Em seguida, o tom muda: “Ele é o maior capitalista da história. Ele é caótico, aleatório, caprichoso, manifestamente cruel e egoísta. Ele é um fascista.” O vídeo termina com a frase “Elon é uma bomba”, enquanto uma nave espacial explode em chamas.
Em seguida, o tom muda: “Ele é o maior capitalista da história. Ele é caótico, aleatório, caprichoso, manifestamente cruel e egoísta. Ele é um fascista.” O vídeo termina com a frase “Elon é uma bomba”, enquanto uma nave espacial explode em chamas.
Fernando Haddad, candidato ao governo de São Paulo, sofreu uma derrota na Justiça Eleitoral em uma ação contra Guilherme Derrite, candidato ao Senado. O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) negou o pedido de Haddad por direito de resposta após declarações de Derrite sobre o programa “Bolsa Crack”.
O embate entre Fernando Haddad e Guilherme Derrite surgiu durante a campanha eleitoral, quando Derrite, que integra a chapa liderada por Tarcísio de Freitas, fez declarações em sua propaganda eleitoral. Ele afirmou que Haddad, durante seu mandato como prefeito de São Paulo, ofereceu um programa chamado “Bolsa Crack” para enfrentar o problema da Cracolândia.
O programa mencionado por Derrite é o “De Braços Abertos”, uma iniciativa do mandato de Haddad que visava oferecer assistência social e oportunidades de trabalho para usuários de drogas na região da Cracolândia. A intenção era promover a reintegração social dos dependentes químicos.
O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo decidiu negar o pedido de Haddad por direito de resposta. A decisão foi baseada na avaliação de que as declarações de Derrite não configuraram ofensa pessoal ou inverdade que justificasse a concessão do direito de resposta.
“Bolsa Crack foi uma expressão usada para criticar o programa De Braços Abertos, que tinha como objetivo a reintegração social dos usuários de drogas.”
— Guilherme Derrite
Essa decisão representa um revés para Haddad em sua campanha ao governo do estado, enquanto Derrite continua sua candidatura ao Senado.
Um pastor brasileiro que havia deixado os Estados Unidos no final de 2025, devido ao vencimento de seu visto, está novamente liderando sua congregação no Texas. Isso foi possível após uma mudança nas regras de imigração dos EUA, que eliminou o período de espera de um ano para trabalhadores religiosos que desejam retornar ao país.
Segundo o Christian Daily, a alteração nas regras de imigração dos Estados Unidos permitiu que o pastor brasileiro Albert Oliveira retomasse suas atividades pastorais no Texas. Anteriormente, ele havia deixado o país para evitar permanecer além do prazo permitido por seu visto.
Essa mudança nas regras representa um alívio para muitos líderes religiosos que enfrentavam dificuldades para retornar aos Estados Unidos após o vencimento de seus vistos. A nova política elimina a exigência de um ano de espera, facilitando o retorno de trabalhadores religiosos ao país.
A decisão de alterar as regras de imigração para trabalhadores religiosos foi bem recebida por diversas congregações nos Estados Unidos, que dependem de líderes espirituais de diferentes partes do mundo. A flexibilização das regras é vista como um passo importante para garantir a continuidade das atividades religiosas e a diversidade cultural dentro das igrejas americanas.
“A nova política elimina a exigência de um ano de espera, facilitando o retorno de trabalhadores religiosos ao país.”
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Durante um ato realizado na Avenida Paulista, Silas Malafaia criticou um ministro do Supremo Tribunal Federal e declarou seu apoio a Flávio Bolsonaro. O pastor destacou a importância de instituições independentes e afirmou que a eleição de Flávio é crucial para o futuro do Brasil.
Em seu discurso, Malafaia expressou descontentamento com a atuação de um ministro do STF, embora não tenha especificado quais ações ou decisões motivaram suas críticas. Ele enfatizou a necessidade de manter a independência das instituições no país, sugerindo que intervenções indevidas podem comprometer a democracia.
Além das críticas, Malafaia aproveitou a ocasião para declarar seu apoio a Flávio Bolsonaro, afirmando que sua eleição é necessária para garantir um futuro promissor ao Brasil. O pastor não detalhou quais seriam as propostas ou qualidades de Flávio que justificariam esse apoio, mas deixou claro que vê nele uma figura importante para o cenário político atual.
“A eleição de Flávio é necessária para o futuro do país.”
