Home Blog Page 143

Samara Martins propõe estatizar bancos e aumentar salário mínimo

0


O plano de governo da candidata Samara Martins, da Unidade Popular pelo Socialismo, propõe a construção de uma sociedade brasileira socialista.

O programa destaca que o Brasil é um dos países mais ricos do mundo, mas o povo vive na pobreza porque o modelo econômico favorece bancos e o mercado financeiro.

A proposta é o controle estatal do sistema financeiro e a nacionalização do sistema bancário, com o fim da autonomia do Banco Central.

O salário mínimo teria aumento imediato de 100% e a jornada de trabalho passaria para 30 horas semanais na escala 4×3, sem redução de salário.

A regulamentação do trabalho em plataformas digitais, com salário mínimo por hora, seguridade social e o fim da propriedade estrangeira dos aplicativos, estão no plano.

Empresas estratégicas como Eletrobras, Petrobras, Vale e companhias de saneamento e de telecomunicações passam a ter 100% de controle estatal.

O serviço público será reforçado com concursos regulares, e o fim do arcabouço fiscal vai garantir o reajuste nos benefícios de aposentadoria e assistência social.

A proposta defende ainda a isenção do Imposto de Renda para trabalhadores e a criação do imposto progressivo sobre grandes fortunas, lucros e heranças.

Na segurança pública, o texto prevê a desmilitarização das polícias, que seriam unificadas sob uma estrutura civil preventiva, comunitária e humanizada.

A guerra às drogas dá lugar a um modelo focado em saúde pública e prevenção, atacando a lavagem de dinheiro das organizações criminosas no sistema financeiro.

Os presídios serão transformados em unidades de reeducação focadas em formação acadêmica, acompanhamento psicossocial e profissionalização.

No sistema de Justiça, o plano prevê eleições diretas para juízes e tribunais superiores.

Na saúde, a candidatura defende um Sistema Único de Saúde 100% estatal, sem gestão por organizações sociais e o fim da exploração dos planos de saúde privados.

O foco será a fabricação de medicamentos por laboratórios públicos para distribuição gratuita.

O programa também estabelece a obrigatoriedade do uso do SUS e das escolas públicas por agentes políticos e do Judiciário.

Na educação, a meta é destinar ao menos 10% do PIB para o setor público, revogar o Novo Ensino Médio e dar livre acesso ao ensino superior com o fim do vestibular.

A proposta de governo completa de Samara Martins está disponível na página divulgacandcontas.tse.jus.br.




Source link

Nova diretriz muda tratamento da tireoide na gestação

0


Gestantes com anticorpos contra a tireoide positivos (anti-TPO) e com o funcionamento normal da tireoide não devem mais usar medicamento hormonal. Três grandes estudos recentes comprovaram que o tratamento preventivo, nesses casos, não reduz riscos de abortamento ou parto prematuro.

A partir dessas informações, a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia mudaram as recomendações aos médicos para diagnóstico, tratamento e cuidados de alterações da tireoide na gestação.

As novas orientações têm como base a diretriz publicada pela Associação Americana da Tireoide, em junho deste ano, quase uma década desde a publicação das diretrizes anteriores, em 2017.

No Brasil, a comunicação sobre alterações foi feita nesta sexta-feira (28), no Rio de Janeiro, durante o 37º Congresso Brasileiro de Endocrinologia e Metabologia, no painel “Disfunção tireoidiana na gestação: o manejo que evita danos irreversíveis”.

Detalhes do tratamento

Pelo novo posicionamento brasileiro, gestantes com anticorpos contra a tireoide positivos (Anti-TPO) não devem receber o hormônio na versão sintética (levotiroxina), como tratamento preventivo, se a glândula da tireoide estiver funcionando com regularidade, ou seja, com níveis normais de T4, que é um dos hormônios que atuam como reguladores do ritmo metabólico do corpo humano.

Apesar desta instrução, de não usar o medicamento hormonal em caso de anti-TPO positivado e com o funcionamento normal da tireoide da gestante, a atividade da glândula continuará sendo monitorada, pois estudos clínicos indicam que existe maior risco para o desenvolvimento do hipotireoidismo ao longo da gestação.


