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Ação Brasil reúne evangélicos no Recife nos dias 14 e 15 de agosto

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O Recife receberá, nos dias 14 e 15 de agosto de 2026, o evento Ação Brasil, uma mobilização cristã que visa promover oração, adoração e intercessão pelo Brasil. O encontro ocorrerá na Igreja Obreiros de Cristo, localizada no bairro da Imbiribeira, Zona Sul da capital pernambucana.

Programação do evento

A programação do Ação Brasil começará na sexta-feira, 14 de agosto, às 19h30 e se estenderá até as 22h do sábado, 15 de agosto. A participação é gratuita, mas é necessário realizar inscrição antecipadamente pelos canais oficiais do evento.

O encontro tem como objetivo reunir cristãos de diferentes denominações para um período de oração coletiva, com ênfase em temas como arrependimento, cura, direcionamento e mobilização espiritual. Entre as atividades programadas estão momentos de intercessão, louvor, adoração e mensagens.

Objetivos e proposta do encontro

De acordo com a organização, a iniciativa busca criar um ambiente de unidade entre os cristãos, sem se concentrar em uma única denominação. O evento também pretende incentivar a oração pelas famílias, pela cidade e pela nação.

Um dos nomes associados à programação é o da pastora Ezenete Rodrigues, que é conhecida por sua atuação na área de intercessão e por participar de conferências e movimentos de oração em diversas regiões do país.

Contexto da mobilização

A realização do Ação Brasil ocorre em um momento em que diferentes movimentos cristãos têm buscado fortalecer iniciativas de oração coletiva e intercessão pela sociedade. O evento faz parte de uma série de encontros que estão sendo realizados em várias cidades brasileiras ao longo de 2026, reforçando a proposta de mobilização nacional em torno da oração.



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Livro de Vinicius Iracet ensina a romper ciclos de estagnação espiritual

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O pastor e profeta Vinicius Iracet lançou o livro “Mentalidade de alto nível: pense grande sempre”, que reúne princípios bíblicos e estratégias para romper ciclos de estagnação e renovar hábitos. A obra, publicada pela Citadel Editora, aborda a importância da mudança de mentalidade para rever escolhas e hábitos que mantêm as pessoas presas a padrões repetitivos.

Proposta do livro

A proposta central do livro é a mudança de pensamento, que pode ser o primeiro passo para a transformação pessoal. Iracet utiliza o conceito bíblico de metanoia, um termo grego que se refere à mudança de mente, para discutir decisões, hábitos e responsabilidade pessoal à luz da fé cristã.

Conteúdo abordado

Com mais de 11 milhões de inscritos no YouTube, o autor inclui em sua obra passagens bíblicas, experiências de seu ministério, relatos pessoais e orientações sobre desenvolvimento pessoal. Entre os temas abordados estão o vitimismo, a criação de novos hábitos, a gratidão, a gestão das emoções e a procrastinação.

A comunicação também é um ponto focal do livro. Iracet discute como palavras, ambientes e relacionamentos podem impactar comportamentos e decisões. Ele enfatiza que a disciplina e a constância são práticas essenciais para quem deseja modificar hábitos e manter novas escolhas ao longo do tempo.

Fé e ações práticas

Um dos eixos do livro relaciona a fé a atitudes práticas. O autor defende que a mudança de pensamento deve ser acompanhada por ações concretas, afirmando que a metanoia não se limita a uma alteração na maneira de enxergar a vida. Para Iracet, essa mudança é uma escolha diária que pode influenciar hábitos, decisões e a relação com Deus.

A obra também aborda temas como investimento pessoal e conexões, além de questões ligadas à vida profissional e aos relacionamentos. Ao longo dos capítulos, os leitores encontram orientações para observar sua própria maneira de pensar e identificar comportamentos que podem estar associados a períodos de estagnação.

