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Missionário Kevin Rideout é resgatado após nove meses no Níger

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O missionário Kevin Rideout, sequestrado no Níger há mais de nove meses, foi libertado e está sob os cuidados das autoridades dos Estados Unidos. A informação foi divulgada na última quinta-feira, 13 de agosto de 2026, por funcionários americanos.

O sequestro

Kevin Rideout foi sequestrado em 21 de outubro de 2025, quando três homens armados o abordaram do lado de fora de sua casa em Niamey, a capital do Níger. Desde então, ele esteve em cativeiro, e detalhes sobre as circunstâncias de sua captura e o local onde foi mantido não foram divulgados.

Libertação e cuidados

Após a libertação, Kevin foi levado para os cuidados do FBI e está a caminho dos Estados Unidos. Até o momento, não há informações sobre como e onde ocorreu sua libertação, conforme reportado pelo The New York Times.

Contexto da situação no Níger

O Níger tem enfrentado desafios significativos relacionados à segurança, com grupos armados operando na região e realizando sequestros. A situação tem gerado preocupações sobre a segurança de estrangeiros e locais que trabalham em áreas de ajuda humanitária e desenvolvimento.



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Wêlson Nunes sobre humor: “Alegria faz parte do Reino de Deus”

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O humorista Wêlson Nunes, conhecido por suas comédias standup, afirmou que “alegria faz parte do Reino de Deus” durante uma entrevista. Ele compartilhou sua trajetória e a relação entre humor e igreja.

Trajetória no humor

Wêlson Nunes, que se destacou nas redes sociais, começou sua relação com o humor ainda na igreja. Curiosamente, ele não era o engraçado do grupo, mas frequentemente o alvo das piadas. Essa experiência despertou seu gosto pela escrita e pela reação das pessoas. “Eu gosto muito de gargalhar e de ouvir gargalhadas”, afirmou.

Influência da cultura nordestina

Pernambucano, Wêlson destacou a influência de suas raízes na construção de seu olhar para a comédia. Ele acredita que o humor está presente nas situações cotidianas e nas pessoas ao seu redor. “Para quem tem o olhar aguçado para o humor, eu acho que consegue ali muitas influências”, explicou, referindo-se ao aprendizado proporcionado pelo convívio com as pessoas e pela cultura nordestina.

Relação entre humor e igreja

Durante a entrevista, Wêlson comentou sobre a resistência que encontrou no início da carreira, especialmente por buscar referências e aprender técnicas de comédia em ambientes fora do universo cristão. Apesar disso, ele manteve a proposta de produzir conteúdo sem palavrões e sem baixaria. “A matemática da comédia foi desenvolvida por pessoas que não são direcionadas a isso”, disse.

Processo criativo

O humorista também falou sobre seu processo criativo, afirmando que observa constantemente situações do cotidiano para transformá-las em material para o palco. Essa atenção permanente faz parte da rotina de quem trabalha com comédia. “O comediante não tem folga”, declarou, explicando que uma situação engraçada pode surgir a qualquer momento e se transformar em uma nova piada.



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Relatório aponta 40 crimes de ódio contra cristãos na Europa em julho

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Um levantamento recente revelou que 40 crimes de ódio anticristãos foram registrados em toda a Europa durante o mês de julho. Os incidentes incluíram vandalismo, profanação de templos e até violência física direta contra fiéis.

Dados do relatório

Os dados foram documentados pelo Observatório sobre a Intolerância e Discriminação Contra Cristãos na Europa (OIDAC Europa). O órgão apontou que os ataques visaram locais de culto, símbolos religiosos, cemitérios e indivíduos devido à sua fé, acendendo um alerta sobre a segurança dessas comunidades no continente.

O relatório mensal do OIDAC Europa classificou as 40 ocorrências por tipo de hostilidade. O vandalismo liderou as estatísticas, evidenciando uma tendência contínua de danos deliberados contra o patrimônio religioso cristão. A divisão exata das ocorrências de julho aponta os seguintes registros:

  1. Vandalismo: 18 casos registrados.
  2. Ataques incendiários: 8 ocorrências.
  3. Profanações: 7 episódios direcionados a locais sagrados.
  4. Violência física: 2 agressões contra pessoas.
  5. Ameaças: 2 casos documentados.
  6. Roubo de objetos religiosos: 2 ocorrências.
  7. Vandalismo combinado com violência: 1 caso registrado.