Rio de Janeiro (RJ), 27/08/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Tratamento de alterações da tireoide na gestação. Dr. Cleo Mesa Júnior, subcoordenador do Departamento de Tireoide da SBEM. Foto: Cleo Mesa Júnior/Arquivo Pessoal
Rio de Janeiro (RJ), 27/08/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Tratamento de alterações da tireoide na gestação. Dr. Cleo Mesa Júnior, subcoordenador do Departamento de Tireoide da SBEM. Foto: Cleo Mesa Júnior/Arquivo Pessoal

Subcoordenador do Departamento de Tireoide da Sociedade Brasileira, Cleo Mesa Júnior. Arquivo Pessoal

O subcoordenador do Departamento de Tireoide da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Cleo Mesa Júnior, explica que o anticorpo positivo detectado por exame mostra que existe apenas uma predisposição a desenvolver a alteração da tireoide. 

“Se os [hormônios] TSH e o T4 livre estão normais, a mulher é considerada eutireoidiana e não há benefício comprovado em usar levotiroxina, apenas pela gestante ter o anticorpo positivo.”

Para aquelas mulheres que já tinham hipotireoidismo antes de engravidar, a orientação continua sendo aumentar em cerca de 30% a dose habitual do hormônio assim que ela engravida.

Rastreamento precoce

O Brasil manterá a estratégia de rastreamento precoce de todas as gestantes, desde o início da gravidez, para identificar quem realmente precisa de tratamento.

A decisão é diferente da nova diretriz da ATA que sugere o rastreamento seletivo apenas em mulheres que tenham fatores de risco, que nos critérios anteriores eram a idade materna, a obesidade e o número de gestações anteriores.

O especialista em endocrinologia admite que a recomendação internacionalmente, baseada em fatores de risco, é controversa porque não existem provas científicas definitivas de que testar apenas quem tem risco seja melhor do que testar todas as gestantes. 

“O rastreamento seletivo pode deixar de identificar algumas mulheres que apresentam alteração da tireoide, mas não possuem os fatores de risco considerados na triagem.”

A medida brasileira, além de não perder a oportunidade de diagnosticar a doença, busca maior individualização dos casos para tratar quem realmente precisa e para evitar o excesso de medicação desnecessária.

Hipotireoidismo subclínico

Outra mudança no posicionamento diz respeito ao hipotireoidismo subclínico, situação em que o TSH fica elevado, mas o hormônio tireoidiano (T4 livre) permanece normal.

A partir de agora, o início do tratamento para TSH (hormônio que estimula a tireoide a trabalhar) entre 4,0 e 10 mUI/L fica focado no primeiro trimestre da gestação. 

Especialistas defendem que, até a 12ª semana de gravidez, é o momento em que o desenvolvimento do feto depende mais do hormônio tireoidiano materno.

Se o problema for identificado apenas no segundo ou terceiro trimestre, a orientação é apenas acompanhar a função tireoidiana sem iniciar a levotiroxina, salvo se o TSH for superior a 10 mUI/L), neste período. 

O representante da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia esclarece que não há evidência científica clara de benefício em iniciar o tratamento hormonal de rotina.

“Isso não significa deixar de tratar o hipotireoidismo fraco ou alterações importantes. A decisão deve considerar o nível do TSH, o T4 livre, e o momento da gestação”, disse o dr. Cleo Mesa Júnior.

Antes da diretriz norte-americana, quando o problema era detectado durante a gestação, a reposição do hormônio poderia ser considerada, independentemente do tempo da gestação.
 


Brasília (DF), 26/05/2025 - Dia Internacional da Tireoide: distúrbios podem afetar fertilidade.
Foto: stefamerpik/Freepik
Brasília (DF), 26/05/2025 - Dia Internacional da Tireoide: distúrbios podem afetar fertilidade.
Foto: stefamerpik/Freepik

Produzidos pela tireoide, glândula em formato de borboleta na parte anterior do pescoço, os hormônios T3 e T4 regulam o metabolismo. Foto: stefamerpik/Freepik

Repetição de exame

O posicionamento internacional também recomenda repetir o exame de detectação do nível do hormônio TSH somente após o período de uma a três semanas antes de decidir tratar a gestante. Isso porque, em determinadas situações, algumas alterações leves podem ser transitórias na gestação.

No Brasil, as sociedades médicas recomendam não aguardar este período para repetir a coleta de sangue antes, para só então decidir iniciar a terapia na gestante, como defende o dr. Cleo Mesa Júnior. 

“[No Brasil], em um sistema em que nem sempre é possível garantir retorno rápido, esperar pode significar perder a janela de oportunidade para o tratamento.”

Atualização dos fatores de risco

Quando não houver condições para testar todas as gestantes, a nova diretriz prioriza o rastreamento de alterações na tireoide em gestantes com maior risco.

