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Bolsonaro completa um ano preso: principais acontecimentos

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No dia 4 de agosto de 2026, o ex-presidente Jair Bolsonaro completa um ano de prisão. Este marco é significativo e repleto de controvérsias, levantando discussões sobre a liberdade religiosa e a situação política no Brasil.

Contexto da prisão

A prisão de Jair Bolsonaro ocorreu em meio a um clima de intensa polarização política no Brasil. Desde sua saída do cargo, ele enfrentou diversas acusações e investigações que culminaram em sua detenção. A situação gerou um amplo debate sobre a liberdade de expressão e os direitos políticos no país, especialmente entre os grupos que apoiam a sua visão conservadora.

O que aconteceu no último ano

Durante o último ano, diversos eventos marcaram a prisão de Bolsonaro. A defesa do ex-presidente apresentou apelações e mobilizou seus apoiadores em protestos, clamando por sua libertação. Ao mesmo tempo, críticos da sua gestão destacaram a necessidade de responsabilização por ações durante seu mandato.

Além disso, a prisão de Bolsonaro trouxe à tona a discussão sobre a liberdade religiosa no Brasil. Muitos de seus apoiadores, que se identificam como cristãos evangélicos, expressaram preocupação com o que consideram uma perseguição política e religiosa. Essa situação gerou um movimento de apoio, com orações e manifestações em diversas igrejas e comunidades cristãs.

Reações da comunidade cristã

A comunidade cristã no Brasil, especialmente os evangélicos, tem se dividido em relação à prisão de Bolsonaro. Enquanto alguns veem a detenção como uma injustiça, outros acreditam que a justiça deve ser feita, independentemente da posição política do acusado. Grupos religiosos têm se mobilizado para orar pela situação, buscando a orientação divina sobre o futuro político do país.

Um pastor influente, que preferiu não ser identificado, comentou: “A nossa oração é para que a verdade prevaleça e que a justiça seja feita, seja qual for o resultado. Estamos em tempos difíceis e precisamos de sabedoria para discernir o que é certo”.

O que esperar para o futuro

Com a continuidade do processo judicial, muitos se perguntam qual será o próximo passo para Bolsonaro e como isso impactará a política brasileira. A expectativa é que a situação continue a gerar debates acalorados, tanto nas esferas políticas quanto nas comunidades religiosas.

Além disso, a questão da liberdade religiosa e dos direitos políticos continuará a ser um tema central nas discussões. A maneira como a sociedade brasileira reagirá a esses eventos poderá moldar o futuro do país e a relação entre a política e a fé.



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Inteligência Artificial na educação: a visão da Rede Batista

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A Rede Batista tem se destacado ao incorporar a inteligência artificial em suas práticas educacionais, buscando personalizar o ensino e, ao mesmo tempo, preservar valores humanos fundamentais na formação de seus alunos. Essa iniciativa reflete uma preocupação com a educação integral, que vai além do conteúdo acadêmico.

Contexto da inovação educacional

A educação tem enfrentado grandes desafios nos últimos anos, especialmente com o avanço tecnológico e a necessidade de adaptação às novas realidades. A inteligência artificial (IA) surge como uma ferramenta poderosa, capaz de transformar a maneira como os alunos aprendem e interagem com o conhecimento. A Rede Batista, reconhecida por seu compromisso com a educação de qualidade, está liderando essa transformação ao integrar a IA em suas metodologias de ensino.

O que está acontecendo?

Recentemente, a Rede Batista anunciou a implementação de sistemas de inteligência artificial que permitem a personalização do aprendizado. Essa abordagem visa atender às necessidades individuais de cada aluno, respeitando seu ritmo e estilo de aprendizagem. Com essa tecnologia, é possível identificar as áreas em que os estudantes precisam de mais apoio, oferecendo recursos e atividades que se alinham a suas dificuldades e interesses.

Além disso, a Rede Batista enfatiza a importância de manter os valores humanos na educação. A utilização da IA não é vista como uma substituição do educador, mas como uma ferramenta que complementa o trabalho dos professores. O objetivo é criar um ambiente de aprendizado que respeite e promova a dignidade humana, a empatia e a ética, valores essenciais para a formação de cidadãos conscientes e responsáveis.