— Silas Malafaia
O evento na Paulista reuniu apoiadores e seguidores de Malafaia, que ouviram atentamente suas palavras e demonstraram apoio às suas declarações.
O momento da perda de um ente querido é uma das situações mais dolorosas para uma família, que se vê diante da difícil decisão de autorizar ou não a doação de órgãos após a constatação de morte cerebral para salvar vidas de pessoas desconhecidas na fila de espera. No Brasil, a taxa média de recusa familiar para a doação de órgãos gira em torno de 45%, índice que varia entre estados e até mesmo entre hospitais de uma mesma cidade, evidenciando que a recusa não depende apenas da população, mas também de fatores institucionais. 

Segundo o presidente da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB), Cristiano Franke, muitos pacientes deixam seus familiares orientados sobre sua vontade de doar órgãos e muitas famílias também gostariam de fazer isso, atendendo a esse desejo. Entretanto, ele reforça, que, em muitos casos, a falha no acolhimento aos familiares e na comunicação dentro dos hospitais — tanto públicos quanto privados — é um dos principais obstáculos para a efetivação das doações.
“Muitas vezes as famílias não recebem todas as informações adequadamente, no momento e com um protocolo adequados para tomarem a melhor decisão. E muitas vezes também, as equipes médicas não estão preparadas para lidar com conversas difíceis, utilizando termos excessivamente técnicos e inacessíveis, ou realizando abordagens consideradas frias e comerciais em locais inadequados”, disse Franke.
Por conta disso, a AMIB, em parceria com o Ministério da Saúde, capacitou, entre setembro de 2025 e agosto de 2026, 2.534 profissionais de saúde para atuar no processo de doação e transplantes de órgãos. Até o momento, o resultado, que já superou em 25% a meta inicial desse projeto de 2 mil participantes capacitados.
O objetivo dos cursos elaborados e oferecidos pela AMBI é o ampliar o número de profissionais preparados para conduzir esse processo, incluindo a melhoria na comunicação para reduzir a resistência das famílias em autorizarem a retirada de órgãos de parentes com diagnóstico de morte encefálica.
De acordo com Franke, a formação também busca qualificar as diferentes etapas que antecedem uma doação, abrangendo a identificação de potenciais doadores, a determinação da morte encefálica e a manutenção clínica do potencial doador, tornando o processo mais seguro.
“Atingir mais de 2,5 mil profissionais capacitados mostra que estamos conseguindo levar conhecimento técnico para quem está na linha de frente de um processo que exige muita responsabilidade. Um diagnóstico de morte encefálica precisa seguir critérios rigorosos, assim como a manutenção do potencial doador e o diálogo com a família”, afirmou.
Entre as dificuldades para os familiares aceitarem autorizar os transplantes estão a compreensão ou aceitação do diagnóstico de morte encefálica, crenças religiosas, receio de alteração da integridade do corpo, desconfiança em relação ao processo e desconhecimento sobre a vontade manifestada em vida pelo familiar, ou até mesmo a percepção de que os profissionais estavam mais interessados nos órgãos do que no paciente ou em seus familiares.
“As famílias têm receio de deformação do corpo e nós explicamos adequadamente como é feito o procedimento e a reconstituição do corpo, que não deixarão deformidades visíveis nos ritos funerais como o velório. Elas trazem isso com muita clareza e nós precisamos explicar isso com tempo e clareza”, explicou.
De acordo com a AMIB, entre os participantes capacitados até agosto, estão 933 médicos, dos quais 473 receberam treinamento voltado à determinação de morte encefálica. O restante dos participantes, que são médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, administradores, farmacêuticos, odontólogos, biólogos, e um nutricionista e um pedagogo, tiveram instruções sobre o Gerenciamento no processo de Doação e Transplante (GPDT) e uso da Comunicação em Situações Críticas (CSC).
Até agosto, já haviam sido realizados 73 cursos, distribuídos em 23 módulos e com atividades em 25 estados brasileiros. Ainda estão previstos mais oito treinamentos até o encerramento do projeto. Neste mês, eles ocorrerão em Fortaleza (CE) e Florianópolis (SC).
De acordo com dados do Registro Brasileiro de Transplantes, da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), em 2025, foram registrados 15.940 potenciais doadores no país. Desse total, 4.335 tornaram-se doadores efetivos. Entre as famílias entrevistadas, 4.200 não autorizaram a doação, o equivalente a 45% das entrevistas realizadas. No mesmo ano, o Brasil alcançou 20,3 doadores efetivos por milhão de habitantes, contra 19,2 em 2024.