A estratégia busca o rastreamento de risco mais específico. Permanecem no grupo de risco as mulheres que tenham:

  • histórico de hipo ou hipertireoidismo;
  • cirurgia ou tratamento prévio da tireoide;
  • doenças autoimunes como diabetes tipo 1;
  • histórico familiar de doença tireoidiana;
  • infertilidade;
  • dois ou mais abortamentos;
  • uso de medicamentos que interfiram na glândula.

Deixam de ser considerados fatores de risco, a idade materna, a obesidade e o número de gestações anteriores.

A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia afirma que, isoladamente, os critérios anteriores não identificavam de maneira precisa quem realmente apresenta disfunção tireoidiana. 

“São características muito frequentes na população e, portanto, têm baixo poder para selecionar adequadamente quem deve ser investigada”

Iodo

Outra recomendação envolve o iodo, o micronutriente é necessário para que a tireoide produza seus hormônios.

A necessidade aumenta na gestação e na amamentação, e o novo texto da ATA orienta garantir ingestão adequada por meio da suplementação já antes da concepção.

No Brasil, porém, a atualização do posicionamento não recomenda que todas as gestantes recebam suplemento de iodo. A suplementação deve ser individualizada, principalmente, para mulheres com maior risco de ingestão insuficiente. 

“[Em gestantes] com dietas muito restritivas, veganas, baixo consumo ou ausência de sal iodado ou situações de má absorção, pode-se considerar suplementação de 100 a 150 µg de iodo por dia.”





Source link

Quem são os maiores bilionários brasileiros da tecnologia em 2026, segundo a Forbes

0




A Forbes divulgou, nesta sexta-feira (28), a lista dos maiores bilionários brasileiros da tecnologia em 2026. No topo está Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, com uma fortuna estimada em R$ 162,9 bilhões.
Saverin é conhecido por ser sócio de Mark Zuckerberg, que conheceu enquanto estava na faculdade. Segundo a Forbes, o patrimônio do brasileiro encolheu 28,24%.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
A revista atribui a queda à alta competitividade entre as empresas de IA, que fez as ações da Meta recuarem cerca de 16%, afetando o patrimônio de Saverin.
A lista deste ano também conta com José Roberto Nogueira, CEO do Grupo Brisanet, e Laércio José de Lucena Cosentino, maior acionista individual da Totvs, empresa brasileira de tecnologia.
Agora no g1
1. Eduardo Saverin
Eduardo Saverin, co-fundador do Facebook, comparece ao 7º Prêmio Anual de Mídia de Senso Comum em homenagem a Bill Clinton no Gotham Hall em 28 de abril de 2011 na cidade de Nova York.
Jason Kempin/Getty Images North America/Getty Images via AFP/Arquivo
Patrimônio: R$ 162,9 bilhões
Empresa: Facebook e B Capital
Saverin nasceu em 1982 na cidade de São Paulo, mas foi criado nos Estados Unidos. Ele se formou em economia em Harvard, onde conheceu Zuckerberg e ajudou a criar o Facebook em 2004. Sua fortuna veio de uma participação minoritária da empresa, que viria a crescer anos mais tarde.
Nos anos seguintes, Saverin e Zuckerberg discordaram sobre os rumos da empresa. O embate foi parar na Justiça e foi retratado no filme “A Rede Social” (2010), em que Saverin é interpretado pelo ator Andrew Garfield.
O brasileiro fez o investimento inicial necessário para começar as operações da empresa, segundo o livro “Milionários Acidentais”, de Ben Mezrich, publicado em 2012.
Ele apareceu pela primeira vez na lista de bilionários da Forbes em 2011, após a abertura de capital do Facebook, que fez valorizar sua participação.
2. José Roberto Nogueira
José Roberto Nogueira, CEO do Grupo Brisanet
Reprodução/TV Verdes Mares
Patrimônio: R$ 1,4 bilhão
Empresa: Brisanet
Fundador e CEO do Grupo Brisanet, o autodidata José Roberto fundou a empresa em 1998 na cidade de Pereiro (CE) “com o sonho de transmitir sinal de internet a um custo acessível em pleno sertão”, relatou a Forbes Brasil em 2025.
A companhia se expandiu por todo o Nordeste, tornando-se líder em banda larga fixa na região, atendendo os estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas.
Em julho de 2024, a empresa anunciou ter alcançado 1,37 milhão de clientes de banda larga fixa.
Ele também é sócio-diretor das empresas Nossa Fruta Brasil e Agritech, segundo descrição no Linkedin.
3. Laércio José de Lucena Cosentino
Laércio José de Lucena Cosentino, da Totvs
Reprodução/LinkedIn
Patrimônio: R$ 1,4 bilhão
Empresa: Totvs
Com 23 anos, em 1983, Consentino fundou a Microsiga junto com o empresário Ernesto Haberkorn, que ocupa a 5ª posição desta lista.
A empresa foi rebatizada como Totvs, em 2005, e, no ano seguinte, abriu seu capital na bolsa de valores de São Paulo, iniciando um movimento acelerado de aquisições.
A companhia foi uma das pioneiras no Brasil em desenvolver e implantar softwares de gestão. Atualmente, a empresa atua em 41 países.
Cosentino deixou a presidência em 2018, após 35 anos no cargo, mas segue como presidente do Conselho de administração e como maior acionista individual, com 8,6% das ações, segundo a Forbes Brasil.
‘Parece lixo de IA’: por que plataformas agora estão ‘dedurando’ conteúdos feitos com inte
ANPD multa TikTok em R$ 153,7 milhões por falhas na proteção de menores



