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Datafolha: Cleitinho lidera disputa pelo governo de Minas com 32%

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O senador Cleitinho Azevedo lidera a disputa pelo governo de Minas Gerais, com 32% das intenções de voto, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 21 de agosto de 2026.

Resultados da pesquisa

Na pesquisa, Patrus Ananias e Alexandre Kalil aparecem em seguida, ambos com 12% das intenções de voto. O atual governador Mateus Simões, Flávio Roscoe e Gabriel Azevedo registram 4% cada. Túlio Lopes tem 2%, enquanto Rafael Duda, Ben Mendes e Indira Xavier aparecem com 1% cada. Henrique Áreas não obteve pontuação.

Voto em branco e indecisos

Além dos candidatos, 14% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco ou anulariam o voto, enquanto 13% não souberam responder à pergunta sobre sua intenção de voto.

Pesquisa espontânea

Na pesquisa espontânea, onde os entrevistadores não apresentam os nomes dos candidatos, Cleitinho registra 15% das intenções de voto.



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Flávio sobre anistia: ‘Medida para encerrar conflito político’

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Neste sábado, 22 de agosto de 2026, o senador Flávio Bolsonaro voltou a defender a anistia aos envolvidos nos eventos de 8 de janeiro. A proposta foi apresentada como uma medida para encerrar o que ele considera um conflito político provocado pelas condenações.

O que aconteceu

A declaração de Flávio ocorreu durante o lançamento da candidatura de Douglas Ruas ao governo do Rio de Janeiro, realizado no Maracanãzinho. O evento contou com a presença de apoiadores e de Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde e candidato a deputado federal.

Propostas apresentadas

Além da anistia, Flávio Bolsonaro reiterou seu apoio à castração química para estupradores e ao programa Bolsa Família. Essas propostas foram apresentadas em um contexto de busca por soluções para questões sociais e de segurança pública.

Reações e implicações

A defesa da anistia e as outras propostas levantam discussões sobre a política atual e as medidas que podem ser adotadas para lidar com a criminalidade e a segurança no país. A proposta de anistia, em particular, é vista por alguns como uma forma de amenizar tensões políticas.



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Este Cristo: ‘Hoje caminha entre nós como seu amoroso chamado’

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Um texto recente reflete sobre a figura de Cristo, destacando sua presença entre as pessoas e seu amor incondicional. A mensagem enfatiza que Ele está sempre à disposição, buscando acolher a todos.

O Cristo que caminha entre as pessoas

O texto menciona um Cristo que caminha entre a gente, muitas vezes sozinho e ignorado. Este Cristo é descrito como alguém que foi flagelado e deu sua vida, trazendo salvação por meio de suas feridas.

A mensagem de amor e acolhimento

O autor destaca que este Cristo, que foi crucificado entre malfeitores no Calvário, continua a caminhar entre nós. Ele é apresentado como um amigo esperado, que abre os braços na noite mais escura, simbolizando acolhimento e amor.

Um chamado à reflexão

O texto conclui com a ideia de que este Cristo está sempre buscando as pessoas, esperando em um recanto do caminho, como um convite à reflexão e à busca por um relacionamento mais próximo com Ele.



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Entendendo a Mahoma e o Corão: uma visão panorâmica

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O Corão, texto sagrado do islamismo, é composto por 114 capítulos, conhecidos como suras, que contêm as revelações recebidas por Mahoma ao longo de 22 anos. Esta série visa oferecer uma visão panorâmica sobre o islamismo e promover um diálogo mais esclarecido entre cristãos e muçulmanos.

O Corão e suas características

As suras do Corão são divididas em versículos, chamados ayas. As revelações que compõem o Corão foram comunicadas por Mahoma a seus contemporâneos, o que marca uma diferença significativa em relação à Bíblia, que abrange um período histórico de 1.600 anos e mais de quarenta autores humanos diferentes.

Objetivo da série

A proposta é oferecer uma visão clara e fundamentada sobre o islamismo, utilizando as afirmações e argumentações de César Vidal em seu livro “El camino hacia la cultura”. O intuito é facilitar uma compreensão mais profunda da fé de mais de mil milhões de muçulmanos e fomentar um debate religioso mais informado.

Importância do diálogo inter-religioso

O conhecimento sobre o Corão e o islamismo é escasso fora do contexto muçulmano, o que pode levar a mal-entendidos. A série busca, portanto, contribuir para um entendimento mútuo e respeitoso entre as diferentes tradições religiosas.