Aly Song/Reuters
O aplicativo de relacionamentos Grindr concordou em pagar 26 milhões de libras (R$ 180 milhões em conversão direta) para encerrar uma ação judicial promovida por milhares de usuários no Reino Unido, segundo The Guardian.
O processo acusava a empresa de compartilhar dados pessoais altamente sensíveis com empresas de publicidade, incluindo, em alguns casos, o status de HIV dos cadastrados.
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A decisão encerra uma disputa judicial de dois anos iniciada em abril de 2024, quando um escritório de advocacia entrou com a ação na Alta Corte da Inglaterra e do País de Gales.
A queixa representava 12 mil pessoas afetadas por violações das leis de privacidade britânicas em períodos que vão até o início de 2020. Caso o valor seja distribuído igualmente, cada representado receberá uma média de 2.167 libras (R$ 15 mil).
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O acordo estabelece que a empresa pagará metade do valor total até o fim deste ano e a outra metade até o final de março de 2027.
Em comunicado a órgãos reguladores dos Estados Unidos, a plataforma informou ter resolvido a ação coletiva referente a práticas adotadas antes de 2020, época em que pertenceu à empresa chinesa de jogos Beijing Kunlun Tech, segundo The Guardian.
Grindr começa a exigir verificação de idade para usuários no Brasil
A empresa declarou, segundo o jornal inglês, que o acordo não representa admissão de responsabilidade.
Apesar de contestar as alegações, a plataforma afirmou reconhecer o desgaste e a perda de confiança relatados por parte de seus usuários no Reino Unido em relação a esse período.
Em 2021, o aplicativo já havia sido multado na Noruega por compartilhar, sem consentimento, dados dos usuários com empresas de publicidade.
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John e Lisa Bevere, conhecidos por seu trabalho no fortalecimento da fé cristã, destacaram a leitura pessoal da Bíblia como um hábito essencial para discernir a verdade e evitar enganos. Segundo o Comunhão, essa prática é fundamental para o crescimento espiritual e a manutenção de uma fé sólida.
De acordo com John e Lisa Bevere, a leitura regular da Bíblia é um dos pilares para o fortalecimento da fé. Eles argumentam que, em um mundo repleto de informações conflitantes, a Bíblia serve como uma âncora de verdade para os cristãos. A prática diária de leitura das Escrituras ajuda os fiéis a discernir entre o que é verdadeiro e o que é enganoso.
“A Bíblia é uma âncora de verdade em um mundo de informações conflitantes.”
Além de ajudar a discernir a verdade, a leitura da Bíblia também fortalece a fé dos cristãos. John e Lisa Bevere ressaltam que, ao se aprofundar nas Escrituras, os fiéis encontram inspiração e orientação para enfrentar os desafios da vida cotidiana. Essa prática não apenas enriquece o conhecimento espiritual, mas também promove uma conexão mais profunda com Deus.
Para aqueles que desejam começar ou intensificar sua jornada de leitura bíblica, John e Lisa Bevere sugerem a criação de um plano de leitura diário e a busca por passagens que ressoem com suas experiências pessoais. Eles acreditam que essa abordagem personalizada pode tornar a leitura da Bíblia mais significativa e impactante.
A educação brasileira segue com desempenho muito inferior ao de países desenvolvidos, mas a diferença caiu ao longo das últimas duas décadas. É o que apontam os mais recentes resultados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), referente ao ano de 2025, divulgados nesta terça-feira (8) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Aplicado a cada três anos pela entidade, o Pisa avalia os conhecimentos de estudantes na faixa de 15 anos de idade em matemática, leitura e ciências.

Com os resultados de 2025, que se mantiveram estáveis em relação a 2022, o Brasil segue no grupo abaixo da média dos países da OCDE nas três disciplinas. Foram 408 pontos em leitura, 377 em matemática e 409 em ciências. Nesta mesma ordem, a média de 23 países da OCDE ficou em 466 (leitura), 469 (matemática) e 486 (ciências). Cada 20 pontos equivalem a um ano escolar. Em matemática, por exemplo, o Brasil está com cerca de 4,6 anos de atraso em relação aos membros da OCDE.
A distância, no entanto, já foi bem maior, quando se comparam os dados entre os anos de 2006 e 2025. A diferença de desempenho em relação à média dos países da OCDE diminuiu de 102 para 58 em leitura (redução de 44 pontos), de 131 para 92 em Matemática (39 pontos) e de 113 para 77 em Ciências (36 pontos).