Source link

Pastor Brian Tome retorna ao púlpito após suspensão por incidente

0


O pastor Brian Tome, da Crossroads Church, está programado para retornar ao ensino neste fim de semana, após ter sido suspenso por meses devido a um incidente em que atingiu um homem com um chicote de equitação. Os líderes da igreja classificaram a ação como “humor físico inadequado”.

Contexto do incidente

O incidente ocorreu durante um evento da igreja, onde Brian Tome utilizou um chicote de equitação de forma que foi considerada imprópria por membros da liderança da Crossroads Church. A suspensão foi uma resposta à preocupação com a segurança e o bem-estar dos congregantes, além de refletir a necessidade de manter um ambiente respeitoso e acolhedor para todos os fiéis.

O que aconteceu

Após o incidente, a Crossroads Church emitiu um comunicado informando sobre a suspensão de Brian Tome, enfatizando que a ação não refletia os valores da igreja. A suspensão durou vários meses, durante os quais Tome se dedicou a refletir sobre suas ações e a se preparar para seu retorno ao ministério.

Reações da comunidade

A comunidade da Crossroads Church teve reações mistas ao longo do período de suspensão. Enquanto alguns membros expressaram apoio a Tome, outros manifestaram preocupação com a necessidade de um comportamento mais responsável por parte dos líderes da igreja. A situação gerou discussões sobre a importância do respeito e da sensibilidade nas interações dentro da comunidade cristã.

O que esperar do retorno

Com o retorno de Brian Tome, espera-se que ele compartilhe suas reflexões sobre o incidente e como isso impactou sua visão sobre liderança e ministério. A Crossroads Church planeja realizar um evento especial para marcar seu retorno, onde Tome terá a oportunidade de se reconectar com a congregação e reafirmar seu compromisso com os valores da igreja.

“Estou ansioso para voltar e continuar a jornada de fé com todos vocês.” – Brian Tome

O retorno de Tome também levanta questões sobre como a igreja lidará com situações semelhantes no futuro e quais medidas serão implementadas para garantir que todos os líderes mantenham um padrão elevado de comportamento.

À medida que a Crossroads Church avança, a comunidade é convidada a refletir sobre a importância do perdão e da restauração, fundamentais na fé cristã. O incidente serve como um lembrete de que todos estão sujeitos a falhas, mas a verdadeira liderança se manifesta na capacidade de aprender e crescer a partir delas.



Source link

Confira as agendas de campanha dos presidenciáveis para hoje (28)

0


Nesta sexta-feira (28), a maioria dos candidatos está sem agenda ou reunido com o pessoal de campanha. Clariana Barão, do Democracia Cristã; Hertz Dias, do PSTU; Ronaldo Caiado, do PSD; Rui Costa Pimenta, do PCO; e Wilson Grassi, do Democrata. Flávio Bolsonaro, do PL, participa de sabatina, assim como Augusto Cury, do Avante. Edmilson Costa, do PCB, está no Rio de Janeiro e faz caminhada no bairro do Maracanã.

Já Renan Santos, do Missão, estará na convenção do partido. Romeo Zema, do Novo, estará em Porto Alegre; e Samara Martins, da Unidade Popular, em São Paulo. Faz caminhada pelo centro da cidade e depois debate violência contra a juventude negra na Faculdade de Direito da USP. E Lula, do PT, vai para Salvador. Faz caminhada no Largo do Guarani,  região histórica da cidade. Da Rádio Nacional em Brasília, Priscila Mazenotti.
 




