Home Blog Page 287

Parque Estadual Morro do Diabo: maior Mata Atlântica do interior SP

0


Criada em 1941 para a conservação da floresta, a reserva é um verdadeiro santuário ecológico. Ériqui Inazaqui, gestor do parque, fala sobre a importância do bom estado de conservação do bioma para a fauna e a flora. Como exemplo, pode-se citar o mico-leão-preto, espécie dada como extinta na década de 1970 e redescoberta no Morro do Diabo.



Source link

Demitido uma hora após assumir cargo, procurador contesta exoneração

0


Demitido menos de uma hora após tomar posse, o principal procurador federal de Seattle, nos Estados Unidos, entrou com uma ação judicial para contestar sua exoneração na última terça-feira (22). O caso inaugura um novo capítulo na disputa sobre os esforços do governo Trump para controlar quem ocupa os poderosos cargos do Departamento de Justiça.



Source link

Mundo bebe cada vez menos cerveja; cervejarias em crise se reinventam

0


No continente asiático, a produção caiu 1,2%, para 59 bilhões de litros. O aumento registrado na Índia foi mais do que compensado pelas quedas de produção na China, Vietnã, Japão, Coreia do Sul e Mianmar. Os chineses, no entanto, continuam sendo, de longe, os maiores produtores de cerveja do mundo, responsáveis por mais de um sexto da produção global.



Source link

IA da OpenAI furou testes e atacou outra empresa: ela se tornou poderosa demais para ser controlada?

0




Logotipo da OpenAI em um celular diante de uma imagem gerada pelo DALL·E, ferramenta de criação de imagens do ChatGPT.
Michael Dwyer/AP
O ciberataque perpetrado de maneira autônoma por dois agentes de inteligência artificial da OpenAI levantou dúvidas sobre como os modelos de IA mais poderosos serão controlados.
O teste da OpenAI, em um ambiente fechado, buscava avaliar as habilidades de seu modelo “mais avançado”, GPT-5.6 Sol, e seu sucessor, ainda não comercializado, uma avaliação que a startup americana costuma aplicar às suas IAs.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
Os agentes conseguiram se conectar à internet e lançaram um ataque à plataforma Hugging Face, um repositório de modelos de IA.
“Eles entendiam que a OpenAI não queria que saíssem de seu ambiente de testes e invadissem outra empresa, mas mesmo assim fizeram isso”, disse Jeffrey Ladish, diretor da Palisade Research, uma organização independente que avalia os novos modelos em termos de cibersegurança.
IA pode decidir atacar empresas? Como foi a invasão ‘sem precedentes’ por modelo da OpenAI
“Quase parecia que eles fizeram isso antes mesmo de ter um plano sobre o que fazer com o acesso à internet”, segundo Ladish.
Em março, um grupo de desenvolvedores afiliados à empresa chinesa Alibaba descobriu que um de seus modelos tentava, por conta própria, criar uma criptomoeda após se conectar, sem autorização, a um servido externo.
Em abril, Sam Bowman, responsável pela segurança na Anthropic, recebeu um e-mail do modelo Mythos, que estava sendo testado. Ele informou que estava navegando na internet apesar de, inicialmente, estar isolado.
Os modelos, advertiu Ladish, “buscam liberdade para cumprir com seus objetivos de maneira mais efetiva. E isso dá muito medo”.
“Será mais difícil supervisioná-la”
O relatório de eventos publicados pela OpenAI sugere que a startup não detectou a situação suficientemente cedo para solucioná-la em tempo real ou alertar a Hugging Face. Questionada sobre o assunto pela AFP, a empresa não respondeu.
Desde os ataques hackers, a OpenAI disse que “implementou proteções mais fortes” para suas próximas avaliações.
Para Gang Wang, professor de Ciência da Computação na Universidade de Illinois, ainda é possível impedir que um modelo se conecte à internet cortando fisicamente o acesso. O problema, disse, é que “as pessoas subestimam a IA”.
Garantir o ambiente “é algo que devemos prestar mais atenção (…) como se faz com os acidentes de laboratório” que liberam vírus ou bactérias, advertiu Andrew Lohn, do Centro de Segurança e Tecnologias Emergentes da Universidade de Georgetown.
Porém, para Dan Lahav, diretor executivo da Irregular – uma empresa de cibersegurança dedicada à IA de ponta -, realizar simulações em um ambiente completamente isolado “é um desafio de pesquisa muito difícil”.
“É possível aplicar medidas de mitigação, mas devido à forma como a tecnologia está construída, quanto mais se tenta dar liberdade e autonomia para realizar tarefas mais sofisticadas, será mais difícil supervisioná-la”, explicou Lahav sobre as salvaguardas nos testes.
O incidente da OpenAI sem dúvida impulsionará o atual debate no governo dos Estados Unidos sobre se deve inspecionar os modelos mais avançados de IA antes de seu lançamento.
O governo de Donald Trump obrigou a Anthropic a suspender dois de seus modelos e a OpenAI a submeter seus desenvolvimentos a testes antes de comercializá-los.
Na quinta-feira (23), dois congressistas americanos, um republicano e outro democrata, apresentaram um projeto de lei que obrigaria os gigantes de IA a contar com um “interruptor de desligamento” (“kill switch”) que permita desativar seus sistemas caso representem um risco grave.