Reações à iniciativa

A adoção da inteligência artificial na educação tem gerado diversas reações entre educadores, pais e alunos. Muitos veem essa inovação como uma oportunidade de melhorar a qualidade do ensino e de preparar os alunos para os desafios do futuro. Por outro lado, há preocupações sobre a dependência excessiva da tecnologia e a necessidade de garantir que a interação humana continue sendo um componente central da educação.

Um educador da Rede Batista comentou: “Estamos empolgados com as possibilidades que a inteligência artificial nos oferece. No entanto, é crucial que não percamos de vista o nosso compromisso com a formação integral dos alunos, que inclui não apenas o conhecimento acadêmico, mas também a construção de valores e caráter”.

O que esperar para o futuro?

Com a implementação da inteligência artificial, a Rede Batista espera não apenas melhorar o desempenho acadêmico dos alunos, mas também prepará-los para um mundo em constante mudança. A educação deve ser um reflexo da realidade em que vivemos, e a tecnologia é uma parte fundamental desse cenário.

À medida que a Rede Batista avança nessa jornada, será interessante observar como outras instituições educacionais responderão a esse modelo inovador. O desafio será encontrar um equilíbrio entre a tecnologia e os valores humanos, garantindo que a educação continue a ser um espaço de formação integral, onde o amor ao próximo e o respeito às diferenças sejam sempre priorizados.



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Golpistas usam programas do governo em anúncios falsos na Meta: Valores a Receber e Minha Casa Minha Vida estão na lista, aponta NetLab/UFRJ