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As setenta semanas: a profecia de Daniel e sua importância

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A profecia das setenta semanas, encontrada em Daniel 9, é considerada uma das mais significativas da Bíblia, pois indica o momento da vinda do Messias. Essa passagem não deve ser vista apenas por especialistas em escatologia, mas é relevante para todos os cristãos.

O que diz a profecia

A profecia de Daniel 9 é notável por abrir um calendário divino, apontando para a aparição do Messias. O texto bíblico é complexo e exige uma análise cuidadosa, pois, segundo a interpretação, ele menciona um príncipe que virá e um Messias que será retirado da vida.

A importância do tempo

Embora a humanidade tenha desenvolvido tecnologias que permitem medir o tempo com precisão, como relógios atômicos, a compreensão do significado do tempo ainda é um desafio. A reflexão sobre o que é o tempo foi abordada por Agostinho de Hipona, que disse: “O que é, pois, o tempo? Se ninguém me pergunta, eu sei; se quero explicar a quem me pergunta, não sei”.

Daniel e sua busca por compreensão

A cena inicial da profecia retrata um homem idoso, Daniel, que está em Babilônia, longe de sua terra natal, Jerusalém, que foi destruída. Ele, que foi deportado ainda jovem, continua a estudar as Escrituras, buscando entender as profecias. A sua dedicação ao estudo é um exemplo de perseverança na busca pelo conhecimento espiritual.

A profecia de Daniel 9 é uma das declarações mais extraordinárias da Escritura sobre Cristo.

Reflexão final

As setenta semanas de Daniel não são apenas números, mas uma narrativa profunda que revela a vinda de Cristo. Essa passagem deve ser estudada e compreendida por todos os cristãos, pois contém uma mensagem central sobre a redenção e o plano divino.



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Obras da carne e fruto do Espírito: a visão de Paulo

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O apóstolo Paulo, ao escrever aos gálatas, apresenta uma visão sobre os conflitos e divisões que podem surgir nas igrejas, enfatizando a importância da comunidade. Marcos Baker, em seu Comentário Bíblico Iberoamericano, analisa a diferença entre as obras da carne e o fruto do Espírito.

Conflitos nas igrejas

Segundo Baker, é comum que as igrejas enfrentem conflitos e divisões, levando os membros a se perguntarem por que “algo não está funcionando”. Muitas vezes, busca-se culpados individuais ou soluções através de novas regras e regulamentos. No entanto, Paulo oferece uma perspectiva que vai além do individualismo, focando na saúde da comunidade como um todo.

Leitura comunitária das Escrituras

Um erro frequente é interpretar os textos sobre “carne” e “Espírito” como uma batalha interna de cada cristão. Baker destaca que Paulo se dirige a um “vocês” comunitário, não a um “tu” individual. A preocupação do apóstolo não é apenas com a moralidade pessoal, mas com a identidade e a sobrevivência da comunidade cristã.

Obras da carne e sua repercussão

As “obras da carne”, conforme descritas em Gálatas 5:19-21, não devem ser vistas apenas como pecados privados. Elas são forças que, originadas do egocentrismo, podem destruir a comunhão entre os membros da igreja. Baker exemplifica isso com a ideia de uma igreja que tenta “limpar” sua membresia, criando um sistema onde a aceitação é condicionada a critérios que podem gerar divisões.



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Serviço e importância: a visão contemporânea nas igrejas

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Atualmente, uma parte dos frequentadores de igrejas parece mais interessada em ser vista como importante do que em servir a Deus e ao próximo. Essa mudança de foco gera reações de desinteresse quando o chamado ao serviço é lembrado.

O que está acontecendo nas igrejas

Segundo observações, muitos membros das congregações não desejam ouvir sobre como podem ser úteis no serviço a Deus. O que realmente buscam são mensagens que enfatizem sua importância e status, levando a uma apatia quando são lembrados de seu chamado bíblico para servir.

Quando um pregador aborda a necessidade de se tornar um servo útil, a expectativa de aplausos é baixa. Em contrapartida, ao afirmar que as pessoas nasceram para serem grandes e admiradas, a resposta é imediata e entusiástica.

A mensagem bíblica sobre serviço

A Bíblia ensina que o verdadeiro valor do ser humano está em servir com humildade. Jesus Cristo deixou claro que “o que quiser ser o primeiro entre vocês será o seu servo”. Essa mensagem contrasta com a visão contemporânea que valoriza o sucesso medido por status, riqueza e reconhecimento.

