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Estudo revela conflito entre ensino escolar e doutrina da igreja na Coreia

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Um estudo recente revelou que aproximadamente 60% dos estudantes cristãos do ensino médio e fundamental na Coreia do Sul enfrentam conflitos entre os ensinamentos que recebem na escola e aqueles que aprendem em suas igrejas. Essa pesquisa foi realizada pelo Instituto de Pesquisa de Dados Pastorais, que busca entender melhor a relação entre a educação formal e a fé cristã no país.

Contexto da pesquisa

A Coreia do Sul é um país onde a fé cristã tem um papel significativo na sociedade. Com uma população cristã crescente, as igrejas desempenham um papel importante na formação moral e espiritual dos jovens. No entanto, a educação formal, que muitas vezes adota uma abordagem secular, pode entrar em conflito com os valores e ensinamentos cristãos.

O que aconteceu

De acordo com a pesquisa, cerca de 60% dos estudantes cristãos relataram que frequentemente encontram discrepâncias entre o que aprendem nas aulas e os princípios que são ensinados em suas igrejas. Esses conflitos podem surgir em diversas áreas, incluindo ciência, ética e moralidade. Por exemplo, questões sobre a origem da vida e a moralidade em temas contemporâneos podem ser abordadas de maneira diferente na escola e na igreja, levando a uma crise de fé entre os jovens.

Reações da comunidade cristã

A comunidade cristã na Coreia do Sul expressou preocupação com os resultados da pesquisa. Muitos líderes religiosos acreditam que é essencial promover um diálogo mais aberto entre as instituições educacionais e as igrejas para garantir que os jovens possam integrar sua fé com o conhecimento acadêmico. Pastor Kim Joon, um líder de uma grande igreja em Seul, comentou: “É fundamental que nossos jovens não sintam que precisam escolher entre sua fé e sua educação. Precisamos encontrar maneiras de harmonizar esses dois aspectos de suas vidas”.

O que esperar no futuro

Com os resultados da pesquisa em mãos, espera-se que haja um movimento crescente para abordar essas questões nas escolas e nas igrejas. Iniciativas que promovam a educação cristã e a formação de professores que entendam a importância da fé no desenvolvimento dos alunos podem ser um caminho a seguir. Além disso, a colaboração entre educadores e líderes religiosos pode ajudar a criar um ambiente mais acolhedor para os jovens cristãos.

O desafio de equilibrar a educação secular com a formação espiritual é uma questão que merece atenção. A pesquisa do Instituto de Pesquisa de Dados Pastorais é um chamado para que a comunidade cristã e as instituições educacionais trabalhem juntas em prol do bem-estar e da fé dos jovens.



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Anvisa interdita água mineral da marca Vitoriosa por conter coliformes

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quarta-feira (2), a interdição cautelar da água mineral sem gás da marca Vitoriosa.

Laudo emitido pelo Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels (CRF/RJ) detectou resultado insatisfatório no ensaio microbiológico, com detecção de coliformes totais em 250ml do produto.

O produto não deve ser consumido ou comercializado até que seja comprovada a sua segurança.

O produto é fabricado pela GEPF Agroindústria Ltda, localizada em Engenheiro Paulo de Frontin (RJ), com o número do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ): 08.144.303/0001-90.

A Resolução 3.441/2026 que determina a interdição cautelar foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira.

Proteção da saúde

A agência reguladora esclarece que a medida preventiva e temporária tem o objetivo de proteger a saúde da população e permanecerá vigente enquanto são realizados novos testes, provas, análises ou outras providências requeridas para a investigação e a conclusão do caso.

A Agência Brasil entrou em contato com a GEPF Agroindústria Ltda. e aguarda posicionamento da empresa.



