Jornalistas questionaram a declaração do deputado, mas ele não respondeu. O líder do PL no Senado, Carlos Portinho (RJ), afirmou que o “parlamentar tem direito de falar por sua posição” e reforçou que o tema da coletiva não era “esse”. Sobre as Forças Armadas, Portinho disse que há generais presos e cortes no orçamento da instituição. “Isso é suficiente, é a resposta”.
Bolsonaro (PL) foi alvo hoje de uma operação da Polícia Federal após decisão de Alexandre de Moraes. O ministro do STF determinou medidas cautelares ao ex-presidente entre elas estão a proibição de deixar sua residência das 19h às 6h e aos fins de semana, e o veto ao uso das redes sociais.
Moraes vincula o tarifaço do presidente Donald Trump à tentativa de arquivar a ação contra Bolsonaro no STF. Na decisão, o ministro da Corte afirma ainda que o ex-presidente e seu filho Eduardo Bolsonaro (PL-SP) confessaram os crimes em postagens. Para o ministro, ficou claro que ex-presidente está atentando contra a soberania nacional ao apoiar a permanência de seu filho nos EUA, inclusive com envio de dinheiro.
Investigação aponta que a conduta de Eduardo se intensificou com o avanço da ação penal. Representação da PF que pediu buscas e a colocação de tornozeleira em Bolsonaro inclui uma cronologia de postagens do deputado licenciado.
noticia por : UOL