Source link

Arroz, café, trigo e mais: como a crise dos fertilizantes — em ano de El Niño — pode pressionar preços

0




Com guerra, Brasil importa menos fertilizante e paga mais caro
A alta dos preços dos fertilizantes e a dificuldade de transporte podem levar agricultores a reduzirem a adubação nesta safra, afetando a produção de alimentos importantes para a cesta de consumo do brasileiro, como arroz, laranja, café e trigo, apontam especialistas entrevistados pelo g1.
O Oriente Médio é o quarto maior fornecedor do Brasil, depois da Europa, Ásia e África. A região tem um papel central no mercado de fertilizantes por causa do Estreito de Ormuz, que tem fluxo de transporte instável desde o início da guerra entre Estados Unidos e Irã.
Além de rota fundamental para o mercado de petróleo, essa é a rota por onde passa cerca de um terço do comércio marítimo de fertilizantes, segundo dados da Consultoria Agro do Itaú BBA. Ela responde por mais de 40% das exportações globais de ureia, além de uma parcela relevante da amônia, cerca de metade do enxofre.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Como consequência dos períodos em que a rota ficou fechada durante a guerra, os preços dispararam e o acesso dos produtores ficou mais difícil. A dificuldade de acesso ao petróleo também tem gerado escassez de enxofre no mundo. O insumo é usado na produção de fertilizantes fosfatados, dos quais o Brasil importa 80% do que consome.
Resultado é que, entre janeiro e maio, o país importou cerca de 45% menos do produto que no mesmo período do ano passado.
Diante desse cenário, indústrias de fertilizantes no Brasil têm reduzido a produção, caso da Mosaic, uma das maiores empresas globais do setor.
🔎 Mas por que ter menos fertilizante é ruim? As lavouras que não recebem a adubação adequada podem ter uma queda na produtividade, afetando a quantidade disponível no mercado, a qualidade dos produtos e, consequentemente, os preços, explica Felippe Serigati, pesquisador da FGV Agro.
A falta de fertilizante por si só pode não causar um impacto tão grande, mas é mais um problema que se soma ao cenário no campo e que se torna preocupante, aponta o pesquisador.
Além da adubação, o agronegócio deve enfrentar um forte El Niño neste ano.
🔎 O fenômeno é marcado pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico, o que altera os padrões do clima no mundo. Nas regiões produtoras, ele pode causar secas e chuvas fora de hora, prejudicando a plantação.
“É difícil saber qual que vai ser a contribuição de cada um desses choques para uma possível alta no preço de alimentos”, explica Serigati.
Confirmados os problemas, o impacto nos preços deve aparecer apenas no ano que vem, já que os efeitos atingirão a safra que será plantada neste semestre.
LEIA TAMBÉM
Tarifaço de Trump: veja a lista de produtos que ficaram isentos e os que serão impactados pela nova taxa
Dívidas, clima e falta de adubo
Para o analista de insumos do Rabobank Bruno Fonseca, um dos principais efeitos da alta dos fertilizantes é o aumento do custo de produção, em um momento em que os agricultores já enfrentam endividamento.
“Temos produtores que não tiveram condição de acessar o crédito, de comprar fertilizantes e vão tender a reduzir o uso do adubo”, afirma o analista.
Segundo Fonseca, o único adubo que poderia ser retirado totalmente da lavoura nesses casos seria o fósforo, já que existe um estoque do elemento no solo. Mas, neste ano, isso não deve acontecer. “Parte desse estoque no solo já vem sendo consumido nos últimos anos, não vai ser possível reduzir muito”, explica.
