Dentre os dados coletados estão a idade, alcance, marcha, continência esfincteriana, percepção de saúde, cognição, humor, capacidade aeróbica e/ou muscular, além de comunicação nos quesitos: visão, audição e comorbidade múltipla.

“Os questionários complementam a coleta de dados. A ideia é entender, de forma científica, onde estão as maiores fragilidades para criar ações direcionadas. Os resultados vão nos ajudar a não apenas tratar doenças, mas a prevenir situações críticas”, explica a médica geriatra, Juliana Karine Siqueira.