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Anúncios fraudulentos prometiam consultas a supostos valores disponíveis e direcionavam usuários a sites que simulavam serviços oficiais
Reprodução/NetLab-UFRJ; Arte/g1
Golpistas têm usado programas e serviços públicos, entre eles Valores a Receber, Brasil Sorridente e Minha Casa Minha Vida, como iscas em anúncios falsos nas plataformas da Meta.
É o que mostra um estudo do Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NetLab/UFRJ), ao qual o g1 teve acesso com exclusividade.
📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
Entre janeiro e março de 2026, os pesquisadores identificaram 860 anúncios fraudulentos, publicados por 152 páginas, que exploravam políticas públicas brasileiras no Facebook, Instagram e em outras plataformas da empresa.
Agora no g1
Para Débora Salles, coordenadora-geral de pesquisa do NetLab, o número representa apenas uma parte de uma estrutura maior e organizada.
“A gente chama de indústria da desinformação, porque vê que é um negócio organizado e estruturado. Apesar de 860 anúncios já ser um volume considerável, sabemos que estamos vendo a ponta do iceberg. Enfrentamos muitas limitações na transparência que a Meta oferece sobre publicidade. Então, o que conseguimos coletar e arquivar é uma fração do problema”, explica.
“Um único anúncio pode ser visto por milhares ou até milhões de pessoas. Quando contabilizamos um anúncio, isso não significa que ele seja apenas um post visto por poucas pessoas. Não sabemos quantas pessoas viram esses conteúdos, porque a Meta também não oferece esse tipo de informação”, diz Débora.
Procurada pelo g1, a Meta não respondeu até a publicação desta reportagem.
O serviço mais utilizado pelos golpistas foi o Valores a Receber, do Banco Central, citado em 345 anúncios.
Em seguida aparecem:
Brasil Sorridente: 230 anúncios;
Minha Casa Minha Vida: 67;
Auxílio Gás: 62;
Bolsa Família: 31;
CNH do Brasil: 30;
Carteira de Trabalho: 29;
Desenrola Brasil: 19.
De acordo com o levantamento, 26,3% dos anunciantes exploraram mais de uma política pública em suas publicações.
Segundo Débora, programas que envolvem pagamentos ou benefícios diretos têm maior potencial para atrair vítimas. O Valores a Receber também alcança um público amplo, sem restrições de idade ou condição socioeconômica.
“Quando envolve recebimento de dinheiro, existe uma questão de ser mais atrativo para o usuário: ‘Opa, posso conseguir um auxílio de forma facilitada, um auxílio que eu nem sabia que tinha direito’. Isso funciona como um chamariz para a possível vítima. No caso das políticas públicas, quanto mais direta a relação financeira, maior o apelo.”
As peças usavam promessas falsas ou informações fora de contexto para fazer os usuários acreditarem que tinham direito a dinheiro, benefícios ou serviços inexistentes. Em alguns casos, os anúncios direcionavam as vítimas a sites que cobravam uma taxa para consultar o suposto benefício.
Uma das falsas promessas afirmava que o governo teria liberado até R$ 12 mil para todas as pessoas que trabalharam nos últimos anos. Outros anúncios divulgavam um programa inexistente de cashback para usuários de cartão de crédito.
Os anúncios também se apropriavam da identidade de veículos de imprensa e de conteúdos com aparência jornalística para parecer legítimos. Entre os casos identificados, páginas falsas usavam o nome e elementos visuais do g1 para divulgar supostas consultas a valores disponíveis. As peças não tinham relação com o veículo e buscavam levar o usuário a sites fraudulentos.
Sites simulavam canais oficiais
O estudo identificou 185 anúncios, 21,5% do total, que usavam páginas e sites para simular canais oficiais do governo.
Em 154 anúncios, o usuário era direcionado para um site que se apresentava como uma página oficial. Outras 66 peças foram publicadas por páginas que usavam nomes ou elementos visuais associados ao governo e a programas públicos. As duas estratégias apareciam de forma combinada em parte das publicações.
Os endereços dos sites também incluíam referências a instituições e serviços públicos, além de expressões como “oficial” e “org”, para transmitir legitimidade.
Em um dos exemplos analisados, uma página prometia uma consulta gratuita ao Brasil Sorridente, mas encaminhava o usuário a um site repleto de anúncios. Segundo o NetLab, o objetivo era fazer a pessoa percorrer diferentes páginas para gerar receita publicitária.
Segundo o NetLab, muitas das páginas praticamente não mantêm atividade pública regular e são reaproveitadas para diferentes campanhas.
“Muitas vezes, elas têm perfis que são quase fantasmas nas plataformas. Do ponto de vista do conteúdo orgânico, publicam muito pouco. Também trocam de nome e imagem: em algum momento a página foi Fabiana, depois vira gov.br e depois vira Ronaldo. Elas são recicladas”, explica.
Quase metade utilizava inteligência artificial
Dos 860 anúncios analisados, 394, ou 45,8%, apresentavam vídeos gerados ou manipulados por inteligência artificial.
Entre as estratégias identificadas estão vídeos com imagens manipuladas de políticos, jornalistas e outras figuras públicas. Segundo a pesquisa, esses rostos conhecidos eram usados para dar credibilidade às publicações e induzir os usuários ao erro.
Uma deepfake do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) apareceu em pelo menos 16 anúncios da amostra. De acordo com o NetLab, o vídeo já era utilizado desde 2025 em golpes relacionados ao Pix.
Anúncios fraudulentos usavam uma deepfake do deputado Nikolas Ferreira e uma página falsa com o nome e a identidade visual do g1 para divulgar supostos valores a receber
Reprodução/NetLab-UFRJ; Arte/g1
O estudo também encontrou 146 anúncios, 17% do total, que usaram o recurso de “criativo dinâmico” da própria Meta. A ferramenta combina diferentes imagens, títulos e textos com inteligência artificial para mostrar versões distintas de uma mesma publicidade.
Assim, um anúncio pode exibir conteúdos diferentes de acordo com o usuário alcançado ou a plataforma em que aparece. Em um dos casos, a mesma campanha mostrou uma imagem de cidade, o depoimento de uma suposta beneficiária e a deepfake de Nikolas.
Para os pesquisadores, a existência de várias versões pode dificultar a identificação das irregularidades e ser explorada para contornar os mecanismos de fiscalização.
Anúncio ficou 73 dias no ar
Anúncio fraudulento que prometia reduzir parcelas de financiamento de veículos permaneceu no ar nas plataformas da Meta por 73 dias
Reprodução/NetLab-UFRJ; Arte/g1
Os anúncios fraudulentos permaneceram ativos por uma média de 4,4 dias. O NetLab avalia que o período curto pode indicar uma estratégia de campanhas rápidas, substituídas frequentemente para reduzir as chances de detecção.
Apesar disso, 14 anúncios ficaram no ar por mais de um mês. Um deles permaneceu ativo durante 73 dias, quase dois meses e meio.
O estudo afirma que a permanência das peças por períodos prolongados mostra falhas da plataforma em interromper a circulação de campanhas fraudulentas.
Rede de páginas administradas na China
Os pesquisadores também identificaram uma rede de 18 páginas administradas na China, responsável pela publicação de 67 anúncios enganosos.
As peças misturavam referências ao Brasil Sorridente, Bolsa Família e Valores a Receber, além de divulgar benefícios inexistentes. Algumas das páginas também publicavam conteúdos semelhantes em inglês e espanhol.
“Foi interessante perceber que esse é um mercado internacional, que não está restrito ao Brasil. Muitas dessas páginas promovem golpes em outros idiomas, para outros países e outros públicos. É realmente uma indústria transnacional que atua sem grandes obstáculos nessas redes sociais”, explica a coordenadora do estudo.
Embora os anúncios analisados não fossem de propaganda eleitoral, Débora afirma que a atuação de páginas administradas no exterior revela uma vulnerabilidade que também pode ser explorada durante a disputa de 2026.
“Isso mostra que estamos suscetíveis à influência externa no que diz respeito à fraude. Mas, quando pensamos no contexto eleitoral, também fica claro que a Meta não está controlando quem veicula conteúdo problemático ou político para o país. Isso é extremamente sensível.”
Segundo a pesquisadora, a legislação eleitoral não permite que campanhas sejam financiadas ou impulsionadas do exterior. Para ela, a rede identificada pelo estudo serve de alerta sobre a capacidade de agentes estrangeiros alcançarem usuários brasileiros.
“A evidência de que existe uma rede de páginas promovendo esses conteúdos a partir da China mostra que, com uma probabilidade muito alta, isso também pode acontecer nas eleições. É um alerta, porque, nas eleições, isso pode ter impacto direto nos resultados.”
A localização foi identificada a partir das informações de transparência fornecidas pela própria Meta. A empresa, no entanto, não divulga esse dado em todos os casos.
Por isso, não é possível estimar quantos anúncios foram pagos fora do Brasil e direcionados ao público brasileiro nem determinar a dimensão completa das redes estrangeiras envolvidas.
Como foi feito o estudo
O NetLab coletou anúncios da Biblioteca de Anúncios da Meta publicados entre 1º de janeiro e 31 de março de 2026.
A busca foi feita de forma automatizada, a partir de termos relacionados a políticas públicas brasileiras. Depois, os pesquisadores combinaram métodos computacionais e análise qualitativa para identificar peças com indícios de golpes, padrões suspeitos e violações das normas publicitárias.
A pesquisa analisou apenas anúncios disponíveis nas plataformas da Meta. Segundo o laboratório, os 860 casos representam uma parte de um mercado maior, que também atua em outras redes sociais.
O relatório aponta ainda que a falta de informações públicas, completas e auditáveis sobre a publicidade digital dificulta a identificação dos responsáveis, o cálculo da dimensão do problema e a fiscalização das campanhas.



