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Novas chuvas no RS destelham casas e deixam famílias desabrigadas

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Uma nova onda de tempestades, acompanhada de granizo e fortes rajadas de vento, voltou a atingir o Rio Grande do Sul desde o último domingo (25). Ao menos seis municípios foram atingidos e 20 pessoas ficaram desalojadas em Cachoeira do Sul, segundo o balanço mais recente da Defesa Civil estadual.

Foram registrados corte de energia, queda de árvores, destelhamento de centenas de casas e alagamentos nas cidades de Boa Vista do Cadeado, Cachoeira do Sul, Cruz Alta, Dom Pedrito, Não me Toque e Santo Antônio das Missões.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) informou que uma frente fria prevista para se deslocar pelo Oceano Atlântico, próximo à Região Sul, nesta terça-feira (28), favorece a redução da pressão atmosférica e contribui para a formação nuvens, chuvas e temporais, desde o Paraguai até o Rio Grande do Sul.

Em quase todo o estado, há aviso vermelho de grande perigo para acumulados de chuva que podem superar 100 milímetros em 24 horas, além de aviso laranja de perigo para tempestades, incluindo queda de granizo. Está previsto ainda aumento dos ventos sobre o Sul do Brasil.

Segundo o Inmet, na quarta-feira (29), as áreas de instabilidade avançam para o norte, alcançando o Paraná e o sul de Mato Grosso do Sul, enquanto permanecem as condições para chuva e trovoadas em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul. Essas regiões seguem sob aviso amarelo de perigo potencial para tempestades. 



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Brasil atinge meta de redução da transmissão vertical de hepatite B

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O Ministério da Saúde anunciou, nesta terça-feira (28), que atingiu as metas estabelecidas internacionalmente de eliminação da transmissão da hepatite B de mãe para filho.

Durante evento do Dia Mundial de Luta contra Hepatites Virais, no Rio de Janeiro, o ministério informou que, nos últimos dois anos, menos de 0,1% das crianças com até cinco anos de idade apresentaram infecção ativa pelo HBV, vírus causador da hepatite B.

Com isso, o governo brasileiro solicitou à Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) a certificação internacional de eliminação da transmissão vertical do vírus.  

De acordo com o Ministério da Saúde, a prevalência da transmissão de mãe para filhos no país ficou em 0,0111% no ano de 2025, abaixo do limite de 0,1% estabelecido internacionalmente.

Além disso, segundo o Ministério, a cobertura de acompanhamento pré-natal no país superou os 98% entre 2024 e 2025, acima da meta de 95%. Outra meta é que a vacinação contra o HBV nas primeiras horas de vida atinja pelo menos 90% dos recém-nascidos. O ministério afirma que, no Brasil, essa cobertura vacinal ficou em 97% em 2024 e em 100% em 2025.

A eliminação da transmissão vertical da hepatite B, segundo o governo brasileiro, resulta de ações como a testagem para hepatite B durante o pré-natal, tratamento antiviral para reduzir o risco de transmissão durante a gravidez quando necessário, vacinação contra o HBV preferencialmente nas primeiras 12 horas de vida e a administração de imunoglobulina (HBIG) para filhos de mães com hepatite B.

“A retomada dos investimentos na atenção primária em saúde foi decisiva para isso. Sem a atenção primária em saúde forte e, sem a saúde baseada a partir das comunidades, não é possível alcançar a eliminação de doenças infecciosas”, afirmou o ministro Alexandre Padilha.

Em dezembro de 2025, o Brasil já tinha conseguido a certificação internacional de eliminação da transmissão vertical do vírus HIV, que causa a Aids. O país mantém o compromisso de, até 2030, fazer o mesmo com a sífilis, doença de Chagas e o vírus linfotrópico de células T humanas (HTLV), além da hepatite B.

“Todos nós sabemos que a dificuldade que temos de eliminar a transmissão vertical da sífilis não é falta de tecnologia, de um medicamento ou de um teste diagnóstico. Nosso maior desafio é proteger as mulheres. Porque infelizmente nós sabemos que muitas vezes identificamos uma mulher infectada por sífilis no começo da consulta do pré-natal, tratamos essa mulher na unidade básica de saúde, mas infelizmente essa mulher, por sua situação de vulnerabilidade, continua sendo infectada pelo seu parceiro ao longo de todo o pré-natal. Isso é o que ainda nos dificulta eliminar a transmissão vertical da sífilis”, disse Padilha.