O estudo do ano passado envolveu 760 mil estudantes de 91 países. O Brasil participou da pesquisa com 30.140 estudantes. O perfil dos participantes brasileiros avaliados foi composto por 72,4% de estudantes oriundos de escolas da rede estadual, sendo a quase totalidade (96,9%) delas localizada em áreas urbanas. Cerca de 84,7% estavam matriculados na 1ª ou 2ª série do Ensino Médio na época das provas, aplicadas entre abril e maio de 2025. Nesta edição, o foco foi o letramento dos alunos em ciências, com o maior número de itens aplicados. Foi em ciências, aliás, que a nota do Brasil mais evoluiu na comparação com o ciclo anterior de avaliação (2022), saltando de 403 para 409 pontos.
O Pisa 2025 também aponta melhor recuperação do Brasil após a pandemia de covid-19 do que a média da OCDE. Entre 2018 e 2025, o país recuperou e superou o desempenho pré-pandemia em ciências e registrou perdas menores que a média da OCDE em Leitura e Matemática. No Brasil, a avaliação é aplicada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC).
O ano de 2025 marca o nono ciclo da avaliação do Pisa desde seu lançamento, em 2000, ano em que o Brasil aderiu ao programa, participando de todas as avaliações desde então. Nesta edição, como é praxe, o Pisa introduziu um novo domínio. A dimensão escolhida foi “Aprendizagem no Mundo Digital”, que envolveu dois atributos: a Resolução de Problemas por meio de Ferramentas Computacionais (RPFC) e Processos de Aprendizagem Autorregulada.
Na divulgação do primeiro volume de resultados, a OCDE disponibilizou as médias e os níveis de proficiência no atributo de RPFC. Já os resultados sobre o construto de Processos de Aprendizagem Autorregulada serão disponibilizados em 2027.
Em RPFC, o Brasil ficou com 406 pontos, abaixo da média da OCDE (500). Entre os 19 países selecionados, a Coreia do Sul apresentou a maior média (538), enquanto o Paraguai apresentou a menor (352).
Na avaliação do Pisa em 2025, os estudantes também respondem a questionários contextuais, incluindo sobre o uso de celulares em sala de aula. O resultado mostrou que 81% dos estudantes brasileiros avaliados frequentavam escolas com restrições ao uso desses dispositivos. Em 2022, eram 37%. A proporção brasileira supera amplamente a média da OCDE (49%).
Segundo o MEC, o percentual medido está alinhado às evidências de que estudantes em escolas com esse tipo de regra apresentam menor probabilidade de relatar distrações digitais. “O resultado também reflete a implementação da Lei nº 15.100/2025, que estabeleceu regras para o uso de celulares na educação básica em todo o país”, observou a pasta, em nota.
No relatório anterior, de 2022, a OCDE havia apontado que o uso excessivo de dispositivo digital afeta desempenho de alunos em todos os países analisados.
Em 2025, 72% dos estudantes brasileiros afirmaram ter interesse por diversos assuntos, ao passo que 59% disseram se esforçar mais diante de desafios. Ao mesmo tempo, caiu para 16% a parcela que considera a escola uma perda de tempo, percentual significativamente inferior à média da OCDE (24%) e 6,9 pontos menor que em 2022.
Os dados também mostram que a valorização da escola faz diferença na aprendizagem. No Brasil, estudantes que reconhecem o valor da educação e rejeitam a ideia de que a escola é uma perda de tempo obtêm, em média, 35 pontos a mais em ciências do que seus colegas, impacto superior ao observado na média da OCDE (27 pontos).
Resultados do Pisa 2025 mostram também que os estudantes brasileiros estão entre os mais engajados com as questões ambientais. No Brasil, 84% acreditam que podem gerar impactos positivos para o meio ambiente, 87% confiam na força da ação coletiva para enfrentar desafios ambientais e 77% afirmam saber trabalhar em grupo para promover mudanças positivas. São percentuais superiores aos observados na média da OCDE, destacou o MEC.
Coordenado pela OCDE, o Pisa é uma avaliação internacional aplicada a cada três anos a estudantes de 15 anos. É considerado o maior estudo sobre educação no mundo e avalia até que ponto os estudantes dessa idade, próximos ao que se considera o final da escolaridade obrigatória na maioria dos países (equivalente ao Ensino Médio), adquiriram conhecimentos e habilidades essenciais para plena participação na vida social e econômica.