Para ele, todas as culturas podem ser afetadas pela escassez de fertilizantes e pela alta dos preços. E as compras do produto pelos agricultores já estão atrasadas para as safras de verão, aponta.
Já para Wharlhey Nunes, analista da Consultoria Agro do Itaú BBA, os grandes produtores não devem ser muito impactados. “Muitos deles contam com tecnologia em níveis altos e ideais de aplicação por um tempo. Então, isso cria um certo resíduo do solo, principalmente para nutrientes”, explica.
Além disso, eles ainda têm acesso ao crédito e melhor planejamento de compras, o que reduz os impactos da guerra. Por outro lado, ele concorda que agricultores menores, que dependem do mercado local para comprar insumos e não têm acesso fácil nem suficiente ao crédito devem reduzir a aplicação.
Ele também acredita que isso deve ocorrer entre produtores de culturas com menor rentabilidade, como trigo, café, laranja e arroz.
Além disso, Serigati, da FGV, pontua que o fertilizante pode não chegar a tempo para agricultores que estão mais longe dos portos que recebem esses produtos, caso de Rondônia. Segundo ele, a entrada do adubo costuma ocorrer principalmente por portos do Sul do país.
Para os especialistas, apesar da redução do uso de fertilizantes, os impactos podem ser menores se as chuvas ocorrerem nos períodos adequados para o desenvolvimento das lavouras. Mas, em ano de El Niño, isso pode não acontecer.
Veja também: ‘Não queremos ser a última geração a comer esse queijo’: ondas de calor ameaçam a produção do Parmigiano Reggiano na Itália
Crise dos fertilizantes
O Brasil é altamente dependente das importações para suprir a demanda de fertilizantes: o país compra do exterior 85% do que consome.
Até maio deste ano, foi importado 1,5% a menos do que no mesmo período de 2025, segundo dados do Itaú BBA. Só de ureia, a queda foi de 27%.
Segundo Fonseca, logo depois do início do conflito, em fevereiro, os preços dos fertilizantes começaram a subir em todo o mundo. Somente nas três primeiras semanas da guerra, o preço da ureia subiu 46%, segundo levantamento do Rabobank.
Em junho, com a rota aberta, houve alívio nos preços. A ureia voltou aos patamares anteriores ao conflito, aponta o Itaú BBA. Mas, com o novo fechamento da rota, os preços voltaram a subir.
Em meio à insegurança sobre o acesso aos fertilizantes, fornecedores importantes decidiram restringir a exportação e priorizar no mercado interno. A China, responsável por 26% de tudo o que o Brasil comprou em 2025, foi um desses casos.
A Rússia, origem de 23% das importações brasileiras, também. Além de buscar garantir o abastecimento interno, o país enfrenta uma escalada da guerra com a Ucrânia no Mar Negro, o que limita o transporte, afirma Serigati, da FGV.
De forma geral, 45% dos fertilizantes importados pelo Brasil vêm de países com alta propensão à instabilidade política ou violência motivada por fatores geopolíticos, aponta um relatório da Cogo Inteligência em Agronegócios, elaborado por Carlos Cogo.
Para Francisco Queiroz, especialista da Consultoria Agro do Itaú BBA, essa dependência deve continuar, principalmente por causa da queda de produtividade das fabricantes diante da escassez de insumos como o enxofre.
Ele afirma que há investimentos em plantas de nitrogênio no Brasil para ampliar a oferta no país, mas essa é uma solução sem efeito imediato.
Saiba também:
Por que a carne não deve ficar mais barata mesmo com a redução das exportações para a China?
Após promessas, supermercados seguem sem ampliar venda de ovos livres de gaiolas, diz estudo
EUA confirmam nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros