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X Money: rede social de Elon Musk lança serviço de pagamentos e conta digital para assinantes nos EUA

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Segundo a empresa, a conta renderá até 6% ao ano (APY) sobre o saldo. O rendimento máximo será automático para assinantes Premium+, enquanto usuários Premium precisarão cumprir requisitos, como receber depósitos diretos qualificados. Além disso, o cartão X oferecerá 3% de cashback em compras elegíveis.



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WhatsApp Web ganha chamadas de vídeo e áudio; veja como vai funcionar

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Chamadas de vídeo no WhatsApp Desktop
Divulgação/WhatsApp
O WhatsApp anunciou nesta terça-feira (28) que sua versão Web, usada em navegadores, passou a suportar chamadas de vídeo e áudio. A plataforma disse que a atualização está sendo liberada aos poucos e ficará disponível para todos em breve.
Com a mudança, é possível conversar pelo computador sem baixar nenhum aplicativo. O WhatsApp Web também ganha recursos de outras versões, como compartilhamento de tela e reações, além de uma aba com o histórico de ligações.
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Como acontece com as demais mensagens no WhatsApp, chamadas feitas em navegadores são protegidas com criptografia de ponta a ponta, impedindo que elas sejam acessadas por terceiros.
O aplicativo também passou a oferecer a opção de transferir a ligação para outros dispositivos, o que deve ajudar quem conversa em movimento. Com o recurso, é possível passar do dispositivo móvel para o computador – e vice-versa – sem deixar a chamada.
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Outra mudança é a sala de espera para liberar a entrada de pessoas na chamada. O recurso é parecido com o que existe em outros serviços de chamadas online e pode ser usado ao criar um link de ligação com a opção “Exigir aprovação para participar”.
Ainda segundo o WhatsApp, a qualidade das chamadas de vídeo melhorou para mostrar imagens em alta definição logo no início da conversa. Além disso, o serviço liberou um recurso de supressão de ruído para fazer a voz de quem está falando ficar nítida mesmo em ambientes barulhentos.
Na última quarta-feira (22), o aplicativo também anunciou mudanças nas versões para iPad e para carros com os sistemas de multimídia CarPlay e Android Auto, que ficaram mais parecidas com a versão para celular.



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Devocional: Deus é seu refúgio em tempos de crise espiritual

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Em tempos de crise espiritual, muitos se sentem perdidos e sem direção. No entanto, a mensagem de que Deus é um refúgio seguro para nossas dores e esperanças é mais relevante do que nunca.

O que é uma crise espiritual?

A crise espiritual pode se manifestar de diversas formas, como dúvidas sobre a fé, desânimo em relação à vida e até mesmo crises emocionais. Esses momentos desafiadores são comuns na vida de qualquer cristão. A Bíblia nos ensina que, mesmo nas dificuldades, podemos encontrar consolo e força em Deus.

Deus como refúgio

O Salmo 46:1 nos lembra que “Deus é nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia”. Essa passagem nos encoraja a buscar em Deus a força necessária para enfrentar os desafios. Em momentos de dor e incerteza, é fundamental nos voltarmos para Ele, que nos sustenta e nos dá esperança.

Como lidar com a crise espiritual?

Primeiramente, é importante reconhecer que a crise espiritual é uma fase e que não estamos sozinhos. Buscar apoio em nossa comunidade de fé, orar e meditar nas Escrituras são passos cruciais para superar esses momentos. Além disso, a prática da gratidão e o reconhecimento das bênçãos em nossas vidas podem ajudar a restaurar nossa perspectiva.

“Deus nos convida a lançar sobre Ele toda a nossa ansiedade, pois Ele cuida de nós”.

Reações e reflexões

É comum que, durante uma crise espiritual, as pessoas se sintam isoladas. No entanto, compartilhar experiências com outros cristãos pode trazer alívio e encorajamento. Muitas vezes, ouvindo o testemunho de outros, encontramos força para continuar. A igreja deve ser um lugar de acolhimento, onde todos podem se sentir seguros para expressar suas lutas.