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OpenAI diz que seu novo modelo de IA é tão avançado que exigirá mais medidas de segurança

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Como agentes de IA da OpenAI invadiram sistema e tentaram apagar os próprios rastros
A OpenAI afirmou que seu próximo modelo de inteligência artificial (IA), chamado Astra, é tão avançado que exigirá medidas adicionais de segurança antes de ser lançado.
Segundo a empresa, testes mostraram que o sistema é significativamente mais capaz que o GPT-5.6 Sol, atual modelo mais sofisticado da OpenAI disponível ao público.
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O Astra foi classificado pela própria empresa como o primeiro modelo a atingir o nível considerado “crítico” em capacidade de cibersegurança (habilidade de identificar e explorar falhas em sistemas e redes).
Por isso, a OpenAI diz que adotou controles mais rígidos durante o desenvolvimento e pretende limitar inicialmente o acesso às funções mais avançadas do sistema.
A empresa afirmou que pretende disponibilizar o Astra em breve, inicialmente para um grupo limitado de usuários. As ferramentas mais avançadas de cibersegurança terão acesso ainda mais restrito, voltado a testadores e, posteriormente, a usos defensivos.
O que o Astra consegue fazer
Segundo a OpenAI, o Astra consegue encontrar falhas de segurança até então desconhecidas e desenvolver formas de explorá-las sem que uma pessoa precise orientar cada etapa do processo.
Essas falhas podem estar presentes em sistemas considerados protegidos contra ataques. Em testes conduzidos pela empresa, o modelo identificou vulnerabilidades e conseguiu combiná-las para criar formas de invasão.
Humanos podem ‘desligar’ uma IA se ela fugir do controle?
A OpenAI afirma que o Astra também é mais eficiente que o GPT-5.6 Sol para esse tipo de tarefa, ou seja, consegue realizar trabalhos de cibersegurança usando menos recursos computacionais.
Em uma das avaliações, o modelo identificou duas vulnerabilidades do tipo “zero-day” (falhas de segurança ainda não conhecidas ou corrigidas pelos responsáveis pelo sistema) e as utilizou em uma sequência de exploração.
A empresa diz estar trabalhando para comunicar essas vulnerabilidades aos responsáveis pelos sistemas afetados.
Por que isso preocupa
Uma IA com esse nível de capacidade pode ser usada para ajudar pesquisadores e empresas a encontrar e corrigir problemas de segurança. Mas a mesma tecnologia também pode ser utilizada para realizar ataques.
A preocupação da OpenAI não é apenas com uma pessoa usando deliberadamente o modelo para cometer um ataque. A empresa também considera o risco de o próprio sistema tomar ações não autorizadas (quando a IA ultrapassa os limites definidos para a tarefa que recebeu).
Por isso, os controles precisam atuar em duas frentes: impedir o uso malicioso do modelo e detectar rapidamente caso o próprio sistema tente realizar uma ação considerada indevida.
OpenAI diz que Astra não participou de incidente com agentes de IA
O anúncio sobre o Astra ocorre semanas depois de um incidente envolvendo outros modelos da OpenAI.
Durante testes, agentes de IA (programas capazes de executar tarefas de forma mais autônoma, tomando várias decisões ao longo do processo) conseguiram escapar dos controles do ambiente de testes e acessar a internet.
Eles chegaram à Hugging Face, plataforma usada por pesquisadores e empresas para compartilhar modelos e ferramentas de inteligência artificial, em um episódio que levou a OpenAI a reforçar seus sistemas de segurança.
A empresa afirma que o Astra não participou do incidente. Ainda assim, as lições daquele episódio foram incorporadas aos testes e às medidas de proteção do novo modelo.
Após o episódio, a OpenAI desacelerou parte do desenvolvimento de seus modelos e reforçou o isolamento dos ambientes de treinamento. A empresa também ampliou o monitoramento e adotou controles mais rígidos para impedir que os sistemas tenham acesso não autorizado a redes e outros recursos.
A companhia chegou a suspender por duas semanas parte do treinamento de modelos mais avançados. O treinamento de grande escala foi retomado em 28 de agosto, depois da implementação de novos requisitos de segurança, embora alguns experimentos menores continuassem suspensos.
OpenAI diz que vai limitar recursos do Astra
A estratégia para o Astra será diferente da de modelos anteriores.
A OpenAI afirma que as funções mais avançadas de cibersegurança serão disponibilizadas inicialmente para um grupo pequeno de testadores.
A ideia é permitir que pesquisadores e especialistas usem a capacidade do modelo para fins defensivos, como encontrar vulnerabilidades, sem liberar imediatamente todos os recursos para o público.
A empresa também treinou o Astra para recusar com mais frequência pedidos considerados perigosos e criou sistemas de monitoramento capazes de interromper atividades potencialmente não autorizadas.
Em testes internos, a OpenAI afirma que o Astra recusou 91,5% dos pedidos classificados como tentativas de contornar suas restrições de segurança, contra 59% no GPT-5.6 Sol.
O contraste com a discussão sobre regulação
O anúncio ocorre em um momento em que o debate sobre como controlar a inteligência artificial ganhou força.
Na terça-feira (1º), os Estados Unidos defenderam no G20 uma abordagem de menor intervenção do governo na regulação da IA.
O governo americano pediu aos países que evitem criar novas regras específicas para a tecnologia e apresentou os chamados “Princípios da Carolina”, que defendem limitar novas regulamentações a situações consideradas inéditas e estimular a pesquisa e o desenvolvimento comercial da IA.
O ponto de contraste é que, enquanto Washington defende menos intervenção estatal, a própria OpenAI está ampliando os controles internos sobre seus modelos mais avançados.
Trump fala com a imprensa na Casa Branca após assinar ordem executiva renomeando o Lago Ontário como Lago América
Evan Vucci/Reuters
Isso não significa necessariamente uma oposição entre as duas posições. A discussão envolve quem deve estabelecer os limites e de que forma.
Os Estados Unidos defendem que a inovação não seja travada por uma expansão de regras governamentais, enquanto empresas como a OpenAI vêm aumentando mecanismos próprios de segurança à medida que seus sistemas ganham novas capacidades.



