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Atirador que matou 12 pessoas em Montenegro tira a própria vida ao ser cercado pela polícia

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A TV montenegrina Vijesti disse que uma briga à tarde precedeu o ataque. Ele estava em um bar durante o dia com outros clientes quando a briga começou, explicou o comissário de polícia Lazar Šćepanović. Após a briga, ele foi para casa, voltou ao local armado e começou a atirar por volta das 17h30. O atirador então passou por três outros locais, matando mais pessoas, incluindo duas crianças. O suspeito estava bebendo muito durante a maior parte do dia, disse Šćepanović.

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Fonte: G1

Mais da metade dos prefeitos nas capitais começa com minoria nas câmaras municipais

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noticia por : UOL

VÍDEO – Turista é atingida por fogos de artifício na virada do ano dentro de apartamento

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CLARÌSSA BATÌSTELA E SOFIA MAYER,

DO G1

Fogos de artifício atingiram um prédio e feriram uma turista que comemorava com o marido o réveillon de 2025 na janela de um apartamento em Navegantes, no Litoral Norte de Santa Catarina. Bianca Miranda sofreu queimaduras no tórax, onde perdeu a pele, segundo o marido Victor Fresca, e nas mãos.

O casal é de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. 

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“O que era para ser nosso momento se tornou nossa desgraça. Cena desesperadora. É desesperador ver a sua esposa pegando fogo dentro da tua casa”, disse em vídeo publicado nas redes sociais.

Os fogos faziam parte da programação de fim de ano do município. O evento pirotécnico ocorreu na beira do mar e, segundo a prefeitura, a montagem foi feita “por brigadistas como determina a legislação”.

Em nota divulgada à imprensa, o município lamentou o acidente e afirmou que “vai notificar a empresa responsável para que preste todos os esclarecimentos”.

Leia a matéria completa em G1.

 

FONTE : ReporterMT

Talibã proíbe janelas com vista para áreas usadas por mulheres no Afeganistão

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Ao silenciar as mulheres, o regime se isolou e não é reconhecido pela ONU. Alguns países, como Rússia, China, Paquistão e Emirados Árabes Unidos, mantêm relações com o Talibã. O Tribunal de Justiça Europeu — o mais alto da União Europeia – considera as mulheres do Afeganistão como um grupo sujeito à perseguição.

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Fonte: G1

Nomeada por Nunes costurou aliança global de reacionários e extrema direita

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No documento, o grupo diz que, se a corte “optar por consultar o direito internacional neste caso, descobrirá que não existe nenhum tratado que reconheça o chamado direito humano ao aborto, nem tal direito foi estabelecido através do direito consuetudinário”.

“Pelo contrário, a prática em todas as regiões demonstra uma prerrogativa consistente do Estado para proteger a vida não nascida. Tampouco qualquer tribunal internacional declarou a existência de um direito internacional ao aborto, mesmo em regiões com os regimes de aborto mais permissivos”, disse.

A ofensiva da qual Gandra fez parte alega que um grupo tenta “inventar um novo direito ao aborto” e “erram ao interpretar instrumentos internacionais chave, tais como a Convenção sobre a Eliminação da Discriminação contra a Mulher, o Estatuto de Roma, e a Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento”.

A visão de Gandra e os demais juristas se contrapõe ao que a ONU avalia como sendo a base do direito. Para a entidade, a decisão da corte foi “um grande golpe para os direitos humanos das mulheres e para a igualdade de gênero”.”O acesso ao aborto seguro, legal e eficaz está firmemente enraizado na lei internacional dos direitos humanos e está no centro da autonomia e capacidade das mulheres e meninas de fazer suas próprias escolhas sobre seus corpos e vidas, livre de discriminação, violência e coerção”, afirmou a ONU.