O que esperar após a crise?

Após enfrentar uma crise espiritual, muitos relatam um fortalecimento da fé e uma conexão mais profunda com Deus. Essas experiências, embora dolorosas, podem nos moldar e nos preparar para ajudar outros que passam por situações semelhantes. Deus usa nossas lutas para nos transformar e nos tornar instrumentos de Sua paz.



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Exportações batem recorde e déficit das contas externas cai em junho

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As exportações brasileiras bateram recorde histórico em junho e contribuíram para a melhora das contas externas do país.

De acordo com as Estatísticas do Setor Externo divulgadas nesta terça-feira (28) pelo Banco Central (BC), o déficit em transações correntes ficou em US$ 2,3 bilhões no mês, menos da metade do resultado negativo de US$ 5,2 bilhões registrado em junho de 2025.

A redução do déficit foi impulsionada principalmente pelo desempenho da balança comercial. O superávit comercial alcançou US$ 8,8 bilhões em junho deste ano, ante US$ 5,2 bilhões no mesmo mês do ano passado.

Na comparação interanual, houve aumento de US$ 3,6 bilhões no saldo positivo do comércio exterior.

As exportações de bens somaram US$ 36,4 bilhões, o maior valor da série histórica do Banco Central. O resultado representa crescimento de 24,8% em relação a junho de 2025. As importações também avançaram, alcançando US$ 27,6 bilhões, alta de 15,3% na mesma comparação.

Apesar da melhora da balança comercial, o déficit na conta de serviços aumentou US$ 0,7 bilhão em relação a junho do ano passado, totalizando US$ 5,1 bilhões.

O resultado foi influenciado principalmente pelo crescimento das despesas líquidas com viagens internacionais, transporte e serviços de telecomunicações, computação e informação.

No acumulado de 12 meses encerrado em junho, o déficit em transações correntes somou US$ 61,4 bilhões, equivalentes a 2,46% do Produto Interno Bruto (PIB). Em junho de 2025, o saldo acumulado negativo era de US$ 75,5 bilhões, ou 3,52% do PIB.

Investimentos

Os investimentos diretos no país (IDP) registraram ingressos líquidos de US$ 9,1 bilhões em junho, ante US$ 3,1 bilhões no mesmo mês do ano passado. Em 12 meses, o investimento direto acumulado alcançou US$ 89,3 bilhões, o equivalente a 3,58% do PIB.

Já os investimentos em carteira registraram saída líquida de US$ 0,6 bilhão no mês. Houve retirada líquida de US$ 2,2 bilhões em ações e fundos de investimento, parcialmente compensada por ingressos de US$ 1,6 bilhão em títulos no mercado doméstico.

Reservas

As reservas internacionais fecharam junho em US$ 367,6 bilhões, redução de US$ 3,6 bilhões em relação a maio. Segundo o Banco Central, contribuíram para a queda do estoque as variações cambiais entre as moedas que compõem as reservas, as vendas de dólares no mercado à vista e as oscilações nos preços dos ativos.



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Dor crônica pode influenciar no tratamento da depressão

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Parte dos pacientes classificados com depressão resistente ao tratamento pode não ter uma doença refratária a remédio, mas sim uma dor crônica que nunca foi medida, argumentam especialistas em artigo publicado na revista Nature Mental Health nesta terça-feira (28).

A dor crônica é comum em quem tem depressão e reduz a resposta aos antidepressivos. Ainda assim, ela não entra na definição de depressão resistente, não aparece nos questionários mais usados na prática clínica e costuma ser excluída dos ensaios que orientam diretrizes.

Segundo o artigo, quando a depressão não responde ao tratamento, médicos se perguntam se a medicação falhou e raramente questionam se a dor crônica foi em algum momento medida.

Os autores destacam que a dor explica toda e qualquer depressão resistente ao tratamento. O argumento deles é que ao falhar em medir a dor pode influenciar no tratamento. Eles ressaltam que os pacientes não devem mudar ou parar a medicação com base no artigo.