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Pastor Arival Dias apoia André Mendonça em meio a tensões no STF

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Na última terça-feira, 1º de setembro, o pastor Arival Dias, da Igreja Presbiteriana de Pinheiros, em São Paulo, expressou seu apoio ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), em meio a um clima de tensão envolvendo investigações da Polícia Federal.

Contexto da situação

A tensão no STF aumentou após a divulgação de informações sobre uma investigação que envolve mensagens encontradas no celular do banqueiro Daniel Vorcaro. O ministro André Mendonça, que também é pastor adjunto na Igreja Presbiteriana de Pinheiros, se viu no centro da controvérsia ao conduzir diligências que visavam identificar possíveis autoridades com foro privilegiado. A situação se complicou ainda mais com a manifestação do procurador-geral da República, Paulo Gonet, que pediu a nulidade e o arquivamento do procedimento instaurado por Mendonça.

O que aconteceu

Em sua mensagem de apoio, Arival Dias destacou a importância de princípios cristãos, afirmando: “Meu irmão e pastor da equipe pastoral da Igreja Presbiteriana de Pinheiros: estamos juntos no temor ao Senhor, no amor à justiça e na prática da misericórdia”. Ele também fez um apelo pela misericórdia de Deus sobre o Brasil, citando uma passagem bíblica: “O sol nasce para todos, mas a sombra e o esconderijo do Altíssimo são para os que confiam no Senhor”.

O pastor concluiu sua mensagem desejando bênçãos a Mendonça e sua família, reforçando a necessidade de justiça em tempos de crise. A manifestação de apoio ocorre em um momento delicado, onde a condução da investigação por parte de Mendonça foi questionada por defensores do ministro Alexandre de Moraes, que alegaram desrespeito às regras internas do STF.

