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PF investiga desvio de dinheiro público em Mato Grosso

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A Polícia Federal investiga, nesta quinta-feira (6), o desvio de R$ 308 milhões em um acordo entre o estado de Mato Grosso e uma empresa de telefonia. São cumpridos 25 mandados de busca e apreensão em Mato Grosso, São Paulo, Rondônia e Ceará.

A PF apura crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, além de lavagem de dinheiro, peculato e uso indevido de informação privilegiada.

A Operação Heritage foi autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que também determinou o bloqueio e a indisponibilidade de bens até o limite de R$ 316 milhões. A decisão proíbe o contato entre os investigados e a saída do país, com o recolhimento dos passaportes.

Segundo a PF, o acordo entre o governo mato-grossense e a empresa de telefonia teria sido usado para desviar R$ 308 milhões em dinheiro público. Para ocultar a origem e o destino dos recursos, o esquema utilizava uma estrutura financeira composta por fundos de investimento em cascata e empresas laranja.
 




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Estudo revela que grupos pequenos aumentam discipulado na igreja

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Um novo estudo realizado pela Lifeway Research revelou que a participação regular em grupos pequenos de estudo bíblico está diretamente relacionada a um aumento significativo nas medidas de discipulado entre os cristãos. Essa descoberta destaca a importância das interações comunitárias na formação espiritual dos fiéis.

O que diz o estudo

A pesquisa da Lifeway Research, publicada recentemente, analisou a relação entre a participação em grupos pequenos de estudo bíblico e o desenvolvimento espiritual dos participantes. Os resultados mostraram que aqueles que se envolvem regularmente nessas atividades tendem a apresentar um discipulado mais robusto e eficaz.

Os dados indicam que a interação em grupos pequenos não apenas fortalece a compreensão bíblica, mas também promove um ambiente de apoio e encorajamento mútuo entre os membros da igreja. Isso é crucial para o crescimento espiritual e para a vivência da fé no dia a dia.

O que aconteceu

Os pesquisadores da Lifeway Research conduziram entrevistas e questionários com diversos grupos de cristãos em diferentes denominações. Os resultados mostraram que aqueles que participam de estudos bíblicos em pequenos grupos reportam uma maior frequência em práticas espirituais, como oração, leitura da Bíblia e evangelização.

Além disso, os participantes relataram um aumento no senso de comunidade e pertencimento à igreja, o que é fundamental para a manutenção da fé em tempos desafiadores. Essa conexão social é muitas vezes o que mantém os cristãos firmes em sua caminhada espiritual.

Reações da comunidade cristã

Os líderes e pastores têm se mostrado entusiasmados com os resultados do estudo. Muitos afirmam que a criação e o incentivo a grupos pequenos é uma estratégia eficaz para o crescimento espiritual da congregação. Pastor João da Silva, líder de uma igreja em São Paulo, comentou: “Ver a transformação na vida das pessoas que estão envolvidas em grupos pequenos é algo encorajador. Eles se tornam mais comprometidos e ativos na missão da igreja.”

“A participação em grupos pequenos é essencial para o discipulado. É lá que as pessoas realmente crescem na fé e se sentem parte da comunidade.”

— Pastor João da Silva

O que esperar no futuro

Com os dados apresentados, é provável que muitas igrejas comecem a priorizar a formação de grupos pequenos como parte de suas estratégias de discipulado. A expectativa é que esse movimento não apenas aumente o número de participantes em estudos bíblicos, mas também fortaleça a igreja como um todo.

Além disso, a pesquisa pode inspirar novas abordagens para o ensino bíblico e a evangelização, destacando a importância da comunidade na vida cristã. À medida que mais igrejas adotam essa prática, o potencial para um crescimento espiritual significativo é promissor.



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AMM publica dados de estradas vicinais que serão utilizados no cálculo do ICMS de 2027

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As informações referentes à quilometragem das estradas vicinais não pavimentadas dos municípios mato-grossenses, que serão utilizadas no cálculo do Índice Municipal de Infraestrutura (Iminfra), foram publicadas no Diário Oficial da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).

O Iminfra é um dos indicadores que compõem o Índice de Participação dos Municípios (IPM), utilizado para definir a distribuição da arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) entre os municípios. Os dados publicados serão considerados na composição do índice definitivo do IPM que entrará em vigor em 2027.

O levantamento foi realizado pela Comissão do Índice Municipal de Infraestrutura (Iminfra) da AMM, responsável pela apuração, análise e consolidação das informações referentes às estradas vicinais não pavimentadas existentes nos municípios. A atualização dos dados ocorre anualmente e, após a validação técnica pela comissão, as informações são oficialmente divulgadas.