Esse volume geral de ataques é idêntico ao registrado em junho, que também somou 40 incidentes, ficando ligeiramente abaixo do pico de 41 casos registrados no mês de março.

Distribuição geográfica dos crimes

A análise geográfica dos dados mostra que a Europa Ocidental concentra a maior parte dos crimes de ódio registrados no período. A Alemanha liderou a lista de nações mais afetadas, somando 15 incidentes ao longo do mês de julho. Na sequência, a França registrou 10 ocorrências, seguida pela Itália com 5 casos, o Reino Unido com 3 e a Polônia com 2 episódios. Países como Áustria, Finlândia, Irlanda, Turquia e Bósnia e Herzegovina registraram um crime de ódio anticristão cada.

Essa distribuição segue a tendência apontada no relatório anual anterior da organização, que documentou 2.211 crimes de ódio contra cristãos na Europa, com França, Reino Unido e Alemanha figurando historicamente como os países mais afetados.

Casos graves de profanação e violência

Entre as ocorrências mais graves detalhadas pelo relatório, destacam-se atos de profanação extrema de templos usando dejetos humanos ou animais. Na igreja católica St. Johann, em Bad Dürrheim, na Alemanha, um homem de 40 anos foi preso após vandalizar o local.



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'O Assunto': veja como pais podem aumentar segurança digital de crianças e adolescentes em 7 dicas

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Pais e responsáveis podem adotar medidas para aumentar a segurança de crianças e adolescentes no ambiente digital, como configurar o celular de acordo com a idade do usuário, utilizar controles parentais e acompanhar o uso de aplicativos. As recomendações foram apresentadas pela jornalista Renata Cafardo no episódio desta sexta-feira (14) do podcast “O Assunto”.
Renata é autora do livro “O algoritmo das famílias” e pesquisa a relação entre crianças, adolescentes, famílias e plataformas digitais.
Segundo ela, a supervisão dos responsáveis deve fazer parte da rotina familiar e ser adaptada à idade da criança ou do adolescente. Entenda as dicas:
1. Celular configurado com a idade correta
Uma das primeiras medidas recomendadas pela jornalista é verificar como o aparelho está configurado. Segundo Renata, o dispositivo deve estar associado à idade real da criança ou do adolescente, e não à de um adulto.
Isso permite que os recursos de proteção disponíveis no sistema sejam aplicados de acordo com a faixa etária. A configuração, porém, não é suficiente. Renata recomenda também o uso de controles parentais.
2. Use controles parentais
Os responsáveis podem utilizar ferramentas específicas ou recursos de controle parental disponíveis nos próprios sistemas operacionais.
Esses mecanismos permitem acompanhar a atividade digital e, em alguns casos, receber alertas sobre determinados conteúdos pesquisados ou acessados. Renata cita o aplicativo Qustodio, que ela afirma utilizar e recomendar.
Segundo a jornalista, a ferramenta pode enviar notificações aos responsáveis quando identifica pesquisas relacionadas a temas como violência, pornografia e saúde mental. Também é possível acompanhar pesquisas e vídeos acessados no YouTube.
3. Pais devem conhecer a senha do celular
Outra recomendação apresentada no podcast é que os responsáveis saibam a senha do celular usado pela criança ou pelo adolescente.
Para Renata, não deve existir uma expectativa de privacidade absoluta quando se trata de menores de idade e de um ambiente que pode oferecer riscos.
A supervisão, porém, deve ser explicada à criança. “Não é controlar, mas é supervisionar essa experiência digital”, afirmou.
Segundo ela, os filhos precisam saber que o celular poderá ser acompanhado e entender que a medida tem como objetivo protegê-los.
4. Acompanhe os aplicativos
Renata também recomenda que os responsáveis acompanhem periodicamente aplicativos usados pelos filhos, como o WhatsApp.
Ela defende que esse acompanhamento seja incorporado à rotina familiar, em vez de ocorrer apenas quando os pais desconfiam de alguma situação. A supervisão deve mudar conforme a idade.
Segundo a jornalista, crianças e adolescentes mais velhos podem conquistar gradualmente mais autonomia, mas ainda precisam saber que os responsáveis acompanham sua experiência digital.
5. Celular não é ‘babá digital’
Renata também alerta para o risco de transformar o celular em uma espécie de “babá digital”. Segundo ela, se a família optar por permitir que a criança tenha um celular ou acesso a redes sociais, é necessário manter a supervisão.
A tecnologia, na avaliação da jornalista, não deve ser tratada apenas como uma forma de entretenimento que mantém a criança ocupada quando os pais não podem estar presentes.
6. Converse sobre riscos
Além dos controles tecnológicos, Renata destaca a importância da conversa dentro de casa.
Os responsáveis devem explicar os riscos existentes na internet de maneira adequada à idade da criança ou do adolescente. Ela compara a orientação sobre segurança digital a outras conversas que fazem parte da educação dos filhos, como aquelas sobre alimentação, bebidas alcoólicas, sexo seguro e outros riscos.
Para Renata, a tecnologia não pode ser tratada apenas como diversão. Você vai conversar sobre navegar no ambiente digital de maneira segura”, afirmou.
A recomendação é que essa conversa seja frequente e acompanhe o desenvolvimento da criança.
7. Supervisão não é apenas controle
Renata ressalta que a responsabilidade pela segurança digital de crianças e adolescentes não deve ser colocada exclusivamente sobre os pais.
Segundo ela, trata-se de um desafio de toda a sociedade, que precisa lidar com uma geração que já cresce conectada.
Ao mesmo tempo, os responsáveis precisam reconhecer que saber usar tecnologia não significa necessariamente ter maturidade emocional ou ética para lidar com ela.
Por isso, a combinação entre configuração adequada, controles parentais, acompanhamento e diálogo é apontada como uma forma de tornar a experiência digital de crianças e adolescentes mais segura.



