Em uma batalha legal em andamento, January Littlejohn, mãe de uma adolescente da Flórida, busca proteger seus direitos como mãe e os de outros pais ao enfrentar o distrito escolar do Condado de Leon.
A disputa começou em 2020, quando sua filha, influenciada por questões de identidade de gênero, começou a se identificar como transgênero. Littlejohn, que até então confiava no sistema escolar, entrou em contato com a escola para alertar sobre os desafios enfrentados por sua filha e buscar apoio profissional.
No entanto, o que começou como uma tentativa de envolver a escola se transformou em uma série de eventos que, segundo Littlejohn, envolvem uma transição social secreta para sua filha sem o conhecimento ou consentimento dos pais.
A mãe alega que a escola organizou reuniões secretas com sua filha, onde foram discutidos tópicos como qual banheiro ela gostaria de usar, entre outros assuntos relacionados à identidade de gênero.
Ela também criticou o fato de a escola ter elaborado um plano de transição sem a participação dos pais, uma ação que, para ela, prejudicou sua capacidade de proteger e cuidar de sua filha.
Em resposta, o advogado Vernadette Broyles, da Campanha pelos Direitos da Criança e dos Pais, ressaltou que questões semelhantes estão sendo enfrentadas por pais em todo o país, com vários processos em andamento. Em outubro de 2021, após tentar resolver a situação diretamente com o distrito escolar, Littlejohn e seu marido entraram com uma ação judicial contra a escola.
Além disso, Littlejohn e Broyles criaram o “Guia de Resposta Transgênero da Igreja”, um recurso destinado a ajudar pais e líderes religiosos a entender e lidar com as questões relacionadas à identidade de gênero nas escolas. O guia fornece informações sobre o que está sendo ensinado, como os pais podem proteger seus filhos e como reagir diante dessa mudança cultural.
Recentemente, o Tribunal de Apelações do 11º Circuito emitiu uma decisão desfavorável para a família Littlejohn, rejeitando a ação judicial, alegando que os pais não cumpriram o critério necessário para questionar a violação de seus direitos.
Apesar disso, a Campanha pelos Direitos da Criança e dos Pais manifestou discordância com a decisão e está analisando novas opções legais. Até o fechamento desta matéria, as Escolas do Condado de Leon não haviam respondido aos pedidos de comentário feitos pela emissora CBN News.
FONTE : Gospel Mais