“Esta decisão tira tal autonomia de milhões de mulheres nos EUA, em particular aquelas com baixa renda e as que pertencem a minorias raciais e étnicas, em detrimento de seus direitos fundamentais”, alertou Michelle Bachelet, a então alta comissária da ONU para Direitos Humanos. “Mais de 50 países com leis anteriormente restritivas liberalizaram sua legislação sobre aborto nos últimos 25 anos. Com a decisão, os EUA lamentavelmente estão se afastando desta tendência progressiva”, completa.

Na ocasião, o Ministério da Família, Mulher e Direitos Humanos explicou que Angela é professora universitária. “Durante a sua carreira buscou a participação em pautas de interesse acadêmico. A secretária sempre destacou o seu posicionamento em defesa da vida, sendo um dos motivos para compor a equipe de gestores do atual governo”, afirmou.

noticia por : UOL

Virginia e Zé Felipe celebram Réveillon com os filhos em Fazenda de Leonardo: ‘Talismã’

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Além disso, a mãe de Virginia, Margareth Serrão, também fez questão de compartilhar detalhes da decoração de Ano-Novo da Fazenda Talismã, que pertence ao sertanejo Leonardo, pai de Zé Felipe. Localizada em Jussara, Goiás, a fazenda, avaliada em R$ 60 milhões, foi decorada com enfeites nas cores dourado e branco. Confira clique:

FONTE : MatoGrossoNews

Psicóloga: Vício em “Jogo do Tigrinho” pode levar à internação; veja vídeo

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KARINE ARRUDA

DO REPÓRTER MT

Divulgado por muitos influenciadores com a proposta de te fazer ganhar dinheiro e mudar de vida, o famoso Jogo do Tigrinho tem preocupado especialistas da área da saúde. Uma delas é a psicóloga Thereza Modesto, que contou em entrevista ao que o jogo de apostas tem causado dependência, provocando casos de internação clínica para controlar o vício.

“Existe o dependente que dá a mesma entrada na instituição por jogo. Esse tigrinho tá dando entrada para tratamento. Têm pessoas perdendo patrimônio com jogo online. Isso é dependência”, alerta.

A especialista na área de dependência química e alcoólica também relatou que quando isso acontece, é preciso que a família esteja por perto e faça parte do processo de recuperação do paciente enquanto ele passa pelo tratamento: “A família precisa entender a problemática, aquele usuário precisa entender o papel dele naquele contexto. É um tratamento que envolve tudo ao redor dele.”

Entenda:

Assista a entrevista na íntegra:

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FONTE : ReporterMT

FBI investiga atropelamento em Nova Orleans que deixou 15 mortos como 'ato de terrorismo'

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A prefeita de Nova Orleans, LaToya Cantrell, chamou o caso de um “ataque terrorista” durante coletiva de imprensa. No entanto, logo após a fala de Cantrell, a agente especial Alethea Duncan, responsável do FBI na cidade, desmentiu a prefeita e afirmou que, no momento, não se trata de um evento terrorista.

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Fonte: G1

Europa se divide na relação com Trump às vésperas de seu retorno à Casa Branca

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Com visões distantes sobre quase tudo o que toca a União Europeia, o premiê da Hungria, Viktor Orbán, e o presidente da França, Emmanuel Macron, tentaram sair na frente na busca por estabelecer canais de diálogo entre a Europa e o novo governo de Donald Trump, cuja posse está marcada para o próximo dia 20.

O europeísta Macron recebeu o americano, em dezembro, na reabertura da catedral de Notre-Dame, a primeira viagem internacional de Trump depois de eleito. Apenas dois dias depois, o nacionalista Orbán visitou o futuro presidente na Flórida. Tirando a cortesia evidente, um movimento tem pouco a ver com o outro.

Ao se apresentarem como mediadores, Orbán e Macron simbolizam como a volta de Trump à Casa Branca suscita diferentes graus de preocupação no continente. O húngaro faz parte de um grupo político que tenta corroer por dentro as instituições da UE, além de ser simpático ao presidente da Rússia, Vladimir Putin. O francês é enfático no apoio à Ucrânia e na defesa de uma Europa mais unida e soberana.