O presidente da AMM, Hemerson Maninho, destacou que a atualização dos dados das estradas vicinais é essencial para que a participação de cada município na distribuição do ICMS reflita a realidade local. “A associação trabalha para garantir um levantamento técnico e transparente, contribuindo para que os municípios tenham seus indicadores corretamente considerados”, afirmou.

O indicador de infraestrutura representa 2% da composição do IPM. Além do Iminfra, o índice considera os seguintes critérios: valor adicionado (65%), indicador social (11%), educação (10%), saúde (5%), unidade de conservação e terra indígena (3%), agricultura familiar (2%) e esforço de arrecadação (2%).

A divulgação das informações pela AMM garante transparência ao processo de apuração e contribui para que os municípios acompanhem os critérios utilizados na definição da participação na distribuição do ICMS.



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Aliados de Trump e democratas criticam resposta da Casa Branca após ataques de IA

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“Há uma relação muito próxima entre as empresas e a equipe, não apenas na Casa Branca, mas também, acredito, no aparato de segurança nacional”, disse Bannon à Reuters. “Por que você permitiria que eles estivessem no controle? (…) Você precisa de pelo menos uma estrutura rudimentar de algum tipo de aparato regulatório” para regular a IA, acrescentou.



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Nova lei anti-conversão em Maharashtra ameaça ministérios cristãos

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Uma nova legislação em Maharashtra, na Índia, que regula a conversão religiosa, entrou em vigor na semana passada e tem gerado preocupações entre líderes cristãos, que alertam que a lei pode criminalizar atividades essenciais ao ministério, como aulas de catecismo e reuniões de oração.

Contexto da nova lei

A nova lei anti-conversão foi implementada em um contexto de crescente tensão religiosa na Índia, onde a liberdade religiosa tem sido constantemente desafiada. O governo de Maharashtra, um dos estados mais populosos do país, justifica a medida como uma forma de proteger os cidadãos de conversões forçadas, mas muitos líderes cristãos veem isso como uma tentativa de silenciar a evangelização e restringir a liberdade religiosa.

O que aconteceu

De acordo com a legislação, atividades que envolvem a conversão religiosa, incluindo catecismo, trabalho de caridade e até mesmo reuniões de oração, podem ser alvo de investigações policiais. Isso levanta sérias preocupações sobre a possibilidade de que líderes e membros da igreja sejam criminalizados por suas práticas religiosas cotidianas. A lei permite que qualquer pessoa denuncie atividades suspeitas, o que pode levar a abusos e perseguições contra cristãos e outras minorias religiosas.

Reações da comunidade cristã

Líderes cristãos expressaram sua indignação e preocupação com a nova legislação. Eles afirmam que a lei não apenas ataca a prática da fé, mas também desmantela a base da liberdade religiosa, um direito fundamental garantido pela Constituição indiana. Muitos deles estão mobilizando a comunidade para se opor a essa medida, ressaltando a importância da evangelização e do anúncio do Evangelho.

— Nome do líder cristão

O que esperar

Com a implementação dessa lei, espera-se que haja um aumento nas tensões entre diferentes comunidades religiosas em Maharashtra. A possibilidade de perseguições e investigações policiais pode desencorajar muitos cristãos de se envolverem em atividades de evangelização e ministério. Além disso, a situação pode levar a um aumento da vigilância sobre as práticas religiosas, o que é alarmante para aqueles que valorizam a liberdade de culto.

“Estamos comprometidos em continuar nosso trabalho, apesar das dificuldades que enfrentamos.”

É crucial que a comunidade cristã permaneça unida e vigilante, buscando apoio e solidariedade de outras denominações e grupos religiosos que também possam ser afetados por essa legislação. A oração e a mobilização são essenciais neste momento desafiador, à medida que os cristãos em Maharashtra enfrentam um futuro incerto.



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PF investiga suposto desvio de R$ 308 milhões em acordo entre MT e empresa de telefonia

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A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (6), a Operação Heritage para investigar um suposto esquema de desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro, peculato, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e uso indevido de informação privilegiada. A investigação apura irregularidades em um acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e uma empresa privada de telefonia, que pode ter causado prejuízo superior a R$ 308 milhões aos cofres públicos.

Ao todo, policiais federais cumprem 25 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em Mato Grosso, São Paulo, Rondônia e Ceará. Também foram determinadas medidas cautelares, como quebra dos sigilos bancário e fiscal dos investigados, bloqueio e indisponibilidade de bens até o limite de aproximadamente R$ 316 milhões, recolhimento de passaportes, proibição de saída do país e impedimento de contato entre os investigados.