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Forças de Defesa de Israel cercam vila cristã na Cisjordânia

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As Forças de Defesa de Israel (IDF) cercaram a única vila totalmente cristã na Cisjordânia, Taybeh, em uma aparente tentativa de proteger a comunidade de ataques frequentes por colonos israelenses. Nos últimos meses, a situação na vila se deteriorou, com incidentes de violência ocorrendo diariamente.

O que aconteceu em Taybeh

A vila de Taybeh tem sido alvo de ataques regulares por colonos israelenses, que, segundo os moradores, vandalizaram a localidade, tentaram incendiar a igreja, queimaram carros e danificaram olivais ao pastorear seu gado e até mesmo atear fogo a eles. Apesar das denúncias, as autoridades israelenses não realizaram prisões relacionadas a esses incidentes.

Recentemente, a IDF declarou a vila como uma “zona militar fechada”, o que significa que a área está proibida para israelenses e estrangeiros. Um porta-voz da IDF afirmou que a medida foi tomada para “proteger os residentes da área” após “vários ataques violentos por israelenses na região”.

Reações da comunidade local

O padre Bashar Fawadleh, pároco da Igreja Cristo Redentor, comentou sobre a situação, afirmando que “muitas famílias ao redor de Taybeh estão sofrendo com essa violência dos colonos. Eles têm ateado fogo a terras desocupadas. Recentemente, incendiaram uma encosta ao sudeste da vila. Os colonos israelenses vêm para causar danos e ocupar a terra”.

Fawadleh também destacou que a situação se agravou dramaticamente nos últimos meses, com a pressão sobre os residentes cristãos se tornando “implacável”. Ele expressou a sensação de abandono da comunidade: “Sentimos que somos esquecidos e estamos completamente sozinhos. Existem opções legais, mas são muito limitadas e raramente eficazes. Por isso, a presença e a pressão internacional são vitais neste momento. Precisamos de proteção concreta para os civis e de uma vontade política genuína para acabar com essa violência”.