Sobre o autor

Vinicius Iracet é pastor, escritor e conferencista, autor de 20 livros. Ele mantém uma comunidade com mais de 11 milhões de inscritos no YouTube, onde realiza lives de oração e compartilha mensagens de fé.



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Como a Arca da Aliança revela Cristo

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A Arca da Aliança, um objeto sagrado para o povo de Israel, desempenhou um papel central em sua adoração e identidade nacional. Construída conforme as instruções dadas por Deus a Moisés, a Arca simbolizava a presença divina entre seu povo.

O que a Arca continha?

Dentro da Arca estavam as tábuas da Lei, conhecidas como os Dez Mandamentos, que Deus entregou a Moisés no Monte Sinai. Além disso, segundo algumas tradições, a Arca também guardava o pote de maná e a vara de Arão, que simbolizam a provisão e o sacerdócio divino.

Mais do que um mero objeto, a Arca era o ponto focal da adoração israelita. Ela ficava no Santo dos Santos, a parte mais sagrada do tabernáculo e, posteriormente, do templo, onde apenas o sumo sacerdote podia entrar uma vez por ano, no Dia da Expiação. Ali, no propiciatório — o “assento da misericórdia” sobre a Arca — Deus se revelava para falar com seu povo.

A Arca como símbolo da presença de Deus

Em Êxodo 25:22, Deus promete a Moisés: “Lá me encontrarei contigo e falarei contigo de cima do propiciatório”. Essa promessa revela o desejo de Deus de habitar no meio do seu povo, não apenas no deserto, mas também em seus corações, realizado plenamente em Jesus Cristo.

O Novo Testamento amplia esse significado. Em Hebreus 6:19, a esperança que a Arca representava é descrita como “uma âncora para a alma, firme e segura, que penetra no santuário interior, atrás do véu”. Essa esperança é Jesus Cristo, que entrou no Santo dos Santos celestial para interceder por nós perante Deus.

Significado da Arca da Aliança

Assim, a Arca da Aliança não é apenas um artefato histórico, mas uma poderosa prefiguração da obra redentora de Cristo. Ela nos lembra que Deus deseja habitar em comunhão conosco, oferecendo-nos perdão, provisão e presença constante.



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Fernanda Leite sobre o lar: ‘Família é o nosso bem mais precioso’

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A pastora Fernanda Leite, da Comunidade Efatá, de Santos, enfatiza a importância de dedicar tempo de qualidade à família, especialmente em um contexto cristão. Ela afirma que a família é um bem precioso que deve ser cuidado com atenção e afeto.

A importância do tempo em família

A convivência familiar vai além da presença física, envolvendo espiritualidade e a busca por uma comunhão profunda. “O Deus da Bíblia é totalmente voltado à família”, afirma Fernanda, ressaltando que zelar por esse tesouro envolve dedicar tempo e atenção ao relacionamento familiar.

Desafios da vida moderna

Fernanda Leite observa que o ritmo acelerado da vida moderna traz muitos desafios para as famílias. “A maioria de nós tem um dia cheio de compromissos”, comenta, referindo-se ao impacto do trabalho, estudos e redes sociais na convivência familiar. Ela destaca a necessidade de encontrar um equilíbrio e que a fé pode ser um fator decisivo nessa reconexão.

A conexão espiritual

A pastora também menciona que a renovação espiritual é fundamental para o convívio familiar. “Quando entendemos a importância de priorizar esse relacionamento com Deus, nossa fé vai além de uma prática religiosa; ela se transforma em uma espiritualidade profunda, que nos conecta diretamente com o Céu”, explica. Para ela, é essencial estar disponível para encontros espirituais, que ajudam a retornar ao convívio familiar com um coração renovado.



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Mulher é presa após enviar ameaça de bomba a Igreja Presbiteriana

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Melissa Ann Redway, uma ex-professora, foi presa por enviar uma ameaça de bomba à Coral Ridge Presbyterian Church, em Fort Lauderdale, na Flórida. A prisão ocorreu na segunda-feira, 10 de agosto de 2026, após o envio de um e-mail ameaçador à igreja.