Segundo a PF, as investigações tiveram início após a análise de um acordo relacionado à restituição de valores decorrentes de uma disputa tributária entre o Estado de Mato Grosso e uma empresa de telefonia. Há indícios de que a operação financeira tenha sido utilizada para desviar recursos públicos por meio de uma estrutura composta por fundos de investimento em cascata e empresas interpostas, mecanismo que teria servido para ocultar a origem, movimentação e destino do dinheiro.

A Polícia Federal informou que os fatos podem configurar, em tese, os crimes de organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e uso indevido de informação privilegiada.

As investigações continuam para identificar todos os envolvidos e apurar a extensão do esquema.

Fonte: Gazeta Digital



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Agosto Lilás: igrejas se mobilizam contra a violência à mulher

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Neste mês de agosto, conhecido como Agosto Lilás, as igrejas são desafiadas a se mobilizar na luta contra a violência contra a mulher. A campanha nacional visa reforçar a importância da denúncia e do acolhimento às vítimas, promovendo relacionamentos pautados no amor bíblico.

Contexto da Campanha

A violência contra a mulher é uma questão alarmante no Brasil, com números crescentes de feminicídios e agressões. Em 2025, o Brasil registrou 1.571 feminicídios, um dado que evidencia a urgência de ações efetivas para combater essa realidade. O Agosto Lilás surge como um movimento de conscientização, promovendo o diálogo sobre a importância de um ambiente seguro e respeitoso para todas as mulheres.

O que está sendo feito

A campanha convida as igrejas a se tornarem espaços de acolhimento e apoio para as vítimas de violência. Isso inclui a criação de grupos de apoio, palestras educativas e a promoção de uma cultura de respeito e amor, conforme os ensinamentos bíblicos. O objetivo é não apenas oferecer suporte, mas também educar as comunidades sobre a importância da prevenção e da denúncia.

Reações da Comunidade Cristã

Vários líderes e pastores têm se manifestado a favor da campanha, destacando a necessidade de as igrejas se posicionarem ativamente contra a violência. A pastora Ana Clara, por exemplo, afirmou: “É nosso dever como cristãos promover a paz e o amor. Não podemos fechar os olhos para a dor das mulheres ao nosso redor”.

Essa mobilização não se limita apenas ao mês de agosto. Muitas igrejas estão planejando ações contínuas para garantir que a luta contra a violência à mulher seja uma prioridade em suas comunidades.

O que esperar para o futuro

Com o aumento da conscientização, espera-se que mais igrejas se unam a essa causa, criando uma rede de apoio que possa fazer a diferença na vida de muitas mulheres. A promoção de relacionamentos saudáveis e respeitosos, fundamentados nos princípios cristãos, é fundamental para a transformação social.

O Agosto Lilás é um chamado à ação para todos os cristãos, lembrando que a verdadeira fé se manifesta em amor e respeito ao próximo. A luta contra a violência à mulher é uma responsabilidade coletiva e deve ser uma prioridade nas comunidades de fé.



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TCE-MT aprova súmula que afasta responsabilização automática de gestores públicos

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O Plenário do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) aprovou nova súmula que afasta a responsabilização automática ou presumida de gestores públicos apenas pela posição hierárquica, exigindo que seja comprovada a relação direta entre a conduta imputada e a irregularidade apurada. Sob relatoria do conselheiro-presidente, Sérgio Ricardo, o entendimento foi acolhido por unanimidade durante a sessão ordinária desta terça-feira (4).

A proposta para inscrição de enunciado de súmula foi apresentada pela Secretaria de Normas, Jurisprudência e Consensualismo (SNJur) e submetida à apreciação da Comissão Permanente de Normas, Jurisprudência e Consensualismo (CPNJur), também presidida pelo conselheiro Sérgio Ricardo. Para garantir fundamentação ao processo, o relator baseou-se principalmente na Lei Complementar Estadual n.º 752/2022, que institui o Código de Processo de Controle e Externo do Estado de Mato Grosso, além dos Artigos nº 318 e nº 319 do Regimento Interno do TCE-MT.

“Voto pela inscrição do seguinte enunciado de súmula: A responsabilização de gestores públicos não pode ser automática nem presumida, devendo observar a responsabilidade subjetiva, mediante individualização da conduta e demonstração do nexo causal entre a conduta imputada e a irregularidade apurada, não sendo suficiente por si só a posição hierárquica ou a delegação de competências”, apresentou o presidente.

Após a aprovação, Sérgio Ricardo enalteceu o trabalho da CPNJur. “É uma Comissão que se aprofunda muito nos temas, busca todas as soluções e a sustentação existente para poder trazer a todos nós os resultados desse trabalho, permitindo que a gente traga para este Plenário e para a sociedade mato-grossense o melhor que o Tribunal pode fazer.”

Súmula

Os enunciados de súmulas são entendimentos consolidados que possuem força normativa e compõem a jurisprudência do TCE-MT, previstos no Regimento Interno da instituição, fixam uma tese adotada de forma reiterada em precedentes do Tribunal.