Source link

Homem de 68 anos é preso por incêndio em igreja no Canadá

0


Um homem de 68 anos foi preso sob a acusação de ter provocado um incêndio que destruiu uma igreja católica histórica no Canadá. Este incidente é mais um exemplo da crescente onda de ataques contra instituições religiosas no país nos últimos anos.

Contexto da Perseguição Religiosa no Canadá

A liberdade religiosa é um direito fundamental, mas nos últimos cinco anos, o Canadá tem enfrentado um aumento alarmante de ataques a igrejas e instituições religiosas. Esses atos de vandalismo e violência têm gerado preocupação entre as comunidades de fé, que se sentem cada vez mais ameaçadas. O incêndio que destruiu a igreja católica em questão é um reflexo dessa realidade, levantando questões sobre a segurança das comunidades religiosas no país.

O que aconteceu

Segundo informações, o incêndio ocorreu em uma igreja católica histórica, que era um marco importante para a comunidade local. O homem, cuja identidade não foi divulgada, foi detido pela polícia e enfrenta acusações de incêndio criminoso. Este ato foi descrito como um exemplo de “grande intolerância anti-cristã”, evidenciando a necessidade de uma reflexão mais profunda sobre a proteção das instituições religiosas.

Reações da Comunidade Cristã

A comunidade cristã no Canadá expressou sua indignação e tristeza diante do ataque. Líderes religiosos e membros da igreja têm se manifestado, pedindo mais segurança para as instituições de fé e um combate mais efetivo à intolerância religiosa. A destruição de locais de culto não é apenas uma perda material, mas também um ataque ao direito de adorar e praticar a fé livremente.

“Este ato de vandalismo é um ataque não apenas a uma igreja, mas a todos nós que acreditamos na liberdade de culto e na dignidade humana.”

— Líder religioso local

O que esperar no futuro

Com o aumento dos ataques a igrejas, é fundamental que as autoridades tomem medidas para proteger as comunidades religiosas. Espera-se que haja um fortalecimento das leis que garantem a liberdade religiosa e um aumento na conscientização sobre a importância do respeito às diferentes crenças. Além disso, a comunidade cristã deve continuar a se unir em oração e ação, buscando não apenas a proteção de seus locais de culto, mas também promovendo o diálogo e a paz entre diferentes grupos religiosos.



Source link

Líderes cristãos mobilizam ajuda após enchentes no Nepal

0


Após enchentes devastadoras que atingiram o Nepal e o Tibete, líderes cristãos estão se mobilizando para oferecer apoio às vítimas. Igrejas locais têm se unido em oração e ação, demonstrando a solidariedade da comunidade cristã em tempos de crise.

As enchentes

Recentemente, o Nepal enfrentou uma das piores crises climáticas de sua história, com chuvas torrenciais que resultaram em enchentes catastróficas. As inundações não apenas destruíram casas, mas também afetaram a infraestrutura e os meios de subsistência de milhares de pessoas. A situação é alarmante, e a necessidade de ajuda humanitária é urgente.

O que aconteceu

As enchentes, que começaram a se intensificar nas últimas semanas, resultaram em deslizamentos de terra e alagamentos em diversas regiões do Nepal. Muitas comunidades foram isoladas, e as autoridades locais estão lutando para fornecer socorro adequado. Em resposta a essa tragédia, várias igrejas e organizações cristãs têm se mobilizado para arrecadar fundos e enviar suprimentos essenciais, como alimentos, água potável e roupas.

Reações da comunidade cristã

Os líderes cristãos têm se manifestado sobre a importância de agir em solidariedade. Em uma declaração, um pastor local afirmou: “Como cristãos, somos chamados a amar e servir ao próximo, especialmente em tempos de necessidade. Estamos unindo forças para ajudar aqueles que perderam tudo”. Essa atitude reflete o espírito de compaixão e a missão de evangelização que permeia a comunidade cristã.

Além da ajuda material, as igrejas também estão promovendo momentos de oração, pedindo a Deus por conforto e restauração para as famílias afetadas. A mobilização inclui não apenas a doação de bens, mas também o apoio emocional e espiritual às vítimas.

O que esperar

À medida que a situação se desenrola, espera-se que mais igrejas e organizações se unam a essa causa. A solidariedade da comunidade cristã pode fazer uma diferença significativa na vida das pessoas afetadas. Além disso, a situação no Nepal destaca a importância de estarmos preparados para agir em momentos de crise, reforçando a necessidade de um planejamento eficaz para missões humanitárias.