O que aconteceu

Redway, que anteriormente lecionava na Westminster Academy, escola vinculada à igreja, e era membro do coro da congregação, enviou um e-mail em fevereiro onde afirmava: “Eu primeiro preciso explodir toda a igreja comigo no concerto…”. O e-mail fazia referência a um concerto programado para o dia 20 de fevereiro. Um mandado de prisão foi emitido em abril, após líderes da igreja expressarem preocupação com o comportamento de Redway.

Contexto da situação

A ex-professora havia sido demitida após sofrer uma lesão cerebral que a impediu de continuar suas funções. Além disso, Redway também perdeu sua posição no coro da igreja. Testemunhas relataram que ela não aceitou bem a demissão e, em uma ocasião, chegou a uma prática de coro vestindo um sobrepeliz, correndo pelo corredor antes de sair da igreja.

Funcionários da igreja relataram ter recebido e-mails incoerentes de Redway, que mencionavam concertos específicos. Sua mãe informou à polícia que Redway estava “agindo um pouco fora de seu caráter, ansiosa e estressada com a situação da igreja”.

Consequências legais

Redway enfrenta acusações de crime de segundo grau por ameaçar lançar, projetar, colocar ou descarregar um dispositivo destrutivo e por enviar uma ameaça de morte ou ferimento a alguém. A fiança foi fixada em $7.500.

Sobre a Coral Ridge Presbyterian Church

A Coral Ridge Presbyterian Church é uma megacongregação que começou a realizar cultos em uma escola primária em 1959 e foi oficialmente constituída em 1960. O primeiro pastor da congregação foi D. James Kennedy, que ocupou o cargo até sua aposentadoria em agosto de 2007.



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Comissão da Câmara analisará PECs sobre redução da maioridade penal

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A Câmara dos Deputados instalou, nesta quarta-feira (12), a comissão especial que analisará propostas de emendas à Constituição sobre a redução da maioridade penal, que hoje é de 18 anos. O colegiado discutirá três PECs que tratam da redução dessa maioridade para 16 anos, com propostas até de que crianças de 12 anos possam responder criminalmente por crimes hediondos e contra a vida.

As discussões da comissão estão planejadas para até depois das eleições de outubro. O plano de trabalho prevê um diagnóstico sobre promoção de justiça às vítimas, dimensionamento do impacto civil e o estudo da viabilidade institucional da medida. Ainda está prevista a realização de seminários nas cinco regiões do país e reuniões técnicas com especialistas e entidades da sociedade civil.

Oposição

Parlamentares opositores à medida destacaram que a redução da maioridade seria uma forma de suprimir direitos fundamentais, o que a Constituição não permite.

O colegiado é formado por 38 titulares e o mesmo número de suplentes.

Se aprovada a proposta na comissão especial, o tema deve ser avaliado ainda pelo plenário da Câmara dos Deputados, antes de seguir para análise do Senado Federal.




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Trump autoriza ofensiva cibernética contra organizações criminosas; PCC e CV podem ser alvo