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Lynsi Snyder, da In-N-Out, pede que funcionários voltem-se a Deus

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Em um momento de tragédia e reflexão, Lynsi Snyder, proprietária da rede de fast food In-N-Out Burger, fez um apelo aos seus funcionários para que se voltem a Deus após um tiroteio em uma das lojas da empresa em Idaho. O incidente resultou na morte de um dos colaboradores da rede.

Contexto do incidente

O tiroteio ocorreu em uma das unidades da In-N-Out em Idaho, onde um funcionário foi tragicamente atingido durante o ataque. O evento chocou não apenas a comunidade local, mas também os colaboradores da empresa, que se viram diante de uma situação de grande dor e perda.

O que aconteceu

Segundo informações, o ataque deixou um funcionário da In-N-Out como uma das vítimas fatais. A notícia rapidamente se espalhou, gerando uma onda de solidariedade e apoio entre os colegas de trabalho e a comunidade. Lynsi Snyder, em resposta a essa tragédia, expressou sua tristeza e incentivou todos a buscarem consolo e força em Deus.

Reações à mensagem de Lynsi Snyder

A mensagem de Lynsi Snyder ressoou profundamente entre os funcionários e a comunidade. Em suas palavras, ela destacou a importância de encontrar força na fé em momentos de crise. O apelo para que os colaboradores se voltem a Deus foi visto como uma tentativa de trazer esperança e conforto em meio à dor.