Source link

Polêmica do anti-spam: Anatel anuncia regras para sistemas de operadoras contra ligações abusivas

0




Empresas afirmam que sistema anti-spam da Vivo impediu ligações legítimas
Priscilla Du Preez/Unsplash
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) definiu na quinta-feira (17) regras para sistemas anti-spam oferecidos por operadoras de telefonia com o objetivo de proteger usuários contra ligações abusivas.
A medida foi adotada após ao menos sete empresas reclamarem do sistema anti-spam da Vivo desde junho. Elas alegaram que o recurso foi responsável por bloquear milhares de chamadas legítimas.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
Com a mudança, sistemas anti-spam deverão seguir critérios como quantidade e duração de ligações. As empresas precisarão ainda respeitar os princípios da proporcionalidade e da não discriminação ao decidir quais chamadas bloquear.
Os serviços deverão ser ativados como padrão a todos os clientes e não poderão envolver cobranças adicionais. As empresas deverão informar previamente a ativação dos recursos e explicar como eles funcionam, além de oferecer a opção para desativar as ferramentas.
Bloqueio de ligações indesejadas gera disputa entre operadoras na Anatel
As novas regras proíbem bloqueios de números usados por serviços essenciais e de utilidade pública, como órgãos de saúde, segurança, defesa civil e bombeiros.
Além disso, as operadoras deverão oferecer canais para que titulares de linhas bloqueadas solicitem informações ou peçam a liberação de seus números. As empresas terão até 10 dias para apresentar suas resposta.
Segundo a Anatel, o objetivo é trazer segurança, padronização e efetividade para soluções oferecidas pelas operadoras. A agência afirmou ainda que a medida é apoiada pelo Ministério das Comunicações e pelo Ministério da Justiça e da Segurança Pública.
Por que recebemos tantas ligações indesejadas? E como evitar esse tipo de chamada?
Disputa por anti-spam
O “Vivo Anti-spam”, que promete bloquear ligações indesejadas gerou uma disputa com operadoras em junho: a dona da ferramenta disse que ele protege consumidores, mas concorrentes afirmaram que ele impede chamadas legítimas.
Segundo a Vivo, o serviço “identifica e bloqueia chamadas massivas e fraudulentas” antes de elas chegarem aos clientes. Mas ao menos sete empresas abriram reclamações formais na Anatel em que apontam interrupções indevidas de ligações.
Uma das empresas afirmou que mais de 16 mil ligações, incluindo as de hospitais e órgãos públicos, foram interrompidas pelo anti-spam da Vivo. Outra afirmou que o sistema bloqueou mais de 800 números de uma prefeitura no interior de São Paulo.
Operadoras afirmaram ainda que a ferramenta bloqueou até mesmo ligações de números que tinham sido autenticados no sistema Origem Verificada, criado para evitar chamadas indesejadas.
A Vivo disse não ter impedido ligações que seguem regras de seu anti-spam e do Origem Verificada. “Apenas serão bloqueadas as empresas que realizam chamadas massivas e sem identificação”, afirmou a empresa ao g1, em junho.
Na ocasião, a operadora disse ainda que “vem trabalhando arduamente para combater o ‘spoofing’ [uso de números falsos] que recebe via interconexão de outras operadoras e que impacta seus clientes”.
23 mil ligações por segundo: o Fantástico investiga como funcionam os robôs programados para tirar você do sério



Source link

O artista cristão na sociedade do espetáculo: desafios e riscos

0


O papel do artista cristão na sociedade contemporânea é um tema que gera discussões profundas, especialmente quando se observa a crescente comercialização do talento e a transformação do ministério em uma carreira profissional. Essa realidade levanta questões sobre a verdadeira missão do artista no anúncio do Evangelho.

Contexto: a sociedade do espetáculo

A sociedade atual é marcada pelo que muitos chamam de “sociedade do espetáculo”, onde a imagem e a fama muitas vezes se sobrepõem ao conteúdo e à mensagem. Essa dinâmica pode ser especialmente tentadora para artistas cristãos, que, ao alcançarem um certo nível de reconhecimento, podem esquecer que seu talento é um dom divino destinado ao serviço do Reino de Deus.

O que aconteceu: a transformação do ministério

Conforme reportou o Evangélico Digital, muitos artistas cristãos, ao se tornarem figuras de consumo e celebridades, começam a ver sua vocação como uma forma de lucro, desvinculando-se dos limites espirituais que deveriam guiar seu trabalho. Essa mudança de perspectiva pode levar a um ego inflado, onde a necessidade de se manter relevante no cenário midiático se torna uma prioridade, muitas vezes em detrimento da mensagem do Evangelho.