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PCC e CV na lista de terroristas acendem alerta no Itamaraty; entenda
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (12) um memorando que abre caminho para empresas privadas americanas participarem de operações cibernéticas contra organizações criminosas transnacionais que atuam fora do país. A medida pode alcançar grupos brasileiros como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV).
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Pelo documento, companhias selecionadas poderão realizar ações de vigilância e operações capazes de interromper, degradar ou até destruir sistemas e redes usados por grupos criminosos. As ações precisarão ser previamente aprovadas e serão conduzidas sob supervisão do governo americano.
Segundo a Casa Branca, a medida busca ampliar o combate a crimes como fraudes e ataques cibernéticos praticados contra cidadãos, empresas e interesses dos Estados Unidos.
“Essas organizações realizam campanhas cibernéticas continuas para perpetrar fraudes que minam a prosperidade, a segurança e a liberdade americanas. […] Assim, é política dos Estados Unidos utilizar todos os instrumentos do poder nacional, incluindo as capacidades inovadoras do setor privado, para combater o cibercrime”, afirma o documento.
O PCC e o CV estão entre as organizações que podem, em tese, ser alcançadas pelo novo programa. O governo dos Estados Unidos classifica os dois grupos brasileiros como organizações criminosas transnacionais e, desde junho, como organizações terroristas estrangeiras.
O memorando, porém, não cita nominalmente PCC ou CV. Para que sejam alvo das operações previstas no documento, os grupos também precisam se enquadrar na definição de organizações envolvidas em crimes cibernéticos.
O programa ficará sob responsabilidade do Centro Nacional de Coordenação (NCC, na sigla em inglês) e terá supervisão conjunta dos departamentos de Justiça e de Segurança Interna. As empresas participantes terão de passar por um processo de avaliação e firmar contratos com o governo.
O memorando determina que as autoridades estabeleçam, em até 60 dias, as regras para o funcionamento do programa. Entre os critérios previstos estão experiência técnica, histórico em operações cibernéticas, segurança das instalações e avaliação dos funcionários envolvidos.
As empresas também poderão ser obrigadas a manter uma garantia financeira de pelo menos US$ 1 milhão. O valor poderá ser confiscado caso haja descumprimento das regras estabelecidas no contrato com o governo.
O texto estabelece dois tipos principais de atuação:
As chamadas “operações de vigilância cibernética” permitirão acessar sistemas sem autorização para coletar informações ou inteligência, inclusive dados que possam ser usados posteriormente em outras ações.
Já as “operações de efeitos cibernéticos” poderão envolver a manipulação, interrupção, degradação ou destruição de sistemas, redes e outras infraestruturas digitais.
Há, porém, limites para essas operações. Empresas privadas não poderão receber autorização dos diretores do programa para ações com possibilidade de provocar mortes ou ferimentos graves, ou que possam ser consideradas uso da força ou ataque armado pelas regras do direito internacional.
O memorando também determina que uma operação seja interrompida caso atinja, de maneira não intencional, cidadãos americanos, sistemas localizados nos Estados Unidos ou sistemas controlados por americanos. Nesses casos, o governo deverá ser imediatamente informado.
Segundo Trump, a iniciativa pretende aproveitar a capacidade tecnológica do setor privado americano no combate ao crime organizado internacional.
O texto afirma que esses recursos foram historicamente pouco utilizados em esforços para identificar e desarticular redes criminosas no ambiente digital.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 6 de agosto de 2026
REUTERS/Evelyn Hockstein
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Escola no Quênia ganhará nome de missionário brasileiro assassinado

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Um projeto educacional no Quênia, chamado Francisco’s Hope School, está sendo desenvolvido em memória do missionário brasileiro Francisco Barbosa, assassinado em 2023. A iniciativa, liderada por sua esposa, Franciane Barbosa, visa atender cerca de 200 crianças da tribo Turkana.

O que é a Francisco’s Hope School

A escola será construída na vila de Elye Spring, um local significativo para Francisco. Franciane Barbosa afirmou: “Mesmo após a sua partida, decidi continuar acreditando nos sonhos que Deus colocou em nossos corações e dar continuidade ao trabalho que construímos com tanto amor”. O projeto busca ampliar o acesso à educação na região, que já conta com uma igreja e um poço de água, iniciativas que atendem necessidades básicas da população.

A importância da educação na comunidade

Franciane destacou que a construção da escola surgiu da percepção de que as crianças da região carecem de acesso à educação. Muitas delas nunca tiveram a oportunidade de frequentar uma escola ou usar um uniforme escolar. “Para muitas delas, algo que pode parecer simples representa dignidade, pertencimento e a oportunidade de sonhar com um futuro diferente”, ressaltou.

