Apesar de comemoração de Motta, Moraes sustou os dois decretos do governo, bem como a decisão do Congresso que anulava o reajuste do IOF pelo Executivo. Para ele, esse embate entre Executivo e Legislativo —que chamou de “indesejável”—, contraria a Constituição, que prega a harmonia e independência dos Poderes.
Moraes quer mediação entre governo e Congresso. Para mediar a paz entre Legislativo e Executivo, o ministro convocou uma reunião de conciliação na sala de audiências do STF. O encontro foi marcado para as 15h do próximo dia 15 de julho, uma terça-feira.
Moraes disse que vai analisar se a suspensão se mantém depois do encontro. Estão intimadas a participar as presidências da República, do Senado e da Câmara, a PGR (Procuradoria-Geral da República), a AGU (Advocacia-Geral da União) e os autores das três ações que contestavam os decretos. Uma foi protocolada pelo PL, a outra pelo PSOL, e a terceira, pela própria AGU.
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