Enquanto no Judiciário a segunda-feira é de volta aos trabalhos, com Lei Maria da Penha e uberização na pauta, no Congresso Nacional votações só na semana que vem.

É o esforço concentrado convocado pelos presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre.
Até as eleições, serão duas semanas assim: uma entre os dias 10 e 14 de agosto, e outra no fim do mês, comecinho de setembro.
Algumas prioridades: na Câmara, o PL da Misoginia, projeto já aprovado no Senado e aguardando em regime de urgência a votação em plenário.
Ele equipara a misoginia, que é o ódio às mulheres, ao crime de racismo, inafiançável e imprescritível, com penas de 2 a 5 anos de reclusão, além de multa.
Inclusive, nesse domingo, foi dia de ato em todo o país como forma de pressão para o presidente da Casa, Hugo Motta, colocar logo o projeto em votação.
Um manifesto público na internet já conta com quase 5 mil assinaturas favoráveis.
Já no Senado, a expectativa quanto à possibilidade de andamento da PEC que acaba com a escala 6×1 de trabalho.
O texto está parado na Secretaria Geral da Mesa desde o final de maio, quando chegou à Casa depois de ter sido aprovado na Câmara.
Ainda não há indicação de Davi Alcolumbre quanto ao envio para a Comissão de Constituição e Justiça para a escolha de relator.