O que esperar após a tragédia

As repercussões do tiroteio e da mensagem de Snyder podem levar a um aumento na busca por apoio espiritual entre os funcionários da In-N-Out. Além disso, a empresa pode implementar medidas de segurança adicionais para garantir a proteção de seus colaboradores e clientes. A comunidade local também pode se unir em vigilâncias e eventos de solidariedade, buscando honrar a memória da vítima e apoiar os afetados pela tragédia.



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União Brasil confirma neutralidade na corrida pela presidência

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O União Brasil confirmou, nesta terça-feira em convenção nacional, que não vai apoiar nenhum candidato à Presidência da República em 2026. A decisão libera cada membro da sigla para fazer campanha ao lado dos presidenciáveis em seus respectivos estados.

O anúncio foi feito pelo presidente do partido, Antonio Rueda, que classificou a posição como um sinal de maturidade política da legenda. Segundo o dirigente partidário, a Federação União Progressista tem peso nacional e nomes preparados para diferentes cargos, o que justificaria abrir mão de um apoio único no plano presidencial.

A neutralidade do União Brasil segue o mesmo caminho já adotado pelo Progressistas, o outro partido que integra a federação, e também pelo MDB. Juntos, os três partidos formam o núcleo do Centrão e preferiram preservar alianças estaduais a fechar posição em torno de um único nome na disputa pelo Planalto. A decisão representa mais um obstáculo para a candidatura do senador Flávio Bolsonaro, que tentava atrair o apoio da federação comandada por Rueda.

Não é a primeira vez que o partido opta por ficar fora da disputa presidencial. Em 2022, o União lançou Soraya Thronicke no primeiro turno e, no segundo, liberou os filiados para escolherem entre Jair Bolsonaro e Lula.




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Mendonça Filho anuncia candidatura independente ao Senado em PE

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O deputado federal Mendonça Filho oficializou sua candidatura ao Senado Federal por Pernambuco nesta terça-feira, 4 de agosto de 2026. Durante a convenção estadual do Partido Liberal (PL), realizada no Recife, ele anunciou sua decisão de concorrer de forma independente, sem integrar formalmente nenhuma das chapas que disputam o governo do Estado.

Contexto da candidatura

A decisão de Mendonça Filho vem em um momento de intensas articulações políticas em Pernambuco. Após semanas de avaliações e discussões sobre os possíveis cenários eleitorais, o parlamentar decidiu que seu caminho seria uma candidatura independente. Essa escolha se consolidou após a retirada da pré-candidatura do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, que era considerado um dos principais nomes da ala conservadora na disputa.

O que aconteceu na convenção

Durante a convenção do PL, Mendonça Filho destacou a importância de uma representação forte e autônoma no Senado, afirmando que sua candidatura é uma resposta às necessidades e anseios da população pernambucana. Ele acredita que a independência política é fundamental para trazer mudanças significativas e efetivas para o Estado.

Reações à candidatura

A decisão de Mendonça Filho gerou diversas reações entre os políticos e eleitores. Enquanto alguns apoiadores veem a candidatura como uma oportunidade de mudança, outros expressam preocupações sobre a viabilidade de uma chapa independente em um cenário político tão polarizado. A retirada de Miguel Coelho também foi um fator que influenciou a dinâmica da disputa, deixando espaço para novas vozes emergirem.

“Acredito que a política precisa de renovação e de pessoas dispostas a ouvir a população. Minha candidatura é um compromisso com Pernambuco e com a verdade”, afirmou Mendonça Filho durante o anúncio.

— Mendonça Filho

O que esperar das próximas etapas

Com a oficialização de sua candidatura, Mendonça Filho agora se prepara para os próximos passos da campanha. A expectativa é que ele intensifique a busca por apoio popular e mobilize sua base para enfrentar os desafios que virão pela frente. A independência da candidatura pode ser um trunfo, mas também traz a responsabilidade de construir uma narrativa sólida que ressoe com os eleitores.

Além disso, a eleição para o Senado em Pernambuco promete ser acirrada, com diversas candidaturas disputando as duas vagas disponíveis. A estratégia de Mendonça Filho será fundamental para determinar seu sucesso nas urnas.



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Brasil reage a decisão dos EUA de revogar visto de embaixadora

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O governo brasileiro reagiu à decisão dos Estados Unidos de revogar o visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Ribeiro Viotti. Em nota divulgada nesta terça-feira (4), o país repudiou a decisão e afirmou que as justificativas apresentadas pelo governo norte-americano são falsas.