O perigo é que, em busca de atenção, alguns artistas adotam estratégias que incluem a extravagância e até mesmo o escândalo, transformando o testemunho cristão em um espetáculo. Isso não apenas desvirtua a essência do ministério, mas também pode afastar os fiéis e aqueles que buscam a verdade.

Reações: a voz da comunidade cristã

Dentro da comunidade cristã, há um crescente clamor por um retorno à simplicidade do Evangelho. Líderes e pastores têm enfatizado a importância de que os artistas mantenham sua missão focada em servir a Deus e promover o amor e a verdade de Cristo, em vez de se deixarem levar pela busca incessante por fama e reconhecimento.

Um pastor local comentou: “É fundamental que os artistas cristãos lembrem que seu chamado é para glorificar a Deus, não para se tornarem ícones de consumo. O verdadeiro ministério deve ser sobre servir e não sobre ser servido”.

O que esperar: um chamado à reflexão

À medida que a sociedade continua a evoluir, é essencial que os artistas cristãos reflitam sobre seu papel e suas motivações. A verdadeira arte deve ser uma expressão da fé, que transforma vidas e promove o Reino de Deus, e não apenas uma busca por aceitação ou lucro.

Os desafios são grandes, mas a oportunidade de impactar positivamente a sociedade através da arte é ainda maior. Que os artistas cristãos possam encontrar um equilíbrio entre seu talento e sua missão, sempre lembrando que, como diz a Bíblia, “tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor” (Colossenses 3:23).



Source link

'Parece lixo de IA': por que plataformas agora estão 'dedurando' conteúdos feitos com inteligência artificial

