A atriz Candace Cameron Bure, conhecida por sua atuação na série “Três é Demais”, declarou que o legado de fé do influenciador conservador Charlie Kirk a encorajou a manter sua expressão religiosa pública nas redes sociais. As declarações foram dadas em meio a reflexões sobre a semana que seguiu ao assassinato de Kirk.
Charlie Kirk foi morto a tiros em 10 de setembro, durante uma palestra na Utah Valley University, nos Estados Unidos. O atentado foi executado por um jovem identificado pelas autoridades como simpatizante de ideologias de esquerda.
Em posts em sua conta no Instagram, Candace Cameron descreveu a semana do ocorrido como emocionalmente complexa. “Foi uma semana difícil com o assassinato de Charlie, e foi realmente devastador. Essa justaposição de emoções – sentir tristeza e querer celebrar o casamento, tudo ao mesmo tempo”, comentou a atriz, que celebrou o casamento de sua filha, Natasha, com o ator Bradley Steven Perry em 14 de setembro, em Malibu, Califórnia.
Reafirmação da Fé
A atriz afirmou que, após o atentado, reavaliou seu compromisso de compartilhar publicamente suas crenças. “Eu meio que fiquei quieta na maior parte do tempo. Mas se você está por aqui há algum tempo, sabe que nunca vou parar de compartilhar minha fé. Eu nunca vou parar de encorajar as pessoas a lerem a Bíblia”, disse em seus stories.
“É realmente a minha coisa favorita, porque amo a Deus e amo Jesus, e quero compartilhar isso com todos vocês”, completou.
Imediatamente após a confirmação da morte de Kirk, Candace Cameron já havia se manifestado em uma publicação, escrevendo: “Nós te amamos, Charlie. Muito bem, servo bom e fiel”.
Repercussão e “Efeito Charlie”
O evangelista Franklin Graham, em entrevista ao The Christian Post, comentou o impacto da morte de Kirk. Graham lembrou que o líder conservador, em um tweet publicado 11 dias antes de ser assassinado, exortava seus seguidores a “contar sobre Jesus para alguém neste fim de semana”.
“Acho que a morte de Charlie colocou um grande holofote sobre essa verdade: que Jesus Cristo é o Filho de Deus”, declarou Graham. “E então o que o assassino, tenho certeza, queria fazer era calar a boca de Charlie. O efeito oposto está ocorrendo”, acrescentou.
Franklin Graham também afirmou que, após o ocorrido, relatos de aumento na frequência a igrejas e de conversões religiosas multiplicaram-se nas redes sociais, em um fenômeno que alguns usuários passaram a chamar de “Efeito Charlie”. Com: Fox News.
FONTE : Gospel Mais



