[ad_1] <br><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="38"> <p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, teve aumento nos números de casos notificados de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, em relação ao mesmo período de 2016, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Mais de 4.800 casos foram descobertos. </p> </div><div> <div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20"> <p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> Entre os meses de janeiro e outubro, foram registrados 4.820 casos, segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande. </p> </div> <div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44"> <p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> O aposentado Orcino Nunes explica que no Bairro Mapim, onde ele mora, existem muitos locais que estão cobertos pelo matagal e que as pessoas utilizam aquele espaço para jogar o lixo. "Isso causa um desconforto para toda a população, pois fica tudo sujo", disse. </p> </div> <div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43"> <p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> O presidente da Associação de Moradores do Bairro Mapim, Arado Ângelo Nascimento, afirma que os moradores jogam lixo em terrenos baldios, o que contribui com a proliferação do mosquito Aedes aegypti. "Moradores do próprio bairro jogam lixo nos lugares que estão vazios", afirmou. </p> </div> <div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32"> <p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> Segundo ele, faltam materiais de trabalho para os agentes de endemias, que atuam para eliminar os criadouros dos mosquitos. "Falta o medicamento para colocarmos na águaa e isso é muito grave", contou. </p> </div> <div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33"> <p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> O zika vírus, a chikungunya e a dengue são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. No caso da zika, a transmissão também ocorre de mãe para filho durante a gravidez e por via sexual. </p> </div> <div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25"> <p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> A dengue e a febre amarela são passadas apenas por meio dos mosquitos. No caso da chikungunya, possíveis outras formas de transmissão ainda são investigadas. </p> </div> <div data-track-category="multicontent" data-track-action="ultimo chunk conteudo" data-track-noninteraction="false" data-track-scroll="view"> <div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49"> <p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> De acordo com o assessor técnico da Secretaria de Saúde, Juliano Melo, durante 2016 os maiores casos registrados no município foi de zika vírus. "Durante o ano passado, os maiores casos eram de zika vírus, mas no início deste ano a dengue e a chikungunya voltaram mais fortes", avaliou. </p> </div> </div> </div> <br>[ad_2] <br><a href="https://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/numero-de-casos-de-doencas-transmitidas-pelo-aedes-aegypti-aumentou-em-varzea-grande-mt.ghtml">Source link </a>