A importância da presença cristã em Taybeh

O padre Fawadleh enfatizou que o futuro de Taybeh não se resume apenas à proteção da vida e dos direitos dos cidadãos, mas também à manutenção da presença cristã histórica na região. Ele afirmou: “Precisamos de ajuda para sustentar nossas vidas aqui e continuar testemunhando Jesus Cristo e Seus discípulos. Preservar a presença cristã aqui em Taybeh é uma responsabilidade compartilhada”.



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Dia do Obreiro Universal: celebração no próximo domingo

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O Dia do Obreiro Universal será celebrado no domingo, 16 de agosto de 2026, em diversas partes do Brasil. A data, no entanto, não é reconhecida como um feriado nacional, pois não existe uma legislação federal que estabeleça uma única comemoração para todo o país.

Origem e datas variadas

A celebração do Dia do Obreiro Universal ocorre no terceiro domingo de agosto em muitos estados e municípios brasileiros. No entanto, a falta de uma data unificada resulta em diferentes legislações estaduais que reconhecem a data de maneiras distintas. Por exemplo, no Amazonas, a Lei nº 3.421/2009 determina que o Dia do Obreiro Universal seja celebrado em 18 de fevereiro.

No Espírito Santo, a Lei nº 11.065/2019 incluiu o Dia Estadual do Obreiro Universal no calendário, que também é comemorado no terceiro domingo de agosto. Assim, em 2026, a data será lembrada em 16 de agosto. Em São Paulo, além do Dia Estadual do Obreiro Universal, que ocorre na mesma data, foi instituído em 2025 o Dia Estadual do Obreiro Evangélico, celebrado em 29 de junho, conforme a Lei nº 18.200/2025.

Reconhecimento legislativo

O levantamento das legislações estaduais revela que estados como Bahia, Ceará, Espírito Santo, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, além do Distrito Federal, possuem normas relacionadas ao Dia do Obreiro Universal. Contudo, a expressão utilizada nas legislações pode variar, com algumas se referindo a “Obreiro Universal” e outras a “Obreiro Evangélico”.

Essa diversidade de legislações e nomenclaturas ajuda a explicar por que não é correto afirmar que o Brasil possui um “Dia Nacional do Obreiro”. A data é reconhecida em níveis estaduais e municipais, mas carece de uma regulamentação federal que a unifique.



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OEA enviará observadores para as eleições no Brasil em outubro

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A Organização dos Estados Americanos (OEA) anunciou que enviará observadores internacionais para acompanhar as eleições gerais que ocorrerão em outubro no Brasil. O acordo para a entrada dos observadores foi assinado no dia 13 de agosto de 2026.

Acordo de cooperação internacional

O documento foi assinado pelo secretário-geral da OAB, Albert Ramdim, e pelo representante do Brasil na OEA, Benoni Belli. O envio de representantes de missões internacionais para monitorar o processo eleitoral é uma prática comum, que ocorre dentro de acordos de cooperação internacional.

Histórico de observação da OEA

Esta será a quinta vez que a OEA enviará seus representantes ao Brasil. O trabalho de observação teve início nas eleições presidenciais de 2018. Na última eleição presidencial, em 2022, a OEA concluiu que as eleições ocorreram com ordem e normalidade.

Outras missões internacionais confirmadas

Além da OEA, outras organizações também confirmaram o envio de observadores internacionais para as eleições brasileiras. Entre elas estão a União Europeia, o Parlamento do Mercosul (Parlasul), a União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore), a Liga dos Estados Árabes e a Rede dos Órgãos Jurisdicionais de Administração Eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (Rojae-CPLP).



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Pastor João Carlos sobre leitura bíblica: ‘Temos contato irrelevante’

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O pastor João Carlos afirmou que a maioria das pessoas tem tido um contato irrelevante com a leitura bíblica, limitando-se a porções lidas nos cultos dominicais. Ele destaca a importância de uma leitura mais intensa e crítica das Sagradas Escrituras.