Um dos autores do estudo, Nilson Mendes Neto, médico e pesquisador na Harvard Medical School, com trabalho voltado à interface entre dor crônica e saúde, diz que existe uma diferença importante entre o médico saber que o paciente sente dor e a dor ser medida e incorporada de maneira estruturada à avaliação da depressão resistente.

“Hoje, a classificação da depressão resistente ao tratamento se baseia principalmente na falha de tratamentos antidepressivos realizados em dose e duração adequadas. A presença, intensidade e impacto funcional da dor não fazem parte formal dessa definição. Além disso, instrumentos amplamente utilizados para avaliar depressão, como o PHQ-9 e a escala de Hamilton, não avaliam diretamente a carga de dor”, afirma o pesquisador.

Portanto, diz Nilson, mesmo quando o médico sabe que a dor existe, muitas vezes não há uma medida padronizada que permita determinar quanto ela pode estar contribuindo para a persistência dos sintomas ou para a aparente falha do tratamento

 “Esse é justamente o ponto que levantamos: não estamos dizendo que os médicos simplesmente ignoram a dor. Estamos mostrando que a arquitetura usada para medir e classificar a depressão resistente não exige que ela seja sistematicamente considerada.”

Os autores argumentam que parte dos pacientes classificados como tendo depressão resistente pode, na realidade, ter um problema de dor não identificado. “Não estamos afirmando que a maioria dos casos de depressão resistente seja explicada pela dor, nem que pacientes com dor não tenham uma depressão verdadeiramente resistente”, explica Nilson.

O que eles argumentam é que, em alguns pacientes, uma condição dolorosa não medida pode estar contribuindo para a aparente resistência ao tratamento. A dor pode tanto modificar a resposta ao antidepressivo quanto interferir na maneira como interpretamos a persistência dos sintomas.

“Não sabemos qual proporção dos pacientes pode estar nessa situação. E ninguém consegue responder adequadamente a essa pergunta hoje justamente porque a dor não é medida de maneira sistemática”, completa o pesquisador.

SUS

Sobre o contexto brasileiro e o Sistema Único de Saúde (SUS), o médico vê algumas implicações importantes. A primeira é que o problema não exige necessariamente uma tecnologia cara para começar a ser enfrentado.

Na atenção primária, nos ambulatórios de saúde mental e nos centros de Atenção Psicossocial (CAPS), uma avaliação estruturada sobre presença, duração e impacto da dor poderia ajudar a identificar pacientes em que esse componente merece ser investigado antes de concluir que a depressão é realmente resistente ao tratamento.

“Isso é especialmente relevante para o SUS, porque muitos pacientes com depressão também convivem com condições dolorosas crônicas, como lombalgia, osteoartrite, fibromialgia e neuropatias. Muitas vezes esses problemas são acompanhados em serviços diferentes, embora o paciente seja o mesmo. Nosso argumento reforça a importância de integrar melhor saúde mental e cuidado da dor”, pondera Nilson.

Segundo ele, há também uma questão de eficiência. Antes de escalar para tratamentos progressivamente mais especializados e mais caros, faz sentido garantir que fatores clínicos potencialmente modificáveis tenham sido avaliados de maneira sistemática. Isso não significa atrasar ou negar tratamentos eficazes para depressão resistente. Significa aumentar a precisão da classificação para que o tratamento certo seja oferecido ao paciente certo.

Ainda de acordo com o pesquisador, no Brasil isso poderia começar de maneira relativamente simples: incluir rastreio de dor na avaliação de pacientes cuja depressão não responde ao tratamento, registrar essa informação de forma padronizada e fortalecer a integração entre atenção primária, psiquiatria e cuidado da dor.

“Em resumo, a implicação para o SUS é bastante concreta: antes de tornar o tratamento mais complexo, precisamos ter certeza de que a avaliação não deixou de medir algo importante e potencialmente tratável.”

Também assinam o artigo Brendon Stubbs do King’s College London e Jessika Mendes (NeuroPsy).