Reações à declaração de apoio

A declaração de Arival Dias gerou reações diversas entre os membros da comunidade cristã e observadores da política. Para muitos, o apoio do pastor a Mendonça representa uma defesa dos valores cristãos em um ambiente político conturbado. Outros, no entanto, questionam a posição de um líder religioso em meio a um conflito que envolve questões judiciais e políticas.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, que também aparece nas conversas obtidas pela Polícia Federal, argumentou que Mendonça não poderia determinar diretamente à Polícia Federal diligências envolvendo integrantes do STF sem a participação prévia da Procuradoria e do Plenário. Essa situação levanta questões sobre a autonomia e a transparência das instituições brasileiras.

O que esperar

À medida que a situação se desenrola, muitos observadores se perguntam quais serão as consequências para o STF e para a política brasileira. A defesa da transparência e da justiça, como enfatizado por Mendonça e apoiado por Arival Dias, será crucial para restaurar a confiança nas instituições. A comunidade cristã, por sua vez, continua a orar pela paz e pela justiça em um país que enfrenta desafios significativos.





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MP das blusinhas deve ser votada nesta quarta-feira

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MP da taxa das blusinhas. Depois de diversos adiamentos, o texto da relatora Leila Barros deve ser votado nesta quarta-feira na Comissão Especial. Após reunião com os presidentes da Câmara, Hugo Motta, do Senado, Davi Alcolumbre, e com o ministro Bruno Moretti, do Planejamento, o relatório foi fechado e já entregue, na manhã desta quarta aos demais senadores.

Ele prevê basicamente o fim da cobrança de 20% sobre as compras abaixo de 50 dólares. Essa cobrança já não vinha ocorrendo por conta da medida provisória, que tem efeitos imediatos, mas agora será definitiva. Vai ter imposto zero também para medicamentos importados sem similar nacional, quando for para doenças raras ou negligenciadas e para uso próprio.

Atendendo a um pedido do setor produtivo nacional será feito um monitoramento dos impactos econômicos. Esse monitoramento será obrigatório para os setores têxteis e vestuário, calçados, acessórios, brinquedos e cosméticos. E será periódica. É o que explicou a relatora, senadora Leila Barros.

“Nesse primeiro momento, vai ser a primeira avaliação daqui a três meses e depois serão de seis em seis meses,até seis em seis meses. E a gente atendeu em parte a maior preocupação do setor, que é a avaliação dando essa autonomia ao Ministério da Fazenda, a avaliação de seis em seis meses e também passar por depois do relatório apresentado pelo Executivo a avaliação do Congresso Nacional anualmente”.

Nessa avaliação, serão analisados cinco grupos: emprego e renda, competitividade nacional, compras internacionais, diferença de tributação e arrecadação. O próprio setor produtivo vai participar.

Outro ponto: as plataformas e os operadores logísticos terão de ajudar no combate às fraudes nas importações. E aí é garantir a rastreabilidade, fazer registros eletrônicos, ficar de olho em subfaturamento, que é quando o valor declarado é menor do que o real, e também contra aquela prática que vinha sendo adotada antes, de se fracionar grandes encomendas em remessas menores para se encaixar na isenção. Ficar de olho também em casos de remetente sem identificação. É identificar o vendedor, ter um canal de denúncias e retirar anúncios de produtos ilegais.

E quem descumprir: advertência, multa, suspensão ou até proibição de operar aqui no Brasil.

Relatório apresentado, portanto. Previsão de votação no plenário das duas Casas ainda nesta quarta-feira. Pelo menos é o que prevê o governo. Isso tudo em cima do laço, a menos de uma semana do vencimento da medida provisória.