Seja pela experiência do primeiro mandato de Trump, seja pela retórica da campanha eleitoral, os temas delicados da nova fase das relações entre o continente e os EUA giram em torno principalmente da defesa comum, da Guerra da Ucrânia e de relações comerciais.

É esperado que Trump suba o tom para que os europeus contribuam mais com despesas militares, sob a ameaça de esvaziar a Otan, a aliança militar ocidental liderada pelos EUA. Também deverá pedir mais empenho em um processo de negociações que leve a um acordo entre Moscou e Kiev. Na área econômica, forçará a redução do déficit comercial, tentando cooptar a UE em uma ação anti-China.

“Trump vai falar uma linguagem antieuropeia, eurofóbica, porque é isso que agrada o seu eleitorado. Podemos esperar gestos marcantes, como quando não estendeu a mão a Angela Merkel [em 2017]”, diz Mario Del Pero, professor de história das relações transatlânticas na Universidade Sciences Po, em Paris.

Do outro lado, encontrará apoiadores e simpatizantes, como Orbán e o eslovaco Robert Fico, com poucas chances de sucesso na mediação com a UE. E a primeira-ministra Giorgia Meloni, que se apresenta como uma interlocutora mais respeitada para fazer a ponte entre Washington e Bruxelas. A italiana está à frente de um país fundador, a terceira economia do bloco, e teceu boas relações tanto com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, quanto com Trump e seu entorno, incluindo o empresário Elon Musk.

“A vitória de Trump legitima e reforça, no curto prazo, atores políticos da direita radical, que são hostis ao projeto europeu”, diz Del Pero. “Haverá uma corrida para se credenciar com Trump entre os líderes da direita europeia.”

Mais crítico ao estilo e às políticas de Trump, um segundo grupo de líderes têm peso para dialogar com o americano, a depender da astúcia diplomática. Além de Macron, o britânico Keir Starmer e o polonês Donald Tusk podem fazer esse papel, especialmente pela importância que seus países têm na área da defesa. Contraste mais evidente, o espanhol Pedro Sánchez desponta como voz natural anti-Trump no poder.

Para responder às dificuldades que o segundo mandato de Trump deverá trazer, a Europa deveria se apresentar coesa e com seus dois países mais relevantes, Alemanha e França, em boas condições de conduzir o bloco. Ambos, no entanto, enfrentam crises domésticas, com os alemães sem nem saber quem será o primeiro-ministro a partir de 23 de fevereiro, quando irão às urnas.

“Não sei como se pode ser otimista neste momento. A Europa se encontra diante de um grande desafio e se prepara para enfrentá-lo a partir de uma condição de extrema fraqueza”, diz o professor.

Na falta de uma ação coordenada, é possível que alguns países tentem construir uma relação privilegiada com os EUA, baseada em afinidades político-ideológicas. Algo que, segundo o historiador, é arriscado e de resultado incerto. A integração é tanta que é difícil um país se blindar de uma ação agressiva dos EUA que seja mirada em outro membro. “Os setores econômicos são ligados entre si, existem milhares de pequenas empresas italianas ligadas ao setor automobilístico alemão, por exemplo”, afirma Del Pero.



AFINIDADES

GIORGIA MELONI, primeira-ministra da Itália

Com Trump, a ultradireitista compartilha laços partidários, ideológicos e a amizade com Elon Musk. Defende que o futuro presidente não seja tratado como inimigo e que a UE seja pragmática. Será uma interlocutora, mas a Itália não gasta como deveria em defesa e tem muito a perder em uma eventual guerra comercial.

VIKTOR ORBÁN, primeiro-ministro da Hungria

Maior apoiador de Trump na UE e aliado de Vladimir Putin, visitou o futuro presidente em dezembro, na Flórida, a quem considera um “homem de paz” por sua intenção de liquidar a Guerra na Ucrânia. Para Trump, a democracia iliberal instalada pelo húngaro é um modelo. As tentativas de mediação de Orbán devem esbarrar, no entanto, em seu isolamento na UE.

