Valerie Huber, presidente e diretora executiva do Instituto para a Saúde da Mulher, afirmou que a criação de um núcleo pró-vida e pró-família na Organização das Nações Unidas (ONU) é viável. Durante uma entrevista, Huber destacou a necessidade de coordenação entre nações nesse contexto.
Necessidade de coordenação internacional
Huber enfatizou que “a necessidade de que essas nações se articulem é real, e o momento é propício para isso”. Ela mencionou que a forma que essa coordenação adotará é menos importante do que garantir que ela realmente ocorra. Para Huber, o mecanismo de coordenação é secundário à intenção por trás dele.
Base do projeto
A base que sustenta o projeto, segundo Huber, é a Declaração de Consenso de Genebra, que foi iniciada sob a liderança do presidente Donald Trump e assinada em 22 de outubro de 2020. Essa declaração, cofundada por países como Brasil, Egito e Hungria, afirma que não existe um direito internacional ao aborto e promove a saúde das mulheres, a família e a soberania nacional.
Próximos passos na política internacional
Huber acredita que seu próximo passo na política pode alterar o desequilíbrio em organizações multilaterais, como a ONU, que atualmente favorecem visões contrárias às conservadoras. Ela expressou otimismo sobre a possibilidade de formar um grupo de trabalho que possa efetivamente promover os valores provida e pro-família.