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g1 20 anos: relembre em VÍDEO as grandes reviravoltas políticas do país neste período

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g1 20 anos: relembre as grandes reviravoltas políticas do país neste período
Nos últimos 20 anos, o g1 acompanhou acontecimentos que transformaram a política brasileira.
Entre eles estão o julgamento do Mensalão, em 2012, as manifestações de junho de 2013, o assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, a prisão de Lula, o atentado contra Jair Bolsonaro e os desdobramentos do 8 de Janeiro.
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No vídeo especial acima, relembre como o g1 cobriu momentos que marcaram a política brasileira nos últimos anos.
Especial g1 20 anos:
Bento XVI, Francisco e Leão XIV: relembre em VÍDEO as mudanças no Vaticano que marcaram os 20 anos do g1
Mariana, Brumadinho e Covid-19: relembre em VÍDEO as tragédias e crises no Brasil que marcaram os 20 anos do g1
Relembre em VÍDEO as primeiras grandes coberturas do site



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Cristãos sequestrados em ataque de Boko Haram no Camarões

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Dois cristãos foram sequestrados no norte do Camarões em um ataque atribuído a militantes do Boko Haram, gerando preocupação crescente sobre a segurança dos fiéis na região, especialmente nas comunidades próximas à fronteira com a Nigéria.

Contexto da violência no norte do Camarões

A região norte do Camarões tem enfrentado uma escalada de violência nos últimos anos, com o Boko Haram, um grupo extremista islâmico, sendo responsável por diversos ataques. Este grupo, que se originou na Nigéria, tem se expandido para o Camarões, causando medo e insegurança entre a população, especialmente entre os cristãos que vivem em áreas vulneráveis.

A situação se agrava com a presença de grupos armados que atacam comunidades, sequestrando pessoas e destruindo propriedades. A liberdade religiosa é constantemente ameaçada, e muitos cristãos se veem forçados a viver em constante temor.

O que aconteceu

Recentemente, dois cristãos foram sequestrados em um ataque que, segundo informações, foi realizado por militantes do Boko Haram. O incidente ocorreu em uma área conhecida por ser um ponto crítico de atividades do grupo extremista. A identidade das vítimas ainda não foi divulgada, mas a comunidade local está em estado de alerta e temor pela segurança dos demais fiéis.

Este ataque é mais um exemplo da crescente insegurança que os cristãos enfrentam na região. A situação tem gerado um clamor por proteção e apoio, tanto local quanto internacional, para garantir a segurança dos cristãos perseguidos.

Reações da comunidade cristã

A comunidade cristã no Camarões e em outras partes do mundo expressou sua preocupação com a situação. Líderes religiosos têm feito apelos por oração e apoio, destacando a necessidade de uma resposta mais robusta das autoridades para proteger os cidadãos e garantir a liberdade religiosa.

Organizações de direitos humanos também têm chamado a atenção para a necessidade de medidas eficazes para combater a violência e proteger as comunidades vulneráveis. A situação dos cristãos no Camarões é um lembrete da luta contínua pela liberdade religiosa em várias partes do mundo.

O que esperar no futuro

Com a intensificação dos ataques, espera-se que a situação dos cristãos no Camarões continue a ser desafiadora. A necessidade de proteção e apoio se torna cada vez mais urgente. A comunidade cristã global é chamada a se unir em oração e ação, buscando maneiras de ajudar aqueles que estão sofrendo por causa de sua fé.

Além disso, é crucial que as autoridades camaronenses e internacionais tomem medidas concretas para combater a violência e proteger os direitos humanos, garantindo que todos possam viver em paz e segurança, independentemente de sua crença religiosa.



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Saiba como funciona eleição para o Senado e qual o papel dos senadores

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Ao contrário da Câmara, que calcula o número de deputados com base na população, no Senado, o número de senadores é sempre fixo: três para cada estado. O mandato é de oito anos – ou seja, duas legislaturas. É aí, numa eleição a gente escolhe um, em outra escolhe dois. Agora é vez de escolhermos esses dois.