O exame procura medir a capacidade dos jovens de aplicar conhecimentos de matemática, leitura e ciências em situações da vida real e permite comparar o desempenho dos sistemas educacionais de diferentes países. A cada edição, uma dessas três áreas recebe maior ênfase. No Pisa 2025, o foco principal foi ciências, além da introdução de uma avaliação de língua estrangeira e de um novo domínio sobre aprendizagem no mundo digital.
No Brasil, a aplicação é coordenada pelo Inep, que seleciona as escolas participantes, organiza a aplicação e analisa os dados. O Brasil participa do Pisa desde 2000. O exame é amostral e não corresponde a uma prova aplicada a todos os estudantes de 15 anos. O ciclo mais recente foi realizado em 2025, depois de o calendário ter sido alterado pela pandemia de covid-19: a edição prevista para 2021 foi realizada em 2022, e a que estava prevista para 2024 foi transferida para 2025.
A OCDE é uma organização internacional que reúne 38 países, incluindo algumas das maiores economias do planeta, para produzir estudos, estatísticas e recomendações sobre políticas públicas e desenvolvimento econômico e social. O Brasil, embora não seja membro, participa de programas da entidade, como o Pisa. Em 2022, o país recebeu o convite formal para iniciar o processo de adesão, mas a entrada depende do cumprimento de uma série de requisitos e da aprovação dos países membros.

Trend dos anos 80: saiba como fazer a sua foto usando IA
Reprodução/Redes sociais
Uma nova trend em que pessoas aparecem com roupas e cortes de cabelo no estilo dos anos 1980 tem viralizado nas redes sociais, principalmente no Instagram e no TikTok. (Veja abaixo como fazer a sua).
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As imagens começaram a ser compartilhadas principalmente nos Stories do Instagram, mas a trend cresceu e, agora, chegou ao feed. As fotos têm sido geradas por ferramentas de inteligência artificial, como o ChatGPT e o Gemini.
No Instagram, além de uma figurinha nos Stories, há pelo menos 21 mil publicações com a hashtag “trendanos80”. Segundo o Google, a busca pelo termo “trend anos 80” aumentou 5.000% em comparação com a semana passada.
Vários artistas e famosos também entraram na onda, como Ana Maria Braga, Jorge e Mateus, Virginia, Fernanda Paes Leme, Patrícia Poeta e Sabrina Sato, entre outros.
Agora no g1
Como criar uma foto no estilo dos anos 80
Acesse o ChatGPT ou o Gemini pelo site ou aplicativo.
Escolha uma foto sua em boa qualidade.
Use o seguinte prompt (comando): “Com base na minha foto, crie uma imagem ultrarrealista de como eu seria se vivesse nos anos 80. Mantenha os traços do meu rosto, mas adicione um penteado volumoso típico da época, roupas clássicas dos anos 80 com cores marcantes ou jeans de cintura alta, e uma iluminação com granulação de filme fotográfico antigo.”
Em poucos segundos, a ferramenta gera a imagem.
‘Parece lixo de IA’: por que plataformas agora estão ‘dedurando’ conteúdos feitos com IA
Sistemas de câmeras usam inteligência artificial e prometem se antecipar a crimes
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Ativistas de direitos cristãos comemoraram a recente resolução adotada pela Assembleia Provincial do Punjab, no Paquistão, que busca garantir oportunidades iguais para prisioneiros de minorias religiosas receberem educação religiosa, realizarem exames e qualificarem-se para remissão de pena.
Conforme reportado pelo Christian Daily, a resolução aprovada pela Assembleia Provincial do Punjab representa um passo significativo em direção à igualdade de direitos para prisioneiros pertencentes a minorias religiosas. A medida visa assegurar que esses prisioneiros tenham as mesmas oportunidades de educação religiosa que os prisioneiros da maioria muçulmana.
Essa iniciativa é vista como um avanço importante na promoção da liberdade religiosa e dos direitos humanos no Paquistão, um país onde as minorias religiosas frequentemente enfrentam discriminação e perseguição.
Ativistas de direitos cristãos expressaram seu apoio à resolução, destacando a importância de garantir que todos os prisioneiros tenham acesso a oportunidades educacionais justas e igualitárias. Eles acreditam que essa medida pode contribuir para a reabilitação dos prisioneiros e promover um ambiente mais inclusivo dentro do sistema prisional.
“A igualdade de oportunidades educacionais é um direito fundamental que deve ser garantido a todos, independentemente de sua religião.”