Source link

Os milionários que querem pagar mais impostos no Reino Unido

0


Organizada pelo grupo Patriotic Millionaires (Milionários Patriotas, em tradução literal), uma organização de milionários que promove a reestruturação do sistema tributário, a carta afirma que o aumento levaria a uma sociedade mais igualitária e defende uma “descentralização da riqueza e do poder dos mais ricos”.



Source link

Fachin repudia fala de Milei contra Moraes e reafirma autonomia do STF

0


O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, divulgou neste sábado (25) nota oficial em que classifica como “referência desrespeitosa” a declaração do presidente da Argentina, Javier Milei, sobre o ministro do STF Alexandre de Moraes.

Em discurso na convenção nacional do PL, em São Paulo, Milei se referiu a Moraes como “lixo careca” por não ter autorizado visita a Jair Bolsonaro. O ex-presidente está em prisão domiciliar após condenação por tentativa de golpe de Estado.

“Ao reafirmar a plena autonomia do Judiciário brasileiro, a Presidência do STF deplora manifestações incompatíveis com a civilidade que deve caracterizar as relações entre os Estados”, disse Fachin, em nota.

Além de participar da convenção do PL, na qual foi oficializada a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência, Javier Milei esteve neste sábado no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo de SP.

Recebido pelo governador Tarcísio de Freitas, o presidente argentino foi condecorado com a Ordem do Ipiranga, concedida pelo estado a personalidades que prestaram serviços relevantes à população.



Source link

'Taxa das blusinhas': encomendas internacionais disparam após fim da cobrança do imposto de importação

0




‘Taxa das blusinhas’: o que mudou com o fim do imposto sobre compras internacionais
O número de encomendas internacionais disparou após o fim da chamada taxa das blusinhas — que tributava com a cobrança de imposto de importação as compras com valor abaixo de US$ 50 com alíquota de 20%.
Segundo informações da Receita Federal, o total de remessas internacionais recebidas em junho deste ano, o primeiro mês completo sem a incidência da taxação, foi de 28,36 milhões.
Isso representa:
crescimento de 118% sobre junho de 2025 (13,02 milhões de encomendas).
alta de 72% sobre abril de 2026, ultimo mês sem cobrança (16,51 milhões).
elevação de 84% sobre a média dos quatro primeiros meses deste ano (15,42 milhões de remessas).
A “taxa das blusinhas” era reprovada por grande parte dos consumidores brasileiros por encarecer produtos populares de baixo valor e reduzir a atratividade de plataformas internacionais.
Críticos argumentavam também que turistas de viagens internacionais tinham vantagem ao não recolher o tributo em determinada cota de compras ao voltar ao país.
Entidades se manifestam
O Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), que reúne os varejistas brasileiros, como Americanas, Dafiti, Centauro, Casas Bahia, Lojas Renner e Magazine Luiza, entre outros, informou que sondagem feita junto ao mercado indica que os resultados do mês de junho devem mostrar retração no volume de vendas no varejo em alguns setores por conta da Copa do Mundo.
“Porém, a queda de vendas também deverá ser registrada em outros setores devido ao expressivo aumento das vendas por plataformas eletrônicas on-line estrangeiras, que estão com o benefício de zero no Imposto de Importação, o que num segundo momento deverá refletir ainda mais na redução do emprego e dos investimentos futuros”, acrescentou o IDV.
Em junho, as Frentes Parlamentares Comércio e Serviços, do Ambiente de Negócios, Pelo Brasil Competitivo e de Defesa da Propriedade Intelectual e de Combate à Pirataria, entre outras, divulgaram uma manifestação sobre o tema.
“Defender a isonomia tributária não significa defender privilégios. Significa assegurar que todos os agentes econômicos estejam sujeitos às mesmas regras e contribuam de forma equivalente para o desenvolvimento do país. É justamente por isso que defendemos um princípio simples, compreensível e justo: Se baixar para estrangeiro, tem que baixar para brasileiro”, diz o documento.