A definição de 81 senadores veio lá atrás, ainda no Império, quando o mandato era vitalício. E era o imperador quem escolhia. Eles serviam apenas para representar as províncias. De lá pra cá, a forma de escolha mudou e a função também. O cientista político, Valdir Pucci, diz que esse papo de senador representar os estados e os deputados, o povo, é uma definição mais formal do que prática.

“Da mesma forma que um deputado pode propor leis, um senador também pode propor leis. Ou seja, no final, deputados e senadores, na prática, estão representando a sociedade. Então eu coloco da seguinte forma: essa diferença entre representantes do povo e representantes dos estados, hoje ela é uma diferenciação muito mais formal do que prática na realidade”.

E a escolha para senador é mais simples do que para deputado. Isso porque é uma eleição majoritária, ou seja, o voto vai para o candidato. E no caso do Senado, ao contrário dos outros cargos majoritários, que são os de presidente, governador e prefeito, é sem segundo turno. É o que explica a cientista política Alina Ribeiro:

“O sistema majoritário é o mais simples. Então, quando a gente vota, por exemplo, para presidente, governador e senador, a gente não pode votar só na legenda. A gente tem que votar no nome e no número do candidato especificamente. Então, vence quem tira mais votos com ou sem segundo turno, dependendo do cargo”.

E, dentro do nosso sistema bicameral, o Senado, além propor leis e revisar os projetos que são elaborados pela Câmara, tem outras atribuições mais específicas. Por exemplo: é o Senado quem julga um presidente da República, em caso de impeachment, depois de ser autorizado pela Câmara. E processar e julgar ministros do Supremo Tribunal Federal e o advogado-geral da União. É também o Senado que tem a função de sabatinar e aprovar a escolha de autoridades – ministros do STF, presidente do Banco Central, diretores de Agências Reguladoras e embaixadores.

Nessas eleições, na ordem de escolha, para senador serão o terceiro e o quarto cargo que vamos votar. Isso porque, lembrando, vamos escolher dois. E cada senador tem dois suplentes. Por isso, fique de olho nessas pessoas também. Vai que o seu eleito deixa o cargo vago e o substituto assume? Você precisa saber quem é essa pessoa. 




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Pardal já registra mais de 130 denúncias de propaganda eleitoral irregular em Mato Grosso

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Desde o início do funcionamento do Pardal, ferramenta de denúncias de propaganda eleitoral irregular, em 16 de agosto deste ano, já foram feitos 132 registros com abrangência em Mato Grosso. O tipo mais frequente de denúncia, até o momento, é relacionado à propaganda na internet e o cargo mais denunciado é de deputado(a) estadual.

As denúncias são relativas às Eleições Gerais de 2026, e foram feitas em 27 municípios mato-grossenses, sendo que o maior número de registros é proveniente de Cuiabá (48); seguida da cidade de Sinop (25); de Rondonópolis (11); Tapurah (5); Poto dos Gaúchos, Tangará da Serra, Sapezal e Primavera do Leste (4 em cada um); Campo Novo do Parecis (3); Várzea Grande, Juína, Barra do Bugres, Poxoréu, Sorriso (2 em cada um); Chapada dos Guimarães, General Carneiro, Barra do Garças, Alto Garças, Alto Araguaia, Cáceres, Diamantino, Nova Mutum, Nobres e Cláudia (1 em cada um).

Já com relação ao tipo de irregularidade, o maior número de denúncias é de propaganda na internet (31); seguida de bens públicos (19); vias públicas (18); carro de som, minitrio e trio elétrico (11); outdoors e outdoors eletrônicos, distribuição de material gráfico e adesivos em automóveis (7 de cada); envio de mensagens, confecção, utilização ou distribuição de brindes, bens particulares (6 de cada); comícios e showmícios (5); alto-falantes e amplificadores de som (3); propaganda eleitoral em jornais e revistas, não informado e emissoras de rádio e televisão (2 de cada).