Ao cancelar o visto da embaixadora do Brasil em Washington, a Casa Branca argumentou que o Planalto não concedeu aprovação diplomática formal ao embaixador indicado pelo governo de Donald Trump e negou vistos a diplomatas norte-americanos.

Em resposta, o Itamaraty afirmou que a concessão de agrément é confidencial e que o nome designado deveria vir a público somente após a concessão da anuência. Além disso, apontou que o governo dos Estados Unidos anunciou publicamente o nome de seu candidato antes de apresentar o pedido formal de agrément ao governo brasileiro.

No texto, o governo brasileiro afirmou que segue estritamente o direito internacional, apontou que não há regra na Convenção de Viena estipulando prazo para aprovação diplomática e que o pedido norte-americano ainda se encontra em análise.

Vistos negados

Quanto aos dois funcionários do governo norte-americano que tiveram seus vistos de entrada no Brasil negados, o Itamaraty disse que eles planejavam viajar ao país para colocar em dúvida a integridade do sistema eleitoral brasileiro, “em tentativa inaceitável de interferir no processo político nacional”.

Em nota, o Ministério das Relações Exteriores também lembra que estão em vigor as sanções individuais sobre autoridades brasileiras, com o cancelamento de vistos para os Estados Unidos. Para o governo do Brasil, medidas tomadas com base em “alegação infundada” de perseguição política ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Para o Brasil, a decisão tomada nesta terça-feira pela Casa Branca não é um fato isolado, mas “faz parte de uma escalada deliberada de medidas hostis ao país, motivadas por razões ideológicas incompatíveis com uma parceria bilateral que sempre foi pautada pelo respeito mútuo”.

O texto concluiu afirmando que o governo brasileiro se opõe à lógica de confrontação e reitera a defesa do diálogo e da negociação em todas as suas relações internacionais.




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Livro “Valentes” adapta heróis clássicos para adolescentes

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No dia 4 de agosto de 2026, foi lançado o livro “Valentes”, escrito por Priscila e Juliana, autoras conhecidas por sua obra anterior, “Corajosas”. Este novo título traz uma adaptação de heróis clássicos, oferecendo uma nova perspectiva sobre os desafios que os adolescentes brasileiros enfrentam em sua jornada de fé e autodescoberta.

Contexto da obra

O livro “Valentes” surge em um momento em que a literatura juvenil brasileira busca cada vez mais abordar temas relevantes e contemporâneos. As autoras, Priscila e Juliana, têm se destacado por suas narrativas que falam diretamente ao coração dos jovens, utilizando personagens conhecidos para transmitir lições valiosas sobre coragem, fé e superação.

O que acontece em “Valentes”?

Em “Valentes”, as autoras adaptam figuras icônicas da literatura e da cultura pop, transformando-as em protagonistas que enfrentam dilemas e desafios típicos da adolescência. A obra não apenas entretém, mas também educa, promovendo discussões sobre valores cristãos e a importância da fé em momentos de dificuldade.

As histórias são repletas de ensinamentos que refletem a realidade dos jovens, abordando temas como amizade, lealdade e a busca por identidade. Através de uma narrativa envolvente, as autoras incentivam os leitores a se identificarem com os personagens e a aplicarem as lições aprendidas em suas próprias vidas.

Reações ao lançamento

A recepção do livro tem sido positiva, com muitos leitores e críticos destacando a relevância das histórias contadas. “Valentes” é visto como uma ferramenta poderosa para pais e educadores que desejam instigar conversas sobre fé e moral com os jovens. A obra já está sendo utilizada em grupos de jovens em diversas igrejas, onde é discutida em encontros e estudos bíblicos.

O que esperar do futuro?

Com o sucesso de “Valentes”, as autoras já estão sendo convidadas para palestras e eventos em diversas comunidades cristãs, onde compartilham suas experiências e a importância da literatura na formação de valores. Espera-se que essa obra inspire uma nova geração de escritores cristãos a explorar temas relevantes e a criar narrativas que conectem a juventude com a fé.

Além disso, o impacto de “Valentes” pode estimular outras editoras a investirem em literatura juvenil que dialogue com a realidade dos jovens, promovendo uma cultura de leitura que valorize a fé e os princípios cristãos.