A cultura atual tem promovido a ideia de que a realização pessoal está atrelada à importância social, levando muitos a se sentirem inferiores se não alcançarem esses padrões. Essa frustração pode resultar em uma busca por discursos que alimentem o ego, prometendo prosperidade e reconhecimento como frutos automáticos de uma fé específica.

O impacto da pregação contemporânea

Como resultado, um estilo de pregação que visa despertar emoções intensas e proporcionar uma sensação momentânea de poder tem se tornado comum. O púlpito, em muitos casos, se transforma em um palco onde os participantes são incentivados a buscar a grandeza pessoal, em vez de se dedicarem ao serviço ao próximo.

A verdadeira realização consiste em ser úteis e servir aos outros.



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Católicos enfrentam restrições em Xangai, segundo relato

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Um relato anônimo de um católico de Xangai documentou o aumento das restrições às atividades religiosas entre os católicos chineses. O documento, datado de 1º de agosto, foi compartilhado em 19 de agosto por um dissidente chinês e conta que uma loja de artigos religiosos ligada à Catedral de Santo Inácio começou a remover livros teológicos de suas prateleiras no ano passado.

Desenvolvimentos em Xangai

De acordo com o relato, a loja anteriormente exibia livros teológicos, estátuas religiosas e ornamentos de cruz. No entanto, em uma visita em 1º de agosto, o informante notou que todas as prateleiras haviam sido removidas e que nem Bíblias nem as “Quatro Orações Comuns”, frequentemente utilizadas pelos católicos, estavam disponíveis para compra. Quando questionado sobre os materiais ausentes, o caixa respondeu: “Eles se foram, todos se foram”.

Restrições semelhantes em Pequim

Restrições semelhantes foram relatadas em Pequim. Segundo um relatório anterior do The Epoch Times, igrejas católicas na capital removeram Bíblias à venda em junho, eliminando um canal físico pelo qual os fiéis poderiam adquiri-las. O informante de Xangai afirmou que sua cidade estava passando por um desenvolvimento similar.

Ele expressou sua indignação ao afirmar: “É absurdo pensar que você não pode comprar uma Bíblia dentro da igreja—uma maravilha do mundo”.

Interrupção de visitas e peregrinações

A Catedral de Santo Inácio, localizada em uma área turística popular, parou de receber visitantes desde o início do ano, alegando reformas internas. O informante mencionou que muitos acreditavam que a igreja havia fechado, mas sugeriu que a decisão de reabertura não estava totalmente sob controle da igreja.

Além disso, o informante descreveu sua participação em uma missa em uma igreja católica menor em Pequim, onde o sacerdote informou aos paroquianos que uma peregrinação programada para julho fora cancelada devido a novos requisitos regulatórios. Segundo o sacerdote, paróquias que desejam organizar peregrinações entre regiões devem passar por procedimentos de aprovação que são extremamente difíceis de completar. Ele também afirmou que as igrejas locais devem relatar os paroquianos que viajam sem autorização.

Como resultado, o informante escreveu que os católicos podem ter que viajar cada vez mais em grupos pequenos de “dois ou três”. O sacerdote também comentou que, durante este “tempo especial”, muitas atividades que antes podiam ser realizadas em conjunto não podem mais ser feitas.



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Flávio sobre mortes de Yanomamis no governo Lula: ‘Genocida?’

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O senador Flávio Bolsonaro questionou o número de mortes de indígenas Yanomami durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Em uma publicação no X, ele se referiu a uma reportagem da revista Veja e perguntou: “Já pode chamar de genocida?”.

Contexto da declaração

Na sexta-feira, 21 de agosto de 2026, Flávio Bolsonaro compartilhou um print de uma reportagem que discute o número de óbitos indígenas registrados no território Yanomami. O comentário do senador faz alusão ao termo frequentemente utilizado contra seu pai, Jair Bolsonaro, durante a pandemia de covid-19, quando opositores criticaram a condução da crise sanitária pelo governo federal.

Repercussão do termo

O termo “genocida” foi amplamente utilizado por políticos e figuras públicas em críticas à gestão de Jair Bolsonaro durante a pandemia. A declaração de Flávio parece buscar trazer à tona essa mesma crítica, agora direcionada ao governo atual.

O que esperar

O debate sobre a gestão das mortes no território Yanomami e a saúde indígena deve continuar a ser um tema relevante na política brasileira, especialmente em um ano eleitoral. A posição de Flávio Bolsonaro pode gerar novas discussões sobre a responsabilidade dos governantes em relação à saúde e aos direitos dos povos indígenas.