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Dólar abre em alta, com expectativa por negociações entre EUA e Irã

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Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar abriu a sessão desta terça-feira (28) em alta, com um avanço de 0,10% perto das 9h10, cotado a R$ 5,1171. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ Investidores seguem na expectativa pelas negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irã. Na véspera, o presidente americano, Donald Trump, afirmou que decidiu suspender os ataques para dar mais uma chance às tratativas, mas disse que pode retomar uma ação militar ainda mais forte caso a saída diplomática fracasse. Mais cedo, no entanto, Teerã havia afirmado que não havia nenhuma negociação em andamento.
O alívio das tensões no Oriente Médio continua a reduzir os preços do petróleo no mercado internacional. Perto das 8h30, o barril do Brent, referência internacional, caía 2,29%, cotado a US$ 86,34. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, tinha queda de 1,95% no mesmo horário, a US$ 81,00o barril.
▶️ No Brasil, os atritos recentes entre representantes do governo e o presidente argentino, Javier Milei, seguem no radar. No último sábado (25), Milei participou do lançamento da candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência e fez críticas ao presidente Lula (PT) e ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Em resposta, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, comparou as duas economias e chamou o presidente argentino de “palhaço”.
▶️ Na agenda de indicadores, destaque para o IPCA-15 (índice considerado a prévia da inflação). Além disso, investidores seguem à espera da decisão de juros do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), prevista para amanhã. A expectativa é que a instituição mantenha as taxas americanas inalteradas.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
💲Dólar

a
Acumulado da semana: +0,60%;
Acumulado do mês: -0,99%;
Acumulado do ano: -6,87%.
📈Ibovespa

Acumulado da semana: +0,80%;
Acumulado do mês: +1,98%;
Acumulado do ano: +8,88%.
Pausa nas tensões no Oriente Médio
Irã e Estados Unidos deram uma pausa na troca de ataques. Na véspera, o presidente americano, Donald Trump, chegou a afirmar que suspendeu a ofensiva para dar mais uma chance às negociações de paz, mas, segundo Teerã, não há tratativas em andamento.
Segundo o Irã, as negociações em que o país está envolvido são com o Omã e dizem respeito à gestão do Estreito de Ormuz, canal por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo.
De acordo com a agência de notícias Reuters, Omã teria apresentado a Teerã uma proposta para criar um mecanismo regional conjunto de gestão do canal. A iniciativa conta com o apoio de países da região e tem como referência o modelo adotado no Estreito de Malaca, passagem marítima que conecta os oceanos Índico e Pacífico e é considerada uma das artérias mais importantes do comércio global.
Pelo plano omanita, países e empresas que utilizam o Estreito de Ormuz fariam contribuições voluntárias para financiar a segurança da navegação, a proteção ambiental e operações de busca e salvamento. A proposta também prevê uma gestão compartilhada da via marítima e não daria ao Irã controle exclusivo sobre o estreito, segundo a Reuters.
O tráfego ainda limitado pelo canal continua a trazer preocupações para a oferta global da commodity. Ainda assim, o alívio das tensões ainda traz um dia de alívio nos preços nesta terça-feira (28).
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
Bolsas globais
Na Ásia, as ações chinesas caíram para a menor cotação em uma semana nesta terça-feira, impulsionadas por mais uma queda no setor de tecnologia, à medida que investidores seguem preocupados com o aumento da produção de chips e os gastos elevados com infraestrutura de inteligência artificial.
O CSI 300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, caiu 2,83%, enquanto o Índice de Xangai, o SSEC, fechou em queda de 1,16%.
Entre os demais índices da região, o Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,41% e o Nikkei, do Japão, teve perdas de 3,95%. O Kospi, da Coreia do Sul, teve uma desvalorização de 10,84% e chegou a acionar o circuit breaker na sessão.
🔎 Circuit breaker é uma interrupção temporária das negociações na bolsa quando as ações caem muito em pouco tempo. O objetivo é conter movimentos de pânico e dar mais tempo para investidores avaliarem o cenário.
*Com informações da agência de notícias Reuters.
Cédulas de dólar
John Guccione/Pexels



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O impacto do Apocalipse: João e a profecia da extinção

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No contexto atual, a mensagem de esperança e advertência contida no livro do Apocalipse ressoa fortemente entre os cristãos. O autor Eduardo Baldaci, em artigo publicado no Pleno.News, reflete sobre a profecia de João e suas implicações para a vida e a fé dos cristãos.