Conforme o Regimento Interno, considera-se reiterado o entendimento firmado em, no mínimo, seis decisões plenárias sobre a mesma matéria, relatadas por pelo menos três relatores diferentes e aprovadas por unanimidade.



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Meta lança IA para programação, buscando competir com OpenAI e Anthropic

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Mark Zuckerberg durante o Meta Connect em setembro de 2025
REUTERS/Carlos Barria
A Meta lançou na quarta-feira (5) o Muse Code, uma inteligência artificial capaz de escrever código de software de forma autônoma. Com isso, a empresa entra no segmento mais lucrativo do competitivo mercado de IA generativa.
A programação assistida por IA tornou-se a principal fonte de receitas do setor, superando os chatbots, como ChatGPT e Gemini.
🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
Segundo a Meta, controladora de Facebook, Instagram e WhatsApp, o software é capaz de planejar a execução de um projeto, dividi-lo em tarefas, escrever programas e verificar os resultados.
Por que tanta gente está falando do Claude? Conheça a IA mais perigosa do mundo
O sistema também pode delegar tarefas a outros “subagentes”, afirmou o diretor-executivo da Meta, Mark Zuckerberg, em publicação na rede social Threads.
A Microsoft foi pioneira nesse segmento com o GitHub Copilot, antes da chegada dos chamados “agentes”, sistemas capazes de executar simultaneamente diversas tarefas complexas.
Entre eles estão o Claude Code, da Anthropic, o Codex, da OpenAI, e o Cursor, cuja aquisição pela SpaceX, de Elon Musk, está perto de ser concluída.
O Muse Code, atualmente em versão beta, é cobrado por uso, e não por assinatura, com preços inferiores aos dos concorrentes, como parte de uma estratégia deliberada para ganhar espaço no mercado.
A gigante das redes sociais, cujas receitas dependem quase integralmente da publicidade, busca monetizar diretamente seus modelos de IA, sob pressão de investidores preocupados com o tamanho de seus gastos.
Em meados de 2025, Zuckerberg desembolsou mais de US$ 14 bilhões para adquirir uma participação de 49% na Scale AI. Ele nomeou o então diretor-executivo da empresa, Alexandr Wang, para comandar o Meta Superintelligence Labs, onde também recrutou executivos da OpenAI, Anthropic e Google.
Logo da Meta, empresa dona do Instagram e Facebook.
Tony Avelar/AP
Um incidente de segurança envolvendo uma versão anterior do modelo da Meta, o Muse Spark 1.1, foi revelado na quarta-feira pelo site especializado em tecnologia The Information.
Durante um teste de cibersegurança realizado pela empresa Irregular, o Muse Spark obteve acesso aos sistemas de uma empresa que não teve o nome divulgado.
Segundo um porta-voz da Meta, o incidente, cuja data não foi informada, foi provocado por “um erro na configuração” da Irregular. Ele também afirmou que a empresa pretende publicar um relatório detalhado da investigação.
Dois incidentes semelhantes ocorreram nas últimas semanas durante testes parecidos na OpenAI e na Anthropic. Segundo o texto, os modelos dessas empresas se aproveitaram de ambientes mal isolados para acessar, sem autorização, sistemas reais.
Bloqueio de ligações indesejadas gera disputa entre operadoras na Anatel
Por que ‘Brasil’ virou ‘sutiã’ no ranking da Fifa traduzido para o português?



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Campanha “No meu voto mando eu” visa segurar direito ao voto secreto

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Com o slogan “No meu voto mando eu”, a Justiça lança nesta quinta-feira a Aliança pelo Voto Livre e Secreto.

A campanha é uma mobilização nacional contra o assédio eleitoral no ambiente de trabalho. O assédio acontece quando empregadores ou chefes usam de sua influência para direcionar, intimidar, constranger ou humilhar trabalhadores por suas escolhas políticas.

São exemplos: ameaças de demissão ou de prejuízos profissionais, promessas de benefícios em troca de apoio político, exigência de participação em atos de campanha ou cobrança sobre o voto.

A campanha vai ser lançada pelas Justiças Eleitoral e do Trabalho e pelo Ministério Público do Trabalho nesta manhã, no Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília.

A iniciativa reforça a escolha eleitoral como um direito individual que deve ser exercido de forma livre, sem qualquer tipo de pressão, constrangimento ou interferência.

A ideia é incentivar pessoas, empresas, instituições públicas e privadas, organizações da sociedade civil e entidades de classe a participarem do movimento.

As instituições assinam também um acordo para desenvolverem ações conjuntas em defesa da liberdade de voto e do fortalecimento da democracia.




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