Entre os cargos em disputa, o de deputado(a) estadual lidera o ranking de denúncias, com 86 registros. Logo em seguida, há 26 denúncias envolvendo candidatos ao cargo de deputado(a) estadual, 9 relacionadas a partido/coligação/federação, 5 envolvendo o cargo de governador(a), enquanto os cargos de senador(a) e presidente possuem 3 registros, cada.

O Pardal é uma importante ferramenta de denúncias relacionadas à propaganda eleitoral irregular, por meio da qual o cidadão ou cidadã consegue comunicar possíveis irregularidades durante as campanhas eleitorais. Basta baixar o app no dispositivo móvel (celular ou tablet), nas extensões iOS ou Android. A iniciativa contribui para fortalecer a participação popular, a transparência e a lisura do processo eleitoral.

Segundo o secretário de Tecnologia da Informação, Leon Manoel Santos, a versão 2026 do Pardal ganhou uma inovação: a incorporação de uma aplicação de Inteligência Artificial (IA), que faz a classificação das denúncias recebidas. “A tecnologia será aplicada na categorização das denúncias de acordo com o tipo de ocorrência registrada. Ao registrar a denúncia, conforme a descrição apontada pelo cidadão ou cidadã, a ferramenta sugere a categoria da ocorrência, para que a pessoa denunciante confirme. Com isso, a Justiça Eleitoral espera otimizar o trabalho de analistas e tornar mais ágil o direcionamento dos relatos aos órgãos responsáveis pela apuração”, explica.

Como registrar uma denúncia

Para registrar uma denúncia no Pardal, a pessoa deverá se identificar por meio do e-Título ou pelo Gov.br. O registro deverá conter informações que permitam a identificação e a apuração da possível irregularidade e poderá ser acompanhada de fotos, vídeos ou áudios que contribuam para demonstrar a ocorrência relatada. Os dados fornecidos são resguardados, seguindo diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), e o(a) denunciante consegue acompanhar, pelo próprio aplicativo, o andamento da denúncia.



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Dropbox afirma que cerca de 5 mil contas foram comprometidas em ataque hacker em agosto

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Nuvens são vistas em frente ao logo do Dropbox nesta ilustração tirada em 27 de fevereiro de 2022
REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração/Foto de arquivo
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O Dropbox afirmou nesta terça-feira (1º) que cerca de 5 mil contas foram comprometidas no mês passado. Segundo a empresa, hackers visualizaram e baixaram conteúdos armazenados na plataforma de armazenamento em nuvem.
Alguns usuários do Dropbox receberam um e-mail da empresa na segunda-feira (31) informando que suas contas haviam sido acessadas sem autorização entre 4 e 21 de agosto. A empresa confirmou o acesso depois que a Bloomberg News noticiou o ataque no início do dia.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A Dropbox não informou em quais países estão os usuários das contas comprometidas. A empresa também não detalhou quantos clientes foram afetados em cada país.
A empresa afirmou que os hackers acessaram arquivos em menos de um terço das contas comprometidas.
Agora no g1
As ações do Dropbox caíram cerca de 2,4% nas negociações após o fechamento do mercado na terça-feira (1º).
O Dropbox informou à Reuters que identificou acessos não autorizados em contas vinculadas a um ID da Lenovo que não tinham a autenticação em duas etapas ativada. Por isso, a empresa encerrou todas as sessões de acesso feitas por meio de um ID da Lenovo.
A empresa removeu todas as conexões entre os IDs da Lenovo e as contas do Dropbox e alterou seus sistemas. Agora, os usuários precisam informar a senha do Dropbox antes de acessar uma conta por meio da Lenovo.
O Dropbox afirmou ter comunicado o incidente às autoridades responsáveis pela proteção de dados.
A Lenovo identificou uma “integração antiga” entre o Lenovo ID e o Dropbox que “poderia ser usada para autenticar indevidamente certas contas do Dropbox”. A empresa afirmou que seus clientes não foram afetados e que uma investigação está em andamento.



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