Reprodução/TV Globo
Já a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), que reúne empresas de tecnologia prestadoras de serviços e importadores, como Alibaba, Amazon e Shein, entre outros, avaliou ser “natural e esperada” a alta registrada nas importações de baixo valor após a revogação da taxa dsa blusinhas.
A entidade ressalta, no entanto, que esse movimento de maior demanda deve ser analisado com “cautela”.
Diz que a antecipação de compras era esperada diante da isenção do imposto, mas que, segundo especialistas, é necessária uma janela de, no mínimo, seis meses para avaliar se o atual crescimento se sustentará.
“A isenção do imposto federal é um avanço para a democratização do consumo, pois promove inclusão social, reduz desigualdades e movimenta a economia (…) Os dados, em geral, evidenciam o impacto desproporcional da tributação sobre os consumidores de menor renda, mostram a complementariedade entre plataformas e o varejo brasileiro, além de reforçar a importância de garantir segurança jurídica e previsibilidade para o e-commerce internacional”, acrescentou a Amobitec.
Disputa no Congresso e na Justiça
O fim da cobrança foi anunciado em meados do mês de maio pela equipe econômica por meio de Medida Provisória.
Apesar do fim do imposto de importação, os estados mantiveram sua tributação, por meio do ICMS, entre 17% e 20%. Essa cobrança permanece de pé.
A revogação da taxa foi feita por meio de Medida Provisória, que tem força de lei assim que é publicada no “Diário Oficial da União”. Entretanto, para continuar em vigor após os 120 dias de validade, terá de ser aprovada pelo Congresso Nacional, que pode manter, barrar ou alterar a medida.
Por conta disso, produtores nacionais e importadores já se movimentam no Congresso Nacional, e até mesmo na Justiça, para defender seus interesses.
“Passados mais de 60 dias da edição da MP que zerou a tributação, o Congresso Nacional ainda não concluiu sua votação. O prazo para aprovação expira em setembro e, caso isso não ocorra, a cobrança poderá ser restabelecida”, lembrou a Amobitec, que defende que o Congresso avance com a aprovação da pauta, decidindo pelo cancelamento definitivo da taxa das blusinhas.
O IDV, por sua vez, defende o restabelecimento do imposto de importação. Ao mesmo tempo, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) protocolou, em maio, uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o fim da taxa das blusinhas para restaurar o “equilíbrio competitivo no mercado brasileiro”.
Independente da decisão do Congresso Nacional e da Justiça, a taxação de encomendas com valor abaixo de US$ 50 retornará em 2027 por meio da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) — tributo federal criado no âmbito da reforma tributária sobre o consumo.
A alíquota a ser cobrada, entretanto, ainda não está definida. Será fixada até dezembro deste ano. Cálculo da consultoria Roit aponta para uma taxa de 9,43% em 2027.
‘Taxa das blusinhas’ voltará em 2027, mas com imposto diferente



Source link

Billy Graham define Deus: “Apesar do pecado e rebeldia, Ele nos ama”

0


O evangelista Billy Graham, 97 anos de idade, mantém uma coluna em que responde a perguntas de leitores sobre a fé cristã e a Salvação. Em uma de suas recentes publicações, atendeu à dúvida de um leitor, que o questionou se “seria possível descrever Deus em apenas uma frase”.