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Maioria da população, mulheres garantiram direito ao voto com luta

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A história do voto feminino no Brasil é marcada por uma série de lutas. Reconhecido em 1932, no novo Código Eleitoral, o voto das mulheres foi mantido como facultativo até 1965, quando, enfim, passou a ser obrigatório, assim como o dos homens. 

As mulheres correspondem a 53% das pessoas aptas a votar nas eleições deste ano. As mais jovens, de 16 a 18 anos, representam 2% do eleitorado. Entre elas está Bruna Teles, estudante de 18 anos, que demonstra empolgação com a oportunidade de votar pela primeira vez.

“Eu gosto bastante do pensamento de que eu agora posso participar ativamente de alguma coisa no meu país.  Escolher quem são as pessoas que vão me representar, de acordo com as minhas ideias, com o que eu acredito”. 

Para a estudante Isabella Souza, de 18 anos, a luta para fazer valer a voz das mulheres na política ainda é necessária. 

“A gente ainda vê por aí pessoas contra o voto feminino! Mulheres contra o voto feminino! E , também, na sociedade hoje em dia a gente consegue ver várias situações de machismo e de misoginia. As mulheres também fazem parte da sociedade, então é importante que elas tenham voz para falar o que elas acham”. 

Pioneiras 

Gerações de mulheres lutaram para que as cerca de 84 milhões de eleitoras no país atualmente possam exercer seu direito ao voto como cidadãs. Entre as ativistas pelo voto feminino no Brasil estão a educadora potiguar Nísia Floresta, pioneira na defesa da autonomia das mulheres ainda no século 19; a dentista Isabel de Souza Mattos, que conseguiu o registro de eleitora em 1887, no Rio Grande do Sul, a partir de uma brecha na Lei Saraiva, que dava direito ao voto a quem tinha diploma. Mesmo assim, foi proibida de votar nas eleições para a Assembleia Constituinte em 1890. 


Brasília - DF - 30/07/2026 - Conquista do voto feminino no Brasil resistiu à misoginia histórica. (Em 1955, eleitora vota para presidente da República, no Rio: direito arduamente conquistado. Foto: Acervo Arquivo Nacional
Brasília - DF - 30/07/2026 - Conquista do voto feminino no Brasil resistiu à misoginia histórica. (Em 1955, eleitora vota para presidente da República, no Rio: direito arduamente conquistado. Foto: Acervo Arquivo Nacional

Eleitora vota para presidente em 1955. O voto feminino já era previsto, mas diferente dos homens, ainda era facultativo. Foto: Arquivo Nacional

Em 1910, a baiana Leolinda Daltro, conhecida como “mulher do diabo”, fundou o Partido Feminino Republicano. A jornalista da EBC e pesquisadora Cibele Tenório, comenta a estratégia de Leolinda em um período em que as mulheres eram impedidas de votar.

“Ela tinha um grupo de mulheres que conseguiu arregimentar e elas frequentavam as sessões no congresso,  participavam de audiências,  eram sempre presentes. Era um um feminismo de fato. Elas não faziam costuras, era mesmo para fazer uma provocação”. 

Outra figura fundamental na conquista do voto feminino foi a paulistana Bertha Lutz, que teve contato com as sufragistas na França e, ao voltar para o Brasil, fundou a Federação Brasileira pelo Progresso Feminino em 1922 no Rio de Janeiro – movimento que lutou pela inclusão do voto das mulheres no código eleitoral. 

No livro sobre o voto feminino no Brasil, a historiadora Teresa Cristina de Novaes Marques cita o pioneirismo das eleitoras no Rio Grande do Norte: em 1928, duas professoras – Celina Guimarães e Júlia Barbosa – votaram para eleger seus representantes no Senado Federal, mas seus votos foram anulados. 

Em 1931, integrantes da federação criada por Bertha Lutz se reuniram com o presidente Getúlio Vargas.  Após ouvir o  apelo dessas mulheres pelo direito ao voto, o governo Vargas publicou o decreto do novo Código Eleitoral em fevereiro de 1932.


