir adversários políticos do atual regime. Trata-se de um oportunismo tentador ao qual nenhum tirano resiste: o de perverter o apelo popular (no caso, o desejo de que houvesse menos impunidade), usando um anseio legítimo a seu bel-prazer.

Outra tentação

Daí a importância de não ceder a outra tentação típica do nosso tempo: o uso de soluções aparentemente fáceis para problemas extremamente complexos. E de defender valores sempre por princípio, e não circunstancialmente, com base em animosidades ideológicas, em narrativas ou em, sei lá, intuições. Sabe aquela coisa de exigir que a lei seja aplicada em toda a sua severidade contra um sujeito só porque você não vai com a cara dele? Então.

Nevah evah

Outra lição que a gente pode aprender com esse nosso tempo que já foi chamado de sombrio, mas que prefiro chamar de trevoso: jamais, em hipótese alguma, nevah evah permita que uma instituição extrapole o poder a ela originariamente atribuído só porque ela parece estar fazendo a sua vontade em determinado momento histórico. Serve para o STF de hoje, a Anvisa de ontem e a Polícia Federal de anteontem. Mas serve também para instituições aparentemente inócuas e que, de repente, se transformam em monstruosidades.

Nóis vai descê pra BC

Digamos, por exemplo, que a Academia Brasileira de Letras decida censurar e prender – sim, prender! – funkeiros e sertanejos que usem incorretamente o português nas letras de suas músicas. Não é porque eu e você não gostamos de erros de português que devemos aplaudir e apoiar algo assim. E eu sei que o exemplo é estapafúrdio e exagerado. É de propósito. Porque tenho certeza de que ao ouvir “Nóis vai descê lá pra BC no finalzin’ do ano” já passou pela sua cabeça a possibilidade de uma aberração gramatical e sonora dessas ser criminalizada.

Humildade, sim

Fora isso, para quem tem olhos de ver e ouvidos de ouvir fica sempre a lição de humildade. Humildade, sim. Porque, ao explicitar o orgulho vaidoso e autoritário de que é escravo, sem querer Alexandre de Moraes ensina o quanto essa exaltação do eu-eu-eu leva à ruína moral um indivíduo que, no afã de se tornar herói para seus pares e para um ou outro trouxa com aquele eterno fio de baba pendendo da boca, acabou se transformando num vilão. Pior: um vilão incapaz de perceber que seu poder, hoje absoluto, é circunstancial. E que, quando as circunstâncias mudarem, amigo, se prepara!

Bora pra Bora Bora!

Agora vou ali terminar de arrumar as malas. Acredita que levarei quase dois dias para chegar a Bora Bora? Logo eu, que não gosto de viajar… Se Deus quiser e meus chefes continuarem querendo, volto à labuta no finalzin’ de janeiro. Com as esperanças e o ânimo renovados, cheio de ideias na cabeça e, com alguma sorte, ainda livre para transformar em crônicas pretensamente heroicas o noticiário de cada dia.

Um abraço do
Paulo.

[Esta coluna é uma reprodução da carta que chega à caixa postal dos assinantes toda sexta-feira. Se você ainda não se inscreveu, lá em cima, logo depois do primeiro parágrafo, tem um campo para isso].

noticia por : Gazeta do Povo

Venezuela investiga oficial argentino por suposta ligação com grupos terroristas de extrema direita

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Segundo informações do governo argentino, Gallo havia entrado na Venezuela oriundo da Colômbia em 8 de dezembro para visitar familiares e sua companheira, mas que foi “imediatamente preso, sem um motivo legítimo e em clara violação de seus direitos fundamentais.”

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Fonte: G1