0




‘Parece lixo de IA’: por que plataformas agora estão ‘dedurando’ conteúdos feitos com inte
Um movimento curioso está acontecendo entre empresas de tecnologia que investem em inteligência artificial: elas estão criando formas para que os próprios usuários denunciem conteúdos feitos com IA ou identificando com mais clareza quando uma publicação foi produzida com a tecnologia. 👀
A questão envolve a pressão por regulação, a tentativa de “limpar o feed”, e até a sobrevivência do modelo de negócio dessas plataformas, afirmam especialistas ouvidos pelo g1. (entenda mais abaixo)
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
Uma das questões centrais é a facilidade para criar conteúdos com IA. Segundo Elizabeth Saad, professora da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) e pesquisadora de IA, as ferramentas são projetadas para serem simples de usar e atrair cada vez mais pessoas.
Mas a falta de esforço fez com que esse tipo de material se espalhasse rapidamente, mesmo que a qualidade do resultado seja questionável. É o que analistas chamam de “AI slop”.
🔎 O que é AI slop? É o nome dado à enxurrada de conteúdos de baixa qualidade feitos com IA. São textos, imagens, vídeos e músicas publicados em massa nas redes, muitas vezes sem sentido ou com pouco valor para quem consome, mas criados para atrair visualizações e gerar dinheiro para seus criadores.
Plataformas estão mais ‘dedo-duro’
“Parece lixo de IA”
Reprodução/LinkedIn
Recentemente, o LinkedIn passou a exibir um botão para denunciar postagens feitas com IA. Em português, ele se chama… “Parece lixo de IA”.
“Estamos desenvolvendo uma série de classificadores novos e aprimorados que identificam se uma postagem é lixo de IA. Isso vai reduzir a quantidade de conteúdo de IA que você pode ver nas recomendações e fora da sua rede”, defendeu o diretor de produto da empresa, Hari Srinivasan, em um post.
A plataforma de newsletters Substack anunciou uma ferramenta que estima, em porcentagem, quanto de um texto foi escrito por IA. O leitor pode ver se o conteúdo foi produzido 100% por pessoas, se recebeu ajuda da tecnologia ou se foi totalmente gerado por ela.
A novidade faz parte de uma parceria da empresa com o Pangram, software de identificação de textos produzidos por IA.
O Claude, IA rival do ChatGPT, também gerou polêmica ao anunciar que passaria a identificar textos e imagens criados com sua tecnologia para se adequar ao AI Act, lei da União Europeia que estabelece regras para conteúdos feitos com inteligência artificial.
Até o Snapchat disse, no fim de julho, que deixará de recomendar publicações totalmente geradas por IA. A nova regra vale para o Spotlight, um feed semelhante ao TikTok onde usuários publicam vídeos curtos e verticais.
“Não se trata de rejeitar IA”, afirmou o Snapchat. “Sabemos que ela desempenha uma parte importante do processo criativo e acreditamos que ela pode desbloquear novas formas incríveis de expressão. Portanto, conteúdos que foram aprimorados ou editados com IA do Snapchat continuarão elegíveis para recomendação e incluirão indicadores de transparência”, completou.
Em maio, o Google também anunciou que mais empresas adotariam o SynthID, tecnologia da companhia que ajuda a identificar imagens e vídeos criados por IA. Entre as parceiras estão a OpenAI, dona do ChatGPT, além da Kakao e da ElevenLabs. Segundo a empresa, todas vão incorporar o SynthID a seus produtos.
YouTube exibe informações sobre vídeos criados com IA.
Reprodução/YouTube
O YouTube, que vinha ampliando o uso de IA entre seus criadores, agora está mais cauteloso. A plataforma decidiu retirar a monetização de vídeos genéricos, com histórias repetitivas de IA e que não se diferenciam de outros conteúdos já publicados pelo mesmo canal, segundo o portal de tecnologia Mashable.
Para o YouTube, os vídeos precisam trazer histórias diferentes, explicações e ensinamentos que realmente agreguem ao público. A mudança faz parte de uma estratégia para combater a produção em massa de conteúdos de baixa qualidade.
Além desses casos, TikTok e Instagram já permitem que os usuários identifiquem, em suas próprias publicações, quando elas foram feitas com o auxílio de IA.
O que está por trás dessas mudanças
Rótulo de IA da Meta.
Divulgação/Meta
No dia 2 de agosto, entrou em vigor uma nova regra da União Europeia: o artigo 50 do AI Act (Regulamento de Inteligência Artificial da União Europeia), que determina que conteúdos gerados ou manipulados por IA sejam identificados de forma clara.
A mudança ajuda a explicar por que tantas plataformas anunciaram novidades relacionadas à identificação de conteúdo gerado por IA nos últimos meses, analisa Edney Souza, professor da educação continuada da ESPM e especialista em tecnologia e inovação.
“Toda plataforma grande que atende usuários europeus tinha esse prazo pela frente. A onda de anúncios entre maio e julho deste ano, como o rótulo da Meta em maio e o do LinkedIn em julho, acontece perto demais dessa data para ser coincidência de calendário de produto”, afirma.
Para o especialista, as big techs estão olhando para a ética, mas, principalmente, para os impactos financeiros de não deixarem claro o que é real e o que foi gerado artificialmente em seus serviços.
“As plataformas entendem que, quando o feed enche de conteúdo genérico, a assinatura paga pelo usuário perde valor. Além disso, conteúdos feitos com IA e não identificados aumentam os riscos jurídicos, regulatórios e de reputação para elas”, diz.
Google anunciou IA no Google Earth.
Divulgação/Google
Essas empresas também estão preocupadas com a reputação de suas marcas. Quanto mais conteúdo ruim circula, maior é a impressão de que essas ferramentas só produzem publicações falsas, afirma Elizabeth Saad.
Um episódio recente ajuda a ilustrar esses riscos. O Google lançou uma ferramenta de IA capaz de criar imagens falsas a partir de registros reais de satélite do Google Earth, serviço que permite visualizar imagens da Terra.
A empresa voltou atrás e retirou o recurso após identificar que usuários estavam criando imagens de desinformação, como cenas falsas de guerras em locais reais. “Estamos revertendo esse recurso no Earth enquanto trabalhamos na implementação de proteções mais fortes”, disse a empresa em comunicado.
Tendência não deve terminar aqui
Para a professora Elizabeth Saad, as pessoas aprendem a usar as novas ferramentas de IA com uma rapidez impressionante, o que acelera o ciclo de produção e consumo de conteúdos gerados pela tecnologia.
Como ainda não há uma regulamentação ampla para essas ferramentas, muitas empresas já estão se antecipando a possíveis problemas legais e questionamentos, afirma.
Mas a tendência é que esse movimento continue. Para o professor Edney Souza, a disputa entre quem cria modelos de IA e quem desenvolve ferramentas para identificá-los está longe de acabar.
“Tem uma corrida escondida nisso também. Cada geração nova de detector esbarra numa geração nova de modelo melhor em escapar dele. Então, essa infraestrutura de rotulagem vai continuar mudando por um bom tempo e não deve se estabilizar em um padrão único tão cedo”, diz.
Elizabeth concorda. Segundo ela, o desenvolvimento de ferramentas para identificar conteúdos gerados por IA é contínuo e deve acompanhar a evolução dos próprios modelos.
Por que tanta gente está falando do Claude? Conheça a IA mais perigosa do mundo



Source link