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Dia D atualiza vacinação infantil e reforça alerta contra sarampo

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Foi sem medo de agulha que o estudante Noam Medeiros, de 10 anos, levantou a camisa e ofereceu o braço para as duas vacinas que faltavam para ele ficar com a caderneta de vacinação em dia, neste sábado (22) – o Dia D da Campanha Multivacinação.

“Já fiquei internado, tendo de tirar sangue várias vezes. Já estou acostumado. Foi tudo tranquilo”, disse o estudante que, levado pela mãe, a bancária Ana Paula Medeiros, 45, se dirigiu à Unidade Básica de Saúde da 612 Sul, em Brasília.

Segundo Ana Paula, toda a família está conscientizada do quão importante são as vacinas.

“Viemos todos, após vermos a campanha na TV. Sabemos que a vacina é importante para nos prevenir de muitas doenças”, disse a bancária.


Brasília (DF), 22/08/2026 - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participa do Dia D Nacional de Multivacinação. Crianças e adolescentes menores de 15 anos poderão receber as vacinas indicadas para sua faixa etária e situação vacinal. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Brasília (DF), 22/08/2026 - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participa do Dia D Nacional de Multivacinação. Crianças e adolescentes menores de 15 anos poderão receber as vacinas indicadas para sua faixa etária e situação vacinal. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Brasil reconquistou o título de país livre do sarampo em 2024. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil – Marcelo Camargo/Agência Brasil

Mobilização nacional

Quem também se vacinou no mesmo posto de saúde foi o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

“Hoje é dia de mobilização nacional. Todos os municípios e todos os estados responderam ao chamado do Ministério da Saúde e das secretarias estaduais e municipais. É o dia de atualização da vacina das crianças. É uma campanha diferente porque ela não é de uma vacina, mas de todas as 17 que estão no calendário infantil obrigatório”, disse o ministro ao chegar no local.

Pela primeira vez, a campanha conta com a vacina pneumocócica 20-valente (pneumo 20), que amplia a proteção contra doenças causadas pelo pneumococo, incluindo pneumonias e meningites. O imunizante é indicado para crianças menores de 5 anos.

Alerta contra o sarampo

Padilha aproveitou a presença da imprensa para fazer um alerta sobre a necessidade de se dar atenção especial à vacina contra o sarampo para pessoas com idade entre 6 meses e 59 anos e para quem trabalha em locais que recebem muitos turistas, como restaurantes, hotéis, pousadas, rodoviárias, aeroportos, táxis e transporte por aplicativos.

“Há muitos países que estão cortando vacina de criança, assumindo o discurso anti-vacina. Por isso tem ocorrido surtos de doenças que nem deveriam existir mais”, disse ele ao manifestar preocupação com a possibilidade de algum turista trazer doenças que já foram erradicadas do Brasil.

Ele lembrou que o Brasil reconquistou o título de país livre do sarampo em 2024.

“Mas, como está tendo um grande surto de sarampo nos Estados Unidos (que atingiu o Canadá e o México), ano passado a gente teve 38 casos importados. Eles só não viraram surto no Brasil por conta do esforço de vacinação do SUS”, argumentou.

Caderneta vacinal em dia


Brasília (DF), 22/08/2026 - Lúcia Araújo participa do Dia D Nacional de Multivacinação. Crianças e adolescentes menores de 15 anos poderão receber as vacinas indicadas para sua faixa etária e situação vacinal. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Brasília (DF), 22/08/2026 - Lúcia Araújo participa do Dia D Nacional de Multivacinação. Crianças e adolescentes menores de 15 anos poderão receber as vacinas indicadas para sua faixa etária e situação vacinal. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Lúcia Araújo participa do Dia D Nacional de Multivacinação. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil – Marcelo Camargo/Agência Brasil

“Vamos garantir essa cobertura para que não aconteça o surto que começou em São Paulo em 2019. Quando começou, eles não controlaram [a doença] naquele [primeiro] momento. Chegou a ter 20 mil casos de sarampo em São Paulo, o que levou o Brasil a perder, na época, o certificado de país livre do sarampo”.

A preocupação de evitar um mal maior levou também ao posto de saúde a aposentada Lúcia Araújo, de 91 anos.

“Foi bem rápido aqui. Menos de 10 minutos. Venho religiosamente nos dias de vacinação porque é mais uma segurança que dou à minha saúde. Minha caderneta de vacina está sempre em dia”, comemorou a aposentada.



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