Próximos passos do projeto

A proposta de Franciane vai além da construção de uma estrutura física. A educação é vista como uma ferramenta de transformação social. O projeto está em andamento e busca atender as necessidades educacionais da comunidade, proporcionando um futuro melhor para as crianças da tribo Turkana.



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Fora da vice, Garcia não teme perder votos no projeto de reeleição

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Fora da disputa pela vice-governadoria na chapa de Otaviano Pivetta (Republicanos), o deputado federal Fábio Garcia (União Brasil) afirmou que não teme uma eventual perda de votos por ter priorizado outros projetos políticos e deixado sua reeleição para a Câmara dos Deputados em segundo plano.
Em entrevista à imprensa, após anunciar sua saída da composição da chapa de Pivetta, o deputado afirmou que não vê prejuízos com a mudança de projeto eleitoral para este pleito. Garcia disse ainda que tem recebido manifestações de apoio de eleitores e aliados, inclusive durante o período em que o grupo governista avaliava sua permanência na chapa.
“Tenho recebido milhares de mensagens de apoio de pessoas dizendo que estão comigo em qualquer circunstância. Nós temos serviço prestado. Portanto, nós vamos continuar contando com aqueles que acreditam no nosso projeto. Vou focar na minha candidatura de deputado”, declarou.
Questionado sobre uma possível resistência dentro do União Brasil à sua candidatura, já que seu padrinho político, o ex-governador Mauro Mendes, lançou a esposa, Virginia Mendes, para disputar uma vaga na Câmara Federal, Garcia negou qualquer problema e afirmou que nunca houve entrave em relação às duas candidaturas.
“Vou focar na minha candidatura de deputado. Nunca teve esse entrave diante da candidatura de Virgínia”, garantiu.
Fora da composição majoritária, Garcia também afirmou não carregar sentimento de injustiça em relação ao grupo político. Ele lembrou que já ocupou diferentes funções públicas ao longo da carreira.
“Dentro desse grupo político, eu fui secretário de governo da Prefeitura de Cuiabá, fui deputado federal, fui senador da República, fui chefe da Casa Civil do Governo do Estado de Mato Grosso. Não posso ter sentimento de injustiça com o meu grupo”, afirmou.
Garcia deixou a chapa de Otaviano Pivetta após ser atingido por medida cautelar imposta pelo ministro Flávio Dino, no âmbito da Operação Heritage. A decisão também alcança Mauro Mendes e outras 23 pessoas e proíbe a comunicação entre os envolvidos. Segundo o deputado, a medida criou dificuldades para a condução da campanha e levou os presidentes dos partidos que integram a coligação a pedirem uma reavaliação de sua candidatura a vice.



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Ministério Público abre investigação contra Ratinho por suposta homofobia

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O apresentador Carlos Massa, conhecido como Ratinho, está sendo investigado pelo Ministério Público de São Paulo após uma denúncia de suposta homofobia. A investigação foi motivada por um comentário feito durante o Programa do Ratinho, exibido pelo SBT.

O que aconteceu

A denúncia foi apresentada pelo deputado estadual suplente e ativista LGBT Agripino Magalhães Júnior, do MDB de São Paulo. O episódio ocorreu quando Ratinho comentou sobre a mudança de visual do cantor sertanejo Tiago Piquilo, da dupla Hugo & Tiago, dizendo que ele estava “com uma cara de viado”. O comentário gerou repercussão nas redes sociais e levou a Promotoria a aceitar a representação e abrir um procedimento para apurar o caso.

Reações ao comentário

Durante uma edição recente do programa, Ratinho comentou sobre a investigação e demonstrou irritação com a situação. O cantor Tiago Piquilo, que foi alvo do comentário, também se manifestou em defesa do apresentador, embora detalhes sobre sua defesa não tenham sido especificados nas fontes.

Próximos passos

A investigação do Ministério Público visa apurar as circunstâncias do comentário e determinar se houve de fato a prática de homofobia. O desdobramento desse caso poderá influenciar a carreira de Ratinho e a dinâmica do programa que apresenta.



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