As lágrimas de sangue que brotavam dos olhos de uma estatueta da Virgem, que haviam atraído numerosos peregrinos próximo a Roma, eram falsas e provinham da autoproclamada vidente, segundo análises de DNA reveladas nesta terça-feira (24) pela imprensa italiana.
Em 2024, o Vaticano já tinha refutado o caráter sobrenatural das “aparições” relatadas por Gisella Cardia, que afirmou ter escutado Maria e presenciado seus milagres em Trevignano Romano, uma localidade no noroeste de Roma.
A mulher siciliana, de cerca de cinquenta anos, dizia ter a pele marcada por estigmas e se comunicar diretamente com a Virgem. O caso, muito midiático, atraiu centenas de peregrinos que compareciam ao local mensalmente para rezar diante da estátua da Madonna na altura do lago Bracciano.
noticia por : UOL