ROBERT FICO, primeiro-ministro da Eslováquia

Outro líder sob a influência de Putin, esteve em Moscou nas vésperas do Natal, um gesto incomum para um governante da UE depois do início da Guerra da Ucrânia. Dias antes, revelou detalhes de uma ligação com Trump, com quem falou de “grandes expectativas” para os rumos do conflito e da experiência de terem sobrevivido a um atentado político.

POSSÍVEIS MEDIADORES

EMMANUEL MACRON, presidente da França

Apesar de enfraquecido internamente, deve se apresentar como mediador entre Europa e EUA. Ainda no primeiro mandato de Trump, o francês já defendia a “autonomia estratégica” da UE e mais independência em defesa e comércio. Em dezembro, às margens da reabertura da Notre-Dame, marcou um gol diplomático ao promover um encontro entre Trump e Volodimir Zelenski, presidente da Ucrânia.

DONALD TUSK, primeiro-ministro da Polônia

Relaciona-se muito bem com a cúpula da UE e está em sintonia com bálticos e nórdicos. Para Trump, o que importa mesmo é que a Polônia é o membro da Otan que mais gasta em defesa, além de grande compradora de armamento dos EUA. Entre janeiro e junho, ganhará mais holofotes enquanto Varsóvia ocupar a presidência rotativa do Conselho da UE.

KEIR STARMER, primeiro-ministro do Reino Unido

Desde antes da vitória de Trump, o trabalhista busca se aproximar, apesar de críticas no passado. Jantou com Trump, então candidato, em setembro, em Nova York, e prometeu investir pesado no “vínculo transatlântico”. Em dezembro, em outro aceno, afirmou que o Reino Unido não precisará escolher um lado entre Trump e UE.

CONTRAPOSIÇÃO

PEDRO SÁNCHEZ, primeiro-ministro da Espanha

Antípoda natural de Trump na UE. Lidera uma coalizão de centro-esquerda, coisa rara no bloco, e considera a imigração um sinônimo de “riqueza e desenvolvimento”, na contramão do discurso que foca segurança. Na relação com os EUA, seu país está menos vulnerável a temas comerciais e de defesa, o que o torna menos pressionável.

INDEFINIDO

ALEMANHA

Se no primeiro mandato de Trump a Europa tinha Angela Merkel na linha de frente, o segundo mandato começará com cenário incerto na Alemanha. A maior economia da UE tem eleições em 23 de fevereiro, o que poderá resultar em um governo mais à direita do que o atual, liderado pelo premiê Olaf Scholz.

HOLANDA

O primeiro-ministro Dick Schoof espera manter relação amigável com Trump, assim como seu antecessor, Mark Rutte, hoje secretário-geral da Otan. A ver quanto o premiê resistirá à pressão do maior aliado de governo, Geert Wilders, apoiador declarado de Trump.

BÁLTICOS E NÓRDICOS

Estão entre os membros da Otan que mais gastam com defesa, o que em teoria agrada a Trump. Ao mesmo tempo, são os que mais temem um eventual desfecho do conflito na Ucrânia que seja favorável à Rússia, a quem os bálticos estão geograficamente expostos.

IRLANDA

Após as eleições do fim de novembro, os dois partidos mais votados, Fianna Fáil e Fine Gael, negociam a formação do novo governo, que poderá ser liderado pelo ex-primeiro-ministro Micheál Martin. A ameaça de Trump de aumentar tarifas pode afetar duramente o país.

noticia por : UOL

Larissa Manoela e André Luiz Frambach celebram chegada de 2025: ‘PRONTOS!’

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Recentemente, Larissa também celebrou o Natal ao lado da família do marido. A atriz compartilhou, na última terça-feira (24), registros da comemoração, que incluiu André, seus pais e a irmã. Além disso, o casal posou com seus cachorros de estimação. “Então é Natal! Muita luz, bênçãos e prosperidade. Que o amor faça morada em nossos corações”, declarou Larissa. Confira os cliques:

FONTE : MatoGrossoNews