O senador Flávio Bolsonaro questionou o número de mortes de indígenas Yanomami durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Em uma publicação no X, ele se referiu a uma reportagem da revista Veja e perguntou: “Já pode chamar de genocida?”.
Contexto da declaração
Na sexta-feira, 21 de agosto de 2026, Flávio Bolsonaro compartilhou um print de uma reportagem que discute o número de óbitos indígenas registrados no território Yanomami. O comentário do senador faz alusão ao termo frequentemente utilizado contra seu pai, Jair Bolsonaro, durante a pandemia de covid-19, quando opositores criticaram a condução da crise sanitária pelo governo federal.
Repercussão do termo
O termo “genocida” foi amplamente utilizado por políticos e figuras públicas em críticas à gestão de Jair Bolsonaro durante a pandemia. A declaração de Flávio parece buscar trazer à tona essa mesma crítica, agora direcionada ao governo atual.
O que esperar
O debate sobre a gestão das mortes no território Yanomami e a saúde indígena deve continuar a ser um tema relevante na política brasileira, especialmente em um ano eleitoral. A posição de Flávio Bolsonaro pode gerar novas discussões sobre a responsabilidade dos governantes em relação à saúde e aos direitos dos povos indígenas.