Contexto da Profecia

O Apocalipse, último livro do Novo Testamento, é frequentemente visto como um texto que revela não apenas o futuro, mas também a natureza da luta espiritual que os cristãos enfrentam. A visão de João, que inclui a extinção da vida como a conhecemos, é um chamado à vigilância e à preparação para os tempos difíceis que podem vir.

Baldaci destaca que a profecia não deve ser encarada apenas como uma previsão sombria, mas como um alerta para a importância da fé e da perseverança. “A mensagem de João é clara: mesmo em meio à destruição, a esperança permanece para aqueles que creem”, afirma o autor.

O que Aconteceu

Recentemente, muitos têm se perguntado sobre o significado das visões de João em um mundo que parece cada vez mais caótico. Com guerras, desastres naturais e crises sociais, a ideia de uma extinção iminente pode parecer mais próxima da realidade. Baldaci argumenta que, embora esses eventos possam ser perturbadores, eles também são oportunidades para a igreja se unir e fortalecer sua missão de evangelização.

O autor menciona que a extinção da vida não se refere apenas ao fim físico, mas à perda de valores e princípios que sustentam a sociedade. “O verdadeiro desafio é manter viva a mensagem do Evangelho em meio à adversidade”, enfatiza Baldaci.

Reações da Comunidade Cristã

A reflexão proposta por Baldaci tem gerado debates entre líderes e fiéis. Muitos cristãos estão se mobilizando para intensificar suas atividades missionárias, buscando alcançar aqueles que ainda não conhecem a mensagem de Cristo. Igrejas têm promovido eventos de oração e evangelização, reafirmando seu compromisso com a missão de anunciar o Evangelho.

O que Esperar

À medida que avançamos, é essencial que os cristãos se preparem espiritualmente. A profecia de João nos lembra da fragilidade da vida e da necessidade de permanecer firmes na fé. Baldaci conclui que, apesar das dificuldades, a promessa de Deus é de que aqueles que perseverarem até o fim serão salvos.



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Prefeitura apoia pesquisa da UFMT para monitoramento de lagartas em propriedades rurais de VG

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Produtores da agricultura familiar de Várzea Grande estão recebendo apoio técnico por meio de uma parceria entre a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e a Prefeitura de Várzea Grande para o monitoramento de lagartas identificadas em lavouras do município.

A iniciativa faz parte de um projeto de pesquisa desenvolvido pela UFMT, que procurou a Empaer propondo a realização de um estudo de campo voltado à formação acadêmica dos estudantes e à produção de conhecimento científico sobre a praga. A partir da proposta, o escritório local da Empaer acionou a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, que prontamente aderiu à ação e direcionou a equipe às propriedades rurais onde produtores já haviam relatado a presença das lagartas.

Durante a visita técnica, pesquisadores e estudantes da UFMT realizaram a coleta de amostras, que passarão por análises laboratoriais para identificar a espécie e compreender seu comportamento. Os resultados contribuirão para pesquisas voltadas ao desenvolvimento de variedades mais resistentes ao ataque da praga, além do aperfeiçoamento das estratégias de manejo.

O coordenador de Desenvolvimento Rural Sustentável, Leandro Silva, destacou que a parceria amplia o acesso dos pequenos produtores ao conhecimento técnico e científico.

“Assim que a proposta foi apresentada pela Empaer, entendemos a importância de aproximar a pesquisa da realidade dos agricultores familiares. Identificamos as propriedades que já registravam a presença da lagarta e demos todo o suporte para que o trabalho fosse realizado. Essa integração entre universidade, Empaer e Prefeitura fortalece a assistência técnica oferecida aos produtores”, afirmou.

A secretária adjunta de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Cíntia Serrano, ressaltou que a iniciativa reforça o compromisso do município com o fortalecimento da agricultura familiar.

“Além do acompanhamento técnico realizado pela Prefeitura, essa parceria permite que os produtores tenham acesso às pesquisas desenvolvidas pela universidade, contribuindo para a prevenção e o controle de pragas e para o fortalecimento da produção rural do município”, destacou.



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