Leitura bíblica e sua importância

Segundo o pastor, muitos leem apenas o que é apresentado nos cultos, sem dedicar tempo para uma análise mais profunda da Palavra de Deus. Ele observa que, embora haja uma grande quantidade de informações disponíveis, como as que são compartilhadas nas redes sociais, a prática da leitura bíblica em casa é frequentemente negligenciada.

O pastor ressalta que a leitura deve ser intensa, envolvendo atenção e crítica, para que os fiéis possam discernir a verdade do que é ensinado. Ele menciona que a retórica de alguns pregadores, que utilizam frases de efeito e termos em grego ou hebraico, pode criar uma falsa sensação de satisfação, mas não necessariamente traz transformação espiritual.

Crítica e compreensão

João Carlos também discute a importância da crítica honesta e sincera na busca pelo entendimento das Escrituras. Ele afirma que essa crítica não deve ser vista como algo negativo, mas sim como um caminho para se aproximar do conhecimento da vontade de Deus. Ele menciona a necessidade de discernir o que é exclusivo do Judaísmo e o que se aplica a todos os homens.

Ele cita passagens bíblicas, como João 8:32, que diz: “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”, e 1 Tessalonicenses 5:21, que orienta a observar todas as coisas e reter o que é bom. Para ele, isso levanta a questão: como saber se o que se ouve nos cultos ou nas redes sociais é verdadeiramente bom?

Reflexão sobre a prática espiritual

O pastor conclui que a dedicação de tempo e atenção às Sagradas Escrituras é fundamental para o crescimento espiritual. Ele encoraja os fiéis a expandirem sua curiosidade bíblica e a se permitirem questionar e aprofundar seu entendimento da Palavra de Deus.



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Bloqueio de ligações indesejadas: Anatel autoriza anti-spam e estuda levar sistema a todos os clientes

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Bloqueio de ligações indesejadas gera disputa entre operadoras na Anatel
O sistema da Vivo contra ligações indesejadas que foi alvo de reclamações da TIM foi autorizado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que avalia adotar bloqueios parecidos nas demais redes de telefonia. (veja mais ao final)
O chamado “Vivo Anti-spam” é tema de processos administrativos da Anatel desde o início de junho. A alegação de ao menos sete empresas, incluindo a TIM, é de que o serviço impede ligações legítimas e cria barreiras artificiais para concorrentes da Vivo.
Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
Mas, na última quinta-feira (13), a Anatel concluiu que não há elementos suficientes para considerar o Vivo Anti-spam uma violação de regras do setor e determinou que a empresa pode continuar usando sua ferramenta.
A agência esclareceu que a medida não dá às operadoras liberdade irrestrita para bloquear chamadas. E disse que sistemas contra ligações indesejadas deve considerar fatores como proporcionalidade, transparência e igualdade no tratamento entre empresas.
Ligações automáticas indesejadas, chamadas de “robocalls”
Fantástico
Por que recebemos tantas ligações indesejadas? E como evitar esse tipo de chamada?
Um dos pontos questionados pela TIM foi a decisão da concorrente de ativar o anti-spam por padrão para todos os clientes – a ferramenta tinha sido lançada em novembro de 2024, mas só passou a ser ativada automaticamente em maio de 2026.
A Vivo disse que a taxa de cancelamento do serviço por usuários é de apenas 0,007%, o que reforçaria sua aceitação pelo público.
A Anatel concluiu que a ativação automática reduz a exposição de consumidores “hipervulneráveis” e com baixo letramento digital a golpes. Na avaliação da agência, eles teriam mais dificuldades para usar a ferramenta se tivessem que habilitá-la por conta própria.
Mas o órgão determinou que a página sobre o anti-spam no site da Vivo deve ter “informações claras, ostensivas e de fácil compreensão sobre seu funcionamento, incluindo os critérios e parâmetros utilizados para definir o tráfego sujeito à filtragem”.
Entenda a disputa entre operadoras
Além da TIM, outras empresas que questionaram o sistema relataram à Anatel casos de bloqueio de ligações consideradas legítimas, como aquelas feitas por serviços públicos de saúde, segurança e educação.
As operadoras também questionaram a falta de clareza sobre como o sistema define quais ligações seriam bloqueadas. Em alguns casos, os números foram liberados após contato com a Vivo.
A principal questão na disputa entre as empresas é o critério usado para bloquear as ligações, explicou Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco, ao g1 no início de agosto.
“O anti-spam do telefone funciona como o do e-mail: de vez em quando, caem coisas que não deveriam ter caído. Não existe um anti-spam perfeito que vai bloquear só o que deve”, afirmou.
“A Vivo não pode bloquear as chamadas legítimas. A Anatel vai ter que estabelecer algum mecanismo para evitar que isso aconteça”, continuou.
Anatel avalia ampliar bloqueios contra spam
Ainda em sua decisão, a Anatel recomendou que outros departamentos da agência avaliem a possível adoção de critérios de bloqueio de ligações indesejadas do Vivo Anti-spam pelas demais redes de telefonia.
Na avaliação da agência, o alto número de chamadas sem identificação e sem interação efetiva, como as ligações mudas, “configura prática abusiva, que deteriora a comunicação e promove crise de confiabilidade entre os usuários”.
O objetivo com a recomendação é estimular a criação de padrões para barrar robôs no recebimento de chamadas, protegendo usuários que não saberiam configurar bloqueios manualmente.
Isso significa que o modelo da Vivo deixaria de ser uma iniciativa isolada para se tornar um padrão para todas as operadoras.
O órgão afirmou ainda que a padronização no setor ajudaria a garantir igualdade de condições entre as empresas, evitando que regras de filtragem fiquem restritas a apenas uma operadora.
Empresas afirmaram que sistema anti-spam da Vivo impediu ligações legítimas
Priscilla Du Preez/Unsplash