Para Graham, a magnificência de Deus não caberia em uma frase, pois como Ele é infinito, o ser humano jamais compreenderá sua grandeza: “De certa forma, não é possível, logicamente, colocar tudo sobre Deus em uma frase”, resumiu, no texto publicado pelo jornal Kansas City Star.

“Deus é infinito, e nós nunca vamos entender completamente a sua grandeza. Não neste lado da eternidade”, disse o evangelista, pontuando que o apóstolo Paulo, em Romanos 11:34,34 expressou seu encantamento com o intelecto e a glória de Deus: “Ó profundidade da riqueza da sabedoria e do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e inescrutáveis os seus caminhos! Quem conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi seu conselheiro?”.

Porém, para que o leitor não ficasse sem uma resposta aproximada de sua pergunta, o evangelista afirmou que se tivesse que tentar uma única frase para resumir o que Deus é, diria: “Deus nos ama, apesar do nosso pecado e rebeldia – e a prova é que ele enviou seu único filho, Jesus Cristo, ao mundo para torná-lo possível para que nós nos tornássemos parte de sua família para sempre”.

Na sequência, sugeriu ao leitor que acompanhassem o texto de João 3:16 com atenção, e refletissem sobre a grandeza do gesto ali descrito.

“Alguma vez você já parou para pensar o quão grande essa mensagem é? Pense nisso: Deus nos ama – apesar da forma como O temos negligenciado como temos nos rebelado contra Ele. Deus nos ama tanto que veio do Céu na pessoa de Seu filho, Jesus, que deu a Sua vida por nós, conforme a Bíblia diz: ‘Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados’ (1 João 4:10)”, afirmou, antes de fazer um apelo aos não convertidos ao Evangelho: “Você respondeu ao amor de Deus, comprometendo a sua vida a Cristo? Não deixe outro dia passar sem Ele, mas pela fé abra o seu coração e sua vida para Cristo, sem demora”.



Source link

Vozinha, goleiro de Cabo Verde na Copa, acerta com Colo Colo do Chile

0


O goleiro cabo-verdiano Vozinha, que se destacou como uma das maiores surpresas da Copa do Mundo, chegou a um acordo para se transferir para o Colo Colo, do Chile, informou o presidente do clube, Aníbal Mosa, na noite dessa sexta-feira (24).

O atleta de 40 anos, que está sem clube, viajará para o Chile para realizar exames médicos antes de ser apresentado oficialmente no Estádio Monumental, disse Mosa aos repórteres antes da partida do Colo Colo contra o Deportes Limache.

“Vozinha será jogador do Colo Colo. Nos próximos dias, ele viajará para o Chile, passará pelos exames médicos de praxe e, em seguida, será apresentado aqui no Estádio Monumental.”

Mosa acrescentou que as atuações de Vozinha na Copa do Mundo mostraram que ele merecia a transferência, ao mesmo tempo em que reconheceu que a contratação também traz apelo de marketing para o time chileno.

Embora o acordo ainda não tenha sido finalizado, o Colo Colo deu uma prévia da contratação nas redes sociais com uma imagem que parece mostrar o cabelo cacheado característico do goleiro veterano.

Vozinha, que deixou o Chaves, time da segunda divisão portuguesa, antes da Copa do Mundo, foi eleito para o time dos sonhos da Copa do Mundo. Ele foi escolhido pelos torcedores, depois de ajudar Cabo Verde, estreante no torneio, a empatar em 0 a 0 com a Espanha, que acabou sendo campeã, e levar a Argentina, que ficou em segundo lugar, à prorrogação nas oitavas de final.



Source link