Brasília (DF) 22/12/2024 – A jornalista e pesquisadora, Cibele Tenório autora da biografia sufragista Almerinda Farias.
Cibele posa para foto com as partituras inéditas descobertas durante pesquisa
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
Brasília (DF) 22/12/2024 – A jornalista e pesquisadora, Cibele Tenório autora da biografia sufragista Almerinda Farias.
Cibele posa para foto com as partituras inéditas descobertas durante pesquisa
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

 A jornalista e pesquisador Cibele Tenório é autora da biografia de Almerinda Gama. Foto: Joedson Alves/Agência Brasil 

A sufragista negra

Cibele Tenório explica que Bertha Lutz era acompanhada por outras mulheres líderes e, entre elas, estava Almerinda Gama, alagoana negra sobre a qual pesquisadora escreveu um livro. 

“Ela era uma assessora de imprensa do movimento feminista, muito habilidosa na escrita. Almerinda é carismática e conseguia emplacar coisas nos jornais pela amizade que ela foi fazendo nos lugares. Esse trabalho da Almerinda, que tem a ver também com os jornais, ajudou a construção do clima favorável que faz com que o Getúlio, em 32, banque a decisão de incluir as mulheres”. 

Em 1933, mulheres acima de 21 anos e alfabetizadas puderam votar pela primeira vez. Mas o voto ainda era facultativo, e se tornou obrigatório, como o dos homens, apenas em 1965. Já o direito ao voto para mulheres analfabetas só foi conquistado em 1985, com o fim da ditadura militar, quando os analfabetos foram incluídos em uma  emenda à Constituição. 

* Com produção de Salete Sobreira. 

 




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Crescimento das missões na África: oportunidade para o Evangelho

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A África se destaca como o campo missionário que mais cresce no mundo, apresentando tanto desafios quanto oportunidades para a evangelização. Milhões de crianças estão crescendo em comunidades em rápida transformação, e isso representa uma oportunidade extraordinária para o anúncio do Evangelho.

Contexto do crescimento missionário na África

A África, um continente rico em diversidade cultural e espiritual, está passando por mudanças significativas. Com um crescimento populacional acelerado, especialmente entre os jovens, as comunidades estão se transformando rapidamente. Isso cria um ambiente propício para a evangelização, onde o anúncio do Evangelho pode alcançar a próxima geração de forma impactante.

As dificuldades enfrentadas por muitas dessas comunidades, como a pobreza, a falta de acesso à educação e a instabilidade política, são desafios que podem ser superados com a mensagem de esperança e transformação que o Evangelho oferece. Missionários e organizações cristãs estão se mobilizando para atender a essas necessidades, trazendo não apenas a mensagem de Cristo, mas também suporte prático e espiritual.

O que está acontecendo nas comunidades africanas

Atualmente, muitos missionários estão se dedicando a trabalhar com crianças e adolescentes, oferecendo programas de educação, saúde e desenvolvimento pessoal. Esses esforços são fundamentais para ajudar as novas gerações a encontrar um caminho de vida que reflita os princípios cristãos.

Além disso, o crescimento das igrejas locais tem sido notável. Muitas congregações estão se formando em áreas onde antes a presença cristã era quase inexistente. Isso demonstra um desejo crescente por uma vida espiritual que transcenda as dificuldades cotidianas.

Reações e apoio às missões

Organizações missionárias de todo o mundo estão se unindo para apoiar esses esforços. Muitas têm enviado recursos, treinamento e missionários para ajudar a estabelecer igrejas e programas de apoio às comunidades. A resposta da igreja global tem sido encorajadora, com um aumento no interesse em participar ativamente das missões na África.

Os líderes cristãos ressaltam a importância de investir no futuro das crianças africanas. “Estamos vendo um potencial incrível nas novas gerações. Se conseguirmos alcançá-los com o Evangelho, podemos transformar não apenas suas vidas, mas também suas comunidades”, afirma um missionário atuante na região.

“A próxima geração precisa do Evangelho para enfrentar os desafios que estão por vir.”

— Missionário atuante na África

O que esperar para o futuro das missões na África

À medida que mais missionários se envolvem e mais igrejas locais são estabelecidas, espera-se que o impacto do Evangelho continue a crescer. A colaboração entre igrejas locais e internacionais será crucial para sustentar esse movimento. Além disso, a capacitação de líderes locais é fundamental para garantir que a mensagem do Evangelho seja compartilhada de maneira eficaz e contextualizada.

O futuro das missões na África é promissor, e a igreja brasileira tem um papel importante a desempenhar. Com a oração e o apoio financeiro, é possível contribuir para que mais crianças e jovens tenham acesso ao Evangelho e a uma vida transformada em Cristo.



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