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Adultos representaram mais da metade dos batismos da SBC

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Uma nova análise da Lifeway Research revelou que, em 2025, mais da metade dos batismos realizados nas igrejas da Convenção Batista do Sul (SBC) foram de adultos. O estudo, publicado em 14 de agosto de 2026, mostra que 33% dos batizados eram adultos com 30 anos ou mais.

Dados sobre os batismos

O relatório indica que, dos mais de 263.000 batismos registrados na SBC no ano passado, 20% foram de jovens adultos, 25% de adolescentes e 22% de crianças, definidas como pessoas com 11 anos ou menos. Essa mudança de perfil contrasta com anos anteriores, onde as crianças representavam uma porcentagem maior dos batismos. Por exemplo, em 1971, 37% dos batizados eram crianças, enquanto em 2022 esse número caiu para 30%.

Declínio no número de crianças e jovens batizados

Scott McConnell, diretor executivo da Lifeway Research, comentou que, anteriormente, os menores de idade representavam cerca de dois terços dos batismos anuais na SBC. Ele observou que “as quedas acentuadas no número de crianças e jovens sendo batizados nas congregações batistas do Sul coincidem com a diminuição dessas populações na América”. McConnell destacou que existem cada vez menos crianças nas igrejas e nas comunidades para serem alcançadas.

Estatísticas adicionais da SBC

Além dos dados sobre batismos, o perfil anual da SBC de 2025 revelou que a membresia da convenção caiu cerca de 3%, passando de aproximadamente 12,72 milhões de membros em 2024 para cerca de 12,33 milhões no ano passado. No entanto, o número de pessoas que participaram de cultos nas congregações da SBC aumentou, subindo de aproximadamente 4,3 milhões em 2024 para cerca de 4,5 milhões em 2025. Também houve um leve aumento no número de indivíduos participando de aulas de escola dominical e estudos bíblicos em pequenos grupos, que passaram de cerca de 2,5 milhões em 2024 para mais de 2,6 milhões em 2025.

“Ainda existem grandes números que precisam ouvir o evangelho através das igrejas locais.”

Crescimento contínuo nos batismos

O número de batismos na SBC também cresceu quase 5% em 2025 em comparação a 2024, marcando o quinto ano consecutivo de crescimento e superando os níveis pré-pandemia de COVID-19. O relatório indicou que 263.075 pessoas foram batizadas nas congregações da SBC em 2025, um aumento de 4,96% em relação ao ano anterior e superior ao número de 2017.



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